A Paradisíaca Cachoeira Rosa em Garça SP

Imagens da Cachoeira Rosa, um lugar incrível, localizada na nascente do Rio do Peixe esta é a uma linda cachoeira de águas limpas, com direito a uma espécie de prainha ao lado e com um ótimo poço para para se banhar, sem contar a pequena gruta que ali existe. Não precisa falar mais nada, até porque as imagens falam mais do que mil palavras nesse caso.

Ao sair da cachoeira ainda tivemos o privilégio de avistar alguns curicacas, aves tem como característica seus bicos longos e o forte som que emite, muito conhecido pelos habitantes da zona rural, mas muito pouco conhecido por quem mora na cidade.

O Estreito em Ocauçu-SP, um lugar fascinante, mas também muito perigoso!!! E aí, vai encarar???

Esta é uma trilha bem diferente de todas da região, pois além de um visual acachapante esconde um pequeno trecho de trilha muito estreito e com abismo dos dois lados, um lugar que desafia o ciclista e em que todo o cuidado é pouco. E nossos pirambeiros de plantão não perderam a oportunidade de conhecer esse lugar fascinante e perigoso que fica no município de Ocauçu-SP, próximo de Marília-SP e do distrito de Amadeu Amaral.

Nessa trilha que é conhecida como Volta do Estreito foram 40 km com uma altimetria de quase 1000 metros de altura, o que é muito, ou seja, esse é um pedal de quilometragem curta, mas muito pesado e com muita subida acumulada.

Por outro lado, tem um visual incrível e um desafio e tanto que é passar pelo estreito. Ali é necessário muita atenção. E uma dúvida, seria muita imprudência tentar passar o estreito montado na bike? Uma queda ali seria fatal? Melhor mesmo é deixar essas perguntas sem respostas e curtir essa trilha de forma mais segura possível, mas um risco sempre vai existir. Só que se for pensar nos riscos que existem por aí, a gente nem sai de casa.

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Ainda sobre o Piramba Kids no MotoRock Festival de 2022 em Garça-SP

Confira o lindo clipe de fotos das crianças: https://www.youtube.com/shorts/An38qveS794

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Piramba Kids na Revista Destak

O Circuito Piramba Kids aconteceu no lago no começo do mês, mas ainda reverbera na minha cabeça e ainda tem desdobramentos como na publicação da última edição da Revista Destak, mas não é só, esse evento inédito tem boas consequências.

Um sorriso no rosto de apenas uma criança já valeria a pena todo o esforço, mas o Piramba Kids no MotoRock Festival de 2022 foi muito mais além, foram muitos os lindos sorrisos estampados na nova geração, que tudo tende a ter mais consciência ambiental e dar valor a bicicleta que pode servir como laser, mas como mobilidade humana também e são muitos os benefícios do ciclismo para a saúde física e mental. E tudo foi tão bom que não nenhum dos pequenos se machucou, existia esse temor também.

Umas das coisas mais legais que aconteceu foi que disponibilizamos as bikes de nossos próprios filhos para que outras crianças que estavam no lago de garça no dia mas não sabiam do evento ou mesmo que não tinham bicicleta, também puderam participar dessa festa da criançada pedalando na pista que nós com muito carinho projetamos para pudessem aproveitar esse esporte em conato com a natureza que rende belas paisagens.

Ninguém que quis ficou de fora dessa confraternização, a pluralidade deu o tom, não importava se era menino ou menina, a raça, classe social, ou força física e habilidade no pedal. Todas as crianças eram muito bem vindas e estimuladas a conhecer o Circuito Piramba Kids e ainda ganhava um medalha e um kit com doces e adesivos de brinde para quem participava e tudo por isso a medalha e as sacolas dadas levaram em conta a sustentabilidade ambiental que é tão cara para nós. Foi uma oportunidade maravilhosa de tantos ciclistas mirins já calejados curtir a pista como estimular crianças que ainda estavam aprendendo as técnicas básicas desse veículo que tem tudo a ver com criança, mas que na medida que crescemos a gente tende a trocar pelo veículos a motores, mas isso não precisa ser necessariamente.

Falta uma educação no Brasil que estimula a mobilidade urbana de bike, com o preço dos combustíveis hoje é um ganho e tanto. Não temos ônibus circulares capaz de fazer a integração com os moldais de transporte, bem como não temos onde estacionar as bikes e a segurança pública é um problema sério aqui, não tem como deixar a bike na rua de forma tranquila, bem diferente de países desenvolvidos e que valorizam a bike como meio de transporte. Mas é preciso perseguir e conscientizar o uso da bike e por isso estacionamentos de bicicleta no centro da cidade seria de muita utilidade e isso serve para qualquer cidade do Brasil, é questão de utilidade pública, garanto que seria muito mais barato e útil para a população do que muitos elefantes brancos caros e congelados no tempo que só dá despesa e acumula sujeira. É preciso que os agentes públicos também participem desse esforço em prol de uma mobilidade urbana mais ágil, sustentável e saudável tanto para o corpo como a mente.

E, estar com meu filho durante o os dois dias do final de semana e ser testemunha de que ele oferecia a sua bike nova com o maior prazer para qualquer criança que aprecia foi uma felicidade única, alegria dele era também a minha e não tem preço que paga. E outros sorrisos também apareceram nos pequenos em consequência disso. É como se uma espiral de bem e de coisas boas brotasse naturalmente ma nossa frente, foram momentos mágicos, e que cada minuto que parecia ser doado aos outros na verdade eram minutos doados a nós mesmo, como se fosse nós os grandes beneficiados com a alegria proporcionada por sorrisos e alegrias únicas. E ainda por cima tudo isso rendeu quase 1000 fotos, uma mais bela que a outra e que infelizmente não tem como reproduzir todas nesse espaço.

Só resta nossos sinceros agradecimentos aos pais e filhos que compareceram e nos deram a honra de compartilhar de momentos abençoados e que venha outros. Com poucos recursos, algumas pessoas e um pouco de boa vontade é possível fazer alguma coisa, não é muito, mas é de coração e já é melhor do que nada fazer. Afinal, qual é preço de um lindo sorriso estampado no rosto de uma criança? Tudo já teria valido muito a pena se o trabalho que fizemos tivesse proporcionado um sorriso ou um momento de alegria em uma única criança.

E o que vimos nos dois dias de evento foram muito mais, foram dezenas e dezenas sorrisos lindos, uma retribuição incrível para o Piramba, e por isso tudo valeu muito mais que a pena. Tudo deu tão certo que com certeza iremos repetir o Piramba Kids. Algo inédito em Garça e região e que mostra que basta uma boa ideia, muito pouco dinheiro, e certa boa vontade é possível fazer alguma coisa, ainda que muito pequeno, só que na direção correta. Incentivar as crianças a prática de esporte e com alegria, estimular o contato com a natureza e com o mundo real nas era dos eletrônicos não é fácil, mas é preciso, se for de forma sustentável então melhor ainda, o planeta grita, quem tiver ouvidos para ouvir que ouça.

By Rudi Arena

Confira o Piramba MTB no Papobon Podcast!!!

A sétima edição está no ar e o bate papo é com o Advogado, Turismólogo e Pirambeiro Vicente Conessa.

Ele fala sobre sua experiência com o Piramba, grupo de ciclistas em que é um dos fundadores e também o Presidente, e dos 11 anos catalogando as cachoeiras de Garça e região.

#Papobon #PapobonPodcast #mlfeventos #podcast #amoresesabores #praticodecks #ppabrasil #fulltime #fabianooliveirafotografia #corridaderua #garça #garçasp #casadotom

Expedição PirambaMTB Caminho da Fé 2022

E lá vamos nos outra vez. Agora o destino será um dos mais famosos do Brasil entre os ciclistas, O Caminho da Fé.

