A Cachoeira São Matheus como nunca vista antes (PirambaCop)

Tem algumas cachoeiras que cobram um preço alto para se chegar até ela, esse é exatamente o caso da Cachoeira São Matheus. As encostas são altas e íngremes, é mais difícil descer até ela, a subida da volta parece ser um pouco melhor e foi esse o nosso desafio no sábado de 04/09/2021 com nossas respectivas magrelas.

Não tem tilha ou picada para seguir, é preciso abrir o caminho levando muito mato no peito e arranhões na pele e depois identificar o ponto em que é possível descer, o que também não é tarefa fácil. Parecia que um abismo intransponível estava por toda parte, até que achamos um lugar para descer. Mesmo assim, a descida não foi nada tranquila, é preciso sempre procurar uma árvore ou raiz para se apoiar, e todo cuidado é pouco. É fácil escorregar barranco abaixo.

Ao final, deu tudo certo, tivemos ainda que percorrer um pouco do leito do rio até chegar. E então pudemos contemplar e aproveitar esse incrível patrimônio natural de Garça-SP, mais precisamente localizado no distrito de Jafa. A água é sempre cristalina e também muito gelada, mas é só entrar que logo se acostuma com a temperatura e então é possível curtir o belo poço que a cachoeira São Matheus possui e que parece ter sido esculpido pela força da água ao longo de anos de anos sobre a rocha que a circunda.

Também foi a primeira vez do PirambaCop neste lugar e ele fez várias imagens aéreas incríveis, e graças ao drone também avistamos a existência de uma outra cachoeira rio acima que desconhecíamos totalmente. Essa região foi abençoada pela natureza e a Cachoeira São Matheus é só mais das muitas outras lindas cachoeiras que existem em Garça-SP.

By Rudi Arena

A Dois Passos do Paraíso!

Um cenário paradisíaco nunca está tão distante de você que não vale a pena trilhar. Essa frase, que eu inventei agora, é quase sempre verdadeira, ainda mais se tratando da região de Garça-SP, o recanto dos PIRAMBEIROS.

A cerca de 3km da cidade, uma sequência de três quedas d’água formam as lindas cachoeiras da união. Ao mesmo tempo em que a primeira das quedas é de fácil acesso, para alcançar a terceira não espere estradas ou mesmo trilhas formadas. O caminho quem faz somos nós. Selo PIRAMBA! A segunda é a maior, mais bonita e reservada das cachoeiras e está escondida através de uma complicada escalada a partir da terceira queda.

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E estamos mesmo a dois passos do paraíso? Diria que sim, mas não estamos falando de uma música, e esses passos não são literais. A figura do primeiro passo é unir grande quantidade de coragem com bastante curiosidade. O segundo passo, e esse sim o mais importante, é ter um enorme espírito PIRAMBEIRO.

Foi então que no segundo domingo deste mês, resolvemos dar os dois passos adiante e visitar, em uma única manhã, as três cachoeiras. Após percorrer o cruel e desgastante caminho, a recompensa foi a mesma de sempre. Novamente as imagens falam mais do que eu conseguiria descrever e muito menos do que pudemos ver (e sentir). Sensação de paz e os pequenos problemas do dia a dia desaparecem. Esse é espetáculo de estar vivenciando a natureza com o seu poder de fortalecer a alma de quem mais se aproxima.

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É uma trégua para a apreensão e uma arma contra o desânimo dessa nova rotina que não acaba nunca. E quem não precisa disso em meio a esse período tão complicado? Então fica a dica: Existe um espírito PIRAMBEIRO dentro de todos nós, engrandeça o seu!

Fausto Fujikawa

Piramba Explorer: Cachoeiras Inéditas em Vera Cruz (Vale do Araquá)

Piramba Explorer: Descobertas e Sofrência

O Piramba MTB já percorreu dezenas de cachoeiras em Garça e região, tanto as principais e mais famosas como também muitas inexploradas e desconhecidas, ainda assim, sabemos que provavelmente existem outras dezenas a serem registradas pela lente intrépida e inquieta do Piramba MTB.

Logo, de vez em quando é dia de Piramba Explorer, ou seja, é dia de sair rumo ao desconhecido, explorar novos caminhos e horizontes, ir onde desconfiamos que possa existir outras cachoeiras inéditas e ter aquele gostinho de ser surpreendido por uma bela cena da natureza, uma cachoeira ou um pico inédito. Por outro lado, nesse tipo de pedal aventura a sofrência e a frustração também são partes do enredo.

