Piramba MTB na Cachoeira da Enseada em Garça-SP

A aproximação do inverno não é empecilho para o Piramba MTB aproveitar em peso uma das cachoeiras mais belas de Garça. A Cachoeira da Enseada foi a escolha da vez, mas nem todos arriscaram entrar em suas águas gélidas. De qualquer forma, foi uma ótima oportunidade para rever amigos, jogar conversa fora e dar boas risadas.
 
São duas cachoeiras na sequência, a mais bela é também a que tem o acesso mais difícil, pois é preciso descer escalando um pequeno paredão, apoiar o pé em uma raiz suspensa e confiar nela, não tem plano B, o que dá uma pitada de aventura e emoção para pedal.
 
Como a cachoeira é perto de Garça. ceca de 10km da cidade, e ainda tinha tempo para pedalar mais, resolvemos esticar até a Fazenda Igurê que sempre é um prato cheio para os amantes do mountain bike. Passamos por uma de suas lindas represas e depois pela capela, e a ali, a imagem de uma cerejeira toda florida chamou muito a  atenção pela sua beleza. Não poderia ter sido melhor. Pedal top com galera top e uma cena mais top que a outra. 
 
   Rudi Arena

 

IMG_20200620_153333

IMG-20200620-WA0081

 

IMG_20200620_153636

IMG-20200620-WA0037

IMG_20200620_171652

IMG_20200620_174204

 

Cachoeira Estrela, Um Pedacinho do Paraíso em Garça-SP (Inédita)

Garça, e suas cachoeiras infinitas

Em uma tarde quente de final de outono, saímos em dupla para um pedal improvisado e despretensioso. No meio do caminho decidimos mudar o destino e tentar chegar de bicicleta em cachoeira que eu sabia que existia, mas que nunca tinha ido. E o interessante é que  tendo eu já percorrido cerca de 40 cachoeiras de Garça e região, seria normal imaginar que as mais belas cachoeiras já tinham sido visitadas, mas quando o assunto é cachoeira e Garça, nada pode ser mais enganoso que essa suposição.

Um cantinho do paraíso na Terra

Não fazia ideia se seria conseguiríamos mesmo achar a cachoeira e nem como ela seria, por isso, foi uma enorme enorme e grata surpresa quando do nada, na beira de um pasto, em questão de descer alguns metros, logo  estaria uma preciosidade que salta aos olhos. Tudo tão lindo que podemos dizer que é  um cantinho do paraíso, de uma beleza rara e singela, de uma pureza que transparece em suas águas claras. O rosa vivo da flor de uma bromélia, entre outras flores que existem ao redor dão um toque paradisíaco ao local, é realmente fantástico, parece que ali emana uma paz que só a natureza pura e bruta pode proporcionar . O poço um tanto fundo com sua água gelada, ajuda a lavar alma e revigorar as energias, realmente é uma sensação maravilhosa. E depois que entra na água o frio ainda é intenso, mas o corpo suporta e acostuma, e a gente  sai sentindo-se ainda melhor do que entrou.

Distância e Localização

Essa é mais uma cachoeira que o Piramba MTB consegue registrar, é mais um espetáculo natural  e pouquíssimo conhecido dos garcenses, e tudo isso isto a pouco menos de 10 km da cidade, com água super limpa e um belo poço para se banhar. Um lugar que parece mágico,  que tem uma atmosfera e uma vibração sensacional. Está localizada no município de Garça entre a Rodovia SP-349 e a estrada de terra 09 de Julho. Sentido Gália. Mas não é simples o acesso, pois é altamente recomendável pegar uma autorização antes de ir até a cachoeira. As nascentes  desse curso d´água flui e fortalece  o Rio do Peixe que nasce limpo e depois sofre com a poluição ao longo de  sua jornada até a sua foz no Rio Paraná, mas ainda assim não deixa de ser um dos mais importantes rios do centro-oeste paulista.

Rudi Arena

IMG_20200611_154311

IMG_20200611_160040

IMG_20200611_152527

IMG_20200611_155851

IMG_20200611_155403

A Linda Cachoeira Rosa e a Nascente do Rio do Peixe. (Garça, o Berço D´ Àgua!!!!)

Em uma manhã fria de outono e com muito vento, o Piramba MTB se reuniu para pedalar e conhecer mais uma belíssima cachoeira de Garça-SP,  porém não muito distante de Gália-SP também.  Embora alguns já conheciam este local encantador, para a maioria de nós era novidade, eu mesmo nunca tinha ido. Isso é mais uma prova viva e plena do quanto é preciosa essa nossa região no que se refere às maravilhas da natureza e também ao potencial para o ecoturismo. Apesar da cachoeira ser espetacular, ela é apenas mais uma entre muitas outras joias que Garça e o seu entorno possuem.

O caminho para chegar até ela pode ser por uma entrada da Estrada da 09 de Julho ou pela estrada de terra que tem atrás da Venda Seca, localizada no trevo da Rodovia SP-349 com a SP-331. A cachoeira fica a 20 km da cidade de Garça e  só é permitida a entrada com expressa autorização dos proprietários.

O Encanto da Cachoeira 

Embora nem todos tiveram a ousadia de enfrentar o frio e entrar em suas águas para lá de geladas, não tinha como ficar indiferente ao encanto do lugar, o tom esverdeado de seu poço, o véu de água reluzente da cachoeira, a beleza da areia branca no fundo do leito no rio e  ainda ao lado tinha uma espécie de uma pequena gruta encravada no paredão de arenito.

A Nascente do Rio do Peixe

As águas límpidas dessa cachoeira vêm de um local bem próxima dali, trata-se de uma importante nascente do Rio do Peixe  que possui no total  380km de extensão. Porém, é uma pena que no início de seu curso ele sofra com a forte poluição já na altura do município de Marília, e é lá também que ele ganha o nome de Rio do Peixe. Muito embora o Google Maps já considere este nome em sua nascente em Garça, este curso d´água sempre foi conhecido como Rio ou Ribeirão da Garça enquanto em território garcense.

