Pedal Bosque Municipal e Cachoeira da União. Piramba Kids com imagens aéreas incríveis do PirambaCopter!

Chegou o dia de apresentar a piramba para o meu filho

Chegou o dia que eu tinha prometido para o Ravi, o meu filho de 08 anos, que era leva-lo de bike até uma cachoeira, ou seja, apresentar de bike a pirambeira, e assim aumentar o nível de dificuldade dos nossos pedais. Já tínhamos ensaiado para este dia, fomos até Jafa algumas vezes que tem lá suas subidas e descidas, outro dia chegamos até próximo da Cachoeira do Gaia e percorremos 23 km de estrada de chão. No entanto, eu sabia que os pouco mais de 10 km da Cachoeira da União seria um desafio diferente para ele e não era possível saber como ele iria reagir as dificuldades inerentes a esta mudança, o que causava uma certa apreensão.

Estradão x Pirambeira

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Quando se sai do estradão e vai encarar a piramba e ir em cachoeira, alguns novos elementos se apresentam. Para começar muda-se o terreno, de uma estrada batida, passa para uma terra acidentada ou grama/capim que exige maior esforço do ciclista. Outra coisa, também é regra que antes de se chegar a uma cachoeira exista uma descida de inclinação severa ou extrema, também é comum que em alguns momentos é preciso carregar a bike no braço pois é impossível percorrer todo o trecho em cima dela, as vezes também é tem que fazer um pouco de trekking e percorrer a pé o leito do rio até chegar no destino. Essas são só algumas das dificuldades que passam a existir para ilustrar um pouco a respeito dessa mudança, que é de pedalar no estradão e passar a pedalar na piramba, o que ela traz de novo para o ciclista, e no caso de um ciclista mirim essa mudança é ainda maior, pois ainda está aprendendo as técnicas do esporte e explorando novas experiências sobre duas rodas.

Amigos é tudo de bom

O bom que para essa empreitada eu pude contar com meus grandes amigos Vicente Conessa e o Fabiano Ogawa que foram muito importante nesse dia e ajudou bastante neste dia. Ajudaram muito para dar mais confiança e segurança para esse pedal com cachoeira, ajudaram diversas vezes e fizeram toda a diferenças. Obrigado pela força!!!

O Bosque Municipal

O passeio começou com uma volta pelas trilhas do Bosque Municipal de Garça que possui 18,50 hectares de Mata Atlântica preservada dentro da cidade. Ali já foi o primeiro teste para a criança, pois havia obstáculos, trilhas single track e lugares com mata fechada. Foi muito bom curtir esse patrimônio da cidade e o acabou sendo o esquenta para o que viria adiante. Sem contar que meu filho deu de cara com um lagarto Teiu enorme cuja cena ele não irá esquecer tão cedo.

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A descida até chegar na cachoeira

Como já diz o ditado, para descer todo santo ajuda, até 100 metros antes de chegar no rio estava tudo muito bem. A partir do momento em que foi preciso pular para andar no pasto e percorrer os trios de boi, aí então o Ravi começou a sentir de fato que pedalar na pirambeira exige muito mais do que se estivesse na estrada de terra.

Ao andar o trecho final de pasto meu filho conheceu a dificuldade que é de manter os pneus dentro dos limites dos estreitos dos trios de boi, alias, é comum isso mesmo com os ciclistas adultos e experimentados, mas que não estão acostumados a andar nesse tipo de terreno. Porém, tudo é questão de tempo para pegar o macete da coisa. Por isso, o Ravi acabou empurrando a bicicleta em alguns momentos, ainda que fosse uma descida.

Ao chegar até o leito do rio chegamos no momento em que é precisava de muita atenção, principalmente com criança e estando com as mão ocupadas, pois é preciso carregar a bike no braço. Nessa hora a ajuda dos amigos foi fundamental para dar mais segurança e chegar enfim debaixo da cachoeira com tranquilidade.

Pena que a cachoeira ainda não se recuperou muito bem do período de estiagem e estava com um volume de água menor do que normal. A água estava aparentemente limpa e um pouco gelada. Meu filho ficou a princípio ficou um pouco reticente de entrar debaixo da queda, mas o encorajei a colocar a cabeça na água e sentir a temperatura, a força e a energia que só uma cachoeira proporciona. A reação é imediata, ninguém fica indiferente a um banho de cachoeira.

A Cachoeira como nunca vista (PirambaCopter)

Essa cachoeira é uma velha conhecida do Piramba e uma das mais próximas da zona urbana e uma das que mais visitamos, embora a gente tenha vários registros do local, ainda não tinha nenhuma imagem aérea do PirambaCopter.

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Na beira do precipício o drone foi lançado ao ar e captou belíssimas imagens e pudemos conhecer a 2ª Cachoeira da União como nunca vimos antes, as cenas falam por si e vale a pena conferir o registro desse lugar incrível e do lado da cidade.

A volta e a subida bruta para uma criança

Como já era previsto, a volta é que guardava as maiores dificuldades e que seria um intenso teste de resistência ainda que o percurso não fosse longo em termos de quilometragem. Se para descer o pasto já foi um tanto complicado, subir então seria mais ainda e assim foi. Geralmente a gente já precisa mesmo carregar a bicicleta em alguns trechos, mas o Ravi não conseguiu pedalar os 100 m de subida íngreme no pasto e nem subir a pé carregando a bike nos braços. Tive então que ir a pé carregando a minha bicicleta e a do meu filho, foi um pouco tenso e o esforço foi muito grande, mas ainda bem que foi por pouco tempo e sorte que pude contar a ajuda providencial dos meus amigos.

Deu tudo certo no final

Depois de chegar até a cerca e encontrar um terreno menos hostil, foi possível voltar pedalando, mas ainda tinha muita subida bruta até voltar para a cidade, tive que ajudar o Ravi a pedalar empurrando suas costas até chegar próximo da mata do bosque. Foi até que rápido, mas muito intenso tanto para mim como para meu filho cujo cansaço em seu semblante era visto a olho nu. Mas chegando de volta a civilização, tudo ficou mais tranquilo e o Ravi voltou pedalando para casa e nem parecia mais o menino esbaforido de minutos atrás. Valeu muito a pena e para o meu pequeno foi como se fosse uma grande aventura e tivesse alcançado um grande feito. Ainda bem que tudo correu muito bem, e ficaram momentos felizes na recordação, e é claro que um pouco de cansaço temporário, o que é normal. Sem suor e desafios a evolução fica mais distante. E estreitar os laços de amizade e de pai e filho foi apenas uma ótima consequência de um pedal como deste dia.

Quanto menor o aro, maior é o obstáculo proporcionalmente que o ciclista precisa transpor

Um problema foi verificado com o uso de bicicleta infantil de aro pequeno como a que o Ravi utilizou para chegar na Cachoeira da União. É que os obstáculos e desnível do terreno ganha um contorno bem maior quando se está com uma bike de aro 16, por exemplo. Obstáculo que parece ser pequeno para nós que estamos em uma de aro 29, para quem está com aro pequeno o obstáculo parece gigante proporcionalmente, o que faz o ciclista mirim ser obrigado a fazer um esforço muito grande ou mesmo fica inviável transpor empecilhos que existentes no caminho. Este problema só pude observar ao pedalar com meu filho na pirambeira, pois é algo que não ocorre quando ele pedala pelas estradas de terra.

By Rudi Arena

O Desafio Piramba JetFlex Será Imperdível!!! (Programação: 03, 04 e 05 de Dezembro 2021)

Faça sua inscrição até o dia da prova pelo link abaixo :

https://piramba.sbrsports.com.br

O PIRAMBA®️, com objetivo de reunir ciclistas, interessados, curiosos e famílias para compartilhar momentos agradáveis como sociedade organizada, fomentar ações que incentive o bem estar individual, das famílias e da sociedade, resolveu criar algo além dos encontros periódicos de pequenos grupos para desfrutar da região através do mountain bike, criar um e evento em Garça/SP com maior abrangência.