É comum traçar planos e metas para chegar em tal ponto, descer o vale, subir um morro, atravessar um alagado de taboal, mas muitas vezes o obstáculo se mostra intransponível, como um paredão ou abismo a frente. Muitas vezes seguimos com um objetivo, mas somos obrigados pela força da natureza bruta a recuar, voltar, nos localizarmos no mapa por satélite e rever a rota. Carregar a bike morro acima sempre acontece nessas ocasiões, percorrer cursos d´água para ver se chega em uma cachoeiras, escalar um pouco galhos e pedras, pula cerca, pula brejo, é um pouco de tudo, e também é preciso levar muito mato no peito, pedalar em terrenos inóspitos, onde não há nenhuma trilha ou caminho, é totalmente “off road”.

O Belíssimo Vale do Araquá

Se em alguma ocasiões a expectativa não vira realidade, em outras vezes rende muitas descobertas e várias cenas lindas da natureza exuberante de nossa região. Dia 28/03 e 02/04/2021 foram dias de Piramba Explorer, mais precisamente fomos explorar a região atrás do Posto Vera Cruz que fica a beira da rodovia SP-294 e nas proximidades do bairro rural Araquá. Aliás ao fundo dele, tem um belíssimo vale e felizmente encontramos algumas cachoeiras.

Embora o intuito inicial era descer o vale e chegar até o fundo dele para então procurar acessar as cachoeiras por baixo, isso não foi possível. Contornamos boa parte do acidente geográfico, mas não conseguimos achar um ponto que não fosse abismo para assim poder descer. Porém, como somos persistentes, voltamos lá outro dia com mesmo objetivo, mas novamente a natureza nos deu um baile e vimos que o buraco é mais em baixo, literalmente, é muito mais em baixo, o vale é uma espécie de Canion, de longe parece até que é possível descer até o seu fundo, só que de perto vemos que somos apenas formiguinhas em meio a sua imensidão vertical.

Saldo do Explorer: 5 Cachoeiras Inéditas

Entretanto, nada é em vão, nesse retorno, outra cachoeira por cima nós encontramos, trata-se de um pico muito alto e com uma bela visão, pena que é pouco o volume do córrego. A vontade de tomar um banho em baixo dela é gigante, assim como os obstáculos para chegar até lá. De qualquer forma, são válidos os registros e as descobertas, são mais cinco cachoeiras a serem acrescentadas no Mapa das Cachoeiras da região de Garça-SP. E quem sabe em um auspicioso dia conseguiremos iremos chegar em baixo das três grandes quedas que identificamos mas que apenas acessamos elas por cima. É um desafio e tanto.

Ao final, o saldo desses dois dias de Piramba Explorer foi altamente positivo, além de três grandes cachoeiras inéditas, também encontramos outras duas cachoeiras pequenas e boas para banho, estas sim conseguimos chegar por baixo delas. Isso tudo é mais uma demonstração da vastidão de cachoeiras que existem em nossa região, a maioria inexploradas e desconhecidas. O trabalho de procurar por novas cachoeiras é árduo e cada vez mais difícil na medida que estas são geralmente desconhecidas, além de ficarem em lugares remotos e de difícil acesso.

Rudi Arena

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Sábado de Sol e o PirambaCop em Ação na Cachoeira da Enseada e Cachoeira Estrela. TOP!!!

Sábado de sol, ao invés de pegarmos o caminhão, pegamos nossas magrelas e amadas bicicletas de MTB e partimos rumo as cachoeiras de nossa abençoada região. Os bikers do Piramba-MTB entrando pela rodovia SP 331 em direção a Venda Seca ou Granja de Galia fizeram um pequeno trecho de 10Km, por asfalto e depois por terra pra chegar na cachoeira da Enseada, passando por um Horto Florestal da Fazenda Enseada numa trilha com um corredor com sombras da plantação de mognos africanos.

Honrando o nome e a marca Piramba, descemos pirambeira abaixo, com bikes sendo tranportadas ao invés de nos transportar em alguns momentos, devido ao terreno de muito declive e no meio do mato, até um pouco de técnica de alpinismo sendo usada pra descer pela rocha que dá acesso ao primeiro e segundo níveis da cachoeira da Enseada.

Recompensados pela água límpida e gelada, muito bem-vinda num escaldante sol de sábado, com aquele banho pra lavar a alma.
Como ainda havia sol presente, os Indianas Jones do interior partiram para mais uma aventura, não em busca do cálice sagrado, mas sim da Cachoeira da Estrela.

Acessando a estrada de terra conhecida como Nove de Julho, poucos Kms percorridos, várias cercas puladas e pedal adentro do pasto, com trilhas bem técnicas chegamos a mais uma cachoeira, da Fazenda Estrela, com uma grande pedra encravada ao lado, deixando a visão da natureza ainda mais impressionante.

O drone Piramba-Cop captou todas as imagens aéreas da vegetação em volta das cachoeiras, sendo vigiado em alguns momentos por uma bela borboleta azul.

Alexandre Dantas

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Cachoeira do Poção – PirambaCop

Imagens captadas por Vicente Conessa com o PirambaCop

É a nova queridinha do PIRAMBA?
Dentre as inúmeras cachoeiras que rodeiam a abençoada região de Garça, parece que temos uma nova queridinha. Será mesmo?