A Poluição do Rio do Peixe

É triste constatar que essa água que brota tão limpa e que é fundamental para a formação do  Rio do Peixe logo mais já perde seu encanto, e em questão de poucos quilômetros adiante sua água fica turva por causa de lançamento de esgoto não tratado  e o leito do rio bem assoreado. A consequência é que  os peixes que em outrora eram fartos e variados agora rareiam. A grande maioria das  espécies desses animais já desapareceram do rio, e há muito tempo. Porém, ainda é bem capaz de ter alguém ainda vivo que já tenha fisgado um belo de um dourado em suas águas.

Garça, Município Privilegiado por Natureza.

No entanto, se por um  lado  tem muita poluição rio abaixo,  já rio acima nos reserva algumas  preciosidades, por isso, é preciso reconhecer que Garça é muito privilegiada pelo fato de ser um berço das nascentes dos três dos maiores rios do Centro Oeste e do Oeste Paulista. Assim, é possível ainda desfrutar de ribeirões e cachoeiras com água limpa, longe dos agentes poluentes que são despejados na medida que o rio desce de altitude e segue seu curso. Também é preciso levar em consideração o bom tratamento de esgoto que o município  possui,   já que isso é fundamental para que aqui tenhamos água própria para banhos na maioria esmagadora das cachoeiras que até parecem infinitas, de tantas que existem. E quantas dessas belezas ainda  continuam escondidas vales abaixo e grotões adentro????????

               Rudi Arena

 

Agradecimentos especial ao meu grande amigo de pedal, cachoeiras e churrasco, o  Prof. Victor Lopes Braccialli*, especialista em Gerenciamento de Recursos Hídricos, que me deu uma breve e preciosa aula sobre a localização das nascentes que existem em Garça e também sobre as bacias hidrográficas dos rios da região.

*Currículol Lattes: http://lattes.cnpq.br/7199044431766861

 

Imagem de Satélite de Nascente do Rio do Peixe (Garça):

A grande nascente do Rio do Peixe em Garça está à margem da SP-331 e aproximadamente perto da venda seca e também do trevo entre Garça e Gália, porém em direção a Alvinlândia e Lupércio. Conhecido como rio ou ribeirão da Garça, ele nasce no alto do planalto da Serra dos Agudos e corta o sul de Garça, também passa pelo sul de Vera Cruz até se juntar um pouco depois a outro curso d´água para então formar esse importante rio de nossa região.

“O Rio do Peixe forma-se da junção do Ribeirão da Garça, que nasce na Serra dos Agudos na cidade de Garça, a uma altitude de aproximadamente 670 metros, e do Ribeirão do Alegre, que nasce no Município de Alvilândia, a uma cota média de 680 metros. Percorrendo uma extensão de 380 km, o Rio do Peixe desemboca no Rio Paraná a um altitude de 240 metros.” (Prandi, 2010, Pag 19)

https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/102955/prandi_ec_dr_rcla.pdf?sequence=1

 

O percurso do Rio do Peixe de suas nascentes até sua foz no Rio Paraná:

http://www.sigrh.sp.gov.br/cbhap/apresentacao:

Área de drenagem: 10.769 km²
População: 444.290 habitantes
Principais atividades econômicas: Nas áreas urbanizadas destacam-se os setores de serviços e comércio, com exceção de Marília, considerada polo regional e onde se concentra grande parte das atividades industriais, principalmente do segmento alimentício. Nas áreas rurais ainda há predominância da pecuária, com forte expansão da agroindústria de cana.
Vegetação remanescente: Apresenta 796 km² de vegetação natural remanescente que ocupa, aproximadamente, 7% da área da UGRHI. As categorias de maior ocorrência são Floresta Estacional Semidecidual e Formação Arbórea/Arbustiva em Região da Várzea.
Unidades de Conservação: O Parque Estadual do Rio Peixe é uma unidade de conservação do estado de São Paulo criado pelo Decreto Estadual nº 47.095, de 18 de setembro de 2002, e possui uma área de 7.720 hectares abrangendo os municípios de Presidente Venceslau, Piquerobi, Dracena e Ouro Verde.

Rio do Peixe *

* https://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia_de_Mar%C3%ADlia
 O Rio do Peixe, que nasce no município de Garça, corta a parte sul do município de Marília. Os fluxos hídrícos que nascem na parte sul do espigão correm a seu encontro. Em Marília os principais afluentes do Rio do Peixe são:

Pela margem direita.

  • Ribeirão do Alegre: nasce a 10 km, em Gália, corre em rumo geral no sentido oeste até sua confluência com o Rio do Peixe a sudeste de Marília.
  • Ribeirão do Barbosa (poluído): nasce em Marília nas proximidades de onde passa a rodovia SP 294, limite sul da cidade e corre no sentido sudoeste desagüando no Peixe.
  • Rio do Pombo (poluído): nasce em Marília, na baixada das proximidades do antigo prédio da Telesp seguindo rumo oeste até desaguar no Rio do Peixe. Possui vários afluentes como o Córrego São Francisco, Invernada, Trombador, Santa Maria, Ferrugem, Santana, Santo Antônio e Flor Roxa.
  • Ribeirão da Prata: tem as suas cabeceiras no bairro do Prata e, após um percurso de 14 km, deságüa no Peixe.

Pela margem esquerda.

 

Imagem de Satélite da Nascente do Rio Feio (Garça/Gália):

O município de Garça ainda é fundamental para a formação do Rio Aguapéi ou Rio Feio.  Embora sua nascente não seja considerada propriamente em Garça, mas sim em Gália, ela está localizada praticamente na divisa entre os dois municípios e bem próximo também da rodovia SP-294, na altura do trevo de entrada para o bairro São José, no km 409.  Mais precisamente, atrás de estão instaladas várias antenas de transmissão ao final da Estrada da Adrianita. E são as águas que descem dessa e outras nascentes de Garça e Gália (Fazenda de Eucalipto da Duratex) que dão vida a outro importante curso d´água da região Centro-Oeste paulista e que segue por 420 km até desaguar no Rio Paraná.