O DESAFIO PIRAMBA JETFLEX promete agitar o fim de semana em Garça, nos dias 03, 04 e 05 de Dezembro/2021 com uma programação vibrante para proporcionar entretenimento, diversão, cultura, fomentar a economia local, a consciência ambiental e a solidariedade social.

Confira a seguir o que a turma do PIRAMBA®️ preparou com muita dedicação para o evento.

  • Dia 03 (sexta) – abertura – será no Teatro Municipal de Garça e contara com uma palestra incrível e apresentação musical.
  • Dia 04 (sábado) – reconhecimento + entretenimento – acontecerá no Lago JK Williams, com bandas e o reconhecimento da pista, onde sera o desafio do dia seguinte.
  • Dia 05 (domingo) – DESAFIO PIRAMBA JETFLEX + entretenimento + premiações – acontecerá no Lago JK Williams, o desafio acontece em uma pista preparada especialmente para o evento e para atender desde os ciclistas menos experientes até os profissionais.

São incontáveis os objetivos que um evento dessa proporção pode trazer, certamente um deles é estimular os ciclistas e a população em geral à prática do ciclismo, seja como competição, treino, lazer e até mobilidade;  e que a sociedade tenha uma maior conscientização sobre a bicicleta em nosso cotidiano, no trânsito e seus benefícios para o meio ambiente.

Segurança:

Além de tudo isso, também é claro que existe uma preocupação com a segurança das pessoas, por isso os inscritos contarão com seguro acidente incluso e também estará uma ambulância de prontidão. O evento também conta o apoio imprescindível da Prefeitura Municipal de Garça.


Praça de Alimentação:

O evento acontecerá no cartão postal de Garça, o Lago JK Williams  e terá ampla estrutura para receber não apenas os atletas e os amantes do MTB, mas também toda a população em geral, inclusive as  famílias, e para isso contará com banheiros, bar, e praça de alimentação com tendas das entidades filantrópicas locais:

Lions: hambúrguer e cachorro quente.
Patrulha: batata com cheddar e bacon
Casa de Apoio do Câncer: bebidas
Apae: pastel
Hosfram: espetinho e pudim

Escoteiro: limonada, pão de queijo e café.

Programação Cultural

SEXTA (Teatro Municipal de Garça*)

18:00 – Abertura do Teatro
18:30 – Piramba-MTB e seu papel com a sociedade e meio ambiente
18:45 – Prefeito João Carlos
19:00 – Ricardo Meira
20:00 – Palestra com Nestor Freire e Marina Lima
(Previsão de encerramento as 22h)

*Avenida Dr. Rafael Paes de Barros – Williams, Garça – SP

SÁBADO (Lago JK Williams) **
10:00 – Plantio inaugural do Bosque Piramba JetFlex Sustentável
11:00 – Abertura do Palco
13:00 – Tozzetti
15:00 – Rodrigo e Alexandre
17:00 – Banda Balaclava
19:00 – Banda Not Dog
(Previsão de encerramento as 21h)

DOMINGO (Lago JK Williams)**
11:00 – Banda Experimento
12:30 – Premiações
13:00 – Banda Phoma
15:00 – Grupo Resenha
(Previsão de encerramento as 17h)

**Rua Vinte e Sete de Dezembro, 394 – Williams, Garça – SP

Palestra

Também haverá uma palestra imperdível com Nestor Freire do projeto Giraventura com o tema: “Oiapoque ao Chuí de bike” em que vai compartilhar de sua fascinante experiência de bike Brasil a fora com participação da atleta de maratona Marina Lima .

Nestor freire é o idealizados do projeto giraventura , um projeto de vida de 10 anos que contemplam 10 cicloviagens ao redor do mundo, escritor do livro extremos do mundo concorrente ao prêmio Jabuti 2021 na categoria biografia/documentário/reportagem.


Marina Lima , técnica em agropecuária , desenvolve um trabalho voltado a extensão rural, apoia também o projeto das mulheres do café do norte pioneiro do PR , é ciclista , atleta praticante de modalidades duras como maratonas e hard endurence, já concluiu o malacara race.

Reconhecimento da Pista

Dia 04 de dezembro, além de apresentação de bandas haverá reconhecimento da pista no horário das 09h até as 17h para quem quiser conhecer acostumar-se ao trajeto.

Circuito e categorias:


O DESAFIO PIRAMBA JETFLEX  terá categoria Elite, Pro e Sport,  e será disputado em um circuito técnico e desafiador de aproximadamente 8 km que passará por  trilhas incríveis em meio a cafezais e belas paisagens, e ainda os participantes terão a rara oportunidade de pedalar dentro de parte da mata do bosque municipal.

Local, pREMIAÇÃO E kit:

O ponto de largada e chegada  será o lago JK Williams em Garça-SP. A categoria Elite, feminina e masculina, graças à colaboração de nossos bravos patrocinadores dará uma premiação total de 10 MIL REAIS EM DINHEIRO! E todos os inscritos receberão um Kit Magnata, que valerá cada centavo do valor gasto na inscrição e ainda por cima fará uma criança sorrir. 

Neutralização de Emissão do CO²

A preservação da natureza é um de nossos pilares e buscamos sustentabilidade em nossas ações, para isso contamos com o nosso parceiro em reflorestamento de árvores nativas, a Ecooar. Para esse evento, a cada inscrição feita, uma árvore será plantada em áreas de preservação permanente para neutralizar a emissão do CO² do inscrito.

Sustentabilidade

Os kits dos participantes serão entregues em sacola de papel, os copos descartáveis serão de papel, as medalhas entregues é de madeira de reflorestamento, e será feita coleta seletiva dos resíduos gerados.

Realização Piramba®️

O PIRAMBA®️ é uma marca devidamente registrada, e uma entidade sem fins lucrativos. Toda a renda arrecadada com as inscrições será revertida em projetos sociais desenvolvidos por nós, em especial a nossa campanha de natal com distribuição de brinquedos para crianças da zona rural  e da periferia da cidade de Garça-SP.

Confira como foi a nossa Ação de Natal de 2020:

https://www.youtube.com/watch?v=aI_qDNmXVhQ


https://www.youtube.com/watch?v=DaRT9_V54rg

Apoio e Patrocinadores:

Por tornar possível a realização desse evento, o Piramba®️ agradece A todos os parceiros e patrocinadores que apostaram nessa ideia: PPA, EALOG, NATURAL ONE, DBG, FULLTIME, UNIMED, MASSAS PAULISTAS, MARMOARIA SIMÕES, COLÉGIO LÚMEN, LOCAÇÕES GARÇA, COMASA, AONET, TRANSPORTADORA ELITE, TELHAS SCARTEZINI, SEG LUZ, FAZENDA SÃO RAMIRO, PROCOMESSO, POSTO EXPRESS, MARIPAV, MACRO CONESSA, IDEAL VARIEDADES, HIDRODEX, GID, FLEX IMÓVEIS, ECODECOR, DIAGLAB, DELETRO, DARMA GRAMPOS, CONSTRUART, CASA DO LED, BRAFÉRTIL, AUTO ESCOLA PLANALTO, ARANHA E CONESSA ADV, ALLCÓPIAS, ADVOCACIA THIAGO SILVA, 014 STORE, 3AEXPRESS, MEU HOTEL, W SUPLEMENTOS, RB ALIMENTOS, SANTEE, GUCOL, ECOOAR, LA MAGLIA, VELTTER, BIG MART, AGROFITTO, ENGEPER, HENLAU, LEILA CASA LINDA, MINI SHOPPING GARÇA, GRANCHELLI CAFÉ, GIRAVENTURA, BICHO DO MATO, GRAN VILLAGGIO E SUJO DE BARRO

INFORMAÇÕES IMPORTANTES DO DESAFIO PIRAMBA JETFLEX :


DATA DA REALIZAÇÃO DO DESAFIO: 05/12/2021

HorÁRIO:


CATEGORIA ELITE E PRÓ – 45KM  Largada: 8:00hs
CATEGORIA SPORT – 25KM Horário da largada: 05/12/2021 10:00hs
INSCRIÇÕES LIMITADAS: 300 INSCRITO
S Obs. As inscrições serão feitas a partir do dia 3 de novembro de 2021 até o dia o dia da prova (05 de dezembro), o limite máximo é 300 ciclistas. Apenas através do site www.sbrsports.com.br ou o link em www.pirambamtb.com.

