O Mirante do Canyon de Furnas (Capitólio-MG)

Localização: Capitólio, MG.
Estrada: MG-050, aproximadamente 304km de Belo Horizonte.
Acesso a parte baixa: Somente por barcos
Acesso a parte alta: 100m de caminhada.
Características: Lago, cascatas e água esverdeada.

Depois de conhecer a Pedreira Lagoa Azul, partimos em direção a uma parada obrigatória, o Canyon de Furnas que tem uma vista magnífica. O  acesso é pelo município de Capitólio, através da rodovia MG-050 entre o km 312 e 313, e é possível  perceber que chegou ao avistar alguns carros estacionados no acostamento.

A entrada é gratuita, e até o mirante é uma caminhada tranquila de cerca de 100 metros. Mas quem for com criança, é bom ficar bem atento, não existe nenhum tipo de proteção, é tudo perigosamente aberto.

A vista lá do alto é espetacular. Sem dúvida, quem passar próximo, vale a pena conhecer essa maravilha, uma verdadeira obra de arte da natureza, mas  também dos homens.

O interessante dessa região é que toda essa beleza não se deve somente à ação da natureza, mas também pela ação do homem. É que foi formada, em grande parte, pela construção da barragem da hidrelétrica de Furnas que, apesar de ter gerado problemas, como a desocupação de muitos habitantes e também o alagamento de muitas áreas. No entanto, hoje traz crescimento para a economia local através do turismo e, deu vida não só ao Lago de Furnas como ao cenário deslumbrante dos Canyons  que atraem turistas de todos os cantos do Brasil.


Conhecido como a “Cidade Rainha dos Lagos”, Capitólio é um pequeno município localizado em uma parte muito privilegiada de Minas Gerais, entre a Serra da Canastra e o Lago de Furnas – as duas regiões, quando se encontram, formam algumas das paisagens mais imponentes e lindas do estado e do país, que ficou conhecida como os Canyons de Furnas.
Os canyons são canais, rodeados por paredões, que foram alagados, formando piscinas naturais de águas cristalinas, que fazem parte do imenso lago artificial de águas verde-esmeralda que dão forma ao “Mar de Minas” (Lago de Furnas), maior espelho d’água do mundo, com mais de mil quilômetros quadrados e quatro vezes maior que até mesmo a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Os Cânions da represa de Furnas fazem qualquer viajante se sentir minúsculo diante de tamanha imponência.

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Embora não tenhamos conhecido a parte de baixo em que o uso de barco é imprescindível, tomei conhecimento que ali existe um outro espetáculo. Através dos passeios de barco pelas águas do lago dá para passar por enormes paredões, que, ao se aproximar, tem  fendas que se abrem para uma vista incrível de  várias cachoeiras, dando vida a um verdadeiro espetáculo da natureza de beleza raríssima.

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Também é recomendado ir até as cachoeiras, que ficam dentro desses paredões imensos. A do Lago Azul, é das mais procuradas e o cartão-postal da região em razão de sua beleza, com duas quedas que formam uma piscina natural de tons esverdeados; já a Cachoeira da Cascatinha possui diversas quedas com pequenos poços que parecem banheiras de hidromassagem. Outras cachoeiras incluem a Diquadinha, formada por um tipo de rocha chamada São Tomé, que dá coloração levemente alaranjada às suas águas e cria uma paisagem diferente das outras da região; e o Paraíso Perdido, complexo rodeado por cânions e com uma sequência de cascatas, cachoeiras e cerca de 18 piscinas naturais, ponto perfeito para amantes do ecoturismo e para praticar atividades como trilhas, mergulho, tirolesa, acampamento e principalmente rapel.

Rudi Arena

Fonte:

http://desviantes.com.br/blog/post/canyons-de-furnas-em-capitolio/

Salesópolis a Caraguatatuba pela Estrada do Sol

Pedal cuja saída foi em Salesópolis-SP com destino a Caraguatatuba-SP, a descida da serra do mar foi por uma estrada de terra utilizada para manutenção da Petrobrás, esta trilha é conhecida como Estrada do Sol, e apesar de muitas descidas, também tem boas e cansativas subidas.

O percurso total foi de 71 Km, e passa por vários lugares interessantes, como  um mirante que nos dá uma vista privilegiada da serra, muito embora no dia a  neblina prejudicou um pouco a visão.  Também passamos pelo Rio Pardo e por cachoeiras, que valem uma pausa se não for para se banhar ao menos para contemplar beleza e o clima característico da região, também passamos pela Instalações da Petrobrás.

Nos últimos kimoletros do pedal é praticamente só descida e é preciso brecar muito para poder fazer as curvas (os dedos chegam a doer), mesmo assim é possível atingir uma velocidade impressionante, chega a mais de 70 km por hora se o ciclista quiser, mas é preciso cuidado, porque apesar de passar poucos carros na estrada, não é bom dar sopa para o azar. Para recompensar todo o esforço ao final, nada como uma bela praia para relaxar músculos e mentes.

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