Imagem de Satélite da Nascente do Rio Tibiriçá (Garça-SP):

E não é o só do Rio do Peixe que aqui nasce, o Rio Tibiriçá é um outro nativo de Garça, ele nasce dentro da cidade, mas em razão da expansão da malha urbana, a sua nascente original foi aterra e agora sua água aflora próximo ao conhecido Buracão da feira livre, embora sua nascente original seja na Praça Pedro de Toledo, mais conhecida como a “praça do cinema” da cidade.  E segue seu curso  passando entre os bairros do Frei Aurélio e Jardim Paulista, passa ao lado do tratamento de esgoto do SAEE e despois corre paralelo à rodovia estadual SP-349 (Garça/Álvaro de Carvalho) mas não próximo dela. Porém, este é o menor dos rios que nascem em Garça, possui apenas 90 km de comprimento até então deságua no Rio Aguapeí a não mais que seis km de Luziânia-SP.

 

IMG-20200503-WA0053

 

IMG-20200503-WA0072

IMG_20200503_101453

IMG-20200503-WA0016

IMG_20200503_101441

DSC00845

DSC00887

IMG-20200503-WA0050

 

Bike Park em Construção (Garça/SP): Jump, Tombo, TV e Muito Mais

Este é um vídeo de um Bike Park em construção no município de Garça/SP. Trata-se de uma Pista de XCO para os amantes do esporte, com direito a uma rampa para dar um jump, ponte, curvas técnicas, subidas e descidas intensas e ainda tem o bônus, que é uma bela cachoeira que existe nas proximidades.

Como nem tudo são flores, neste vídeo tem também imagens de um forte tombo de bicicleta, a primeira impressão ao ver a imagem é que nosso amigo tenha se machucado bastante. Coisas que só acontece com quem pedala, ousa, tenta e as vezes acontece de dar errado mesmo, mas cada tombo é um aprendizado e assim vai.

Uma equipe da Emissora de TV Record marcou presença e registrou imagens do início desta empreitada, a exibição da matéria esta prevista para Dezembro/2019.

Este bike park em construção explora o potencial da região para o ciclismo de montanha, neste caso, em trilhas abertas em meio a agradável floresta de mogno, o que garante bastante sombra ao ciclista. Tudo isso, valoriza este esporte que a cada dia ganha mais adeptos, bem como o município de Garça que poderá ganhar em breve um ótimo espaço específico para a prática do Moutain Bike.

Rudi Arena

IMG-20191103-WA0029

IMG-20191103-WA0030

IMG-20191101-WA0038

DSC00667

 

IMG-20191115-WA0021

DSC00670

IMG-20191104-WA0047

IMG-20191104-WA0048

IMG-20191115-WA0020

De Volta as Raízes, De Volta a Cascatona

Depois de um bom tempo sem ir até Cascatona, que é uma das mais altas cachoeira de Garça e região e também um das primeiras que o Piramba MTB explorou há cerca de 10 anos atrás. Voltar lá é reviver as origens do Piramba, com muitas histórias e um rolê que é cara deste grupo.

O lugar é mais uma dádiva que a Garça maravilhosa recebeu da  natureza, ela  fica localizada na Fazenda Cascata e é de difícil acesso. Para chegar embaixo da cachoeira é preciso ter muita força de vontade, descer pelo pasto até o fundo do vale, depois, chega um momento em que para continuar é preciso seguir a pé e pelo curso do rio.

São muitas as pedras no caminho e antes de chegar na grande queda, as pedras vão ficando gigantes e bem mais difícil de passar.  Mas como sempre tem uma bela recompensa depois, e acaba que vale realmente a pena. Tanto pelas as paisagens pelo caminho,  como para contemplar a cachoeira, tomar banho nela e apreciar o seu envolto, que exibe um belo e imponente contraforte que se assemelha as falésia existentes no litoral.

Na volta a coisa aperta ainda mais, a bike sofre pirambeira a cima e o esforço exige bastante do sistema cardiorrespiratório. Ao final de cerca de 30 km de pedal, a quilometragem pouco tem a dizer em relação ao tamanho cansaço ao chegar em casa, parece que o corpo está todo moído por dentro.

O esforço de pedalar em si é o de menos, ainda que o terreno de pasto e sem estrada seja bem desgastantes, pois segura muito a bike. Porém, o que mais pesa mesmo, são os movimentos de andar no leito do rio desviando das pedras e dos buracos, de subir e descer as encostas, e de carregar a bike em alguns momentos. Isso faz com que sejamos obrigados a trabalhar músculo que normalmente apenas pedalando acaba por não trabalhar. Por esta razão, a sensação de estar quebrado ao final do pedal é maior do que se tivéssemos rodados 50 km de bike em um estradão.

Rudi Arena

IMG_20190922_162627054

DSC00562

DSC00541

 

DSC00610

DSC00609

DSC00617

 

Cachoeira nº 2 do Vale da Graça em Vera Cruz-SP

No complexo de cachoeiras do sítio Vale da Graça no Município de Vera Cruz-SP fica a cachoeira Dedo de Deus ou nº 2, pois ali existe outras 5 quedas d´água. Um lugar incrível com tirolesa, mirante, piscina e muito mais. É um lugar que o Piramba MTB ainda não conhecia e por isso mesmo não poderia deixar de  conferir. O valor da entrada para passar o  todo o dia é de apenas R$10,00, compensa muito  conhecer este lugar. É possível ir de carro ou de bike. Vera Cruz-SP fica localizada entre os municípios de Marília-SP e Garça-SP.