VALOR DA INSCRIÇÃO


Diamante: R$ 100,00 + 1kg de Alimento (Até 20/11/2021 ou 250 unidades)Kit Incluso: Camiseta, Medalha Finisher, Squeeze, Bandana, Placa da Bike com Chip, Café, Protetor Solar, Gel Isotônico, Muda de Arvore e MUITO MAIS!


Ouro: R$ 80,00 + 1kg de AlimentoKit Incluso: Medalha Finisher, Squeeze, Bandana, Placa da Bike com Chip, Café, Protetor Solar, Gel Isotônico, Muda de Arvore e MUITO MAIS!


 CATEGORIAS – ELITE MASCULINO E FEMININO  e PRO

ELITE e PRO*: Categorias: Masculino e Feminino e com premiação em dinheiro com total de mais de 10 mil reais para os dez primeiros colocados na classificação geral!!!

SPORT: Masculino Sub-23: 15 a 22 anos Sub-30: 23 a 29 anos Master A: 30 a 39 anos Master B: 40 a 49 anos Master C: 50 anos ou + Feminino Sub-23: 15 a 22 anos Sub-30: 23 a 29 anos Master A: 30 a 39 anos Master B: 40 a 49 anos Master C: 50 anos ou +


KIT E CHIP
para todas as MODALIDADES os Kits serão entregues no dia 05\12 (dia do evento) das 6:00hs até as 7:00hs (será entregue no local do evento).


 * PREMIAÇÃO – DESAFIO PIRAMBA JETFLEX  –  Os atletas com colocação entre 1º a 10º lugares, na categoria ELITE, tanto do masculino e feminino serão premiados com troféus e têm o direito a uma bonificação de incentivo por objetivo atingido, conforme tabela abaixo: ELITE Masculino e Feminino (O Valor é pago individualmente)
1º R$ 2.000,002º R$ 1.000,003º R$ 600,004º R$ 500,005º R$ 400,006º R$ 300,007º R$ 200,008º R$ 100,009º R$ 50,0010º R$ 50,00


MEDALHA:
 Todos os que concluírem a prova receberão uma  medalha única.

Inscrições-Patrocinadores-logos-Colaboradores
Logos dos patrocinadores e colaboradores
Kit-sustentabilidade-resíduos-
Ecooar-planta-retirada de carbono
Selo Ecooar

Slogan Giraventura

Piramba MTB na belíssima Ribeirão Claro (PR)

Em um sábado de tempo bem fechado o Piramba logo cedo chegou no município paranaense de Ribeirão Claro, na fronteira com o Estado de São Paulo e aproveitou esse paraíso do mountain bike e com paisagens incríveis, as margens do cristalino Rio Paranapanema e com vista privilegiada da bela Represa de Chavantes.

*Sobre Ribeirão Claro

Nascida do pioneirismo de agricultores e colonizadores paulistas, mineiros e fluminenses, Ribeirão Claro tem o passado marcado pelo café. Por volta de 1895, a terra roxa e a cultura que se iniciava na região atraíram inúmeras famílias que viram na nova localidade a oportunidade de uma vida melhor com a produção cafeeira.

Atualmente, a cidade de mais de 10,5 mil habitantes conserva essa vocação rural e produz, além de um café de reconhecida qualidade, leite, milho, geleias e compotas. Criação de gado de corte e aves completam esse quadro. No entanto, a economia local se diversificou e a indústria consolidou-se. Ribeirão Claro destaca-se pelas fábricas de laticínios e de móveis.

O potencial turístico da cidade também recebe reconhecimento crescente. A localização privilegiada, às margens do Rio Paranapanema, as belas paisagens naturais e a proximidade da Represa de Chavantes atraem turistas de diferentes regiões, em todas as épocas do ano. Balneários, cachoeiras, morros e fazendas são opções preferenciais de lazer que movimentam a economia de pousadas, parques aquáticos e operadoras de esportes radicais.

Morro do Gavião


Um dos pontos altos de Ribeirão Claro (literalmente) é o Morro do Gavião, uma formação rochosa que fica 850 metros acima do nível do mar e faz parte das atrações da Fazenda São João. O local é muito procurado para a prática de esportes radicais como rapel, escalada e voo livre. A caminhada até ele e a possibilidade de contemplar do alto as belezas do lago da Represa de Chavantes são atrações à parte.

*https://www.viajeparana.com/Ribeirao-Claro

Escalada Ribeirão Claro
Morro do Gavião – Foto: Prefeitura de Ribeirão Claro

Pedal no cafezal queimado em Garça pela última geada e o fenômeno histórico de julho de 1975

A última onda de frio do inverno 2021 casou estragos na cultura cafeeira da região de Garça, muitos pés de café arábica foram danificados pela geada com prejuízos para os cafeicultores.

Provas do estrago são as imagens aéreas captadas pelo PirambaCop que mostram que parte das plantas de café queimadas na Fazenda Igurê. A cena é triste, e já há alguns anos que isso não ocorria, mas por outro lado o fenômeno faz parte da realidade de Garça-SP ao longo de sua história.

*Uma grande geada – a maior da história de Garça – ocorreu no dia 18 de julho, atingindo impiedosamente 90% dos cafezais da região. A cafeicultura do município foi totalmente atingida. O panorama nas lavouras garcenses era desolador: cafezais, pastos e outras culturas mostravam-se enegrecidos, como se estivessem queimados por intensas labaredas.Para se ter noção da extensão da geada ocorrida na cidade em julho de 1975, a temperatura atingiu a 1,5 grau negativo. Na manhã do dia 18, muita gente foi lavar o rosto e quando abriu a torneira não viu a água sair. A baixa temperatura congelou a água no encanamento. Somente no final da manhã a situação se normalizou. Um fato inédito em Garça até os dias atuais.

Pode ser uma imagem de em pé e ao ar livre
Jaime Nogueira Miranda mostrando os prejuízos (Acervo: Secretaria do Turismo Garça-SP)

O Café da região de Garça:

Conheça um pouco sobre a estreita relação o município de Garça-SP com o café.

Piramba MTB em Campos do Jordão (2021)

O frio pegou, mas o Piramba MTB não arreou e voltou para pedalar entre as belas montanhas da Serra da Mantiqueira e haja perna para tanta subida. O bicho pega. Esse vídeo registra algumas cenas que gravamos durante nossos dias de em Campos do Jordão, lugar que sempre vale a pena, pois e é um prato cheio para quem curte mountain bike.

By Rudi Arena

O Desafio 6 Horas do Piramba MTB Foi Top Demais!!!

O Primeiro Evento Organizado pelo Piramba MTB

Dia 05/12/2020 foi realizado o primeiro evento organizado pelo Piramba MTB, foi o Desafio 6 Horas, trata-se de uma prova em que cada equipe precisava manter algum integrante pedalando por 6 horas seguidas, e a equipe vencedora seria a que conseguisse fazer o maior número de voltas. Entretanto, o objetivo maior não era a competição em si, esta foi apenas um detalhe ou um pretexto para algo maior.

