Uma Boa Notícia: foi dado o primeiro passo para o Tomabamento da Igreja da Cia Inglesa e sua Restauração

 

Dada a importância da iniciativa e o interesse de muitos pelo assunto o Piramba MTB reproduz duas notícias que foram divulgadas sobre a expectativa de tombamento e restauração da Igreja da Companhia Inglesa e também uma postagem em rede social de Edenilson Nogueira.

Também vamos mostrar as imagens do triste estado atual da igreja e de uma simulação de como poderia ficar se devidamente restaurada.

Temos a esperança de que esse projeto tão importante seja levado adiante até que seus objetivos sejam finalmente alcançados. A torcida é grande!!!

Link para saber mais sobre a história da Cia Inglesa:

https://pirambamtb.com/2016/06/05/companhia-inglesa-memorias-da-fazenda-sao-joao-19441954-por-hamilton-carvalho/

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Foto da igreja, presumo que dos meados dos anos 1960 pois a cerca que a rodeava ainda estava lá. A cerca com balaustres pretos e ponta branca era a marca registrada da Fazenda.  Cercas com este formato cercavam a igreja, o grupo escolar, a farmácia,  casas dos funcionários mais graduados e dos gerentes ingleses (Por Hamilton Carvalho*)

 

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Foto do Piramba MTB em visita a linda e abandona Igreja da Cia Inglesa

Postagem sobre o projeto de restauração em rede social:

Notícia¹: Prefeitura de Gália inicia Processo de Tombamento da Igreja da Fazenda Companhia Inglesa

O que restou da força da cafeicultura no século passado, em Gália, são casarões da antiga fazenda São João do Tibiriçá e templo católico, Igreja é o que sobrou do apogeu inglês

O símbolo da opulência do que foi no passado a “Fazenda dos Ingleses” no município de Gália (21,8 quilômetros de Garça) fica no alto de uma colina ao lado da estrada vicinal que liga a SP-331 à antiga propriedade rural. A igreja de tijolo aparente lembra os europeus renascentistas e góticos. O prédio mesmo deteriorado ainda atrai visitas pelo tamanho da torre no meio do mato. Ao entrar no templo há estacas ancorando o telhado. Não há registros precisos, a igreja foi erguida em 1930 no período em que investidores ingleses administraram uma enorme fazenda de café até sucumbir em 1956, quando a crise no setor não permitiu mais continuar os investimentos no município. A prosperidade durou 40 anos.

Nesse contexto um Munícipe de Garça visando interesse na Preservação daquele local esteve na Prefeitura Municipal de Gália, afim de buscar informações e segundo ele passar Orientações. Se trata do Cidadão Aridelson Martins que foi até a cidade vizinha e de lá trouxe uma Excelente Noticia, a igreja da Companhia Inglesa esta em processo de tombamento, Segundo Aridelson foi recebido pelo Prefeito Renato Inácio Gonçalves (PSD) que em Reunião divulgou para o Garcense que a Prefeitura do Município de Gália, já esta se movimentando para que a Igreja seja tombada e preservada, Comentou também que o pessoal do grupo Piramba de Mountain Bike de Garça, fez a reivindicação ao mesmo após vencer o pleito e isso já esta sendo Encaminhado e em breve será uma Realidade.

Com Exclusividade trazemos uma Excelente noticia e importante iniciativa feita pelos Garcenses e acatada pelo Prefeito Renato e Sua Administração Municipal visando Preservar um dos mais belos Patrimônios aqui do nosso interior, Aridelson comenta que a Recepção do Prefeito em seu Gabinete na data de hoje foi Oportuna e ressalta que ele tentou contato na Gestão Anterior em 2015 e infelizmente não teve o mesmo tratamento, Porém nesse ano foi diferente ele diz que “tanto Gália quanto Garça fizeram muito bem em mudar e que ambas a cidade saíram Ganhando, pois o Prefeito Renato e João Carlos estão fazendo a Diferença”.

Igreja ameaça desabar

Interior do templo tem estaca para evitar o desabamento do telhado da igreja de São João do Tibiriçá, A arquitetura neogótica da igreja da fazenda São João Batista de Tibiriçá virou um ponto de “peregrinação” nos finais de semana, principalmente pelos adeptos de passeios ciclísticos. Por fora, o prédio chama atenção, mas basta entrar no templo para perceber que as condições são precárias e pode desabar. Há viga escorando o telhado. Os vitrais estão todos quebrados.
Neogótico ou revivalismo gótico é um estilo de arquitetura revivalista originado em meados do século XVIII na Inglaterra.
O templo foi erguido no período do apogeu da cafeicultura. Fica no alto de uma colina, antes de chegar à “Fazenda dos Ingleses”.

“A igreja chama atenção pela arquitetura e pelo estado em que ela se encontra, o que acaba atraindo mais curiosidade. A história do local é interessante, principalmente da fazenda que foi dividida em várias propriedades menores. O que sobrou foram a igreja e algumas casas.

De acordo com a tese de doutorado de autoria de Vladimir Benicasa sobre “Fazendas Paulistas Arquitetura Rural no Ciclo do Café”, os tradicionais espaços destinados ao culto religioso não foram esquecidos, no meio rural da região Central. As capelas isoladas começam a surgir na paisagem das fazendas de café principalmente na década de 1890, alguns após a extinção do trabalho escravo quando a mão de obra se torna majoritariamente constituída por imigrantes.

“A proliferação das capelas externas responde a uma outra necessidade. Ela se torna um dispositivo controlador a mais, para fazer com que o colono se ausente o mínimo possível da fazenda, mesmo aos finais de semana, tendo assim o menor contato possível com o atrativo ambiente urbano”, relata Benicasa no capítulo “Rumo ao Oeste Paulista: o quadrilátero do açúcar se rende aos cafezais”.

Trecho da ferrovia foi desativado

Os vestígios do patrimônio ferroviário de Gália está desaparecendo. O trem deixou de passar pelo município em 1976. A antiga estação ferroviária é atualmente uma marcenaria. Praticamente não existe mais nada das características do prédio.

O tronco oeste da Companhia Paulista que partiu de Itirapina até o Rio Paraná foi construído em 1941, a partir de retificação das linhas de três ramais (Jaú), de Agudos (que também não existe mais) e de Bauru.

A estação de São José das Antas era do pequeno povoado originado de um engenho de cana, quando a Companhia Paulista chegou com o ramal de Agudos em 1927 e trocou o nome para Gália. Em 1941, passou a fazer parte do tronco oeste, mas em 1976 foi desativado, com a inauguração da nova linha ao norte, entre Bauru e Garça.