Planejávamos a tempos essa viagem, e o momento de explorar esse roteiro chegou. Podemos dizer que estamos muito contentes em realizar esse sonho que com certeza esta entre 10 de 10 sonhados destinos de muitas pessoas que dividem esse espirito aventureiro que trazemos em nosso DNA e que muito tem em comum com uma de nossas inspirações, Nestor Freire do Projeto Giraventura, um cicloviajante inspirador. Marina P.P. Lima, Brou Bruto, Luiz Perrella e o Rafa do Cana de bike são mais alguns ciclistas que nos inspiram e nos motivam em nossas aventuras.

Iremos leva-los juntos dessa vez. Iremos dividir aqui, diariamente nossas historias e relatos de tudo que passaremos, dos lugares que iremos visitar e todas as emoções que nos esperam nessa viagem incrível.

Saímos por volta das 14:00hrs, tudo pronto…? só que não, ainda nao tínhamos almoçado. A parada escolhida foi o Via Mineira, um aconchegante restaurante que compõe um posto de gasolina a beira da pista na cidade de Galia que diga-se de passagem possui uma vista para o horizonte muito bonita de contemplar.

Via Mineira – Galia-SP


Apos o almoço seguimos sentido São Joao da Boa Vista, nossa primeira parada. Pousada Recanto das estações foi a nossa escolhida. Aconchegante e muito acolhedora nos recebeu de braços abertos por volta das 18:45hrs, horário em que chegamos para começar a nos concentrar e vivenciar essa energia incrível que veio se acumulando a cada quilômetro durante a viagem, a cada segundo que se passava rumo a esse abençoado destino.

Pousada Recanto das Estações S.J. da Boa Vista.

Bora Pirambar……..

Apoio e patrocinio @ealog_group

Circuito Piramba Kids no 7º Moto Rock – tá chegando!

Atenção senhores pais e responsáveis: é necessário autorizar a participação de seu filho por meio de termo de responsabilidade disponível aqui, que pode ser baixado, impresso e assinado antecipadamente. Ou, se preferir, pode ser feito na hora do evento.

O Circuito Piramba Kids será uma pista especialmente montada para a prática do ciclismo pelas crianças no Bosque das Cerejeiras de Garça.

Serão dois trajetos distintos: uma para crianças de 1 a 5 anos e outra de 6 a 12 anos. Com curvas e obstáculos que certamente vão divertir e incentivar as crianças para a prática do ciclismo.

Traga a criançada e eternize esse momento com belas fotos que serão vendidas pela Piramba no cenário mais bonito de Garça.

Além disso, todas as crianças terão medalha pela participação. A pista vai funcionar nos dias 9 e 10 de abril das 9 até as 17 horas.

Nosso especial agradecimento aos organizadores que nos convidaram e confiaram para essa missão de trazer momentos felizes de pedal para as crianças e, também a Madecor que doou as lindas medalhas! Gratidão!

No meio da trilha uma linda e enorme Jiboia

No pedal de hoje para a CIA Inglesa nos deparamos com essa bela, robusta e musculosa Jiboia, que é a segunda maior cobra da fauna brasileira. Essa serpente apesar de impor respeito pelo seu tamanho, não tem peçonha e por isso não pode inocular o veneno no homem. Mas isso não quer dizer que não morde ou que não precisa tomar cuidado.

Essa espécie assim como a sucuri matam as suas presas por constrição até asfixiar. Embora não seja considerada agressiva, ela se mostrou o tempo inteiro pronta a dar um bote se necessário e emite um som impressionante que ajuda a afugentar seus predadores.

By Rudi Arena

Saiba mais sobre esse belo réptil da fauna brasileira

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Habitat

As jiboias são serpentes encontradas em várias regiões da América Central e América do SulNo Brasil, é comum encontrar jiboias na Amazônia, na Mata Atlântica, no Cerrado, na Caatinga e no Pantanal.

Comportamento

As jiboias são animais mais ativos durante a noite, entretanto, podem ser observadas durante o dia em busca de um local para se abrigar. Elas são encontradas tanto no solo quanto sobre as árvores, apresentando, portanto, hábitos terrestres e semiarborícolas.

Para capturar suas presas, a jiboia apresenta um comportamento conhecido como “senta-espera”. Como o próprio nome sugere, as jiboias permanecem em locais em que não são facilmente avistadas e esperam o momento que seu alimento chegue até elas. Após a captura, a jiboia enrola seu corpo no animal, enrolando-o e apertando-o até que os movimentos respiratórios cessem e a presa morra por asfixia. Sendo assim, diferentemente do que algumas pessoas pensam, a serpente não mata a presa devido à quebra dos ossos.

Após matar sua presa, a jiboia engole-a inteira. Para facilitar a ingestão, primeiro, a jiboia engole a cabeça do animal e, posteriormente, o restante do corpo. Essa forma de ingerir a presa evita que os membros abram-se e dificultem a deglutição.

Quando se sentem ameaçadas, as jiboias apresentam um comportamento característico. Elas contraem sua cabeça e pescoço e emitem um som agudo. Além disso, as jiboias podem eliminar fezes e morder o predador.

Curiosidade

Curiosidade: Você sabia que, no Brasil, é permitida a venda da jiboia como animal de estimação? Entretanto, é fundamental conhecer o local onde o animal está sendo comprado. A venda só é permitida em locais que apresentam registros e autorização do Ibama. Lembre-se sempre de que o comércio de animais silvestres, sem todas as autorizações e registros, é crime. Sendo assim, não se pode retirar esse animal da natureza.

Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/animais/jiboia.htm

A Cachoeira do Poção é Única!!!

Entre as mais de 50 cachoeiras que já percorremos em Garça e região, ouso dizer que não tem nenhuma igual a Cachoeira do Poção, e isso não quer dizer que seja a mais bela ou a melhor, mas que ela tem um encanto e algumas qualidades que nenhuma outra tem.

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Essa cachoeira é muito bonita, tem uma boa altura, tem água muito limpa e ainda um largo poço que em alguns lugares não dá pé. Só que que ela parece envolta a uma atmosfera diferente, parece guardar um pouco do eram as cachoeiras em um tempo que não existia a interferência do homem. Ela também não é muito parecida com as outras cachoeiras que temos.

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É preciso percorrer um bom trecho no leito do rio até chegar na cachoeira e quanto mais próximo, mais belo fica o caminho e o entorno, e não existe atalho, é como se estivéssemos no fundo de um grande buraco com as encostas altas e com inclinação de quase 90º em meio a árvores, água, pedras e muitos peixinhos, e o sol não tem como vê-lo, apenas os raios que iluminam as folhas lá no alto da mata e bem distantes de nós.

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E quando digo buraco, é como se fosse mesmo, pois a cachoeira está no fundo de um dos cânions que existem em Garça-SP. Ir até a Cachoeira do Poção é sempre um pouco demorado e trabalhoso, só que a sensação ao chegar no lugar é de muita satisfação, é como se tivéssemos encontrado o paraíso na terra ou o lugar onde está escondido o pote de ouro. O bom é que não precisa de ser o paraíso e nem ter o pote, a Cachoeira do Poção é magnífica, e que continue assim, um colírio para os olhos dos amantes da natureza.

By Rudi Arena

A incrível Cachoeira da Coruja.

Local de beleza cinematográfica localizado em Garça.

Por que Cachoeira da Coruja?

Esse local fica em propriedade particular e a escolha desse nome veio em homenagem a esse animal incrível que estampa uma das camisas do Piramba. Essas aves são exímias caçadoras, utilizam seus olhos aguçados e seu voo silencioso para dominar o ambiente. Para a cultura grega é símbolo de sabedoria.