Pois bem, se o objetivo é se refrescar em uma queda d’água, a cachoeira do poção é uma opção perfeita. Não a toa foi o destino mais escolhido nos últimos meses quando a ideia era um banho de cachoeira com os amigos. Localizada bem próxima ao distrito de Jafa, a cachoeira do Poção chama atenção pela sua beleza, altura e é claro, pelo enorme poço de água que se forma aos pé da queda.

O último domingo estava tão quente que a ideia de fazer um longo pedal começou a perder o sentido. Logo no início da tarde, recebo uma mensagem com o convite certo:

“Vamos na cachoeira do poção levar o pirambacop (nosso querido drone) para fazer algumas imagens?”
Precisei de meio segundo, ou menos, para tomar a decisão: Bora!


Fomos em 3, sem muita vontade e coragem de pedalar sob o sol escaldante, mas com o pensamento no banho de cachoeira refrescante, a nossa recompensa. E acredite, quando eu digo recompensa, é assim mesmo que devemos encarar, pois o caminho de acesso é árduo e a pirambeira é grande.

Desce montanha, sobe montanha, empurra a bike, carrega ela nas costas, encara o mato alto, escorrega em barrancos e ainda percorre um longo caminho pelo curso d’água.
E aí, tudo isso vale mesmo a pena?
Bom, é só conferir as imagens e tirar a sua própria conclusão.

As imagens feitas pelo pirambacop falam mais que mil palavras. Uma cachoeira realmente imponente e reservada. Poucos a conhecem, muitos nem se atreverão nessa aventura.

Mas e quanto a pergunta? Temos uma nova queridinha?
Eu diria que temos mais uma queridinha!
Pra que escolher uma dentre tantas? Essa é a vantagem de ser um pirambeiro em meio a tanta beleza natural.
Só nos resta agradecer pela oportunidade de poder curtir cada uma delas, a sua própria maneira.

Fausto Fujikawa

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Km 10 e Cachoeira dos Macacos

Pedal de apenas 55 KM no total e 889 metro de ganho de elevação, mas isso não quer dizer exatamente nada. A ida é pela estrada da corredeira proporciona belas paisagens e uma descida de serra bruta, mas até aí normal. Voltar pelo conhecido KM 10 já em Álvaro de Carvalho já começa a testar um pouco dos limites físicos, técnicos e as vezes até emocional, porque dependendo do estado de espírito ou de cansaço do ciclista e da subida que ele vê pela frente, pode abalar psicologicamente qualquer um.

O fundo do vale parece um tsunami de areião, pode chamar de vale da areia, as magrelas sofrem patinando no terreno hostil, e o esforço do ciclista parece em vão, parece que se mata e não sai do lugar. Depois, a subida para voltar a civilização não é das tarefas mais fáceis, ainda mais no calor escaldante próximo do meio dia. É uma serra bruta demais, e logo que galgamos alguns degraus dela já era ora de encarar a trilha da Cachoeira dos Macacos.

O nome da cachoeira é porque da primeira vez em que fomos à ela um bando de macacos pregos nos receberam logo no início, depois em um outro dia também voltaram a dar o ar da graça pelo caminho. Uma pena que nesse dia eles não quiseram aparecer, mas que continuem a habitar este lugar que são deles por natureza com suas serelepes macaquices de costume, fazendo barulho e com uma agilidade entre árvores incrível.

Conciliar a serra bruta do KM 10 com a trilha a pé igualmente pesada para chegar até a Cachoeira dos Macacos cobrou um preço salgado, e literalmente, não faltou suor escorrendo a escorrer pelos lábios, mas nada que o Piramba MTB não tire de letra, isso não torna o pedal menos cansativo, e, ao mesmo tempo um banho de natureza bruta para todos nós.

Além das belas paisagens também tivemos a privilegio de topar pelo caminho com uma linda e peçonhenta cobra, um belo e robusto lagasto teiú também rápido cruzou nosso caminho, mas foi o show do mar de borboletas amarelas que deu cor e abençoou esse nosso pedal perfeito.

Infelizmente a estiagem ainda é forte, e mesmo com a entrada da primavera, o regime de chuvas ainda não se normalizou, por isso o volume d´água da do córrego da cachoeira estava bem abaixo do que o de costume. É uma pena ver o leito d´água desse jeito, mas ao menos o poço da cachoeira continua largo e fundo e veio bem a calhar naquela hora.

O lugar é fantástico com um grande poço, ótimo para aquele banho de cachoeira fenomenal, ainda mais que chegamos em um sol de rachar mamona, o corpo pedia um refresco e um momento de relaxamento, mas o pedágio que a volta que da Cachoeira dos Macacos cobrou foi um pouco puxado.