Muito Além de Uma Competição

Ficou acertado de que toda a contribuição vinda das inscrições seriam revertidas integralmente para a ação social planejada pelo Piramba MTB, que seria a entrega no final do ano de brinquedos para crianças da zona rural de Garça e adjacências, em especial por onde passamos de bike. Isso foi possível já que conseguimos valorosos patrocínios que custearam as despesas para a realização do evento. E a escolha de presentear essas crianças não foi por serem carentes, mas sim porque muitas vezes o poder público não as alcança e também pelo fato de elas ficam mais distantes dos lazeres e das diversões que a cidade as vezes proporciona. Assim, essa foi uma forma que o nosso grupo achou para retribuir o acolhimento que recebemos por onde a gente passa de bike, e tentar levar um pouco de alegria para essa criançada nesse ano tão difícil marcado pela pandemia e seus efeitos adversos.

Um Teste

Outro objetivo do Piramba MTB nessa empreitada foi o de organizar esse evento como uma espécie de teste, com número reduzido de participantes, foi um evento fechado, pois era preciso ir com calma, colher os possíveis erros de primeira viagem para corrigir e quem sabe em um futuro breve fazer um evento de maior porte e abir para um público mais amplo.

O Dia Foi Uma Grande Confraternização

Durante toda as 6 horas do Desafio o clima foi de confraternização e de estímulo ao esporte, a parceria e camaradagem entres os ciclistas saltava aos olhos. A ideia sempre propiciar um dia diferente tanto para quem participou da prova como para seus familiares, filhos e amigos, por esta razão, foram contratadas atrações para crianças e assim foi criado um clima mais familiar possível.

Objetivos Atingidos

E não é que todos os objetivos foram atingidos com sucesso, é claro que uma ou outra pequena falha pontual sempre existe, mas nada que tenha tirado o humor de ninguém ou o brilho do evento como um todo. Já que além da prova, também fazia parte do evento e da inscrição um almoço de primeira e com direito a muito rock and roll. Conseguimos o que era o nosso sonho de consumo para fechar esse dia que planejamos para ser tão especial, ter a Banda Phoma tocando ao vivo e ainda sem cobrar cachê, banda essa que todos nós do Piramba somos fãs de longa data, isso foi sensacional.

Uma Pista Bruta e Repleta de Encantos

Tudo estava muito bom, durante a prova São Pedro até ameaçou de virar o tempo, mas ficou só na ameaça, e a prova transcorreu sem maiores problemas, teve sim um ou outro tombo na pista que tem lá seus perigos, mas nada muito sério, faz parte do universo mountain bike e é natural que ocorra, ainda mais em uma pista técnica onde aconteceu o Desafio. Aliás, falando na pista, trata-se de um lugar espetacular para os amantes do mountain bike, em meio a uma bela floresta de mogno africano, com direito a rampas, single track, entre outros atrativos. O percurso tem curvas acentuadas que exige bastante do ciclista, bem como fortes subidas e descida brutas. O trajeto ainda passa por uma represa, ladeia o curso de um rio que inclusive tem uma bela cachoeira ali mesmo, passa pela mata ciliar, mas apesar de ter bastante sombra, a pista não dá refresco, uma única volta nela em clima de competição já acaba com o cidadão. Por isso, parabéns para todas as meninas que encaram esse desafio e fizeram bonito, inclusive pedalaram mais que muitos barbados, o que é muito legal de se ver. Depois de 6h horas de extenuante pedal, o desafio chegou ao fim, aí então era só curtir a festa, nada mais merecido.

Um Trabalho a Muitas Mãos

A confraternização começou com um almoço regado e muito saboroso. Em seguida veio a banda Phoma para selar esse evento que ficará marcado na memória de quem participou e que demonstra a força que o Piramba MTB teve para tirar as idéias da cabeça e fazer tudo virar realidade. Mas é claro que isso só foi possível em razão de muitas mãos que trabalharam duro para que esse projeto saísse do papel, bem como dos patrocinadores que também foram super importantes para a realização do evento esportivo e também para ação social planejada. Assim, nossos sinceros agradecimentos à PPA, Stokers, Made in Cuspi, Henlau, Refrigerantes São José, GID adesivos, Ecodecor, Ecooar e Farinha Deusa.

Também foi de suma importância os convidados que aceitaram participar dessa prova do Piramba MTB e que deram o sangue, pois todos tiveram que suar bastante, o desafio não foi nada fácil. E quem sabe esse foi apenas o primeiro de muitos eventos que ainda virão, já vimos que é possível ir além, e agora não tem mais como parar esse bonde, ninguém mais segura o Piramba MTB.

Rudi Arena

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Pedal Sensacional do Piramba MTB com mais de 50 ciclistas na Fazenda Igurê e na Cachoeira do Cantu.

No dia 03/10/2020, mais de 50 ciclistas da região de Garça, Marília e Bauru, grupos conhecidos como o Piramba-MTB, Sujodebarro, Pedal Família Bauru fizeram um cicloturismo pelas trilhas de Garça.

Saindo da Hípica de Garça, trafegamos até a entrada da mata da Fazenda Igurê, uma trilha dentro de mata fechada com single track e muita sombra, bem-vinda e necessária pelo dia de muito calor que fez.
Com destino a sede da Fazenda Igurê, um belo local, passamos pela igreja e vimos as estruturas de preparo do café existentes nessa bela fazenda.

Descemos até a “porteira de ferro”, pegando um atalho em mais um curto single track para iniciar a “pequena” subida do tão famoso Saltinho, estrada que liga a rodovia de Garça até a cidade de Gália por terra.

O destino era a Cachoeira do Cantu, uma área preservada com águas limpas e naturais.

Foi o refresco na hora certa, pois o sol já incendiava os pneus e capacetes dos bikers, cansados e exaustos, mas felizes por conhecer as paisagens naturais.

A volta para Hípica foi brava, com muito calor, sede e esforços para garantir a aventura do passeio de bicicletas.

Alexandre Dantas

Pedal até Cabrália Paulista, 136km de Muita Terra e Subida. Um Teste para Nossos Limites!!!

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Em um belo de sábado ensolarado de Agosto, não muito cedo e nem muito frio, saímos de Garça com destino a Cabrália Paulista. Para a maioria dos pirambeiros desta empreitada, foi o pedal mais longo de nossas vidas. Um verdadeiro teste para conhecer nossos limites. Decidimos ir por estrada de terra sempre que possível e também não voltar pelo mesmo lugar que fomos, ainda que isso aumentasse o percurso e o nosso cansaço também. Foi um verdadeiro banho de estradão, mas com belas paisagens.

Primeiro, fomos até a cidade de Fernão pela estrada de terra da Cia Inglesa, de lá, seguimos para Duartina pela antiga estrada de Ferro. Ali aproveitamos que já era horário de almoço e o fato de que já tínhamos pedalado bastante, paramos então em uma padaria para comer um pão. E logo seguimos para o destino final, a pequena cidade de Cabrália Paulista, onde encontramos uma doceria espetacular, uma verdadeira tentação aos nossos sentidos. Assim, é claro que foi impossível resistível a tais obras primas primas adocicadas.

Para voltar, resolvemos ir até a cidade de Lucianópolis com a intenção de depois pegar uma estrada de terra que pode ir tanto para Ubirajara como para o Bar Azul em direção à Alvinlândia-SP/Gália-SP. Já perto de anoitecer chegamos ao bar azul, para nossa alegria estava aberto,então paramos para descansar um pouco e tomar uma tubaína. Depois, passamos pela venda seca, para enfim chegar em Garça. O bom é que não teve quedas, não teve de câimbras, nem bike quebrada, só um pirambeiro perdido pelo caminho, mas abafa o caso, isso é conversa para outro post. O importante é tudo deu certo no final. Acabou que foi bem mais tranquilo que o imaginado. Passamos bem neste teste, e que venha o próximo longão para romper novas barreiras físicas e mentais.