Além disso, a intenção é manter a localização em segredo para evitar visitantes sem autorização do proprietário.

Saímos de Garça em torno das 3 horas da tarde do dia 15 de janeiro de 2022. A previsão do tempo era que haveria chuva.

Pouco antes da saída havia muitos trovões mas, partimos mesmo assim. Se por ventura chovesse abortaríamos a visita a cachoeira.

Dica Importante:

Toda vez que se pretende visitar locais de natureza e cachoeiras é muito importante observar as condições do tempo.

Com chuva se torna bastante perigoso em cachoeiras as conhecidas “trombas d’águas” ou “cabeças d’águas”, que é quando o rio recebe grande quantidade de água e acaba quase que “transbordando” levando consigo muitos resíduos como galhos, pedras e etc.

Além disso, dependendo da quantidade de dias de chuva anteriores a visita do local pode haver deslizamentos e até deslocamento de rochas. Algo que infelizmente aconteceu recentemente em Capitólio vitimando muitas pessoas e que, poderia ser evitado se tomados os devidos cuidados.

Mesmo que o tempo não marque chuva é importante prestar atenção no volume da água da cachoeira e da queda d’água. Qualquer alteração no volume é indicativo de tromba d’água. Nesse caso, o ideal é sair do local o quanto antes e procurar um local seguro.

Feito esse parêntesis, o pedal foi bastante curto. Com menos de 10 quilômetros percorridos beirando a Rodovia da Comunidade chegamos a propriedade. O Segurança franqueou acesso e os experientes pirambeiros Fausto e Rabicó acharam com muita facilidade a primeira queda após amarrarmos as bikes num tembé.

A primeira queda tem que ser acessada pelo lado direito e havia até uma corda amarrada em uma árvore. A primeira cachoeira possui em torno de 10 metros.

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Nos banhamos e depois seguimos pelo rio até a segunda queda que também possui uns 10 metros de altura.

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Mas, o que mais chama atenção é uma terceira queda já na beira de um enorme precipício. A vista é impressionante.

A quarta queda seguramente deve mais de 30 metros de altura.

Sinceramente eu desconheço um local de beleza tão impar como a Cachoeira da Coruja. Isso porque são muitas quedas em locais tão próximos e com belezas tão distintas.

O próprio visual do topo da cachoeira para o vale é de tirar o folego. Do lado direito emerge um grande paredão e a frente uma mata imensa preservada.

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Fica agora o desejo de chegar embaixo dessa imensa cachoeira. O que não deve ser tarefa fácil.

Ao final voltamos de bike em êxtase por essa nova cachoeira (ou novas cachoeiras) passando por milhares de pés de cafés num dia que jamais sairá de nossa memória. Cada vez mais Garça nos surpreende com suas belezas naturais.

Quase perdemos o PirambaCopter

O PirambaCopter é um drone Dji Spark e levamos ele em todos os pedais para principalmente registrar as cachoeiras e picos por um ângulo diferente que fazíamos antes. Com ele pudemos gravar já muitas cachoeiras.

Porém, como esses locais o sinal de gps é muito fraco e, as vezes até inexistente é preciso voar com ele no modo manual, ou seja, é preciso estar sempre mantendo o contato visual com o drone porque as funções de segurança dele (como o return-to-home – quando o drone retorna para o local de onde iniciou o voo) ficam desligadas.

Ao tentar gravar essa imensa queda (ainda consegui registrar parte dela como se vê no vídeo) mas, ele simplesmente parou de responder aos comandos no controle e foi levado com o vento. Ai bateu o desespero. Já nem o enxergava mais.

Fui até um local para tentar localizar e do nada ele se reconectou. Com muita calma fui trazendo ele até ao topo da cachoeira novamente. Quando percebi que haveria um espaço entre as árvores tentei pousá-lo. Ele bateu em um galho e caiu para dentro da cachoeira em um local seco. Ufa. Foi por pouco dessa vez.

Tivemos muita sorte. No próprio manual do Drone é desaconselhável fazer o que foi feito. Ele acaba se “confundindo” porque decola de 2 metros, e ao ser levado ao lado de uma queda de uns 30 metros o seu sensor de altura pode não funcionar corretamente mais. Somado ao fato de voar sem o sinal de gps. É realmente bastante arriscado.

Vicente Conessa.

Pedal Bosque Municipal e Cachoeira da União. Piramba Kids com imagens aéreas incríveis do PirambaCopter!

Chegou o dia de apresentar a piramba para o meu filho

Chegou o dia que eu tinha prometido para o Ravi, o meu filho de 08 anos, que era leva-lo de bike até uma cachoeira, ou seja, apresentar de bike a pirambeira, e assim aumentar o nível de dificuldade dos nossos pedais. Já tínhamos ensaiado para este dia, fomos até Jafa algumas vezes que tem lá suas subidas e descidas, outro dia chegamos até próximo da Cachoeira do Gaia e percorremos 23 km de estrada de chão. No entanto, eu sabia que os pouco mais de 10 km da Cachoeira da União seria um desafio diferente para ele e não era possível saber como ele iria reagir as dificuldades inerentes a esta mudança, o que causava uma certa apreensão.

Estradão x Pirambeira

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Quando se sai do estradão e vai encarar a piramba e ir em cachoeira, alguns novos elementos se apresentam. Para começar muda-se o terreno, de uma estrada batida, passa para uma terra acidentada ou grama/capim que exige maior esforço do ciclista. Outra coisa, também é regra que antes de se chegar a uma cachoeira exista uma descida de inclinação severa ou extrema, também é comum que em alguns momentos é preciso carregar a bike no braço pois é impossível percorrer todo o trecho em cima dela, as vezes também é tem que fazer um pouco de trekking e percorrer a pé o leito do rio até chegar no destino. Essas são só algumas das dificuldades que passam a existir para ilustrar um pouco a respeito dessa mudança, que é de pedalar no estradão e passar a pedalar na piramba, o que ela traz de novo para o ciclista, e no caso de um ciclista mirim essa mudança é ainda maior, pois ainda está aprendendo as técnicas do esporte e explorando novas experiências sobre duas rodas.

Amigos é tudo de bom

O bom que para essa empreitada eu pude contar com meus grandes amigos Vicente Conessa e o Fabiano Ogawa que foram muito importante nesse dia e ajudou bastante neste dia. Ajudaram muito para dar mais confiança e segurança para esse pedal com cachoeira, ajudaram diversas vezes e fizeram toda a diferenças. Obrigado pela força!!!

O Bosque Municipal

O passeio começou com uma volta pelas trilhas do Bosque Municipal de Garça que possui 18,50 hectares de Mata Atlântica preservada dentro da cidade. Ali já foi o primeiro teste para a criança, pois havia obstáculos, trilhas single track e lugares com mata fechada. Foi muito bom curtir esse patrimônio da cidade e o acabou sendo o esquenta para o que viria adiante. Sem contar que meu filho deu de cara com um lagarto Teiu enorme cuja cena ele não irá esquecer tão cedo.

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A descida até chegar na cachoeira

Como já diz o ditado, para descer todo santo ajuda, até 100 metros antes de chegar no rio estava tudo muito bem. A partir do momento em que foi preciso pular para andar no pasto e percorrer os trios de boi, aí então o Ravi começou a sentir de fato que pedalar na pirambeira exige muito mais do que se estivesse na estrada de terra.

Ao andar o trecho final de pasto meu filho conheceu a dificuldade que é de manter os pneus dentro dos limites dos estreitos dos trios de boi, alias, é comum isso mesmo com os ciclistas adultos e experimentados, mas que não estão acostumados a andar nesse tipo de terreno. Porém, tudo é questão de tempo para pegar o macete da coisa. Por isso, o Ravi acabou empurrando a bicicleta em alguns momentos, ainda que fosse uma descida.