Tivemos que encarar quase que um paredão na volta, seguir pé é pesado, levando em consideração o pedal até ali. Aliás conciliar um pedal forte com um trekking pesado exige um esforço físico diferente do corpo, mas assim que é muito bom, chegar em casa cansado e com o sentimento de missão cumprida não tem coisa melhor.

Essa foi a primeira vez que o Piramba MTB vai na Cachoeira dos Macacos de Bike e pelo Km 10, sempre é possível inovar e mesclar trilhas de bikes com cachoeiras, essa é nossa pegada. e que assim seja.

Rudi Arena

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Cachoeira Duas Quedas, O Espetacular Encontro de dois Rios.

Sabe aquelas cachoeiras que a gente só vê em filmes ou fotos? Aquelas que seriam capazes de despertar tanto o seu espírito sereno como aventureiro?
Pois bem, no ultimo final de semana tivemos a satisfação e o enorme prazer de estar mais uma vez aos pés da cachoeira das duas quedas, talvez uma das mais belas paisagens da região.

Ao nome citado caberia, quem sabe, uma pequena correção: Não se trata de uma cachoeira com duas quedas (como o nome poderia induzir), mas sim duas belas cachoeiras lado a lado, contemplando assim, duas lindas e imponentes quedas d’Água.


Como nada é de graça nessa vida, para alcançar esse espetáculo natural foi preciso percorrer um longo e árduo caminho no melhor estilo trekking, mas o final valeria muito a pena.

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O acesso foi realizado por dentro de uma fazenda as margens da estrada 9 de Julho, já na região da cidade de Vera Cruz.


Com a permissão de acesso concedida pelo proprietário da fazenda, iniciamos a nossa jornada PIRAMBA abaixo. O primeiro trecho é uma descida extremamente íngreme e, como se não bastasse, forrada de folhas secas ao chão o que dificultou ainda mais o controle de quem buscava algum ponto de apoio.

O jeito foi tentar descer segurando em galhos, apoiando os pés lateralmente à descida ou da forma que cada um se sentiu mais seguro.

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Ao final da descida, hora de se recompor, respirar fundo e se preparar para iniciar o trecho de caminhada pelo curso da água, contra o fluxo da correnteza, mas no sentido certo das cachoeiras.


Esse novo percurso é de aproximadamente 1000 metros e oferece bastantes obstáculos e desafios. A maior parte da caminhada foi feita sobre pedras soltas e cobertas com grande volume de água. Nesta etapa, os espaços de chão firme começam a ficar escassos, cada pisada deve ser calculada e com a atenção máxima.


Em meio às dificuldades de locomoção, uma breve pausa para contemplar o curso d´Água. Quanta abundancia de água cristalina corre por entre pedras e troncos. Que lugar fantástico!

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Mais alguns minutos de caminhada e já estávamos nos aproximando das grandes quedas. A essa altura já era possível ouvir o som das cachoeiras e a ansiedade começou a aumentar.


O ultimo trecho a ser percorrido é uma escalada sobre grandes pedras, que amontoadas e enfileiradas lhe conduz aos pés das cachoeiras. É uma escalada de aproximadamente 10 minutos, mas todo cuidado é pouco, pois existem pedras soltas, escorregadias e também frágeis no percurso.


Procuramos o caminho mais seguro e seguimos a escalada. Ao pisar sobre a ultima grande pedra amontoada, uma visão que agrada a alma e o coração. É impossível não sorrir diante daquela paisagem.
As duas quedas d´Água, cristalinas, gigantes e com muita vazão aparecem lado a lado acompanhando um lindo paredão.


Por alguns minutos ficamos ali, apenas admirando e agradecendo a oportunidade. A energia positiva estava evidente naquele lugar.
O banho em ambas as cachoeiras foi merecido. A água estava gelada, o caminho de volta prometia ser ainda mais complicado, mas quem se importa? A felicidade era contagiante!

Fausto Fujikawa

A Bela e Desconhecida Cachoeira São Matheus – Distrito de Jafa (Garça-SP)

Esta cachoeira é uma verdadeira joia encravada logo no começo da perigosa descida de Jafa, velha conhecida dos ciclistas e não muito longe da pequena zona urbana daquele distrito. Porém, o acesso a essa cachoeira que faz parte da bacia do rio do peixe é um tanto espinhoso. De todas as cachoeiras já registrada pelo Piramba, é talvez a mais difícil. O terreno de uma hora para outra cria um abismo e o curso d´água da cachoeira fica lá em baixo.

Demora um pouco para achar o melhor lugar para descer, não há caminho ou picada para chegar até lá. A gravidade joga bastante contra, a inclinação é severa, tem que calcular cada passo e procurar algum galho ou raiz para apoiar-se, ainda assim, a ameaça de rolar morro abaixo parece ser uma constante. Mas levando muito mato no peito, enfim, chegamos lá em baixo.