Muitas vezes a gente não tem a noção de até onde podemos chegar, de quantos quilômetros aguentamos de fato pedalar, geralmente menosprezamos nossa própria força e achamos que não podemos fazer algo que nem chegamos a tentar. Fica a dica, antes de achar que não consegue, porque não ao menos tentar e assim saber na prática o seu verdadeiro limite? Não é preciso ser atleta, ter alimentação balanceada, treinar exaustivamente e estar em paz com a balança, um pouco de preparo e força de vontade podem ser o suficiente para irmos além de nossas prisões mentais.

Rudi Arena

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As paradas providenciais no meio do caminho para descanso.

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Longe de casa e quase chegando em Cabrália Paulista-SP.

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A linda Igreja Matriz de Cabrália PaulistaSP
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Doce
Impossível resistível a esse doce.

Bike Park em Construção (Garça/SP): Jump, Tombo, TV e Muito Mais

Este é um vídeo de um Bike Park em construção no município de Garça/SP. Trata-se de uma Pista de XCO para os amantes do esporte, com direito a uma rampa para dar um jump, ponte, curvas técnicas, subidas e descidas intensas e ainda tem o bônus, que é uma bela cachoeira que existe nas proximidades.

Como nem tudo são flores, neste vídeo tem também imagens de um forte tombo de bicicleta, a primeira impressão ao ver a imagem é que nosso amigo tenha se machucado bastante. Coisas que só acontece com quem pedala, ousa, tenta e as vezes acontece de dar errado mesmo, mas cada tombo é um aprendizado e assim vai.

Uma equipe da Emissora de TV Record marcou presença e registrou imagens do início desta empreitada, a exibição da matéria esta prevista para Dezembro/2019.

Este bike park em construção explora o potencial da região para o ciclismo de montanha, neste caso, em trilhas abertas em meio a agradável floresta de mogno, o que garante bastante sombra ao ciclista. Tudo isso, valoriza este esporte que a cada dia ganha mais adeptos, bem como o município de Garça que poderá ganhar em breve um ótimo espaço específico para a prática do Moutain Bike.

Rudi Arena

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Pico do Itapeva e Pico do Diamante na Serra da Mantiqueira

Neste dia fomos conhecer uma das maiores atrações de Campos do Jordão-SP, na verdade eram dois objetivos, conhecer o Pico do Itapeva e o Pico do Diamante e depois voltar pela Trilha da Onça. Um pedal cujo objetivo era percorrer os pontos mais elevados da região. As altitudes desses picos chegam a passar dos 2.000 metros em meio a beleza e o frio do topo das montanhas da Serra da Mantiqueira. Embora geograficamente os picos sejam considerados parte do território do município vizinho de Pindamonhangaba-SP, o acesso é por Campos do Jordão e fica a 14 km de distância da Vila  Capivari, o centrinho turístico da cidade. Por isso, é considerado um atrativo desta. No topo do Pico do Itapeva é possível avistar quase todo o Vale do Paraíba, mas a hora que passamos por lá, a neblina era tanta que não foi possível ver praticamente nada. Uma pena mesmo. Mas a estrada para chegar até lá é muito bonita e compensou de qualquer forma o pedal até lá.

Já que não deu para ver muita coisa no Pico do Itapeva, não perdemos muito tempo ali e seguimos em direção ao Pico do Diamante. Para chegar até lá, foi preciso percorrer bons quilômetros de subida bem íngreme, por isso, chegamos ao pico já bem cansados. Antes do topo, uma forte neblina já tinha dado as caras, e quando chegamos na placa do Pico do Diamante, eram muitas as cabras que nos davam as boas vindas, e elas pareciam não se importar com a presença humana tão próxima. O bom que depois de algum tempo a neblina começou a se dissipar com o o sol das 10 horas da manhã, aí foi então possível apreciar o privilegiado visual do Pico do Diamante.

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De lá, o roteiro previsto era pegar a Trilha da Onça que liga o Pico do Diamante ao Pico do Itapeva, começamos a descer, mas logo percebemos que a missão seria quase impossível, as bikes não paravam em pé e dificuldade era enorme, isso porque era descida. A trilha tinha uma largura bem estreita e ainda por cima era o caminho era acidentado e com uma inclinação bastante acentuada.

Seguir em pé na bike pela trilha era tarefa muito difícil, a vegetação molhada pela neblina da trilha fazia com que toda hora o pneu da bike escorregasse. Chegou um momento então que percebemos que não iria rolar de continuar descendo pela trilha, tivemos que abortar a ideia e voltar até o Pico do Diamante para então retornar a cidade Campos do Jordão-SP.   

                                                                                                    

Tanto o Pico do Itapeva e o Pico do Diamante possuem uma vista linda demais, mas existem grandes diferenças entre eles. É como se o Pico do Diamante fosse Raiz e o Pico do Itapeva fosse Nutella. No Primeiro, só existe uma placa no local, a subida da estrada de terra é pesada e a distância da cidade é maior, e chega lá o ambiente ao redor é bem rústico e as cabras tomam conta do Pico. 

Já o Pico do Itapeva é de mais fácil acesso, a estrada para chegar lá é pavimentada, existe também um comércio que não combina com área de preservação ambiental que ali existe, pois tira um pouco a atenção do que era para ser o maior atrativo do lugar, a natureza e sua formações geológicas. Também tem um parque ali, e que cobra R$10,00 pela a entrada e R$20,00 para o estacionar o carro.  Muitos comentários que li sobre o assunto falam que não vale a visitação pela infra estrutura oferecida, lá não passa cartão, o atendimento é considerado ruim e não é muito desorganizado. Além disso, o mesmo visual pode ser desfrutado de fora das dependências do parque. 
                                                                                                                                             
Rudi Arena   
 

Pico do Itapeva *

Uma das vistas mais privilegiadas da Serra da Mantiqueira podem ser apreciadas do Pico do Itapeva.

Do alto de seus 2.030 m de altitude, é possível avistar 15 cidades do Vale do Paraíba. São elas: Tremembé, Guará, Aparecida, Taubaté, Pindamonhangaba, Roseira, Caçapava, Potim, Cruzeiro, Lorena, Piquete, Moreira Cesar, São José dos Campos, Eugênio de Melo e Cachoeira Paulista.

Um dos maiores picos do Brasil está localizado no território da cidade de Pindamonhangaba, mas seu único acesso acontece pela estrada de asfalto que sai de Campos do Jordão, tornando-se assim uma atração turística da cidade.

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O Pico do Itapeva, que em indígena significa “Pedra Chata”, é também uma oportunidade para se comprar doces, artesanatos e roupas em lã. Artigos como malhas, luvas e cachecóis são vendidos por pequenos fabricantes a preços convidativos.

A apenas 14 km da Vila Capivari, o Pico é todo recortado por trilhas, onde os mais aventureiros encontrarão muita adrenalina em passeios a cavalo, moto, bicicleta ou mesmo uma saudável caminhada.

Um lindo e tranquilo lago dá boas vindas aos visitantes que chegam, montando uma linda paisagem junto às árvores ao redor da margem.

A paisagem do alto do Pico do Itapeva é realmente surpreendente. O Vale do Paraíba se dobra aos pés do Pico, permitindo uma imagem panorâmica indescritível.

Aproveitando o relevo generoso da natureza, o Pico do Itapeva abriga ainda retransmissores de UHF e VHF, e também um laboratório de pesquisas de raios cósmicos montado pela FAB (Força Aérea Brasileira).