Ao chegar até o leito do rio chegamos no momento em que é precisava de muita atenção, principalmente com criança e estando com as mão ocupadas, pois é preciso carregar a bike no braço. Nessa hora a ajuda dos amigos foi fundamental para dar mais segurança e chegar enfim debaixo da cachoeira com tranquilidade.

Pena que a cachoeira ainda não se recuperou muito bem do período de estiagem e estava com um volume de água menor do que normal. A água estava aparentemente limpa e um pouco gelada. Meu filho ficou a princípio ficou um pouco reticente de entrar debaixo da queda, mas o encorajei a colocar a cabeça na água e sentir a temperatura, a força e a energia que só uma cachoeira proporciona. A reação é imediata, ninguém fica indiferente a um banho de cachoeira.

A Cachoeira como nunca vista (PirambaCopter)

Essa cachoeira é uma velha conhecida do Piramba e uma das mais próximas da zona urbana e uma das que mais visitamos, embora a gente tenha vários registros do local, ainda não tinha nenhuma imagem aérea do PirambaCopter.

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Na beira do precipício o drone foi lançado ao ar e captou belíssimas imagens e pudemos conhecer a 2ª Cachoeira da União como nunca vimos antes, as cenas falam por si e vale a pena conferir o registro desse lugar incrível e do lado da cidade.

A volta e a subida bruta para uma criança

Como já era previsto, a volta é que guardava as maiores dificuldades e que seria um intenso teste de resistência ainda que o percurso não fosse longo em termos de quilometragem. Se para descer o pasto já foi um tanto complicado, subir então seria mais ainda e assim foi. Geralmente a gente já precisa mesmo carregar a bicicleta em alguns trechos, mas o Ravi não conseguiu pedalar os 100 m de subida íngreme no pasto e nem subir a pé carregando a bike nos braços. Tive então que ir a pé carregando a minha bicicleta e a do meu filho, foi um pouco tenso e o esforço foi muito grande, mas ainda bem que foi por pouco tempo e sorte que pude contar a ajuda providencial dos meus amigos.

Deu tudo certo no final

Depois de chegar até a cerca e encontrar um terreno menos hostil, foi possível voltar pedalando, mas ainda tinha muita subida bruta até voltar para a cidade, tive que ajudar o Ravi a pedalar empurrando suas costas até chegar próximo da mata do bosque. Foi até que rápido, mas muito intenso tanto para mim como para meu filho cujo cansaço em seu semblante era visto a olho nu. Mas chegando de volta a civilização, tudo ficou mais tranquilo e o Ravi voltou pedalando para casa e nem parecia mais o menino esbaforido de minutos atrás. Valeu muito a pena e para o meu pequeno foi como se fosse uma grande aventura e tivesse alcançado um grande feito. Ainda bem que tudo correu muito bem, e ficaram momentos felizes na recordação, e é claro que um pouco de cansaço temporário, o que é normal. Sem suor e desafios a evolução fica mais distante. E estreitar os laços de amizade e de pai e filho foi apenas uma ótima consequência de um pedal como deste dia.

Quanto menor o aro, maior é o obstáculo proporcionalmente que o ciclista precisa transpor

Um problema foi verificado com o uso de bicicleta infantil de aro pequeno como a que o Ravi utilizou para chegar na Cachoeira da União. É que os obstáculos e desnível do terreno ganha um contorno bem maior quando se está com uma bike de aro 16, por exemplo. Obstáculo que parece ser pequeno para nós que estamos em uma de aro 29, para quem está com aro pequeno o obstáculo parece gigante proporcionalmente, o que faz o ciclista mirim ser obrigado a fazer um esforço muito grande ou mesmo fica inviável transpor empecilhos que existentes no caminho. Este problema só pude observar ao pedalar com meu filho na pirambeira, pois é algo que não ocorre quando ele pedala pelas estradas de terra.

By Rudi Arena

O Desafio Piramba JetFlex Será Imperdível!!! (Programação: 03, 04 e 05 de Dezembro 2021)

Faça sua inscrição até o dia da prova pelo link abaixo :

https://piramba.sbrsports.com.br

O PIRAMBA®️, com objetivo de reunir ciclistas, interessados, curiosos e famílias para compartilhar momentos agradáveis como sociedade organizada, fomentar ações que incentive o bem estar individual, das famílias e da sociedade, resolveu criar algo além dos encontros periódicos de pequenos grupos para desfrutar da região através do mountain bike, criar um e evento em Garça/SP com maior abrangência.

O DESAFIO PIRAMBA JETFLEX promete agitar o fim de semana em Garça, nos dias 03, 04 e 05 de Dezembro/2021 com uma programação vibrante para proporcionar entretenimento, diversão, cultura, fomentar a economia local, a consciência ambiental e a solidariedade social.

Confira a seguir o que a turma do PIRAMBA®️ preparou com muita dedicação para o evento.

  • Dia 03 (sexta) – abertura – será no Teatro Municipal de Garça e contara com uma palestra incrível e apresentação musical.
  • Dia 04 (sábado) – reconhecimento + entretenimento – acontecerá no Lago JK Williams, com bandas e o reconhecimento da pista, onde sera o desafio do dia seguinte.
  • Dia 05 (domingo) – DESAFIO PIRAMBA JETFLEX + entretenimento + premiações – acontecerá no Lago JK Williams, o desafio acontece em uma pista preparada especialmente para o evento e para atender desde os ciclistas menos experientes até os profissionais.

São incontáveis os objetivos que um evento dessa proporção pode trazer, certamente um deles é estimular os ciclistas e a população em geral à prática do ciclismo, seja como competição, treino, lazer e até mobilidade;  e que a sociedade tenha uma maior conscientização sobre a bicicleta em nosso cotidiano, no trânsito e seus benefícios para o meio ambiente.

Segurança:

Além de tudo isso, também é claro que existe uma preocupação com a segurança das pessoas, por isso os inscritos contarão com seguro acidente incluso e também estará uma ambulância de prontidão. O evento também conta o apoio imprescindível da Prefeitura Municipal de Garça.


Praça de Alimentação:

O evento acontecerá no cartão postal de Garça, o Lago JK Williams  e terá ampla estrutura para receber não apenas os atletas e os amantes do MTB, mas também toda a população em geral, inclusive as  famílias, e para isso contará com banheiros, bar, e praça de alimentação com tendas das entidades filantrópicas locais:

Lions: hambúrguer e cachorro quente.
Patrulha: batata com cheddar e bacon
Casa de Apoio do Câncer: bebidas
Apae: pastel
Hosfram: espetinho e pudim

Escoteiro: limonada, pão de queijo e café.

Programação Cultural

SEXTA (Teatro Municipal de Garça*)

18:00 – Abertura do Teatro
18:30 – Piramba-MTB e seu papel com a sociedade e meio ambiente
18:45 – Prefeito João Carlos
19:00 – Ricardo Meira
20:00 – Palestra com Nestor Freire e Marina Lima
(Previsão de encerramento as 22h)

*Avenida Dr. Rafael Paes de Barros – Williams, Garça – SP

SÁBADO (Lago JK Williams) **
10:00 – Plantio inaugural do Bosque Piramba JetFlex Sustentável
11:00 – Abertura do Palco
13:00 – Tozzetti
15:00 – Rodrigo e Alexandre
17:00 – Banda Balaclava
19:00 – Banda Not Dog
(Previsão de encerramento as 21h)

DOMINGO (Lago JK Williams)**
11:00 – Banda Experimento
12:30 – Premiações
13:00 – Banda Phoma
15:00 – Grupo Resenha
(Previsão de encerramento as 17h)

**Rua Vinte e Sete de Dezembro, 394 – Williams, Garça – SP

Palestra

Também haverá uma palestra imperdível com Nestor Freire do projeto Giraventura com o tema: “Oiapoque ao Chuí de bike” em que vai compartilhar de sua fascinante experiência de bike Brasil a fora com participação da atleta de maratona Marina Lima .