 

Notícia²: Prefeitura de Gália busca tombamento da igreja da Companhia Inglesa

A Prefeitura Municipal de Gália, por meio da equipe técnica da área de Engenharia e Arquitetura, realizou, nos últimos dias, um trabalho para a análise das delimitações do entorno da igreja da antiga fazenda da Companhia Inglesa. Estiveram à frente dessa ação as servidoras Daniele Cruz Gonçalves e Daniella Moia.


Essa é mais uma etapa para a finalização do processo em curso junto à Prefeitura de Gália para a concretização do tombamento de patrimônio dessa igreja. O local é dos mais relevantes por seu valor histórico, cultural e turísticas  e o tombamento é uma forma de garantir que tal estrutura não se comprometa ainda mais, perdendo suas características inatas.


Uma comissão técnica foi estabelecida para auxiliar no trabalho de tombamento do prédio da antiga igreja, tendo como participantes o sociólogo Marcelinho Uzai, a arquiteta Thaise Tamelini e a historiadora e ex-moradora da Fazenda Conceição Pinheiro Tamelini.
Adicionalmente, o vereador Francisco Yoshida Junior (PDT) apresentou um projeto na Câmara galiense que se transformou em Lei e que dispõe sobre a preservação do patrimônio natural e cultural do município, sendo que tal legislação vem favorecendo o trabalho em curso na antiga Companhia Inglesa.


“Logo estaremos comemorando juntos e registrando esse feito, nos mobilizando para sua restauração. Com este ato creio que todos temos a ganhar, tenho fé que o esforço e amor de todos nós só tem a render muitos frutos”, avaliou Edenilson Nogueira, secretário municipal de Cultura e Turismo de Gália.

Fonte: Jornal Debate

http://www.garca.jor.br/2020/07/prefeitura-de-galia-busca-tombamento-da.html

O Estado da Igreja Hoje

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Simulação da Igreja Restaurada*

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*Agradecemos ao Hamilton Carvalho que teve a gentileza de nos encaminhar as imagens a que teve acesso de uma simulação da restauração da Igreja da Fazenda São João do Tibiriçá. Hamilton Carvalho morou na Fazenda São João do Tibiriçá em seus tempos áureos, mas depois foi para São Paulo estudar engenharia na Politécnica da USP e por lá ficou. Apesar de ter saído da Fazenda há 66 anos, seus familiares moram na região e ainda tem contato com algumas colegas do grupo escolar da época.

2º Dia da Piramba Trip em Ubatuba. Praias do Norte!!!

A Bela e Desconhecida Cachoeira São Matheus – Distrito de Jafa (Garça-SP)

Esta cachoeira é uma verdadeira joia encravada logo no começo da perigosa descida de Jafa, velha conhecida dos ciclistas e não muito longe da pequena zona urbana daquele distrito. Porém, o acesso a essa cachoeira que faz parte da bacia do rio do peixe é um tanto espinhoso. De todas as cachoeiras já registrada pelo Piramba, é talvez a mais difícil. O terreno de uma hora para outra cria um abismo e o curso d´água da cachoeira fica lá em baixo.

Demora um pouco para achar o melhor lugar para descer, não há caminho ou picada para chegar até lá. A gravidade joga bastante contra, a inclinação é severa, tem que calcular cada passo e procurar algum galho ou raiz para apoiar-se, ainda assim, a ameaça de rolar morro abaixo parece ser uma constante. Mas levando muito mato no peito, enfim, chegamos lá em baixo.

Logo nos deparamos com um pico alto e com uma cachoeira de respeito, só o que chamou a atenção foi o grande e largo poço no fundo. Nunca descemos ali, do alto parece não haver caminho. Mas quem sabe seja uma missão para o próximo Piramba Explorer, chegar em baixo desta cachoeira seria o máximo, mais uma cachoeira animal a ser desbravada. São muitos os encantos escondidos e desconhecidos de Garça que nós moradores do município, pouco conhecemos. Os lugares mais inacessíveis são também os mais desconhecidos, e muitas vezes os mais belos.

2ª Cachoeira São Matheus
Existe esse lindo poço abaixo que o Piramba MTB ainda precisa conhecer.

Porém, o objetivo traçado neste dia era chegar em outra cachoeira, para isso era preciso seguir rio acima, e lá, mais dificuldades apareceram, nada que uma escalada de leve, e mais um tanto de mato no peito não resolvesse.

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O acesso a cachoeira não é fácil, mas o banho é recompensador.

Enfim, o sacrifício foi recompensador, apesar de ser inverno o dia estava bem quente e propício para um revigorante banho de cachoeira. A água em queda livre cai de forma esparramada o que dá a impressão de fazer fazer um véu que cobre o corpo de forma suave e macia. A cachoeira também possui um poço não muito largo, mas bem profundo em alguns lugares.

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A água cai de forma a fazer uma espécie de véu branco no ar.

A volta também não é das tarefas mais fácies. A sensação é de estar dentro de um buraco dentro da mata e sem lugar de saída, ao redor o tudo é tão íngreme que não se vê por onde é possível subir. Mas prestando bem atenção,sempre acha-se um caminho , e para isso foi preciso escalar e até mesmo rastejar para seguir subindo em frente. Demorou um pouco para conseguir enxergar o clarão lá fora, e deu um certo alívio de saído dali, mas por outro lado é muito bom o gostinho aventura e de sentir a natureza na sua forma bruta.

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O desnível é grande para voltar à civilização, é preciso escalar um pouco.

Pela frente ainda tinha 30 quilômetros de bike, e boa parte da barra de nossa barra de energia tinha sido gasta para chegar na cachoeira. Ainda assim, foi tranquilo, só continuar a descida de Jafa, passar pela ponte do Rio da Garça, e subir bem até chegar na Estrada 09 de Julho. O bom é que existe um bar a beira desta estrada, ótimo momento para fazer uma parada de descanso e tomar um refrigerante antes de finalizar o pedal.

Esta é uma cachoeira que não é sempre que se vai, pois é osso chegar até ela. Agora, só ano que vem e olha lá. Mas como há uma outra cachoeira abaixo dela que promete ser bem interessante, pretendo voltar ali perto para procurar um caminho. Bora conferir seu lindo poço que até parece uma piscina natural com bordas de pedras, tem tudo para ser sensacional.

Rudi Arena.

Ruínas da Lagoinha e + 07 Praias – Ubatuba/SP (Piramba Trip)

Uma super Piramba Trip, com muita praia e mata atlântica. As imagens falam mais do que mil palavras. Primeiro dia de pedal (27/08/2020). Ainda tem muito por vir.

Pedal até Cabrália Paulista, 136km de Muita Terra e Subida. Um Teste para Nossos Limites!!!