Logo nos deparamos com um pico alto e com uma cachoeira de respeito, só o que chamou a atenção foi o grande e largo poço no fundo. Nunca descemos ali, do alto parece não haver caminho. Mas quem sabe seja uma missão para o próximo Piramba Explorer, chegar em baixo desta cachoeira seria o máximo, mais uma cachoeira animal a ser desbravada. São muitos os encantos escondidos e desconhecidos de Garça que nós moradores do município, pouco conhecemos. Os lugares mais inacessíveis são também os mais desconhecidos, e muitas vezes os mais belos.

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Existe esse lindo poço abaixo que o Piramba MTB ainda precisa conhecer.

Porém, o objetivo traçado neste dia era chegar em outra cachoeira, para isso era preciso seguir rio acima, e lá, mais dificuldades apareceram, nada que uma escalada de leve, e mais um tanto de mato no peito não resolvesse.

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O acesso a cachoeira não é fácil, mas o banho é recompensador.

Enfim, o sacrifício foi recompensador, apesar de ser inverno o dia estava bem quente e propício para um revigorante banho de cachoeira. A água em queda livre cai de forma esparramada o que dá a impressão de fazer fazer um véu que cobre o corpo de forma suave e macia. A cachoeira também possui um poço não muito largo, mas bem profundo em alguns lugares.

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A água cai de forma a fazer uma espécie de véu branco no ar.

A volta também não é das tarefas mais fácies. A sensação é de estar dentro de um buraco dentro da mata e sem lugar de saída, ao redor o tudo é tão íngreme que não se vê por onde é possível subir. Mas prestando bem atenção,sempre acha-se um caminho , e para isso foi preciso escalar e até mesmo rastejar para seguir subindo em frente. Demorou um pouco para conseguir enxergar o clarão lá fora, e deu um certo alívio de saído dali, mas por outro lado é muito bom o gostinho aventura e de sentir a natureza na sua forma bruta.

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O desnível é grande para voltar à civilização, é preciso escalar um pouco.

Pela frente ainda tinha 30 quilômetros de bike, e boa parte da barra de nossa barra de energia tinha sido gasta para chegar na cachoeira. Ainda assim, foi tranquilo, só continuar a descida de Jafa, passar pela ponte do Rio da Garça, e subir bem até chegar na Estrada 09 de Julho. O bom é que existe um bar a beira desta estrada, ótimo momento para fazer uma parada de descanso e tomar um refrigerante antes de finalizar o pedal.

Esta é uma cachoeira que não é sempre que se vai, pois é osso chegar até ela. Agora, só ano que vem e olha lá. Mas como há uma outra cachoeira abaixo dela que promete ser bem interessante, pretendo voltar ali perto para procurar um caminho. Bora conferir seu lindo poço que até parece uma piscina natural com bordas de pedras, tem tudo para ser sensacional.

Rudi Arena.

A Lendária Cachoeira do Gaia (Inédita) e o Vale do Rio Tibiriça em Garça-SP

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A Cachoeira do Gaia

O destino inicial do pedal era chegar na Lendária Cachoeira do Gaia, muito frequentada  e conhecida  pelos garcenses da antiga, aproximadamente há 30 anos, ouvia-se falar muito desta cachoeira,  principalmente em aos moradores da Vila Rebelo. Nas realidade, não se trata apenas de uma cachoeira, mas sim de um complexo de cachoeiras, mas infelizmente não foi possível explorar todas elas nesse dia.   Hoje, com a expansão da malha urbana em Garça-SP, a cachoeira hoje fica mais próxima da cidade ainda, mais especificamente perto do bairro do Frei Aurélio e do Monte Verde. O lado ruim desta proximidade, ela que ela acaba por sofrer com a poluição do lixo jogado na cidade, com as chuvas, esse lixo acaba descendo em direção ao começo do Rio Tibiriçá, por isso é possível achar muito plásticos na cachoeira, o que é lamentável para um lugar em que a natureza foi tão generosa.

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O Caminho a Beira do Vale do Rio Tibiriçá

Depois de chegar na Cachoeira do Gaia pela estrada de terra que existe ao final do distrito de indústrias de Garça, resolvemos seguir beirando o vale do Rio Tibiriça e logo avistamos uma linda  cachoeira à distância. Então chegar até ela passou a ser o nosso objetivo dali em diante, mas sempre pedalando pelo pasto e contornando o vale. Assim passamos por atrás do bairro São Lucas, do aterro sanitário e do prédio do SAPROMI, e seguimos adiante, afastando-se da zona urbana.