Nestor freire é o idealizados do projeto giraventura , um projeto de vida de 10 anos que contemplam 10 cicloviagens ao redor do mundo, escritor do livro extremos do mundo concorrente ao prêmio Jabuti 2021 na categoria biografia/documentário/reportagem.


Marina Lima , técnica em agropecuária , desenvolve um trabalho voltado a extensão rural, apoia também o projeto das mulheres do café do norte pioneiro do PR , é ciclista , atleta praticante de modalidades duras como maratonas e hard endurence, já concluiu o malacara race.

Reconhecimento da Pista

Dia 04 de dezembro, além de apresentação de bandas haverá reconhecimento da pista no horário das 09h até as 17h para quem quiser conhecer acostumar-se ao trajeto.

Circuito e categorias:


O DESAFIO PIRAMBA JETFLEX  terá categoria Elite, Pro e Sport,  e será disputado em um circuito técnico e desafiador de aproximadamente 8 km que passará por  trilhas incríveis em meio a cafezais e belas paisagens, e ainda os participantes terão a rara oportunidade de pedalar dentro de parte da mata do bosque municipal.

Local, pREMIAÇÃO E kit:

O ponto de largada e chegada  será o lago JK Williams em Garça-SP. A categoria Elite, feminina e masculina, graças à colaboração de nossos bravos patrocinadores dará uma premiação total de 10 MIL REAIS EM DINHEIRO! E todos os inscritos receberão um Kit Magnata, que valerá cada centavo do valor gasto na inscrição e ainda por cima fará uma criança sorrir. 

Neutralização de Emissão do CO²

A preservação da natureza é um de nossos pilares e buscamos sustentabilidade em nossas ações, para isso contamos com o nosso parceiro em reflorestamento de árvores nativas, a Ecooar. Para esse evento, a cada inscrição feita, uma árvore será plantada em áreas de preservação permanente para neutralizar a emissão do CO² do inscrito.

Sustentabilidade

Os kits dos participantes serão entregues em sacola de papel, os copos descartáveis serão de papel, as medalhas entregues é de madeira de reflorestamento, e será feita coleta seletiva dos resíduos gerados.

Realização Piramba®️

O PIRAMBA®️ é uma marca devidamente registrada, e uma entidade sem fins lucrativos. Toda a renda arrecadada com as inscrições será revertida em projetos sociais desenvolvidos por nós, em especial a nossa campanha de natal com distribuição de brinquedos para crianças da zona rural  e da periferia da cidade de Garça-SP.

Confira como foi a nossa Ação de Natal de 2020:

https://www.youtube.com/watch?v=aI_qDNmXVhQ


https://www.youtube.com/watch?v=DaRT9_V54rg

Apoio e Patrocinadores:

Por tornar possível a realização desse evento, o Piramba®️ agradece A todos os parceiros e patrocinadores que apostaram nessa ideia: PPA, EALOG, NATURAL ONE, DBG, FULLTIME, UNIMED, MASSAS PAULISTAS, MARMOARIA SIMÕES, COLÉGIO LÚMEN, LOCAÇÕES GARÇA, COMASA, AONET, TRANSPORTADORA ELITE, TELHAS SCARTEZINI, SEG LUZ, FAZENDA SÃO RAMIRO, PROCOMESSO, POSTO EXPRESS, MARIPAV, MACRO CONESSA, IDEAL VARIEDADES, HIDRODEX, GID, FLEX IMÓVEIS, ECODECOR, DIAGLAB, DELETRO, DARMA GRAMPOS, CONSTRUART, CASA DO LED, BRAFÉRTIL, AUTO ESCOLA PLANALTO, ARANHA E CONESSA ADV, ALLCÓPIAS, ADVOCACIA THIAGO SILVA, 014 STORE, 3AEXPRESS, MEU HOTEL, W SUPLEMENTOS, RB ALIMENTOS, SANTEE, GUCOL, ECOOAR, LA MAGLIA, VELTTER, BIG MART, AGROFITTO, ENGEPER, HENLAU, LEILA CASA LINDA, MINI SHOPPING GARÇA, GRANCHELLI CAFÉ, GIRAVENTURA, BICHO DO MATO, GRAN VILLAGGIO E SUJO DE BARRO

INFORMAÇÕES IMPORTANTES DO DESAFIO PIRAMBA JETFLEX :


DATA DA REALIZAÇÃO DO DESAFIO: 05/12/2021

HorÁRIO:


CATEGORIA ELITE E PRÓ – 45KM  Largada: 8:00hs
CATEGORIA SPORT – 25KM Horário da largada: 05/12/2021 10:00hs
INSCRIÇÕES LIMITADAS: 300 INSCRITO
S Obs. As inscrições serão feitas a partir do dia 3 de novembro de 2021 até o dia o dia da prova (05 de dezembro), o limite máximo é 300 ciclistas. Apenas através do site www.sbrsports.com.br ou o link em www.pirambamtb.com.

VALOR DA INSCRIÇÃO


Diamante: R$ 100,00 + 1kg de Alimento (Até 20/11/2021 ou 250 unidades)Kit Incluso: Camiseta, Medalha Finisher, Squeeze, Bandana, Placa da Bike com Chip, Café, Protetor Solar, Gel Isotônico, Muda de Arvore e MUITO MAIS!


Ouro: R$ 80,00 + 1kg de AlimentoKit Incluso: Medalha Finisher, Squeeze, Bandana, Placa da Bike com Chip, Café, Protetor Solar, Gel Isotônico, Muda de Arvore e MUITO MAIS!


 CATEGORIAS – ELITE MASCULINO E FEMININO  e PRO

ELITE e PRO*: Categorias: Masculino e Feminino e com premiação em dinheiro com total de mais de 10 mil reais para os dez primeiros colocados na classificação geral!!!

SPORT: Masculino Sub-23: 15 a 22 anos Sub-30: 23 a 29 anos Master A: 30 a 39 anos Master B: 40 a 49 anos Master C: 50 anos ou + Feminino Sub-23: 15 a 22 anos Sub-30: 23 a 29 anos Master A: 30 a 39 anos Master B: 40 a 49 anos Master C: 50 anos ou +


KIT E CHIP
para todas as MODALIDADES os Kits serão entregues no dia 05\12 (dia do evento) das 6:00hs até as 7:00hs (será entregue no local do evento).


 * PREMIAÇÃO – DESAFIO PIRAMBA JETFLEX  –  Os atletas com colocação entre 1º a 10º lugares, na categoria ELITE, tanto do masculino e feminino serão premiados com troféus e têm o direito a uma bonificação de incentivo por objetivo atingido, conforme tabela abaixo: ELITE Masculino e Feminino (O Valor é pago individualmente)
1º R$ 2.000,002º R$ 1.000,003º R$ 600,004º R$ 500,005º R$ 400,006º R$ 300,007º R$ 200,008º R$ 100,009º R$ 50,0010º R$ 50,00


MEDALHA:
 Todos os que concluírem a prova receberão uma  medalha única.

Inscrições-Patrocinadores-logos-Colaboradores
Logos dos patrocinadores e colaboradores
Kit-sustentabilidade-resíduos-
Ecooar-planta-retirada de carbono
Selo Ecooar

Slogan Giraventura

Pedal da florada dos ipês amarelos em Garça (PirambaCop)

Hoje, 21 de setembro é o dia da árvore e nada mais apropriado para ocasião do que o Piramba MTB prestar homenagem a beleza do Ipê Amarelo, árvore nativa do Brasil e que embeleza o país afora com seus cachos amarelos de cor viva e chama a muito a atenção por quem passa por suas belas flores.