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Em um belo de sábado ensolarado de Agosto, não muito cedo e nem muito frio, saímos de Garça com destino a Cabrália Paulista. Para a maioria dos pirambeiros desta empreitada, foi o pedal mais longo de nossas vidas. Um verdadeiro teste para conhecer nossos limites. Decidimos ir por estrada de terra sempre que possível e também não voltar pelo mesmo lugar que fomos, ainda que isso aumentasse o percurso e o nosso cansaço também. Foi um verdadeiro banho de estradão, mas com belas paisagens.

Primeiro, fomos até a cidade de Fernão pela estrada de terra da Cia Inglesa, de lá, seguimos para Duartina pela antiga estrada de Ferro. Ali aproveitamos que já era horário de almoço e o fato de que já tínhamos pedalado bastante, paramos então em uma padaria para comer um pão. E logo seguimos para o destino final, a pequena cidade de Cabrália Paulista, onde encontramos uma doceria espetacular, uma verdadeira tentação aos nossos sentidos. Assim, é claro que foi impossível resistível a tais obras primas primas adocicadas.

Para voltar, resolvemos ir até a cidade de Lucianópolis com a intenção de depois pegar uma estrada de terra que pode ir tanto para Ubirajara como para o Bar Azul em direção à Alvinlândia-SP/Gália-SP. Já perto de anoitecer chegamos ao bar azul, para nossa alegria estava aberto,então paramos para descansar um pouco e tomar uma tubaína. Depois, passamos pela venda seca, para enfim chegar em Garça. O bom é que não teve quedas, não teve de câimbras, nem bike quebrada, só um pirambeiro perdido pelo caminho, mas abafa o caso, isso é conversa para outro post. O importante é tudo deu certo no final. Acabou que foi bem mais tranquilo que o imaginado. Passamos bem neste teste, e que venha o próximo longão para romper novas barreiras físicas e mentais.

Muitas vezes a gente não tem a noção de até onde podemos chegar, de quantos quilômetros aguentamos de fato pedalar, geralmente menosprezamos nossa própria força e achamos que não podemos fazer algo que nem chegamos a tentar. Fica a dica, antes de achar que não consegue, porque não ao menos tentar e assim saber na prática o seu verdadeiro limite? Não é preciso ser atleta, ter alimentação balanceada, treinar exaustivamente e estar em paz com a balança, um pouco de preparo e força de vontade podem ser o suficiente para irmos além de nossas prisões mentais.

Rudi Arena

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As paradas providenciais no meio do caminho para descanso.

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Longe de casa e quase chegando em Cabrália Paulista-SP.

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A linda Igreja Matriz de Cabrália PaulistaSP
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Doce
Impossível resistível a esse doce.

Pico dos Tucanos em Garça

Esta é mais uma trilha irada de Garça-SP. Muito pouco conhecida, ela fica escondida e paralelo a Estrada da Bomba, nome este em razão a adutora que existe no final dela. Embora curto o caminho, a sensação de pedalar ali é especial. Um lugar muito bonito e com a cara do Piramba MTB.

O caminho é todo de trios de boi, a bike percorre o topo das montanhas até chegar ao fundo do vale do Córrego do Barreiro. O nome Pico dos Tucanos é que na primeira vez em que fomos lá, aves desta espécie deram o ar da graça, assim também foi em outras ocasiões. É um dos mais belos picos de Garça para conhecer de bicicleta e que tem um visual sensacional.

Igurê – imagens aéreas PirambaCOP.

Recentemente o Piramba-MTB adquiriu um drone para poder registrar as belezas naturais de Garça por um outro ângulo.

Aos poucos estamos retornando nas cachoeiras para captar imagens com o DJI Spark, carinhosamente apelidado de PirambaCOP.

Abaixo seguem as imagens desse local que tanto nos encanta que é a Fazenda Igurê em Garça. Nela, temos lindas represas, mata preservada e uma bela cachoeira. Confira!

Pedal até a Pousada Gávea e clínica de pilotagem.

Fomos a convite do Professor Renato em um pedal saindo da cidade de Garça com destino a Pousada Gávea na cidade de Lupércio onde houve uma clinica de pilotagem.

Saímos pontualmente às seis e meia da manhã acompanhados por dois carros de apoio e do mecânico Vini da Black Bikes.

Éramos em torno de vinte pessoas e, na sua maioria iniciantes na prática do Mountain Bike. Era evidente o “brilho nos olhos” das pessoas durante o pedal.

O número de praticantes do Mountain Bike aumentou exponencialmente em 2020, apesar da crise vivenciada com a pandemia. As pessoas estão carentes desse contato com a natureza.

E, nesse quesito a Pousada Gávea é sensacional, pois, possui estrutura diferenciada para receber os visitantes além da paisagem natural deslumbrante com três cachoeiras de tirar o fôlego.

A quilometragem total foi de 70 quilômetros e valeu a pena fazer novas amizades e, ver as pessoas se apaixonando pela piramba, me lembra quando fui picado por esse esporte maravilhoso!

Aliás, parabéns ao Renato por essa iniciativa em ajudar tantas pessoas a iniciar na bicicleta, com certeza ele jamais será esquecido!

Segue abaixo o vlog do parceiro Sujo de Barro!

Vicente Conessa.

Ruínas da Lagoinha de Bike com Henrique Volponi (Ubatuba-SP)

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As Ruínas da Lagoinha estão localizadas na região sul de Ubatuba e são compostas pelo que restou do antigo engenho da Fazenda do Bom Retiro, e dos pilares da suposta primeira fábrica de vidros do Brasil, estes na entrada de um condomínio na beira da rodovia Rio-Santos na Praia da Lagoinha.

As ruínas da antiga Fazenda Bom Retiro, construída em 1828 por um dos primeiros proprietários da Lagoinha, o engenheiro francês João Agostinho Stevenné,  são remanescentes de uma Ubatuba próspera, quando seu porto exportava a produção Vale Paraibana, trazida pelos tropeiros. Nesta fazenda foram produzidas toneladas de açúcar e cachaça pela mão-de-obra escrava.

Outro importante proprietário desta fazenda, foi o Capitão Romualdo, já no final do século XIX, dono de plantações de café e cana de açúcar, fabricante e exportador de aguardente e açúcar mascavo. O Capitão morava no casarão da fazenda com sua esposa Mariana, e não tiveram filhos, mas tratava todos os que lhes serviam como seus parentes, e a sua fama honrosa não foi só por sua riqueza, mas sim, por sua humanidade com os negros escravos.

As ruínas foram tombadas pelo CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo em 1985, com o objetivo de proteger e valorizar o patrimônio histórico do município.

O terreno onde se encontram as Ruínas da Lagoinha foi doado pelo Senhor Jamil Zantut e sua esposa Benedicta Corrêa Zantut à FundArt, em 19 de outubro de 1989, e até hoje é mantido e administrado pela Fundação.