O interessante é que o local é estruturado para receber visitantes, é um empreendimento que vem bem a calhar, pois a demanda de pessoas interessadas por eco-turismo na região é grande e o potencial turístico é enorme, o que falta são mais lugares como este na região.

O sitio Vale da Graça e seu entorno  é muito bonito, assim como a estrada no meio de uma serra que é preciso percorrer para chegar até lá. O acesso é através do trevo da cidade de Vera Cruz, tem que pegar a saída para a Escola Agrícola, mas logo no início já é preciso virar a direita e seguir por um caminho de terra paralelo a rodovia SP-294 em direção a Marília-SP, logo depois existe uma placa que indica que é a esquerda o cainho para o sítio Vale da Graça.

É uma estrada de cerca de uns 5 km até o destino final, mas não se pode dizer que é de fácil acesso, em alguns trechos o terreno  é um pouco ruim, começa tranquilo no meio de um cafezal, do lado oposto da cidade, mas em seguida a pirambeira dá as caras, é praticamente só descida e tem ao menos duas curvas bem perigosas. Após chegar na propriedade rural, é preciso ainda seguir por trilhas até as cachoeiras. Para quem gosta de natureza é um prato cheio para se fartar a vontade e a um bom preço em relação ao benefício que proporciona.

Rudi Arena

 

DSC00082

IMG_20190323_165232000

DSC00105

DSC00086

 

DSC00119

DSC00120

Você conhece a cachoeira da união?

Você conhece a cachoeira da união? Fica na cidade de Garça! Venha conferir todas as nossas cachoeiras!Turismo em Garça.
Nossa amigo Tom conseguiu sobrevoar a cachoeira e nos deu de presente essas cenas.
#Cachoeira #União #Waterfall #Aventura #Drone #Fly #Nature #Garça#Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil #Marília #Bauru#Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

 

Conheça a Cachoeira do Carcará!!

Conheça a Cachoeira do Carcará vista de cima!!!

É apenas uma das centenas de cachoeiras de Garça-SP, próxima a cidade, fica entre o bairro São Lucas e o Aeroporto do município.

Imagens gentilmente cedidas por Antônio Brandão

#Cachoeira #Pneu #União #Waterfall #Carcara #Aventura #Drone #Fly#Nature #Garça #Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil#Marília #Bauru #Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

Cachoeira do Pneu ou Stand

Conhece a Cachoeira do Pneu? Você pode ter ouvido fala então na cachoeira do Stand?
Nosso amigo Antônio Brandão nos proporcionando essas belas imagens!!

#Cachoeira #Pneu #União #Waterfall #Aventura #Drone #Fly #Nature #Garça #Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil #Marília #Bauru #Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

Cachoeira do Arco (Inédita)

Quando está cada vez mais difícil conhecer novas e belas cachoeiras, surge então esta pérola da natureza.

Logo no começo da trilha,  fomos recepcionados por um bando de Macacos Pregos fazendo algazarra, conseguimos registrar apenas uma foto, pois eles não deixaram a gente se aproximar muito e não ficavam parados,  percorriam os topos das árvores pulando com agilidade, mas logo sumiram de cena. E não foi a primeira vez que encontramos macacos por ali, quando fomos em uma outra cachoeira próxima, também encontramos muitos macacos, sinal de que esta região está bem servida desses primatas, o que denota a riqueza da fauna local.

Embora tenha sido muito legal ter vistos os macacos, nosso objetivo era ir até uma linda cachoeira de águas límpidas. Esta é  mais uma que o Piramba desconhecia até pouco tempo atrás,  mas que é um verdadeiro presente da natureza, pois tem uma peculiaridade que nunca vi em nenhuma outra cachoeira. É que existe uma espécie de arco de pedra em cima da cachoeira pela qual a água percorre antes de cair no chão. É como se fosse de monumento arquitetônico natural, produzido pela força da água em um lento e gradativo processo ao  longo de muito tempo.

A cachoeira está localizada entre os municípios de Garça-SP e Álvaro de Carvalho-SP, também não fica longe de Pirajuí-SP. O acesso até ela não é dos mais fáceis para quem não esta acostumado em fazer trilhas, pois é preciso percorrer a pé um caminho por uma mata e andar pelo curso do ribeirão por um bom trecho. Depois vem a parte mais difícil, que é escalar um trecho bem íngreme se quiser chegar até o arco que fica em cima da cachoeira. Mas compensa todo o esforço.

E a trilha da Cachoeira do Arco ainda tem um outro grande atrativo,  pois é passagem obrigatória  ter que passar pela Cachoeira do Cipó ( ou dos Macacos) e seu majestoso, profundo e refrescante poço de águas cristalinas e tom azulado.

Rudi Arena

 

DSC06776

DSC06792

DSC06869

 

DSC06846

DSC06808

Cachoeira do Nardino

Esta é mais uma cachoeira da região que o Piramba MTB  apresenta, fica aproximadamente 40 km de distância de Garça-SP  e esta localizada entre os municípios de Alvinlândia-SP e Ubirajara-SP.

Uma  das atrações da cachoeira é seu belo poço, a informação que temos é que ele é muito fundo, muitos mergulham, mas é sempre bom alertar que todo cuidado é pouco.

Muitas vidas já se foram ou ficaram marcadas por mergulhos que não acabaram nada bem. Então não podemos deixar nunca que um momento de descontração se transforme em uma tragédia. Cachoeira é sempre um lugar que chama a diversão, mas como em tudo na vida é preciso ter responsabilidade.

 

Poço do Porco e Pico do Urubu

Um pedal rápido, fácil e muito prazeroso, ainda mais em um dia quente. Sem  percorrer grandes quilometragem e nem ter que superar muitas dificuldades pelo percurso, já é possível chegar no Poço do Porco para tomarmos aquele banho de cachoeira de lavar a alma  e espairecer a mente.