O inverno não é considerada uma estação muito auspiciosa para as plantas, árvores e flores em geral. Mas a estação fria e seca também pode guardar belas surpresas, como foi o caso da exuberante florada dos Ipês amarelos em Garça. As lindas imagens foram registradas pelo PirambaCop e andar de bike entre esse espetáculo da natureza é um privilégio que dura poucos dias.

Na época da seca, a árvore perde as folhas, que dão lugar às flores e transformam a paisagem. A floração do ipêamarelo ocorre entre os meses de julho e setembro e chama a atenção de moradores da cidade e da zona rural. A floração dos ipês-amarelos dura, em média, 15 dias.

Ipê-amarelo-flor-de-algodão

Ipê-amarelo-flor-de-algodão (Handroanthus serratifolius) é uma espécie de árvore do gênero Handroanthus. No Brasil também é conhecida como somente ipê-amarelo.

Características

É uma árvore com porte que varia de médio a grande e pode atingir de 15 a 30 metros de altura. Possui o tronco fissurado formando finas placas que se soltam em pequenas quantidades. Suas flores são de cor amarelo-dourado e se formam em cachos. 

Flores

Possuem flores hermafroditas livres ou em tríades levemente perpendicular, unidas em conjuntos em formato de umbela no final dos ramos. O cálice e a corola tem forma tubular com cinco lóbulos. Por causa de sua beleza, atraem  insetos e vertebrados como abelhas e pássaros, especialmente beija-flores que tem papel fundamental na polinização. As sementes são espalhadas pelo vento.

A floração ocorre após a queda das folhas, o que acontece no período mais seco, geralmente de junho a agosto, no inverno, podendo variar nas zonas mais próximas ao litoral.

Distribuição geográfica

Floração de Ipês-Amarelos ou “Pau-d’arcos amarelos” (Handroanthus serratifolia) vista do Pico Alto, no município de Guaramiranga, topo mais elevado da Serra de Baturité – Ceará – Brasil.

Árvore típica do bioma da Mata Atlântica, ocorrendo no interior da mata, sendo difícil de ser encontrada em estado nativo atualmente, por conta da sua madeira ser altamente requisitada e ter desenvolvimento lento. Não é muito utilizada em paisagismo urbano, justamente pelo lento crescimento e por ser de médio a grande porte.

Usos

A madeira é utilizada para construções civis e navais, alem de pontes, postes, tábua de assoalho, tacos de bilhar e bengalas, possuindo longa durabilidade. Árvore ornamental, extremamente majestosa quando está florida, é ótima para o paisagismo. Usa-se também em restaurações florestais. A entrecasca é utilizada na medicina caseira, embora seja menos procurada que a do ipê-roxo.

Também é bastante usado em paisagismo e arborização urbana por suas flores amarelas bem chamativas, entretanto, não é recomendado plantar próximo a casas ou em calçadas, pois suas raízes podem causar problemas no calçamento e na rede de esgoto.

Flor nacional do Brasil

Em 27 de setembro de 1961, foi apresentada a proposta do Projeto de Lei 3380/1961 que declara o pau-brasil (Caesalpinia echinata) e o ipê-amarelo (Tecoma araliacea), respectivamente, árvore e flor nacionais. No entanto, após vários pareceres a PL foi arquivada. Em 7 de dezembro de 1978, somente o pau-brasil foi declarado árvore nacional por meio da Lei nº 6607. Houve outras tentativas de estabelecer o ipê-amarelo como a flor nacional com os projetos de lei PL-2293/1974 e PL-882/1975, mas as duas PL foram arquivadas na Câmara dos Deputados.

Fonte: https://pt.wikipedia.org

Cicloturismo, uma forma sustentável de viajar

Quando falamos em viajar, logo nos passa pela cabeça centenas de lugares, praias, resorts, cidades históricas e muitos outros lugares que, através de nossas redes sociais ou até mesmo pelas experiências de nossos amigos, nos conquistam e nos incitam a conhecê-los e vivenciar as maravilhosas experiências que cada um deles podem nos oferecem.

Sim, viajar talvez seja uma paixão unânime. Carro, moto, ônibus ou trem talvez sejam os métodos de transporte mais utilizados para viagens de curta distância. Já para passeios intercontinentais, costumamos utilizar dos aviões e navios, devido a distância entre os destinos, cada um deles nos proporciona benefícios e experiências diferentes, experiências essas que vivemos buscando formas diferentes de vivenciá-las.

Pedalar é uma dessas experiências que vivemos desde criança, saudosa herança pioneiramente desenvolvida por Leonardo da Vince no século XV, foi só em 1818 na França, que nossa querida “magrela” saiu do papel. Chamada de cavalinho de pau, cansava muito seus usuários por não possuir pedais nesse momento de sua história, mecanismo que chegou 22 anos mais tarde, em 1840 desenvolvido pelo escocês chamado Kirkpatrick Macmillan. Anos de evolução e mais alguns gênios como Pierre Michaux e H.J. Lawson levaram o projeto de Da Vince muito próximo de como nossa querida bicicleta é hoje, fabricadas na Europa desde 1875, com a produção no Brasil, iniciada à partir de 1898.

Uma bela viagem pela história da bicicleta não é? E que tal se viajássemos de bicicleta? Através de lugares que só ela é capaz de nos levar, paisagens incríveis, lugares históricos e experiências inesquecíveis, sem sombra de dúvidas seria um tentador convite ao inexplorado.

Rafa (Canal de Bike)

Com certeza foi por esse espírito aventureiro e desbravador que o inglês Thomas Stevens foi tomado quando em 1884, partiu de São Francisco para o que se tornaria depois, a primeira volta ao mundo de bicicleta, uma história relatada no livro “Ao redor do mundo em uma bicicleta” . Inicialmente a ideia de Thomas era pedalar “só” pelo continente americano, cruzando os Estados Unidos até Boston. Chegando à costa leste, resolveu esticar “um pouco” a aventura. Saindo de Nova York, com auxílio de navios, trem e até “a pé” iniciou sua jornada pela Europa, Ásia e pelo Japão, retornando ao continente americano em uma viagem que durou quase três anos entre 1884 e 1886.

Uma belíssima e inusitada cicloviagem que traria não só o feito histórico, mas também a criação de uma forma inusitada de se viajar, capaz de potencializar ainda mais a oportunidade de se explorar lugares inéditos além de vivenciarmos momentos que só a contemplação ciclística é capaz de trazer.

Muito difundida fora do Brasil, esse método de viagem parece-me ter caído também no gosto dos Brasileiros e roteiros internacionais deixaram de serem as únicas opções para nos ciclistas. Seja acampando ao estilo bikepacking ou de uma forma mais estruturada, esse estilo chega para se consolidar no Brasil seguindo os passos de importantes roteiros internacionais como o religiosamente famoso, o ciclo roteiro Caminho Santiago de Compostela. Em sua rota tradicional, o caminho começa em Saint-Jean-Pied-de-Port, no sul da França, e vai até Santiago de Compostela. São cerca de 800 km, que passam por castelos, igrejas encantadoras, vilarejos, plantações de uvas entre florestas, pastos e rios. Fora do Brasil são tantos que passaríamos horas escrevendo sobre eles, paisagens, lugares históricos e histórias milenares são características comum em roteiros ciclo turísticos, o que deixa esse método de viagem ainda mais tentador.