O local é aberto para visitações e tem sido cenário para filmes e ensaios fotográficos.

 

Fonte: https://fundart.com.br/dt_portfolio/ruinas-da-lagoinha/

 

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A Lendária Cachoeira do Gaia (Inédita) e o Vale do Rio Tibiriça em Garça-SP

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A Cachoeira do Gaia

O destino inicial do pedal era chegar na Lendária Cachoeira do Gaia, muito frequentada  e conhecida  pelos garcenses da antiga, aproximadamente há 30 anos, ouvia-se falar muito desta cachoeira,  principalmente em aos moradores da Vila Rebelo. Nas realidade, não se trata apenas de uma cachoeira, mas sim de um complexo de cachoeiras, mas infelizmente não foi possível explorar todas elas nesse dia.   Hoje, com a expansão da malha urbana em Garça-SP, a cachoeira hoje fica mais próxima da cidade ainda, mais especificamente perto do bairro do Frei Aurélio e do Monte Verde. O lado ruim desta proximidade, ela que ela acaba por sofrer com a poluição do lixo jogado na cidade, com as chuvas, esse lixo acaba descendo em direção ao começo do Rio Tibiriçá, por isso é possível achar muito plásticos na cachoeira, o que é lamentável para um lugar em que a natureza foi tão generosa.

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O Caminho a Beira do Vale do Rio Tibiriçá

Depois de chegar na Cachoeira do Gaia pela estrada de terra que existe ao final do distrito de indústrias de Garça, resolvemos seguir beirando o vale do Rio Tibiriça e logo avistamos uma linda  cachoeira à distância. Então chegar até ela passou a ser o nosso objetivo dali em diante, mas sempre pedalando pelo pasto e contornando o vale. Assim passamos por atrás do bairro São Lucas, do aterro sanitário e do prédio do SAPROMI, e seguimos adiante, afastando-se da zona urbana.

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O Pico do Carcará

Com o sol já caindo, enfim, chegamos na cachoeira, conhecida como Pico do Carcará, pois são muitas aves dessa espécie que circundam o lugar. De cima do pico, a visão é estonteante, um patrimônio natural pouco conhecido e preservado do município, próximo do aeroporto e da Estação de tratamento de Esgoto do SAEE. No total, foram pouco mais de 20 km pedalados, mas em razão do terreno, geralmente de grama e trios de boi, o pedal é um tanto arrastado, ainda mais porque são muitas as cercas a serem atravessadas. Mas só o visual de pedalar avistando uma linda cachoeira  já compensa qualquer esforço, a parte ruim mesmo é o mal cheiro de quando aproxima da estação de tratamento de esgoto, mas é assim mesmo, tudo tem o seu custo.

Rudi Arena

 

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Cenas exclusivas feitas pelo nosso amigo Vicente Conessa com o novo Piramba Cop, muitas outras belas imagens aéreas de Garça ainda virão:

Cachoeira do Gaia:

 

Pico do Carcará:

O Perigo mora ao lado….ao lado da ponte!!!

Mais um perigo que um dos nossos pirambeiros passou poucos dias depois de um outro susto que aconteceu na estrada da Cia Inglesa. Em um noite de inverno em que o destino do pedal era ir para Álvaro de Carvalho pela pirambeira, pela bairro de  Itiratupã do distrito de Jafa, por lá, não existe rodovia ou estrada de terra para chegar, mas com farol, a falta da luz natural do sol não foi problema para o Piramba MTB.

Na situação retratada pelo vídeo, o problema foi a ponte, ou, o que existe do lado da ponte, na realidade, pode não ter sido um problema e sim uma solução, já que do lado da ponte corre um rio e foram as águas deste que acabou por amortecer a queda do nosso amigo que caiu da ponte quando se desequilibrou ao passar de bicicleta por ela.  É que existe um grande desnível de altura entre as tábuas que compõe a ponte, e quando o pneu pegou esse desnível o nosso mais novo Pirambeiro perdeu o controle da magrela e caiu com tudo no leito do rio.

A sorte é que só foi um susto, embora tenha ficado molhado para continuar o pedal noturno com a friaca das noites de inverno. Mas por outro lado, poderia ter uma pedra, um toco, uma estaca, mas ainda bem que não havia nada disso e depois esta situação acabou virando um momento de descontração logo após o susto, e foi nessa hora que foi feito o vídeo aqui postado.

Fica mais um alerta, todo cuidado é pouco, acidentes acontecem, mas é preciso tomar cuidados que diminuam a possibilidade de ocorrer um, a passagem por pontes sempre merece uma atenção especial, ainda que de carro. E no caso dessa ponte, o perigo é grande , pois tem várias partes com grande desnível, se estiver alta velocidade e o pneu passar de lado pela saliência, perde-se fácil o controle da bike.

Isso também já aconteceu comigo quando depois de uma longa e íngreme descida, ao passar com velocidade pela ponte da estrada do saltinho, muito parecida com esta em Álvaro de Carvalho,  a bike deu um solavanco ao passar pelo desnível, perdi a frente, e assim que a bike atravessou desequilibradamente pela ponte, foi com tudo para um lado e bateu forte em um barranco, o que entortou muito a roda, só que poderia ter sido pior se tivesse caído da ponte.

Rudi Arena

 

CRÉDITOS

Protagonista:
Arthur (Aranha)

Filmagem e Narração:
Fabiano Rosário

Iluminação:
Paulo Volponi e
João Daniel

Edição:
Rudi Arena

Local:
Álvaro de Carvalho-SP

Data:
06/07/2020

Nasceu de Novo na Estrada da Cia Inglesa em Gália (O Perigo Tá Logo Aí)

Esse vídeo de bike mostra a importância de não andar sozinho e como um segundo de distração pode ser fatal. No caso foi só um grande susto, mas poderia ter sido pior. Só agradecer que nosso amigo saiu ileso e nasceu de novo. Todo cuidado é pouco, o perigo mora logo aí.

O que salvou foi uma voz amiga avisar em cima da hora, foi o que certamente fez a diferença entre a vida ou a morte quem sabe, por isso, é sempre melhor andar com mais gente do que sozinho, pois assim, acaba que um vela do outro de alguma forma. o caminhão que vinha com velocidade tirou em cima, fez  o que estava ao seu alcance, assim como nosso pirambeiro que assim que ouviu o alerta fez que podia. Foi por um triz. A cena é impactante, quem viu na hora diz que foi muito pior do que aparenta no vídeo.

um amigo ao lado é importante para muitas situações, como a quando quebra uma corrente ou precisa trocar um pneu, quando quebra a bike e tem que ser rebocado, quando acontece uma queda, para um apoio moral quando está esgotado, o  socorro amigo é muito importante nessas hora, e também em outras circunstâncias diversas.