Grandes formações rochosas são observadas no solo do Pico e em outras montanhas ao redor, criando uma exuberante atmosfera natural.

Ao passear pela região não deixe de levar a câmera fotográfica, pois em todos os lados que se olha existe um cartão postal, pronto para ser registrado

*Fonte:  https://www.guiadecamposdojordao.com.br/campos-do-jordao-passeios/pico-do-itapeva.html

Pico do Diamante *

De dificuldade média para muito difícil, a trilha possui 20,4 km de extensão e leva-se 3h30 para completar. O início da trilha é na Vila Inglesa, situada a 4 km do centro de Capivari. Até lá, pode-se ir de carro ou bike. O percurso inicial é asfaltado; o trecho de terra começa à direita, logo após a represa da Vila Inglesa. Na primeira etapa, pegar à direita nas duas primeiras bifurcações. Com 1,15 km seguir à esquerda, e com 1,65 km, novamente à esquerda.

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Com 1,90 km subir à direita e depois novamente a esquerda, A trilha, propriamente dita, começa aos 2,22 km, saindo da estrada à direita, prestando atenção, pois não há nenhum marco visível. Depois, pega-se a trilha do Brejo Grande, à esquerda.

Na segunda etapa, somente em trilhas, existem muitas bifurcações. Na dúvida siga pela subida, até alcançar o km 6,70, no Visual Alto da Serra. Novatos devem procurar um guia local. Quase na crista da Serra da Mantiqueira se deixa a trilha do Brejo Grande e Umuarama para trás.

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Mais 2 km de estrada de terra e entra-se novamente na trilha, conhecida como do Diamante, que virou uma estradinha de terra. Para conquistar o cume do Pico do Diamante (1.870m), faltam apenas 1,5km de subida. Lá em cima a parada é obrigatória! O percurso até o cume do Diamante totaliza 10km.

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A volta pelo estrada de terra é mais tranqüila. Descendo 5 km, direto, até o asfalto no Toriba. Mais 500m, e se desce a primeira entrada de terra à direita. Faltam mais 4,5 km até a Vila Britânia e depois mais 1 km até Vila Abernéssia.

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Como Chegar:

Campos do Jordão fica a 184 km de São Paulo. O principal acesso para Campos do Jordão é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123), que inicia no entroncamento da Rodovia Carvalho Pinto/Ayrton Senna, na altura do km 310 da Rodovia Presidente Dutra.

Esse entroncamento fica no sub-distrito de Quiririm, entre Taubaté e Caçapava. É uma rodovia sinuosa, turística, com belos mirantes para a região do Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira. Abriga dois postos de abastecimentos (km 11 – Poço Grande e km 18 – acesso a Tremembé) e vários pontos de parada com produtos da região e atrações turísticas. A viagem, saindo de São Paulo, para Campos do Jordão tem duração aproximadamente de 2 horas.

Comentário:

A Vila Inglesa é uma região muito bonita para se conhecer. Depois de passar pela represa, sobe-se até o alto, por estrada de terra de difícil acesso a automóveis. A trilha sai do Brejo Grande (antiga pista de enduro de velocidade de motos), sobe para o Umuarama e vai até o Pico do Diamante.

Para quem gosta de trilha técnica, é um “prato cheio” (para quem não conhece a região, é indispensável contratar um Guia). No alto do Umuarama, vale curtir a vista da cidade e montanhas vizinhas. Os picos do Campestre atingem 2.045m, a Pedra do Baú 1.850m.

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Já no cume do Diamante, o Vale do Paraíba se estende aos pés do observador. O desnível passa dos mil metros. Em dias claros, dá para observar mais de sete cidades ao longo do Vale do Paraíba.

* Fonte: http://www.webventure.com.br/trilha-do-pico-do-diamante

Trilha da Onça *

Travessia entre os Picos do Diamante ao Pico do Itapeva em Campos do Jordão SP

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A trilha da Onça tem várias ramificações pelos morros que formam a Serra da Mantiqueira e a nossa aventura, é uma linda travessia iniciando no Pico do Diamante e chegando ao Parque do Pico do Itapeva.

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Já em seu início é possível contemplar com o visual, várias cidades do Vale do Paraíba, partindo com 1890 metros de altitude e tendo um desnível de 804 metros em meio à mata fechada, e chega a dois pequenos riachos de águas cristalinas.

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Em seguida, é preciso subir pela trilha até chegar ao rancho abandonado na mata e ao seu lado estará à cachoeira pequena, local onde quem quiser poderá se refrescar com a água gelada.

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Essa trilha tem grande desnível e é considerada de nível médio com seus 9km de distância, sendo recomendável paradas para descanso, lanche e hidratação.

OBS: NÃO É ACONSELHÁVEL PARA CRIANÇAS MENORES DE 10 ANOS OU PARA PESSOAS COM MAIS DE 65 ANOS QUE NÃO PRATICAM ATIVIDADES FÍSICAS!

*Fonte: https://br.eventbu.com/campos-do-jordao/trilha-da-onca/9794037

Tamanduá-Mirim no Corujão Piramba MTB para Ubirajara-SP

Para aproveitar bem o feriado de Tiradentes, rolou até alta madrugada um Pedal Corujão Piramba MTB para contemplar uma bela lua cheia e com destino a Ubirajara, aproximadamente 90 km no total, partindo de Garça-SP.

É preciso ir pela rodovia SP-331 até chegar a uma placa: `”Ubirajara – Acesso em Terra”, e pegar a estrada de terra do famoso Boteco Azul. Seguimos por ela por um bom tempo até que nos deparamos com um lindo Tamanduá-Mirim pelo caminho, a princípio estava no chão, mas logo que nos aproximamos ele já correu em direção a uma árvore,  e começou a subir e subir até sentir-se seguro, como um bom animal arborícola que é.

Outra informação interessante é que animal pertence a ordem Pilosa , a mesma do bicho-preguiça, e ao ver em ação grudado no tronco da árvore, foi possível constatar o parentesco, tem nítidas semelhanças. Foi um momento fantástico e raro de se ver,  realmente um privilégio poder ter presenciado esta cena.

Após um breve come e bebes em Ubirajara, retornamos pela estrada de terra da Estação Ecológica do Caetetus para chegar novamente na SP-331, e assim seguir de volta para Garça.

Na chegada já era altas horas da madrugada, e apesar de um pouco cansado, o que predominou foi uma sensação muito gostosa, não só do objetivo cumprido, mas de agradecimento também,  pois o Pedal Corujão superou as expectativas. A lua cheia deu um espetáculo a parte, ouvir apenas os sons da natureza a noite foi outro, e ainda de lambuja encontramos alguns animais pelo caminho.

A estrada de terra era só nossa, o silêncio só era quebrado pelos animais, foram muitos os pássaros pelo caminho. Em especial os curiangos tanto na ida como na volta estavam aos montes no meio do caminho e acompanharam boa parte do nosso pedal. São animais de hábito noturno e que se alimentam de insetos, tem também o apelido de mede-léguas pois o curiango tem mania de pousar à beira de estradas e trilhos. Por conta disso, é comum vê-lo voar à frente de pedestres e veículos, como se medisse as léguas. Outra característica desta espécie é que vivem no chão onde costuma se camuflar em meio às folhagens.

O clima agradável, a ausência de sol e calor, tudo isso ajudou que a gente chegasse em casa mais inteiro, o que fez deste pedal algo nada sacrificante, pelo contrário, foi para lá de gratificante, muito bom mesmo. Que venha o próximo Corujão.