Depois, ao seguir um pouco mais do curso d´água já é o Pico do Urubu, um lugar de uma beleza impactante e ótimo para contemplar o belo horizonte a beira de um precipício mortal. Foi uma boa  pedida para um dia de forte calor, e também para reunir os amigos,colocar a conversa em dia e dar boas risadas.

Neste pedal, contamos  com presença de um companheiro de pedal das antigas e que está voltando para a ativa e também tivemos a participação  especial e não programada de um dos um grande ciclista de Garça, a conferir.

Rudi Arena

 

Trilha de Sepituba X Bonete – Ilha Bela – SP

Ilhabela é um dos únicos municípios–arquipélagos marinhos brasileiros e é localizado no litoral norte do estado de São Paulo, microrregião de Caraguatatuba. A população aferida pelo IBGE no Censo de 2010 era de 28 196 habitantes, e a área é de 347,5 km², resultando numa densidade demográfica de 81,13 hab/km². A população estimada pelo IBGE para 1 de julho 2015 era de 32 197 habitantes, resultando numa densidade estimada de 92,65 hab/km².[3]

Possui uma das mais acidentadas paisagens da região costeira brasileira, com todas as características de relevo jovem. Com o aspecto geral de um conjunto montanhoso – formado pelo Maciço de São Sebastião e Maciço da Serraria, além da acidentada Península do Boi –, a Ilha de São Sebastião se destaca como um dos acidentes geográficos mais elevados e salientes do litoral paulista, tendo como pontos culminantes o Pico de São Sebastião, com 1379 metros de altitude; o Morro do Papagaio, com 1307 metros; e o Morro da Serraria, com 1285 metros.

Banhado pelo oceano Atlântico, o município está localizado a 135 quilômetros da capital e a 140 quilômetros da divisa com o estado do Rio de Janeiro. Está situada um pouco ao sul do Trópico de Capricórnio, que passa sobre a cidade vizinha de Ubatuba.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilhabela

Enfim, Uma Boa Notícia. O Poço da Cachoeira da Geladeira está de volta.

Esta é  a triste imagem da Cachoeira da Geladeira quando a visitamos pela última vez em 2012:

GOPR4573

E veja a maravilha que esta ela hoje, em 2017:

 

Pedal Pico do Urubu e Geladeira galera de Bauru

Se por um lado, na última postagem foi desolador constatar a situação da Cachoeira da Constroli, cujo poço simplesmente desapareceu,  devastado pela força da chuva, neste artigo, para nossa felicidade, o caso agora é o oposto. Sim, uma das cachoeiras mais tradicionais de Garça está de volta com todo seu potencial, poço profundo, águas cristalinas e o encanto que agora está de volta. Foi o que constatou a galera do Sujo de Barro e o Piramba MTB. Thiago Zancopé e seus amigos vieram de Bauru para curtir um pedal que só o município de Garça  pode proporcionar, e representando o Piramba MTB estava nosso velho conhecido Vicente Conessa.

A resiliência da natureza é realmente algo extraordinário, que nada mais é do que a capacidade de um sistema restabelecer seu equilíbrio após este ter sido rompido por um distúrbio, ou seja, é a sua capacidade de recuperação. Difere de resistência (ecológica),  que é a capacidade de um sistema de manter sua estrutura e funcionamento após um distúrbio.

É muito bonito ver o show de resiliência da Cachoeira da Geladeira, parece  ter  se recuperado tão bem que está melhor do que nunca, é fantástico o poder da natureza de resistir e se recuperar sozinha. Não deixa de seu um grande alento em meio a tantas más notícias de agressão ao meio ambiente, desmatamentos, queimadas e desastres  nada naturais que tanto prejudicam os ecossistemas de nosso país.

Bom seria se simplesmente o homem parasse com suas reiteradas agressões contra a natureza, poderia ao menos deixar ela recuperar o seu equilíbrio, mesmo que sozinha e de forma lenta. Só de o homem não atrapalhar, já seria uma grande ajuda.

Rudi Arena

 

Cachoeira da Constroli, Antes e Depois.

 

IMG-20170925-WA0051

Totalmente irreconhecível ficou o lugar, infelizmente a Cachoeira da Constroli  não é mais a mesma. Recentemente fomos lá  e cena foi estarrecedora, tudo estava diferente, nem parecia mais o mesmo lugar,  algo que beira o inacreditável, o choque foi muito grande. O que aconteceu para tamanha transformação? A bela imagem guardada na memória se desmanchou em pouco tempo. Cadê o largo poço que ali existia? Como apareceu tantas pedras, troncos e galhos amontoados? Qual o motivo de as encostas laterais  terem desmoronado? Será que a força da chuva por si só foi capaz de fazer tamanho estrago?

Olha o lindo poço que havia:

IMG-20171019-WA0046

 

E hoje, veja só o estrago, como o lugar perdeu boa parte de seu encanto:

 

IMG_20170923_163140371_HDR

IMG_20170923_162725752_HDR

Realmente o sentimento foi de grande tristeza ao se deparar com a cachoeira em frangalhos, era tão linda e tinha o poço mais largo das cachoeiras da região que conhecemos, por isso era frequente uma visita até lá, principalmente por seu um lugar muito bom para o banho e relaxar em suas calmas águas. Hoje, nem dá para chegar em baixo da cachoeira, são tantas as pedras e galhos a serem escalados e ainda por cima há o risco de aquilo poder desmoronar com o peso do corpo, esmagar um pé sei lá, melhor não arriscar.

O que parece mais do que óbvio, é que não é culpa exclusiva da chuva o que aconteceu, mas sim  por negligência  do homem. No curso do d´água antes da cachoeira, foram realizadas muitas intervenções humanas, assim como são muitos os pontos em que inexiste mata ciliar. Mas a cereja do bolo estragado foi transformar áreas que deveriam ser  de preservação permanente em pasto, então o ir e vir dos bois no local agravou bastante a situação. Tudo isso, parece ter deixado o solo bastante vulnerável, e então uma precipitação um pouco mais intensa do que a normal foi o suficiente para fazer tamanha destruição.