Rudi Arena

“Não é amigo aquele que alardeia a amizade: é traficante; a amizade sente-se, não se diz…”

Machado de Assis in: Joias do Pensamento Brasileiro, Ed. Tecnoprint S.A, p. 38

 

“Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!”

Isabel Machado

 

Créditos:

Protagonista:
Paulo Volponi

Filmagem:
João Daniel

Voz do Anjo:
Arthur (Aranha)

Edição:
Rudi Arena

Local:
Estrada da CIA Inglesa

Município:
Gália

Data: 03/07/2020

Piramba MTB na Cachoeira da Enseada em Garça-SP

A aproximação do inverno não é empecilho para o Piramba MTB aproveitar em peso uma das cachoeiras mais belas de Garça. A Cachoeira da Enseada foi a escolha da vez, mas nem todos arriscaram entrar em suas águas gélidas. De qualquer forma, foi uma ótima oportunidade para rever amigos, jogar conversa fora e dar boas risadas.
 
São duas cachoeiras na sequência, a mais bela é também a que tem o acesso mais difícil, pois é preciso descer escalando um pequeno paredão, apoiar o pé em uma raiz suspensa e confiar nela, não tem plano B, o que dá uma pitada de aventura e emoção para pedal.
 
Como a cachoeira é perto de Garça. ceca de 10km da cidade, e ainda tinha tempo para pedalar mais, resolvemos esticar até a Fazenda Igurê que sempre é um prato cheio para os amantes do mountain bike. Passamos por uma de suas lindas represas e depois pela capela, e a ali, a imagem de uma cerejeira toda florida chamou muito a  atenção pela sua beleza. Não poderia ter sido melhor. Pedal top com galera top e uma cena mais top que a outra. 
 
   Rudi Arena

 

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Cachoeira Estrela, Um Pedacinho do Paraíso em Garça-SP (Inédita)

Garça, e suas cachoeiras infinitas

Em uma tarde quente de final de outono, saímos em dupla para um pedal improvisado e despretensioso. No meio do caminho decidimos mudar o destino e tentar chegar de bicicleta em cachoeira que eu sabia que existia, mas que nunca tinha ido. E o interessante é que  tendo eu já percorrido cerca de 40 cachoeiras de Garça e região, seria normal imaginar que as mais belas cachoeiras já tinham sido visitadas, mas quando o assunto é cachoeira e Garça, nada pode ser mais enganoso que essa suposição.

Um cantinho do paraíso na Terra

Não fazia ideia se seria conseguiríamos mesmo achar a cachoeira e nem como ela seria, por isso, foi uma enorme enorme e grata surpresa quando do nada, na beira de um pasto, em questão de descer alguns metros, logo  estaria uma preciosidade que salta aos olhos. Tudo tão lindo que podemos dizer que é  um cantinho do paraíso, de uma beleza rara e singela, de uma pureza que transparece em suas águas claras. O rosa vivo da flor de uma bromélia, entre outras flores que existem ao redor dão um toque paradisíaco ao local, é realmente fantástico, parece que ali emana uma paz que só a natureza pura e bruta pode proporcionar . O poço um tanto fundo com sua água gelada, ajuda a lavar alma e revigorar as energias, realmente é uma sensação maravilhosa. E depois que entra na água o frio ainda é intenso, mas o corpo suporta e acostuma, e a gente  sai sentindo-se ainda melhor do que entrou.

Distância e Localização

Essa é mais uma cachoeira que o Piramba MTB consegue registrar, é mais um espetáculo natural  e pouquíssimo conhecido dos garcenses, e tudo isso isto a pouco menos de 10 km da cidade, com água super limpa e um belo poço para se banhar. Um lugar que parece mágico,  que tem uma atmosfera e uma vibração sensacional. Está localizada no município de Garça entre a Rodovia SP-349 e a estrada de terra 09 de Julho. Sentido Gália. Mas não é simples o acesso, pois é altamente recomendável pegar uma autorização antes de ir até a cachoeira. As nascentes  desse curso d´água flui e fortalece  o Rio do Peixe que nasce limpo e depois sofre com a poluição ao longo de  sua jornada até a sua foz no Rio Paraná, mas ainda assim não deixa de ser um dos mais importantes rios do centro-oeste paulista.

Rudi Arena

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A Cia Inglesa na Tese de Doutorado da USP (Fazendas paulistas: arquitetura rural no ciclo cafeeiro) Autor: Vladimir Benincasa

O assunto sobre a Fazenda São João do Tibiriçá  (Cia Inglesa) sempre despertou muita atenção neste blog dos seus visitantes,  e  gera muita interação e comentários valiosos, como a da Sra. Ruth Marangão Ferrari que citou uma tese de doutorado: Fazendas paulistas: arquitetura rural no ciclo cafeeiro  do arquiteto Vladimir Benincasa  defendida na Escola de Engenharia de São Carlos-SP (USP).

Trata-se de um conteúdo  riquíssimo, com bastante informação, várias fotos e uma riqueza de detalhes que demonstra e ilustra as singularidades desta fazenda incrível  que tinha uma população do tamanho de uma cidade da época. Tem também muitas curiosidades deste lugar que marcou a vida de muitas pessoas que ali viveram. Por isso, resolvermos reproduzir todo o trecho da tese de doutorado que se refere a Cia Inglesa, pois vale conferir cada página que autor tratou sobre o tema.

O tese em sua integralidade bem como demais informações sobre ela podem ser acessadas no seguinte endereço eletrônico: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18142/tde-14032008-151048/pt-br.php

OBS: Para conseguir ler bem o texto é recomendável clicar na imagem, assim abrirá uma nova tela em que poderá dar zoom e seguir para as próximas páginas através da seta indicadora à direita.

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A Caranguejeira e as Aranhas Mais Venenosas do Brasil

Uma Aranha Gigante Atravessou o Nosso Caminho em Gália-SP

Logo no começo, ao entrarmos de bicicleta na Fazenda Dinamérica atravessou a nossa frente uma bela de uma aranha gigante, e não tinha como ela passar despercebida.  Não é a toda que a família deste aracnídeo é que tem as maiores aranhas do mundo. Esta espécie que registramos é muito linda e também tímida, ao nos aproximar, ela ficou parada e assim permaneceu por muito tempo até a gente ir embora e deixá-la em paz.

As Caranguejeiras ou Tarântulas.

As aranhas caranguejeiras são animais invertebrados do grupo dos Artrópodes, com cerca de 900 espécies descritas. Apesar de serem venenosas, não trazem sérios problemas ao homem. Também é conhecida como tarântula, pois conhecida inicialmente na Itália, e a origem desse nome não poderia ser mais engraçada e falsa.

Dançar Tarantella para Curar do Males Causados pela Aranha? 