Rudi Arena 

 

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Curiango ou Bacurau (Nyctidromus albicollis)

Um Giro pelo Zoom Bike Park em Campos do Jordão

No dia 16 de agosto de 2015 foi inaugurado o  Zoom Bike Park que foi construído do zero, com tudo muito bem sinalizado conforme orientações técnicas internacionais. Desde então,  passou a ser quase que um sonho conhecer este lugar, uma vez que já tinha visto matérias na televisão sobre esse Bike Park que é voltado especificamente para os amantes de Mountain Bike, e parecia ser um verdadeiro paraíso para os amantes do esporte. E a expectativa acabou por se confirmar, realmente é prato cheio que todo ciclista do MTB gostaria de se lambuzar.

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O Bike Park está localizado no município de Campos do Jordão-SP e  fica aberto das 9h às 17h – sexta, sábado, domingo, feriado e férias. Para outros dias e para grupos, é necessário agendamento prévio. Ao todo são 18 trilhas dos mais variados níveis de dificuldades, aproximadamente 40 km no total  e 2.220 metros de ganho de elevação se o ciclista fizer todas a trilhas do Bike Park.

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Todo o caminho é muito bem sinalizado, cada trilha tem um nome e uma cor que define o nível de dificuldade, bem como a indicação do desnível, a extensão e o destino, por isso é sempre bom ficar atento as essas placas que existem pelo caminho. As cores das trilhas são azul, verde, vermelho e preto em ordem crescente de dificuldade.

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Basicamente são todas singles track, que é quando a largura da trilha comporta apenas um ciclista, e sempre de mão única para evitar a qualquer colisão frontal entre as bikes. O local passa a impressão de ser muito seguro e organizado e possui ainda o serviço de aluguel de bike, inclusive com modernas bicicletas elétricas de pedal assistido da marca Specialized. No meio das trilhas existem vários pontos de água corrente jorrando a vontade, o que é muito importante também.

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Para nós pirambeiros que gostamos de pedalar em meio a vegetação e belas paisagens, estar nesse Bike Park é como se estivéssemos no céu ou em um verdadeiro santuário do MTB, as trilhas dentro de matas e o visual deslumbrante da Serra da Mantiqueira é um convite irrecusável. Tem trilhas que possuem vários trechos de ponte de madeira, algumas tem até Wallride, que é quando a bike anda meio que na vertical, muito bom mesmo. Acabou que não esgotamos todas as trilhas e por isso ficou um gostinho de quero mais.

Dá para comprar o ingresso de forma antecipada pelo site, o valor sai mais em conta, é preciso desembolsar  R$60,00, também é possível adquirir ingresso para mais dias, e até existe o “individual sócio” que é válido pelo ano inteiro pelo valor de R$365,00.

http://zoombikepark.com.br/compre-aqui/ingresso-individual/

O único dissabor que tivemos foi em relação a forma como fomos atendidos logo de início, porque erramos a entrada o Zoom Bike Park e aí apareceu um funcionário de bike muito nervoso, achando que a gente queria entrar sem pagar, e ele reclamou muito. Mesmo depois que explicamos o mal entendido, o atendimento não melhorou, as perguntas eram respondidas com má vontade e de forma vaga, e as vezes até com deboche, isso não foi nada legal. Ainda assim, valeu muito a pena e recomendo a todos que um dia vá conhecer esse verdadeiro paraíso do Mountain Bike.

Rudi Arena

Trilha do Urubu e Descida pela Fazenda Antinhas – Garça-Sp

Pedal com todos os ingredientes de uma verdadeira trilha de mountain bike, tem um pico de uma cachoeira bem alta e com visual fascinante, subindo ainda o curso da água, também há um belo e amplo poço, lugar ótimo para tomar uma banho e relaxar um pouco.

Depois, não tem muito refresco, é pedalar firme na maior parte em chão de pasto que obriga o ciclista a gastar mais energia para pedalar, ainda bem em compensação, boa parte da trilha é repleta de belas paisagens de serra, com paredões e vales.

Um dos trechos mais aguardados é a descida ao fundo do vale pela Fazenda Antinhas, em terreno acidentado, a íngreme descida é campo fértil para eventuais tombos, e foi o que ocorreu. Em seguida, é preciso seguir andando pela grama e atravessar alguns brejos até enfim pular uma cerca para chegar quase no final em uma estrada de terra.

Daí em diante, força, coragem e ânimo, pois é subida que não acaba mais até finalmente voltar para a estrada de asfalto que leva para Itiratupã, Distrito de Jafa no município de Garça-SP. Total do Percurso foram 44 Km rodados, mas a sensação foi de que havia sido mais do que isto.

Rudi Arena

Capote do Bororo – Faz. Antinhas – Itiratupã – Garça-SP

No fundo de um belo vale na direção do bairro rural de Itiratupã, ocorreu um tombo de bicicleta com nosso amigo de pedal Bororo. Ele, ao encarar uma desafiadora descida, bastante íngreme e acidentada, acabou sofrendo uma forte queda.

Felizmente, apesar de alguns ralados e hematomas no corpo, nada de muito sério aconteceu. Na hora da queda foi um grande susto, mas por outro lado, ao ver que ele levantou  rapidamente do chão e já dando risada, foi um grande alívio. Por isso, não é demais lembrar da importância do uso de capacete.

Rudi Arena

Cachoeira do Pneu (Inédita)

Esta é mais uma cachoeira que o PIRAMBA MTB conseguiu registrar, sem sombra de dúvidas ela é bem imponente, é alta, tem um bom volume de água e também a queda d água possui vários degraus, o que a embeleza ainda mais. Porém, a água é turva, cheira mal, e no curso do rio até chegar a cachoeira encontramos muito lixo mesmo, e chamou a atenção a quantidade de pneus, a maioria de bicicleta, mas encontramos também de moto e até de caminhão,  garrafas PETs e  sacos plásticos aos montes,  cena triste, um lugar tão lindo e que o homem estragou. Também não é pra menos, essa cachoeira é quase  que o bueiro da cidade de Garça,  está localizada na parte à direita dos vales  que existem atrás do Bosque Municipal, mais ou menos na altura do Lago artificial da cidade.

Tudo começou porque em outro pedal chegamos ao alto de uma cachoeira e a vontade de chegar em baixo para tomar aquele banho ficou martelando na cabeça. Assim, em um outro dia, decidimos ir até lá, mas chegou um momento que não era mais possível prosseguir pedalando, então amarramos as bikes com um cadeado junto a uma pequena árvore e seguimos a pé. A volta foi realmente uma verdadeira aventura displicente, ao invés de fazermos o mesmo caminho da ida, resolvemos não voltar pela águas sujas do rio, porém, a opção de escalar o paredão até chegar o lugar em que deixamos nossas bikes não das tarefas mais fáceis e exitosas. Foi necessário subir escalando literalmente por pedras e as vezes beiradas de morros no fio da navalha,  sempre com lembrança iminente  de que uma queda implicará em sérias e dolorosas consequências.

Entretanto, o pior ainda estava por vir, após a tortuosa, demorada e tensa subida, acabamos saindo longe de onde estavam as bicicletas e o por do sol já se anunciava, estamos um trapo de cansados, era preciso procurar a bikes, mas onde exatamente mesmo é que elas estavam? Havíamos deixado as bicicletas bem pirambeira a dentro, em meio a uma pequena mata no alto de um morro. É, ocorreu que acabou faltando disposição e sol para chegar até as magrelas naquele dia. Então não sobrou outra alternativa a não ser ir embora para casa a pé, e ainda bem que o lugar é próximo à cidade, e combinamos  de voltar cedo no dia seguinte com a missão de localizá-las. No final tudo deu certo, mas que este dia foi bem emocionante , daqueles que ficará vivo na memória para sempre.