No Brasil alguns roteiros se destacam no cenário do ciclo turismo nacional, possuindo muita maturidade e tradição. O Rafa do @canaldebike que o diga, um verdadeiro bikelover, não nega nunca um convite para aquele pedal seja qual for o roteiro ou o destino. Esse amante de nossa magrela ja pedalou por tantos lugares, que só ele e o https://www.youtube.com/channel/UCaA5e9PJXY3Ci57AP96OUWg são capazes de recordar os tentadores roles que ele já fez.

Esses roteiros oferecem uma completa estrutura ao ciclista, hotéis, pousadas e restaurantes fazem parte da estrutura dos trajetos, as tradições, costumes e culinária local são alguns itens que somado as construções históricas e belíssimas paisagens, fazem desses roteiros, uma importante atração turística por onde passam, três deles bem conhecidos, e os mais frequentados do país.

Luiz Perrella (atleta Oakley Team)

O conhecido Caminho da Fé, com certeza é o ciclo roteiro que mais se destaca. Muito frequentando por ciclistas e romeiros, inicia-se em Águas da Prata/SP e tem como destino Aparecida do Norte/SP, possuindo aproximadamente 350 km em seu trajeto oficial. O percurso encantador e a religiosidade que envolvem esse ciclo roteiro, fazem das dificuldades do percurso uma experiência única e desafiadora. O Henrique Andrade do @praquempedala, Luiz Perrella (@luizperrella) atleta OakleyTeam/LaMaglia e o Eduardo P. do @mundica.reserva são alguns ciclistas que já passaram por lá e dividem suas experiências conosco em suas redes sociais. Listaríamos vários deles como o Dougrão do @dougraopedala, o Anderson Molinari o famoso Indião (@indiao.desligado) da Mauro Ribeiro, a Thays Gobbo(@gobbothays) da @letsgobikersbr, a Josy Carrijo(@josycarrijo) da @mtbqueens, a Pri Benicio(@priscilabenicio) da @prosportloja, o Rodrigo Gringo(@rodrigonunesgringo) da @gogringobikes entre muitos milhares de ciclistas que já fizeram esse roteiro. Cada um, com um relato diferente, cada um com uma lembrança diferente. Todos com a mesma sensação de que se pudessem, voltariam no tempo, e reviveriam tudo outra vez.

Thiago Drews (BrouBruto)

Nosso segundo colocado é o Roteiro Ciclo Turístico da Estrada Real. Maior rota turística do país, tem mais de 1630 km, passando pelos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, consolida-se histórica por sua origem. Criada entre os séculos 17 e 18 a mando da colônia portuguesa, foi a precursora da antiga rota do ouro, utilizada para escoar o minérios extraídos de Minas para o Rio de Janeiro. Tradicionalmente ligava a antiga Vila Rica (hoje Ouro Preto) a Paraty no Rio de Janeiro, estado de nosso brasileiríssimo e campeão mundial de MTB, Henrique Avancini. Hoje a Estrada Real possui alguns ramais que além encorparem as aventuras desse roteiro, ligam e conectam o ciclista em uma viagem pela história de nosso Brasil, um roteiro fantástico e já brutalizado pelo atleta Caloi/Cannondale Thiago Drews o @broubrutodrews, recordista de FKT nesse trajeto, protagonizou uma jornada brutal e delirante nessa rota. Com aproximadamente 53horas pedalando sem parar, teve sua chegada à Paraty/RJ, acompanhada ao vivo por mais de 10 mil pessoas. Um feito histórico.

Juliano E Gehrke

Em terceiro e não por último destacamos o Circuito Vale Europeu em Santa Catarina. Com aproximadamente 281 km, sua partida se dá em Timbó/SC onde também é seu ponto final. Em uma volta pelos vales catarinenses o ciclista aprecia a cultura local e as tradições de uma colonização predominantemente alemã, a culinária e a arquitetura histórica são mais alguns dos motivos que fazem esse roteiro um sucesso de 100 entre 100 ciclistas que o fizeram, trajeto esse que refresca a memória e não sai da palma da mão dos ciclistas Juliano E Gehrke (@juliano_rider74 Fodax) e Obelix (@rafaelobelix) conterrâneos desse roteiro.

Hoje muitos roteiros turísticos se destacam no cenário nacional, Rota das Capelas em Monte Alto-SP, Rota do Rosário em Jacarezinho-PR, Circuito das Águas em Piraju-SP, a A Travessia Maluca do Bicudão em Congonhas do Norte-MG entre outros. Inúmeros se criaram, e tantos outros nascerão para alimentar a alma dos mais aventureiros.

Mas não são só os roteiros oficiais que alimentam o espírito aventureiro do cicloviajante. Há aqueles que dispensam os mais tradicionais e em uma viagem histórica de pesquisa e planejamento, buscam rotas inéditas, lugares inexplorados, desafiando ainda mais os limites da aventura e cravando lembranças inesquecíveis de uma vida em que a bicicleta passa a ser a caneta, protagonizando e escrevendo uma história a cada pedalada, a cada destino alcançado. O Nestor Freire do @Giraventura e o Leo do @leopedandopelomundo são alguns desse ciclistas que quebram as bússolas dos tradicionais roteiros mas que nunca se perdem, buscando encontrar sempre novos destinos em um Brasil de muitos caminhos.

Nestor FreireGiraventura

Novas experiências, novos lugares e novas sensações renovarão sempre o espírito aventureiro do ser humano. Nossa querida bicicleta, seguirá nos levando para viver aquele sonho sonhado, escrevendo uma história que ainda não foi vivida, em um lugar que ainda não foi explorado!

Diego SanshesFotografo Viajante

Jamais esqueça de registrar os momentos com aquele click ou aquela selfie, os fotógrafos profissionais Fabio Piva, (RedBull) do @pivaphoto, o Rodrigo Philipps (Canal de Bike) do @rodrigo_philipps e o Diego Sanches, (The North Face) do @fotografo_viajante sempre deixam dicas incríveis em seus canais de comunicação, para que a gente faça aquela foto irada, que chacoalha nossa memória quando chega aquele momento de recordação.

Texo: João Daniel

Piramba MTB na belíssima Ribeirão Claro (PR)

Em um sábado de tempo bem fechado o Piramba logo cedo chegou no município paranaense de Ribeirão Claro, na fronteira com o Estado de São Paulo e aproveitou esse paraíso do mountain bike e com paisagens incríveis, as margens do cristalino Rio Paranapanema e com vista privilegiada da bela Represa de Chavantes.

*Sobre Ribeirão Claro

Nascida do pioneirismo de agricultores e colonizadores paulistas, mineiros e fluminenses, Ribeirão Claro tem o passado marcado pelo café. Por volta de 1895, a terra roxa e a cultura que se iniciava na região atraíram inúmeras famílias que viram na nova localidade a oportunidade de uma vida melhor com a produção cafeeira.

Atualmente, a cidade de mais de 10,5 mil habitantes conserva essa vocação rural e produz, além de um café de reconhecida qualidade, leite, milho, geleias e compotas. Criação de gado de corte e aves completam esse quadro. No entanto, a economia local se diversificou e a indústria consolidou-se. Ribeirão Claro destaca-se pelas fábricas de laticínios e de móveis.

O potencial turístico da cidade também recebe reconhecimento crescente. A localização privilegiada, às margens do Rio Paranapanema, as belas paisagens naturais e a proximidade da Represa de Chavantes atraem turistas de diferentes regiões, em todas as épocas do ano. Balneários, cachoeiras, morros e fazendas são opções preferenciais de lazer que movimentam a economia de pousadas, parques aquáticos e operadoras de esportes radicais.

Morro do Gavião


Um dos pontos altos de Ribeirão Claro (literalmente) é o Morro do Gavião, uma formação rochosa que fica 850 metros acima do nível do mar e faz parte das atrações da Fazenda São João. O local é muito procurado para a prática de esportes radicais como rapel, escalada e voo livre. A caminhada até ele e a possibilidade de contemplar do alto as belezas do lago da Represa de Chavantes são atrações à parte.