Esta aranha foi reconhecida inicialmente na Itália, e logo surgiu uma lenda de que era preciso dançar tarantela, que é uma dança popular do Sul da Itália para curar do encontro com o aracnídeo, pois achavam que ela era mortal. Animais estes que possuem 08 patas e logo não é um inseto como muitos imaginam, já que não tem 06 patas.

A Maior Aranha do Mundo:

As caranguejeiras são as maiores aranhas conhecidas, podem chegar até 26 cm de envergadura. Um exemplo de caranguejeira é a Theraphosa blondi, conhecida como “comedora de pássaros”, pois de fato pode consumir um pássaro inteiro. Ela é considerada o maior aracnídeo do mundo e é encontrada na região amazônica.

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Curiosidades, Longevidade e Número de Olhos:

Geralmente, vivem no solo, mas tem espécies arborícolas também. Um grande curiosidade deste animal uma caranguejeira fêmea pode viver bastante, até 20 anos. Contudo, o macho possui um ciclo de vida menor, cerca 7 anos de idade, pois ele morre após o acasalamento. Outra informação interessante é de que podem ter de seis ou oito olhos. A quantidade de olhos desse animal varia de acordo com a família a que pertence.

A Caranguejeira como PET?

Apesar de parecer um pouco assustadora, acredite, algumas pessoas têm tarântula de estimação. Elas podem ser de diversas cores: azul, rosada, preta, marrom. Os acidentes com aranhas caranguejeiras: Os acidentes com aranhas caranguejeiras não são considerados graves. Apesar de possuir veneno, este não apresenta complicações ao homem. Porém, a picada é bastante dolorosa.

É Venenosa ou Perigosa para o Ser Humano?

O veneno da aranha-caranguejeira só possui atividade em suas presas, sendo inativo no homem. Sua principal arma, quando acuada, é soltar pelos urticantes, perigosos quando atingem os olhos.

Apesar de o Brasil possuir a maior diversidade de espécies de caranguejeiras do mundo, não há registros de acidentes humanos graves. De acordo com registros do Instituto Vital Brasil, é comum as pessoas confundirem picadas de outros artrópodes com as das aranhas. Muitas vezes, o paciente não viu o que o mordeu e atribui os sintomas à picadas de caranguejeiras.

Mas estudos realizados por pesquisadores dessa instituição revelaram que essas aranhas eram responsáveis por apenas 1% do total de araneísmos. Vale lembrar que a maioria dos acidentes com as caranguejeiras ocorre porque a pessoa tentou pegar o animal. Uma vítima de picada de caranguejeira pode sentir dor local moderada ou severa, forte coceira, edema, inchaço, eritema (vermelhidão na pele), ardência e até cãibras. Em casos muito graves a pessoa pode apresentar espasmos musculares fortes por várias horas: apesar de não ser letal, a picada de uma aranha migalomorfa traz experiências bem desagradáveis.

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Pelos Urticantes

Uma caranguejeira, ao sentir-se ameaçada, esfrega suas pernas traseiras no abdômen, liberando esses “pelinhos”, que podem atingir os olhos e, também, entrar nas vias respiratórias do indivíduo que resolve manuseá-la. E as cerdas urticantes desse gênero de caranguejeira fazem um belo estrago, principalmente se a pessoa em questão tiver rinite ou algum tipo de alergia. Essas estruturas podem penetrar em várias camadas da pele e do tecido ocular, causando sérias irritações. Um mamífero dede pequeno porte (como rato, coelho etc) exposto às cerdas urticantes de uma Grammastola, por exemplo, pode sufocar em duas horas.

Geralmente, os acidentes estão relacionados com os pelos das caranguejeiras. Em contato com a pele podem ocasionar irritação, ardor e sensação de queimadura. Os pelos urticantes também podem penetrar nas vias respiratórias e olhos provocando coceiras. Nos olhos podem ocasionar a queratite severa, inflamação na córnea. Nessa situação, coçar os olhos pode agravar a situação, pois os pelos penetram e se espalham ainda mais.

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Canibais?

Quando criadas em cativeiro, as aranhas ficam separadas pois são canibais, ou seja, podem devorar umas as outras.

Confira quais são as aranhas mais venenosas do Brasil:

1 – Aranha-golias-comedora-de-pássaros (Theraphosa blondi)

Quais são as aranhas mais venenosas do Brasil [Top 5]

A maior caranguejeira do mundo é espécie  Aranha-golias-comedora-de-pássaros (Theraphosa blondi), que chega a ter 30 centímetros e é da região amazônica.

Apesar do seu veneno não ser mortal para os humanos, a mordida é bastante dolorida e os pelos em suas pernas e abdômen podem gerar lesões, coceira e irritação, em contato com a pele humana.

2 – Aranha-de-Jardim (Lycosa erythrognatha)

Quais são as aranhas mais venenosas do Brasil [Top 5]

A aranha-de-grama,  aranha-lobo ou aranha-de-jardim pertence a família Lycosidae e costuma ser encontrada na grama de residências. É daí, inclusive, que vem seu nome.

Ela possui cerca de 5 cm de comprimento, e apresenta uma coloração marrom-clara ou cinzenta. Outras de suas características marcantes são um desenho negro em forma de seta em seu abdômen e pelos avermelhados perto das quelíceras.

Seu veneno causa dor intensa, com sensação de queimadura e formigamento, provocando reações alérgicas.

3 – Viúva-negra (Latrodectus mactans)

Quais são as aranhas mais venenosas do Brasil [Top 5]

A viúva-negra vive no Brasil e em outros países na América, principalmente na parte costeira dos continentes. Sua cor negra brilhante e a marcante mancha vermelha em seu abdômen tornam essa aranha fácil de se reconhecer.

E as fêmeas dessa espécie costumam ser 3 a 4 vezes maiores que os machos, e elas comem eles depois de cruzarem para reproduzirem. Os efeitos de seu veneno variam desde dor ardente, inchaço na área afetada, cólicas abdominais à náuseas.

4 – Aranha-marrom (Loxosceles)

Quais são as aranhas mais venenosas do Brasil [Top 5]

A aranha-marrom tem uma picada extremamente dolorosa e necrosante, e se não for tratada rapidamente pode trazer problemas irreversíveis.

Com cerca de 4 a 6 centímetros, a picada leva a área ao redor da picada começar a necrosar e é formada uma ferida aberta. Leva-se meses para a pele ser curada e em certos casos membros precisam ser amputados.

5 – Armadeira (Phoneutria)

Quais são as aranhas mais venenosas do Brasil [Top 5]

A armadeira é a aranha mais venenosa do mundo. Essa espécie, comum em todo o território brasileiro, é capaz de injetar uma neurotoxina poderosa. Ela é quase 20 vezes mais mortal que a viúva-negra.