Porém, a natureza tem entre suas características, a capacidade de resistir e surpreender, por isso, não duvido que daqui alguns anos ao voltarmos nela, a cena seja diferente e bem mais bela do que a atual. Esta cachoeira já mudou muito o nível e a quantidade de água no poço por muitas vezes, mas nada se comparado com o cenário de hoje. Agora, é torcer para sejam adotadas medidas de revitalização do local, mas o mais provável é que a natureza fique encarregada por este serviço, isso se o homem deixar, ainda assim, seria em passos vagarosos que podem levar anos ou décadas.

Rudi Arena

IMG_20170923_154831208_HDR

Cachoeira do Paredão – O Retorno

 

Um lugar bonito, perto e marcante, porque então ficar tanto tempo sem revisitá-lo? Realmente, não tinha razão para ficar tantos anos sem retornar para esta bela cachoeira, ainda mais por estar apenas 10 km de distância da cidade de Garça. O meu maior problema sempre foi de natureza psicológica, quando ouvia falar em paredão, desconversava, colocava obstáculos, mas a verdade, é que não queria enfrentar meus medos e fantasmas.

IMG-20170325-WA0034

Parece até conversa de louco, mas é preciso fazer um parênteses para explicar o motivo de resistir a voltar a um lugar tão interessante, e poder curtir os encantos da Cachoeira do Paredão. A primeira vez que fui, estava sedento por conhecer esta cachoeira, e para descer me deparei com um pequeno paredão de pedra seguido de um íngreme barranco. Descer foi tranquilo, para voltar que seria o grande problema, mas mesmo sem nenhum acessório em mãos, conseguimos nos pendurar em um galho de árvore,  e transpor a parede de pedra para subir de volta.

Não foi tão simples, e por isso logo surgiu a ideia de levar uma corda da próxima vez. Então chegou o fatídico dia, combinamos de ir para a Cachoeira do Paredão. E por que não aproveitar o horário de verão e ir em um dia de semana mesmo?  Logo após o trabalho, dada a proximidade do lugar, parecia uma ideia tentadora. E vamos levar uma corda? Sim, claro.  Mas no momento só tínhamos um pequeno pedaço corda, muito curto para a finalidade, porém a ânsia de irmos nesta cachoeira era grande, a minha e do meu amigo Vicente, que naquele dia por sinal fazia aniversário.

Após amarrarmos as bikes na margem do rio, seguimos a pé e para descer, como da outra vez, não tivemos maiores dificuldades, mas o tempo era o nosso grande inimigo, mal tomamos banho de cachoeira, tivemos que correr para voltar e aproveitar o resto de luz do sol, mas este caiu rapidamente e a mata fechada já começava a ficar bem escura. A tensão começou a tomar conta do ambiente, meu magro amigo com apenas um pedaço de corda pendurado em um frágil galho de árvore, conseguiu graças a Deus e com dificuldade subir. E ainda por cima havíamos amarrado a corda em um lugar errado,  logo ficou ainda mais escuro, e eu não havia conseguido escalar o obstáculo, assim como não enxergava mais nada ao redor, nem céu, nem chão, só sabia que não podia me mover muito pois era a parede de pedra de uma lado e de outro, um barranco íngreme com densa vegetação.

IMG_20170325_163245972

Então, combinei com o  pirambeiro Vicente de ele sair rápido da mata enquanto enxergava alguma coisa, pois iria escurecer ainda mais e era preciso procurar ajuda. Começou aí uma desesperadora noite para ambos, de uma lado, eu sem poder me mexer muito, pois não enxergava nada e o barranco estava a alguns centímetros de mim, e por outro lado, o Vicente na escuridão e sem conhecer os arredores, estava completamente perdido em um pasto andando a esmo em busca de um sinal para o telefone celular.  Mas chamar quem, quase ninguém conhecia o lugar, e quem conhecia era por trilhas de bike e não de carro. A tarefa não era simples, era necessário achar alguém a disposição naquela hora, que conhecia o caminho e ainda teria que levar uma corda e farol.

Após muito tempo, o sinal do celular apareceu, e foi feito um contato com o nosso outro amigo de pedal, o Fausto, mas que não conhecia a cachoeira e não sabia como chegar. Ele por ventura, fez um ligação para a única que pessoa que poderia ajudar naquele momento, o Luis Eduardo, vulgo Rábico. Porém, ele estava já em em um churrasco. Apesar dos pesares, ele acabou concordando em pegar a corda e ir até local. Após algumas boas horas, ao chegarem lá,  o primeiro problema foi achar a fazenda de carro, pois o caminho de bike era totalmente diferente, e depois, ainda foi preciso conseguir a autorização do proprietário para entrar, o que na verdade, não ocorreu. Ele não queria deixá-los entrar de forma alguma, e após insistência e dada a emergência do caso, meus amigos simplesmente foram em direção ao paredão, e o proprietário acabou por tolerar os indesejados visitantes.

IMG_20170325_162944138_HDR

E eu, que havia saído de casa por volta das 18h, já eram 23h horas da noite e ainda estava lá,  não estava com celular e nenhuma outra coisa que poderia fazer um luzinha sequer para me ajudar na escuridão, a situação do Vicente perdido no pasto e aguardando alguém que poderia ajudar também não era nada fácil, e tinha mais um grande detalhe nesta história. Por ser seu aniversário naquele dia, toda sua família estava a espera dele para um jantar festivo. Que presepada!!!  A sensação minha de estar a noite e sozinho em uma mata fechada por horas, sem ver absolutamente nada, e sem poder me mexer muito, foi horrível.  Nessas horas passa de tudo na cabeça, pensava na minha esposa, que estava sem saber por onde eu andava, também foram momentos de desesperadas orações para sair daquela situação. Eu imaginava que poderia ter que passar a noite inteira ali, e que algum animal carnívoro ou peçonhento poderia aproveitar de que eu estava indefeso, eu temia acabar dormindo e ser atacado, foram horas de infinita angustia, mas também de esperança.