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O Pico do Carcará

Com o sol já caindo, enfim, chegamos na cachoeira, conhecida como Pico do Carcará, pois são muitas aves dessa espécie que circundam o lugar. De cima do pico, a visão é estonteante, um patrimônio natural pouco conhecido e preservado do município, próximo do aeroporto e da Estação de tratamento de Esgoto do SAEE. No total, foram pouco mais de 20 km pedalados, mas em razão do terreno, geralmente de grama e trios de boi, o pedal é um tanto arrastado, ainda mais porque são muitas as cercas a serem atravessadas. Mas só o visual de pedalar avistando uma linda cachoeira  já compensa qualquer esforço, a parte ruim mesmo é o mal cheiro de quando aproxima da estação de tratamento de esgoto, mas é assim mesmo, tudo tem o seu custo.

Rudi Arena

 

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Cenas exclusivas feitas pelo nosso amigo Vicente Conessa com o novo Piramba Cop, muitas outras belas imagens aéreas de Garça ainda virão:

Cachoeira do Gaia:

 

Pico do Carcará:

Piramba MTB na Cachoeira da Enseada em Garça-SP

A aproximação do inverno não é empecilho para o Piramba MTB aproveitar em peso uma das cachoeiras mais belas de Garça. A Cachoeira da Enseada foi a escolha da vez, mas nem todos arriscaram entrar em suas águas gélidas. De qualquer forma, foi uma ótima oportunidade para rever amigos, jogar conversa fora e dar boas risadas.
 
São duas cachoeiras na sequência, a mais bela é também a que tem o acesso mais difícil, pois é preciso descer escalando um pequeno paredão, apoiar o pé em uma raiz suspensa e confiar nela, não tem plano B, o que dá uma pitada de aventura e emoção para pedal.
 
Como a cachoeira é perto de Garça. ceca de 10km da cidade, e ainda tinha tempo para pedalar mais, resolvemos esticar até a Fazenda Igurê que sempre é um prato cheio para os amantes do mountain bike. Passamos por uma de suas lindas represas e depois pela capela, e a ali, a imagem de uma cerejeira toda florida chamou muito a  atenção pela sua beleza. Não poderia ter sido melhor. Pedal top com galera top e uma cena mais top que a outra. 
 
   Rudi Arena

 

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Conexão Piramba Califórnia

Los Angeles é uma grande cidade do sul da Califórnia e também muito conhecida como o centro da indústria de cinema e televisão dos Estados Unidos. Em busca do famoso letreiro de Hollywood, minha primeira conexão Piramba X Califórnia parecia um sonho até o momento, mas logo se tornou uma realidade.

O Caminho me convidava a fazer um trekking ou uma hiking como é chamada aqui, me fazendo relembrar os bons tempos de trilhas na saudosa cidade de Garça.

O que mais me chamou a atenção foi que todos os lugares que eu olhava, eu via uma paisagem diferente e muito bonita, uma sensação de paz e reenergização.

Minha primeira aventura percorreu os caminhos daquela trilha da famosa montanha do letreiro de Hollywood, Mount Lee, uma experiência muito recompensadora a medida que subia o trajeto que me parecia ir ao encontro do Letreiro.

Assista ao Primeiro Conexão Piramba Califórnia e se gostar, já sabe!!! Compartilhe!!

Thiago Bulho.

Acesse também as redes sociais do Piramba MTB. 

De Volta as Raízes, De Volta a Cascatona

Depois de um bom tempo sem ir até Cascatona, que é uma das mais altas cachoeira de Garça e região e também um das primeiras que o Piramba MTB explorou há cerca de 10 anos atrás. Voltar lá é reviver as origens do Piramba, com muitas histórias e um rolê que é cara deste grupo.

O lugar é mais uma dádiva que a Garça maravilhosa recebeu da  natureza, ela  fica localizada na Fazenda Cascata e é de difícil acesso. Para chegar embaixo da cachoeira é preciso ter muita força de vontade, descer pelo pasto até o fundo do vale, depois, chega um momento em que para continuar é preciso seguir a pé e pelo curso do rio.

São muitas as pedras no caminho e antes de chegar na grande queda, as pedras vão ficando gigantes e bem mais difícil de passar.  Mas como sempre tem uma bela recompensa depois, e acaba que vale realmente a pena. Tanto pelas as paisagens pelo caminho,  como para contemplar a cachoeira, tomar banho nela e apreciar o seu envolto, que exibe um belo e imponente contraforte que se assemelha as falésia existentes no litoral.

Na volta a coisa aperta ainda mais, a bike sofre pirambeira a cima e o esforço exige bastante do sistema cardiorrespiratório. Ao final de cerca de 30 km de pedal, a quilometragem pouco tem a dizer em relação ao tamanho cansaço ao chegar em casa, parece que o corpo está todo moído por dentro.

O esforço de pedalar em si é o de menos, ainda que o terreno de pasto e sem estrada seja bem desgastantes, pois segura muito a bike. Porém, o que mais pesa mesmo, são os movimentos de andar no leito do rio desviando das pedras e dos buracos, de subir e descer as encostas, e de carregar a bike em alguns momentos. Isso faz com que sejamos obrigados a trabalhar músculo que normalmente apenas pedalando acaba por não trabalhar. Por esta razão, a sensação de estar quebrado ao final do pedal é maior do que se tivéssemos rodados 50 km de bike em um estradão.