O envenenamento inclui a perda de controle muscular e problemas respiratórios. Seu veneno também pode resultar em paralisia respiratória completa e em asfixia.

A dor da picada é intensa. E, se você for homem, o veneno causar uma ereção de até 4 horas, muito dolorosa.

Fonte:

 

Pedal do Dedo de Deus em Nova Colúmbia (Ocauçu-SP) +100km

O Percurso

O sábado começou com uma manhã bem fria, mas a temperatura já ficou mais amena, ótimo clima para pedalar mais de 100km. A saída foi de Garça, passando por Vera Cruz e Marília, de lá descemos a bela serra em direção ao distrito de Nova Colúmbia (Ocauçu-SP). Depois, atravessamos a BR-153 (Transbrasiliana) para seguir adiante, passamos por Lupércio, Alvinlândia, até voltar para Garça.

A União Pirambeira

O trabalho em equipe neste pedal foi fundamental para que chegássemos bem e fizéssemos todos o percurso em um ritmo legal, todos juntos e um pirambeiro apoiando o outro. E assim, não só o pedal de cada um se fortaleceu ainda mais para encarar os novos desafios, como também ajudou a estreitar ainda mais o vínculo de amizade entre nós.

O Areião

A pior parte do pedal, não foi a longa quilometragem, nem o sol do meio-dia, muito menos a forte subida que tem para chegar em Nova Colúmbia, mas sim os vários trechos de areião causado pelo tempo seco. Aí era preciso se esforçar muito e ainda assim, parecia que a bicicleta não saia do lugar. Mas se tudo fosse fácil perderia totalmente a graça também, faz parte do mountain bike, e é muito comum em nossa região.

Os Atrativos da Serra 

De longe o trecho mais legal deste pedal é o da serra entre Marília e Nova Colúmbia,  são paisagens de cair o queixo, paredões, muita mata ao redor da estrada, tem o pontilhão do rio do peixe,  e também uma espécie de mini gruta,  para os amantes do MTB, muitas descidas e subidas brutas e é claro, tem também o Dedo de Deus ou Torre de Pedra.

O Dedo de Deus

Este monumento natural fica na área rural de Nova Colúmbia, mas não muito longe dos municípios de Lupércio, Ocauçu e Marília.  Esta grande pedra vertical desprendida do rochedo parece ter sido formada através da ação do tempo, pode ter demorado quem sabe algumas centenas de anos para chegar a essa forma curiosa.

As Paradas pelo Caminho

Algumas paradas também foram cruciais, em Marília uma rápida parada com 30km já rodados. Mais adiante, não poderíamos deixar de parar para contemplar o Dedo de Deus. Depois,  teve uma parada estratégica, foi em um bar em Nova Colúmbia, próximo da hora do almoço, era preciso repor as energias.  E por último paramos  na Venda Seca, já próximo de Garça, para tomar uma tubaína e descansar um pouquinho e seguir em frente para finalizar o pedal.

A Sensação da Chegada

Ao final, a sensação foi de  tudo deu para lá de certo, e chegamos melhor até do que a gente imaginava. O sentimento foi de orgulho do trabalho em equipe que fizemos ao longo do pedal, fez toda a diferença. Pedalamos um bom trecho em pelotão, um incentivava o outro, aproveitamos o vácuo, revezamos o ciclista que puxava a fila, assim o esforço foi menor e chegamos menos cansado.  A recompensa foi comemorar esse grande pedal com aquela cerveja gelada. Que venha o próximo longão !!!

              Rudi  Arena

 

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A Linda Cachoeira Rosa e a Nascente do Rio do Peixe. (Garça, o Berço D´ Àgua!!!!)

Em uma manhã fria de outono e com muito vento, o Piramba MTB se reuniu para pedalar e conhecer mais uma belíssima cachoeira de Garça-SP,  porém não muito distante de Gália-SP também.  Embora alguns já conheciam este local encantador, para a maioria de nós era novidade, eu mesmo nunca tinha ido. Isso é mais uma prova viva e plena do quanto é preciosa essa nossa região no que se refere às maravilhas da natureza e também ao potencial para o ecoturismo. Apesar da cachoeira ser espetacular, ela é apenas mais uma entre muitas outras joias que Garça e o seu entorno possuem.

O caminho para chegar até ela pode ser por uma entrada da Estrada da 09 de Julho ou pela estrada de terra que tem atrás da Venda Seca, localizada no trevo da Rodovia SP-349 com a SP-331. A cachoeira fica a 20 km da cidade de Garça e  só é permitida a entrada com expressa autorização dos proprietários.

O Encanto da Cachoeira 

Embora nem todos tiveram a ousadia de enfrentar o frio e entrar em suas águas para lá de geladas, não tinha como ficar indiferente ao encanto do lugar, o tom esverdeado de seu poço, o véu de água reluzente da cachoeira, a beleza da areia branca no fundo do leito no rio e  ainda ao lado tinha uma espécie de uma pequena gruta encravada no paredão de arenito.

A Nascente do Rio do Peixe

As águas límpidas dessa cachoeira vêm de um local bem próxima dali, trata-se de uma importante nascente do Rio do Peixe  que possui no total  380km de extensão. Porém, é uma pena que no início de seu curso ele sofra com a forte poluição já na altura do município de Marília, e é lá também que ele ganha o nome de Rio do Peixe. Muito embora o Google Maps já considere este nome em sua nascente em Garça, este curso d´água sempre foi conhecido como Rio ou Ribeirão da Garça enquanto em território garcense.

A Poluição do Rio do Peixe

É triste constatar que essa água que brota tão limpa e que é fundamental para a formação do  Rio do Peixe logo mais já perde seu encanto, e em questão de poucos quilômetros adiante sua água fica turva por causa de lançamento de esgoto não tratado  e o leito do rio bem assoreado. A consequência é que  os peixes que em outrora eram fartos e variados agora rareiam. A grande maioria das  espécies desses animais já desapareceram do rio, e há muito tempo. Porém, ainda é bem capaz de ter alguém ainda vivo que já tenha fisgado um belo de um dourado em suas águas.

Garça, Município Privilegiado por Natureza.

No entanto, se por um  lado  tem muita poluição rio abaixo,  já rio acima nos reserva algumas  preciosidades, por isso, é preciso reconhecer que Garça é muito privilegiada pelo fato de ser um berço das nascentes dos três dos maiores rios do Centro Oeste e do Oeste Paulista. Assim, é possível ainda desfrutar de ribeirões e cachoeiras com água limpa, longe dos agentes poluentes que são despejados na medida que o rio desce de altitude e segue seu curso. Também é preciso levar em consideração o bom tratamento de esgoto que o município  possui,   já que isso é fundamental para que aqui tenhamos água própria para banhos na maioria esmagadora das cachoeiras que até parecem infinitas, de tantas que existem. E quantas dessas belezas ainda  continuam escondidas vales abaixo e grotões adentro????????