Foi então que comecei a avistar uma luz de longe,  que foi se aproximando aos poucos, minha alma encheu de alegria,  enfim chegaram os meus amigos com uma corda grande e um farol, era tudo o que eu precisava naquele momento, enfim salvo. Depois, ainda faltava achar no escuro o lugar em que havíamos deixado as bikes, para então retornar as nossas casas tarde da noite.

Infelizmente, demos trabalho a esses amigos salvadores, incomodamos o pessoal da Fazenda, deixamos preocupados os familiares e ainda por cima, estragamos o aniversário do Vicente. Mas foi uma experiência e tanta, que jamais esquecerei, e que agradeço de não ter passado a madrugada naquela situação, pois já dava como certo virar o dia lá sem poder me mexer e lutando contra o sono.

Mas como o lugar é incrível, voltar lá  durante o dia e bem preparado não seria problema, então fomos até lá em um outro dia, descemos até a cachoeira, mas na volta, eu fui o único do grupo que não conseguia subir. Mesmo com corda, eu chegava até uma certa altura e eu desabava no chão, foram 4 tentativas sem sucesso, já próximo de escurecer, o desespero bateu forte novamente, mas ainda bem, que na última tentativa fui bem sucedido. UFA!!!

Depois de anos dessas ocorrências, resolvi topar voltar lá,  e desta vez fomos recepcionados por dezenas de aranhas, muitas de respeito, mas apesar de muitas teias pelo caminho, estas não nos impediram de seguir em frente. E para minha felicidade, agora existe uma corda dupla para chegar com segurança até o ponto em que começa a descer o paredão e ainda por cima, tem uma escada para descer tranquilamente a parede de pedra e seguir para a cachoeira. Assim ficou muito fácil o acesso, não é? É claro, agora é bem sossegado chegar até lá. Mas não para mim, que ao olhar para aquela lugar, um turbilhão de lembranças veio a mente e como um bloqueio psicológico irracional surgiu, preferi não seguir em frente, não descer até a bela cachoeira e aguardar meus amigos na parte de cima.

DSC05821

Pra ver como o cérebro é  complexo, quando fui da primeira vez, não havia corda alguma e nem escada,  fui e voltei até que de boa. Após os ocorridos, mesmo que o acesso hoje esteja bem facilitado, existe um obstáculo mental que me impediu de chegar até em baixo da cachoeira do paredão, uma prova de como é complicada a mente humana e que o racional e o emocional nem sempre falam a mesma língua.

 

Rudi Arena

 

 

 

 

 

 

 

Cachoeira Tacio Aronne (Inédita)

Esta é mais uma cachoeira que o Piramba MTB registra pela primeira vez, isso graças aos pirambeiros Thiago Bulho e Marinho Zapata que chegaram até em baixo de mais uma bela cachoeira própria para banho. O que demonstra mais uma vez  a imensidão das belezas naturais que existe na região.

O acesso é através da estrada de terra da Fazenda São José do Rio do Peixe, próximo a Alvinlândia-SP.

Rudi Arena

 

Cachoeiras da Enseada (Inédita)

 

A busca por novas cachoeira é incessante,  e não é que conhecemos mais uma nova cachoeira, ou melhor cachoeiras, um lugar de natureza privilegiada. O  interessante é que a cachoeira é  próxima a cidade e o acesso não é tão difícil, embora não dê para levar a bicicleta até o final, mas ao menos na primeira cachoeira é tranquilo chegar, e ela tem um bom e pequeno poço para banho.

Já o acesso a segunda cachoeira é um pouco mais complicado, é preciso seguir uma trilha paralela ao curso d´água e descer por lugares bem íngremes, o que dificulta, mas não impede chegar até ela, que por sinal é bem mais alta e bela do que a primeira. A água parece ser limpa e sempre está gelada, a mata ciliar  é bem preservada, este é mais um belo patrimônio natural de Garça que encontra-se a poucos quilômetros da cidade, o que demonstra a infinidade de possibilidades e lugares com potencial para ecoturismo que o município desfruta e que um dia há de ser explorado de forma sustentável, tanto ambientalmente, como  economicamente, pois só pode dar certo se ambas as coisas andarem lado a lado.

DSC04370

Um detalhe interessante foi a ossada de um animal que encontramos no local, parece ser um bicho  com presas afiadas, mas não chegamos em um acordo acerca de qual animal é este? O mistério continua, mas é uma prova da existência da diversidade da fauna de nossa região.

DSC04352

IMG_20170218_164400904

DSC04374

E esta planta, com estes belos frutos, qual seria?

É, temos uma fauna e uma flora fantástica, e isto deve ser motivo de orgulho, apesar de todas as adversidades pelo qual o meio ambiente passa, aqui e Brasil afora.

Rudi Arena

 

Mapa das Cachoeiras de Garça

Em um trabalho inédito, está em construção uma plataforma fácil e interessante, é o mapa das cachoeiras já catalogadas pelo PIRAMBA MTB, e para isto contamos com a contribuição fundamental de nosso amigo Thiago Bulho, que trabalhou arduamente no desenvolvimento deste projeto. Primeiramente, relacionei em uma planilha  as mais de 40 cachoeiras que já visitamos, depois foi preciso identificar a localização aproximada de cada uma no google maps, na qual contamos com a preciosa colaboração de Luis Eduardo(Rabicó), para só depois acrescentar as fotos e os links do lugar.  O trabalho é bem extenso e ainda não foi concluído, ainda assim, não deixa de ser uma boa ferramenta para quem quer conhecer mais sobre as cachoeiras de nossa região. Para acessar, é só clicar no link abaixo: http://piramba.com/mapas/cachoeiras.html

São dezenas de cachoeiras cadastradas nas proximidades de Garça-SP, a grande maioria com fotos e links relacionados. Assim, é possível ter ideia da quantidade das belezas naturais que existem por aqui.  Como as localizações das diversas cachoeiras, cuja a região foi mais que agraciada para alegria e contemplação de alguns de seus conterrâneos, pois o acesso é difícil, a maioria por dificuldade de trilha, ou caminho para chegar. Outro problema é a falta de autorização do proprietário rural.