*https://www.viajeparana.com/Ribeirao-Claro

Escalada Ribeirão Claro
Morro do Gavião – Foto: Prefeitura de Ribeirão Claro

O Piramba atualizou o “Sobre nós”, entenda o motivo e o que mudou!

Logo do Piramba Atual e em alta resolução

Sobre nós

O Piramba® é uma associação sem fins econômicos que atua para a preservação do meio-ambiente natural, cultural e histórico por meio da atividade turística na região de Garça – SP.

O Piramba® começou no ano de 2011 com um grupo de amigos que se divertiam pedalando pelas pirambeiras, picos e cachoeiras da cidade de Garça que resolveram criar despretensiosamente um blog com o intuito de reunir os vídeos produzidos desses pedais e mostrar as riquezas e atrativos naturais da região.

Após mais de 10 anos após a formação inicial – e quase uma centena de cachoeiras e atrativos catalogados – o grupo que conta com mais de 20 membros, se tornou uma organização sem fins lucrativos cuja missão é:

-Divulgar os patrimônios naturais, culturais e históricos da região.

-Estimular atitudes sustentáveis na sociedade com responsabilidade ambiental e social.

-Ações e parcerias para a preservação desse patrimônios.

Nossos Valores:

-Companheirismo.

-Amizade.

-Ética.

-Transparência

.-Respeito a natureza

.-Empatia.

-Pluralidade.

-Tolerância.

-Orgulho da terra.

-Sustentabilidade.

-Apartidarismo político.

Nossa visão: o objetivo do Piramba® é ser reconhecido como uma organização que desenvolve e dissemina práticas que contribuem para a transformação social e ambiental em sua área de atuação para fins de uma sociedade mais solidária e sustentável.

O Piramba é uma marca registrada junto ao INPI (Processo nº 920341420) e regularmente inscrito no CNPJ sob o nº 43.312.157/0001-65). Todos os direitos reservados.

Pedal no cafezal queimado em Garça pela última geada e o fenômeno histórico de julho de 1975

A última onda de frio do inverno 2021 casou estragos na cultura cafeeira da região de Garça, muitos pés de café arábica foram danificados pela geada com prejuízos para os cafeicultores.

Provas do estrago são as imagens aéreas captadas pelo PirambaCop que mostram que parte das plantas de café queimadas na Fazenda Igurê. A cena é triste, e já há alguns anos que isso não ocorria, mas por outro lado o fenômeno faz parte da realidade de Garça-SP ao longo de sua história.

*Uma grande geada – a maior da história de Garça – ocorreu no dia 18 de julho, atingindo impiedosamente 90% dos cafezais da região. A cafeicultura do município foi totalmente atingida. O panorama nas lavouras garcenses era desolador: cafezais, pastos e outras culturas mostravam-se enegrecidos, como se estivessem queimados por intensas labaredas.Para se ter noção da extensão da geada ocorrida na cidade em julho de 1975, a temperatura atingiu a 1,5 grau negativo. Na manhã do dia 18, muita gente foi lavar o rosto e quando abriu a torneira não viu a água sair. A baixa temperatura congelou a água no encanamento. Somente no final da manhã a situação se normalizou. Um fato inédito em Garça até os dias atuais.

Pode ser uma imagem de em pé e ao ar livre
Jaime Nogueira Miranda mostrando os prejuízos (Acervo: Secretaria do Turismo Garça-SP)

O Café da região de Garça:

Conheça um pouco sobre a estreita relação o município de Garça-SP com o café.

A Cachoeira São Matheus como nunca vista antes (PirambaCop)

Tem algumas cachoeiras que cobram um preço alto para se chegar até ela, esse é exatamente o caso da Cachoeira São Matheus. As encostas são altas e íngremes, é mais difícil descer até ela, a subida da volta parece ser um pouco melhor e foi esse o nosso desafio no sábado de 04/09/2021 com nossas respectivas magrelas.

Não tem tilha ou picada para seguir, é preciso abrir o caminho levando muito mato no peito e arranhões na pele e depois identificar o ponto em que é possível descer, o que também não é tarefa fácil. Parecia que um abismo intransponível estava por toda parte, até que achamos um lugar para descer. Mesmo assim, a descida não foi nada tranquila, é preciso sempre procurar uma árvore ou raiz para se apoiar, e todo cuidado é pouco. É fácil escorregar barranco abaixo.

Ao final, deu tudo certo, tivemos ainda que percorrer um pouco do leito do rio até chegar. E então pudemos contemplar e aproveitar esse incrível patrimônio natural de Garça-SP, mais precisamente localizado no distrito de Jafa. A água é sempre cristalina e também muito gelada, mas é só entrar que logo se acostuma com a temperatura e então é possível curtir o belo poço que a cachoeira São Matheus possui e que parece ter sido esculpido pela força da água ao longo de anos de anos sobre a rocha que a circunda.

Também foi a primeira vez do PirambaCop neste lugar e ele fez várias imagens aéreas incríveis, e graças ao drone também avistamos a existência de uma outra cachoeira rio acima que desconhecíamos totalmente. Essa região foi abençoada pela natureza e a Cachoeira São Matheus é só mais das muitas outras lindas cachoeiras que existem em Garça-SP.

By Rudi Arena

O Piramba no programa Nosso Campo e no Jornal Tem Notícias (Rede Globo)

Matéria exibida no Jornal Tem Notícias

Depois de o Piramba ter sido objeto de uma longa matéria em um grande jornal de Bauru-SP e também da Solutudo, e de ter aparecido em um programa regional da TV Record, dessa vez nossos bravos pirambeiros deram o ar da graça na tela da Rede Globo.

Na manhã deste último domingo (29/08/2021) passou no programa Nossa Campo para todo o Estado de São Paulo uma matéria em que o Piramba MTB fechou, foi gravado em Garça-SP e teve como tema o Turismo Rural. O Piramba voltou ainda na telinha da Globo no Jornal Tem Notícias do dia 03/09/2021 com um conteúdo diferente do exibido anteriormente.

Primeiro começou com o empreendimento da família Godoy na Fazenda São Ramiro na Estrada do Saltinho com previsão de inauguração de uma pousada, um restaurante e um pesqueiro . Depois a foi a vez de mostrar a “Fazendinha” de 5.000 metros quadrados do lado da cidade, no Jardim Giseli e repleta de animais. Trata-se do Recanto Querência que tem previsão de receber grupos de estudantes e famílias de toda a região e idealizado pela veterinária Andressa Bronzatto em parceria com Carlos Alberto, o Kir.

Matéria exibida no programa Nosso Campo.

É muito bom ver que tem gente que aposta no turismo em Garça-SP. Essa é uma bandeira que o Piramba MTB já carrega faz tempo e aos poucos a gente aproveita os espaços que nos são oferecidos para além de mostrar os caminhos fascinantes que temos para a prática do mountain bike em nossa região, queremos também mostrar as belezas naturais de nossa região, pois aqui existe um potencial grande para a ser explorado por um ecoturismo consciente e sustentável. Dessa forma, buscamos contribuir, apoiar e fortalecer essa cena emergente e promissora do Turismo Rural em Garça-SP que foi tão bem captada pelo programa Nosso Campo.

by Rudi Arena

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PirambaCop melhores momentos

Este é um vídeo com os melhores momentos já registrados pelo PirambaCop, como é apelidado carinhosamente o drone usado pelo Piramba MTB para gravar as imagens incríveis das belezas da região de Garça. São cenas de cachoeiras, da Igreja da Cia Inglesa, e também de muito pedal.