Rudi Arena

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Cachoeira nº 2 do Vale da Graça em Vera Cruz-SP

No complexo de cachoeiras do sítio Vale da Graça no Município de Vera Cruz-SP fica a cachoeira Dedo de Deus ou nº 2, pois ali existe outras 5 quedas d´água. Um lugar incrível com tirolesa, mirante, piscina e muito mais. É um lugar que o Piramba MTB ainda não conhecia e por isso mesmo não poderia deixar de  conferir. O valor da entrada para passar o  todo o dia é de apenas R$10,00, compensa muito  conhecer este lugar. É possível ir de carro ou de bike. Vera Cruz-SP fica localizada entre os municípios de Marília-SP e Garça-SP.

O interessante é que o local é estruturado para receber visitantes, é um empreendimento que vem bem a calhar, pois a demanda de pessoas interessadas por eco-turismo na região é grande e o potencial turístico é enorme, o que falta são mais lugares como este na região.

O sitio Vale da Graça e seu entorno  é muito bonito, assim como a estrada no meio de uma serra que é preciso percorrer para chegar até lá. O acesso é através do trevo da cidade de Vera Cruz, tem que pegar a saída para a Escola Agrícola, mas logo no início já é preciso virar a direita e seguir por um caminho de terra paralelo a rodovia SP-294 em direção a Marília-SP, logo depois existe uma placa que indica que é a esquerda o cainho para o sítio Vale da Graça.

É uma estrada de cerca de uns 5 km até o destino final, mas não se pode dizer que é de fácil acesso, em alguns trechos o terreno  é um pouco ruim, começa tranquilo no meio de um cafezal, do lado oposto da cidade, mas em seguida a pirambeira dá as caras, é praticamente só descida e tem ao menos duas curvas bem perigosas. Após chegar na propriedade rural, é preciso ainda seguir por trilhas até as cachoeiras. Para quem gosta de natureza é um prato cheio para se fartar a vontade e a um bom preço em relação ao benefício que proporciona.

Rudi Arena

 

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Você conhece a cachoeira da união?

Você conhece a cachoeira da união? Fica na cidade de Garça! Venha conferir todas as nossas cachoeiras!Turismo em Garça.
Nossa amigo Tom conseguiu sobrevoar a cachoeira e nos deu de presente essas cenas.
#Cachoeira #União #Waterfall #Aventura #Drone #Fly #Nature #Garça#Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil #Marília #Bauru#Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

 

Conheça a Cachoeira do Carcará!!

Conheça a Cachoeira do Carcará vista de cima!!!

É apenas uma das centenas de cachoeiras de Garça-SP, próxima a cidade, fica entre o bairro São Lucas e o Aeroporto do município.

Imagens gentilmente cedidas por Antônio Brandão

#Cachoeira #Pneu #União #Waterfall #Carcara #Aventura #Drone #Fly#Nature #Garça #Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil#Marília #Bauru #Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

Cachoeira do Pneu ou Stand

Conhece a Cachoeira do Pneu? Você pode ter ouvido fala então na cachoeira do Stand?
Nosso amigo Antônio Brandão nos proporcionando essas belas imagens!!

#Cachoeira #Pneu #União #Waterfall #Aventura #Drone #Fly #Nature #Garça #Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil #Marília #Bauru #Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

Cachoeira do Arco (Inédita)

Quando está cada vez mais difícil conhecer novas e belas cachoeiras, surge então esta pérola da natureza.

Logo no começo da trilha,  fomos recepcionados por um bando de Macacos Pregos fazendo algazarra, conseguimos registrar apenas uma foto, pois eles não deixaram a gente se aproximar muito e não ficavam parados,  percorriam os topos das árvores pulando com agilidade, mas logo sumiram de cena. E não foi a primeira vez que encontramos macacos por ali, quando fomos em uma outra cachoeira próxima, também encontramos muitos macacos, sinal de que esta região está bem servida desses primatas, o que denota a riqueza da fauna local.

Embora tenha sido muito legal ter vistos os macacos, nosso objetivo era ir até uma linda cachoeira de águas límpidas. Esta é  mais uma que o Piramba desconhecia até pouco tempo atrás,  mas que é um verdadeiro presente da natureza, pois tem uma peculiaridade que nunca vi em nenhuma outra cachoeira. É que existe uma espécie de arco de pedra em cima da cachoeira pela qual a água percorre antes de cair no chão. É como se fosse de monumento arquitetônico natural, produzido pela força da água em um lento e gradativo processo ao  longo de muito tempo.