Ainda há muito para se construir, mas já é um começo, um ponto de partida para que no futuro tenhamos quem sabe o dobro de cachoeiras catalogadas. Sabemos que não conhecemos nem metade das cachoeiras de Garça, por isso o trabalho é  lento, mas também progressivo,  diria até que é quase impossível catalogar todas elas, tamanha a extensão deste tipo de trabalho.  Mas quando idealizamos esta ferramenta, foi no intuito de divulgar e reunir em só lugar  e assim facilitar o acesso a todas as cachoeiras que conhecemos. Embora seja algo pequeno, é uma forma de divulgar a existência delas e as informações poderão ser utilizadas para diversos fins, particulares, turísticos, científicos ou  quem sabe mesmo para a preservação ambiental.

Não é só essa novidade, também esta em fase de desenvolvimento o site http://www.piramba.com, uma espécie de portal  para reunir todo o conteúdo já produzido pelo PIRAMBA. Outra ferramenta interessante pode ser consultada em http://piramba.com/trilhas.html, lá é possível já visualizar o trajeto de várias trilhas já percorridas pelo PIRAMBA MTB, mas por enquanto, só foi registrada uma pequena quantidade de outras dezenas. É possível também consultar alguns animais que já encontramos na região, veja o link: http://piramba.com/mapas/animais.html

Tanto os mapas das cachoeiras, das trilhas e dos animais, é possível clicar em cima dos ícones ou então acessar a lista nominal clicando no quadrado com uma seta que fica canto superior esquerdo dos mapas. Para abrir em tela cheia, clicar no quadrado do canto superior direito .

Compartilhar um conteúdo singelo deste, é um pequeno passo para que possamos ter a consciência da importância e a dimensão de nossos bens naturais que estão a nossa volta, para quem saiba um dia, isso possa colaborar para preservação de nossas minas e nascentes, que por consequência ajude também na preservação dos córregos e cachoeiras que encontram-se tão degradas em relação ao que era, antes da ação do homem,  e mesmo em relação ao legislação ambiental exige atualmente. Logo, é comum vermos o assoreamento dos leitos, muitas vezes por ausência de mata ciliar, o que deprecia o patrimônio natural. Muito embora,  somos privilegiados pela nossa remanescente mata atlântica, que diferente de outros municípios, ainda temos muitos lugares em que existem  água corrente limpa e  matas preservadas, o que é, foi e sempre será, a fonte inesgotável de  inspiração e motivo de existência do PIRAMBA.

E por fim, alimentamos a esperança de que ao divulgar as riquezas naturais que temos, podemos ajudar a  criar um ambiente propício para que as instituições públicas, sociedade civil e proprietários de imóveis rurais se convençam de que há potencial para o ecoturismo para a região, a demanda por natureza existe, se alguém comprar a ideia e der certo, futuramente outros poderão investir no ramo também, foi assim em outras cidades, mas é preciso haver um pontapé inicial.   E para  tirar proveito da magnífica natureza, necessário também cuidar do que temos de mais valioso, que  nada do mundo pode construir, mas que para destruir não precisa de cerimônias. Pois enquanto em algum lugar do país pequenas áreas de matas são restauradas, o que leva anos e anos, em outro canto do Brasil, vastos territórios continuam sendo desmatados sem dó, nem piedade. Uma guerra entre os homens e a natureza em que as estatísticas não são nada favoráveis a última.

Rudi Arena

Cachoeira Duas Quedas

Surgiu um abençoado convite para conhecer um lugar em que há duas cachoeiras uma ao lado da outra, impossível resistir. Após anos a procura cachoeiras na região para catalogar, ainda não conhecia e nem ao menos sabia de sua existência. Apesar das dezenas de cachoeiras já registradas, ainda não chegamos nem próximo da metade delas, por isso, sempre existe em um lugar meio escondido, alguma cachoeira ainda inexplorada para se conhecer. Mas está não é uma cachoeira qualquer, para começar são duas, ambas belas e altas e uma próxima da outra, o que diferencia de todas as outras que o Piramba já foi, pois não há um outro lugar em que dois afluentes distintos se encontram através de duas grandes cachoeiras e após a confluência de ambas, passam a ser um único curso d´água.

 

DSC04177

A cachoeira está localizada na Fazenda Santa Julia, Estrada da 09 de Julho, no trecho entre o distrito de  Jafa (Garça-SP) e Vera Cruz-SP, é um pouco distante da cidade de Garça. O caminho para se chegar lá também não foi dos mais simples, é preciso seguir por um bom tempo andando em meio a água e pedras do leito do riacho, até enfim chegar na tão esperada cachoeira, ou melhor, nas cachoeiras. O pequeno esforço foi mínimo, se comparado a recompensa que recebemos depois,  pois é um lugar muito especial,  diferente, único na região, e incrivelmente belo.

 

 

DSC04129

DSC04120

E  essa grande oportunidade de conhecer mais essa belíssima cachoeira foi graças ao “Cumpadi” Marinho Zapata,ele que sabia o caminho e nos levou até esse fascinante local, por isso fica registrado meu sincero agradecimento a ele, que conhece muitas cachoeiras e picos da região por causa das muitas trilhas de motos que já fez por aí.

Rudi Arena