               Rudi Arena

 

Agradecimentos especial ao meu grande amigo de pedal, cachoeiras e churrasco, o  Prof. Victor Lopes Braccialli*, especialista em Gerenciamento de Recursos Hídricos, que me deu uma breve e preciosa aula sobre a localização das nascentes que existem em Garça e também sobre as bacias hidrográficas dos rios da região.

*Currículol Lattes: http://lattes.cnpq.br/7199044431766861

 

Imagem de Satélite de Nascente do Rio do Peixe (Garça):

A grande nascente do Rio do Peixe em Garça está à margem da SP-331 e aproximadamente perto da venda seca e também do trevo entre Garça e Gália, porém em direção a Alvinlândia e Lupércio. Conhecido como rio ou ribeirão da Garça, ele nasce no alto do planalto da Serra dos Agudos e corta o sul de Garça, também passa pelo sul de Vera Cruz até se juntar um pouco depois a outro curso d´água para então formar esse importante rio de nossa região.

“O Rio do Peixe forma-se da junção do Ribeirão da Garça, que nasce na Serra dos Agudos na cidade de Garça, a uma altitude de aproximadamente 670 metros, e do Ribeirão do Alegre, que nasce no Município de Alvilândia, a uma cota média de 680 metros. Percorrendo uma extensão de 380 km, o Rio do Peixe desemboca no Rio Paraná a um altitude de 240 metros.” (Prandi, 2010, Pag 19)

https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/102955/prandi_ec_dr_rcla.pdf?sequence=1

 

O percurso do Rio do Peixe de suas nascentes até sua foz no Rio Paraná:

http://www.sigrh.sp.gov.br/cbhap/apresentacao:

Área de drenagem: 10.769 km²
População: 444.290 habitantes
Principais atividades econômicas: Nas áreas urbanizadas destacam-se os setores de serviços e comércio, com exceção de Marília, considerada polo regional e onde se concentra grande parte das atividades industriais, principalmente do segmento alimentício. Nas áreas rurais ainda há predominância da pecuária, com forte expansão da agroindústria de cana.
Vegetação remanescente: Apresenta 796 km² de vegetação natural remanescente que ocupa, aproximadamente, 7% da área da UGRHI. As categorias de maior ocorrência são Floresta Estacional Semidecidual e Formação Arbórea/Arbustiva em Região da Várzea.
Unidades de Conservação: O Parque Estadual do Rio Peixe é uma unidade de conservação do estado de São Paulo criado pelo Decreto Estadual nº 47.095, de 18 de setembro de 2002, e possui uma área de 7.720 hectares abrangendo os municípios de Presidente Venceslau, Piquerobi, Dracena e Ouro Verde.

Rio do Peixe *

* https://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia_de_Mar%C3%ADlia
 O Rio do Peixe, que nasce no município de Garça, corta a parte sul do município de Marília. Os fluxos hídrícos que nascem na parte sul do espigão correm a seu encontro. Em Marília os principais afluentes do Rio do Peixe são:

Pela margem direita.

  • Ribeirão do Alegre: nasce a 10 km, em Gália, corre em rumo geral no sentido oeste até sua confluência com o Rio do Peixe a sudeste de Marília.
  • Ribeirão do Barbosa (poluído): nasce em Marília nas proximidades de onde passa a rodovia SP 294, limite sul da cidade e corre no sentido sudoeste desagüando no Peixe.
  • Rio do Pombo (poluído): nasce em Marília, na baixada das proximidades do antigo prédio da Telesp seguindo rumo oeste até desaguar no Rio do Peixe. Possui vários afluentes como o Córrego São Francisco, Invernada, Trombador, Santa Maria, Ferrugem, Santana, Santo Antônio e Flor Roxa.
  • Ribeirão da Prata: tem as suas cabeceiras no bairro do Prata e, após um percurso de 14 km, deságüa no Peixe.

Pela margem esquerda.

 

Imagem de Satélite da Nascente do Rio Feio (Garça/Gália):

O município de Garça ainda é fundamental para a formação do Rio Aguapéi ou Rio Feio.  Embora sua nascente não seja considerada propriamente em Garça, mas sim em Gália, ela está localizada praticamente na divisa entre os dois municípios e bem próximo também da rodovia SP-294, na altura do trevo de entrada para o bairro São José, no km 409.  Mais precisamente, atrás de estão instaladas várias antenas de transmissão ao final da Estrada da Adrianita. E são as águas que descem dessa e outras nascentes de Garça e Gália (Fazenda de Eucalipto da Duratex) que dão vida a outro importante curso d´água da região Centro-Oeste paulista e que segue por 420 km até desaguar no Rio Paraná.

Imagem de Satélite da Nascente do Rio Tibiriçá (Garça-SP):

E não é o só do Rio do Peixe que aqui nasce, o Rio Tibiriçá é um outro nativo de Garça, ele nasce dentro da cidade, mas em razão da expansão da malha urbana, a sua nascente original foi aterra e agora sua água aflora próximo ao conhecido Buracão da feira livre, embora sua nascente original seja na Praça Pedro de Toledo, mais conhecida como a “praça do cinema” da cidade.  E segue seu curso  passando entre os bairros do Frei Aurélio e Jardim Paulista, passa ao lado do tratamento de esgoto do SAEE e despois corre paralelo à rodovia estadual SP-349 (Garça/Álvaro de Carvalho) mas não próximo dela. Porém, este é o menor dos rios que nascem em Garça, possui apenas 90 km de comprimento até então deságua no Rio Aguapeí a não mais que seis km de Luziânia-SP.

 

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Todos os Produtos com a Marca Piramba MTB

A marca Piramba MTB está cada vez mais presente e são vários os produtos já confeccionados:

Tapete

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Boné

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A Primeira Camisa de Ciclismo do Piramba MTB (manga curta e longa)

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A Segunda Camisa de Ciclismo do Piramba MTB (com manguito)

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A Terceira Camisa do Piramba MTB

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Os vários adesivos já confeccionados ao longo do tempo, tem para colar em vidro, tem em variados tamanhos e com mudanças na arte, o último já com QRCode: 

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Bretelli do Piramba MTB:

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Bandeira do Piramba MTB:

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A Nova Camisa de Ciclismo do Piramba MTB!!!

Acabou  de sair da fornalha a mais nova camisa do Piramba, o que fortalece ainda mais a nossa marca. Esta é a terceira geração de camisa de ciclismo do Piramba MTB e a estreia dela no pedal ocorreu nesta semana.

 

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