A cachoeira está localizada entre os municípios de Garça-SP e Álvaro de Carvalho-SP, também não fica longe de Pirajuí-SP. O acesso até ela não é dos mais fáceis para quem não esta acostumado em fazer trilhas, pois é preciso percorrer a pé um caminho por uma mata e andar pelo curso do ribeirão por um bom trecho. Depois vem a parte mais difícil, que é escalar um trecho bem íngreme se quiser chegar até o arco que fica em cima da cachoeira. Mas compensa todo o esforço.

E a trilha da Cachoeira do Arco ainda tem um outro grande atrativo,  pois é passagem obrigatória  ter que passar pela Cachoeira do Cipó ( ou dos Macacos) e seu majestoso, profundo e refrescante poço de águas cristalinas e tom azulado.

Rudi Arena

 

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Trilha de Sepituba X Bonete – Ilha Bela – SP

Ilhabela é um dos únicos municípios–arquipélagos marinhos brasileiros e é localizado no litoral norte do estado de São Paulo, microrregião de Caraguatatuba. A população aferida pelo IBGE no Censo de 2010 era de 28 196 habitantes, e a área é de 347,5 km², resultando numa densidade demográfica de 81,13 hab/km². A população estimada pelo IBGE para 1 de julho 2015 era de 32 197 habitantes, resultando numa densidade estimada de 92,65 hab/km².[3]

Possui uma das mais acidentadas paisagens da região costeira brasileira, com todas as características de relevo jovem. Com o aspecto geral de um conjunto montanhoso – formado pelo Maciço de São Sebastião e Maciço da Serraria, além da acidentada Península do Boi –, a Ilha de São Sebastião se destaca como um dos acidentes geográficos mais elevados e salientes do litoral paulista, tendo como pontos culminantes o Pico de São Sebastião, com 1379 metros de altitude; o Morro do Papagaio, com 1307 metros; e o Morro da Serraria, com 1285 metros.

Banhado pelo oceano Atlântico, o município está localizado a 135 quilômetros da capital e a 140 quilômetros da divisa com o estado do Rio de Janeiro. Está situada um pouco ao sul do Trópico de Capricórnio, que passa sobre a cidade vizinha de Ubatuba.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilhabela

Cachoeira do Cipó (ou dos Macacos) – Inédita

 

Desta vez a opção foi pelo Trekking, deixamos a bike de lado e saímos de uma pequena propriedade rural que fica na beira da estradinha de terra conhecida como km 10 localizada entre Garça e Álvaro de Carvalho, com uma grande expectativa de conhecer uma nova cachoeira.

Dá pra ir de bike também, é só querer. É relativamente fácil, mas tem um momento em que é preciso mergulhar pirambeira abaixo até o fundo vale e achar o curso da água, e então seguir sem pestanejar para enfim chegar até uma  bela cachoeira de águas limpas. Um privilégio único conhecer e registrar mais uma incrível cachoeira, o que é uma prova que as redondezas de Garça são fartas de exuberantes belezas.

Logo que chegamos á cachoeira, apareceu um bando de saguis para nos dar as boas vindas com sua algazarra característica. Eram muitos, e até que ficaram um bom tempo ali,  depois foram embora mata a dentro, e então a cachoeira passou a ser só nossa.

O Grande atrativo desta cachoeira é que ela possui um poço profundo que não dá pé, muito bom para banhar-se, mas também existem outros encantos, ela é ideal para brincar com cipó, ir pra lá e pra cá, como se nós tivéssemos voltado a ser crianças. São muitos os cipós pendurados em cima do poço, e é fantástico a resistência deles,  suportam muito peso sem que se rompam, e se acaso escorregar e cair, não tem problemas algum,  o aprendiz de Tarzan vai cair tranquilamente nas águas do poço, não há muito perigo, desde que se saiba nadar, é claro.

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Cachoeira do Pico do Urubu por Baixo pela 1ª Vez

Este era um objeto de desejo já fazia um bom tempo, cogitado em algumas ocasiões andando de bike  nunca chegou ser levado a cabo, já que demandaria um tempo muito grande para percorrer quilômetros de rio até chegar em baixo da grande queda d´água, seria uma espécie de um outro rolê dentro do pedal, e além de ser extremamente cansativo.

Foi então que alguns pirambeiros de plantão resolveram chegar até lá e curtir um banho em baixo da desejada cachoeira do Pico do Urubu, já fartamente registrada por cima.  Porém, tomar um banho em baixo dela era um desafio pendente, que enfim, felizmente encerrou-se. A sacada para chegar até lá foi fazer um trekking, ou seja, esqueçam as bike, e bota  muita disposição para andar a pé por mais de 04 quilômetros no meio às pedras que existem pelo curso do ribeirão para finalmente chegar ao ponto tão almejado, e ao que tudo indica, a recompensa foi proporcional ao esforço despendido.  Este foi mais um lugar que o PIRAMBA MTB  teve a satisfação de chegar e registrar.