Descobri também que a Cachoeira do Pneu não é a cachoeira que queríamos chegar inicialmente, aquela e que havíamos chegado pelo alto, esta tem água transparente e menor volume de água, e há alguns anos já tínhamos chegado nela por baixo, confira este vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=0eTHE3N-Ycs . Mas por outro lado, acabamos conhecendo uma bela cachoeira, mas que  infelizmente não é própria para o banho.

Rudi Arena

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Cachoeira da Copaíba

Este é mais um pico e uma cachoeira inédita que a lente do Piramba MTB teve o privilégio de registrar. Fica no sentido da estrada de asfalto existente a esquerda das torres. O nome de Cachoeira da Copaíba não foi a toa, existe um belo exemplar desta espécie de árvore bem próximo ao pico de onde cai a água de grande altitude, a cor interna bem avermelhada de seu tronco chama bastante a atenção.

Água que ali existe é de uma transparência de saltar aos olhos, as matas ciliares bem preservadas ou em restauração ajudam a explicar este fato. Antes da grande queda, há uma pequena precipitação muito boa para um banho e em seguida há um poço de mais de um metro de profundidade.

Garça com seus fartos vales, espigões, desfiladeiros e cachoeiras, é um prato cheio para os amantes da natureza, a sensação é de que são inesgotáveis os picos e cachoeiras do município, e por mais que já tenha percorrido vários lugares, sei que ainda restam outros tantos, esse é o maior estímulo de continuar a buscar novas e belas pirambeiras, parece ser um esforço quase infinito, mas que é muito gratificante.

O óleo de copaíba extraído desta árvore tem sido objeto de estudos cada vez mais, e sendo reconhecidas suas propriedades medicinais, algo que a cultura popular indígena já conhecia suas mil e uma utilidades no tratamento de diversas patologias.

Rudi Arena

Sobre o Óleo de Copaíba:

Encontrada na floresta Amazônica e em outras regiões do Brasil, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Pará, São Paulo, Paraná e nas partes mais úmidas do Nordeste, a copaíba (Copaifera sp) ou Copaibeira, pertencente à família da Leguminosae-Caesalpinioideae (leguminosas-cesalpináceas), é uma árvore muito frondosa, com folhagem densa, de grande porte e de madeira avermelhada, também encontrada na África tropical, Antilhas, Colômbia, Guianas, México e Venezuela.

Estudos recentes têm demonstrado que a eficiência terapêutica do óleo integral é maior do que as de quaisquer outras partes isoladas da copaibeira. Pesquisas in vivo e in vitro têm demonstrado que os óleos de várias espécies de copaíbas apresentam diversas propriedades terapêuticas.

Óleo de copaíba é uma riqueza brasileira, presente de forma especial na Amazônia. É um óleo bastante estudado, havendo uma grande quantidade de artigos científicos sobre os seus benefícios. O óleo de copaíba, podemos assim dizer, é um produto natural, (quando ele é extraído e manipulado de forma correta). Desde remotos tempos, o copaíba já era bastante conhecido pelos Incas, Maias e pelos nossos índios no Brasil. Era chamado de “óleo da vida”. Isto porque foi considerado o óleo que mais salvou vidas no Brasil.

Veja os seus benefícios, quais doenças ele combate:

– O óleo de copaíba tem grande quantidade de propriedades regeneradoras, nutritivas, curativas, tônicas e lubrificantes…
O óleo de copaíba apresenta ação analgésica, anti-inflamatória e relaxante;
* combate o estresse;
* azia, úlcera e gastrite;
* massagem ou hidratação da pele e cabelos;
• O óleo essencial é um excelente fixador de perfumes.

Estudos recentes revelam que, além de imensamente útil para infecções e inflamações em geral, por sua excelente ação cicatrizante, a planta também tem ação expectorante, antimicrobiana e é indicada no tratamento de inúmeras enfermidades, feridas, eczemas, urticárias, furúnculos, seborreias, afecções da garganta, tosse, gripe, disenteria, incontinência urinária, corrimento vaginal: quase tudo pode ser tratado com a copaíba. Pesquisas também apontam que a copaíba pode ser uma esperança no combate ao câncer.

Fonte: http://www.noticiasnaturais.com
http://www2.uol.com.br

Bicicleta e o Bebê na Cadeirinha. Acostumando com a Piramba desde Cedo.

Não é preciso esperar muito tempo para que um bebê possa andar de bike sentado na cadeirinha. Apesar de não existir uma idade ideal exata, mas na cadeirinha é recomendável que tenha 01 ano de idade ao menos ou até um pouco mais, mas cada bebê tem suas peculiaridades, não há regra válida para todos. Existem vários modelos disponíveis no mercado, e é indispensável que esta tenha um cinto de segurança para prender a criança e também é muito importante que desde cedo já utilize capacete, para maior tranquilidade e segurança do passeio.

É preciso ficar atento a instalação da cadeirinha, esta pode ser dianteira ou traseira. Acredito que a criança aproveite mais se sentar na frente, pois a visão é mais ampla. Normalmente, a dianteira é feita para crianças menores de 04 anos e de até 15 quilos e a traseira é usada para crianças maiores e de até 22 quilos. Além do peso, verifique o tamanho e veja se a criança está bem acomodada no equipamento. Se for ainda adquirir a cadeirinha, leve a bicicleta junto para ver se encaixa corretamente, pois são muitos os modelos de bicicleta e também de cadeirinha, é preciso ver se são compatíveis e evitar toda e qualquer adaptação caseira.

As cadeirinhas são vendidas aos montes em lojas de departamentos, grandes magazines e em lojas especializadas em bicicleta. Mas em lugar algum existe orientações aos pais de que um requisito básico e necessário para adquirir é de serem bons condutores de bicicleta para poderem utilizar o equipamento de forma segura. É preciso ter consciência da necessidade de ter boa destreza, equilíbrio e controle da bicicleta, uma queda pode ocasionar severos traumas físicos e emocionais tanto a criança como aos condutores. Acrescentar uma cadeirinha a bike, além de deixa-la mais pesada, também modifica as variáveis do equilíbrio da bicicleta, é preciso testar e se necessário treinar antes.

Não há certificação pelo Inmetro de cadeirinhas, pois não existe norma que regulamente este produto. Assim, o ideal e que os produtos sigam as recomendações de produção de acordo com normas ISO 9001, incluindo teste de peso e também produtos que sigam padrões internacionais previstos na norma EN-14344.

Tomando as precauções e cuidados necessários para minimizar ao máximo os riscos, é possível curtir o pedal e estreitar os laços com a criança sem preocupação alguma. É uma ótima oportunidade para que a criança vá se habituando aos poucos com a bicicleta, sentir o vento bater na cara e o frio na barriga que uma descida pode proporcionar, ter um contato maior com a cidade sob um novo ângulo, diferente de quando se está a pé ou de carro. É um momento em que criança, pais e bicicleta entram em sintonia, e proporciona um tempo para aprofundar as relações de pais e filhos, por isso, o diálogo ao longo do caminho é importante, procurar observar e explicar as coisas que aparecem pelo caminho, tudo isso ajuda a despertar o interesse dos pequenos e apertar ainda mais os laços familiares.

Melhor ainda, é quando se está em uma cidade pequena, assim, é possível fugir um pouco do ambiente da cidade, chegar mais próximo as áreas verdes e mostrar os encantos que existem além do terreno urbano. Passear próximo à matas, passar perto de animais como bois, cavalos, gaviões, pássaros diversos e corujas, que são comuns de se encontrar, desperta na criança muito interesse. Por isso, pedalar pelas trilhas do bosque municipal de Garça-SP é um prato cheio e um ambiente muito agradável, por ser ladeado por árvores e animais se opõe ao asfalto e concreto da cidade, que as crianças geralmente já estão bem acostumadas.

É recomendável sempre pedalar de forma defensiva, em velocidade de passeio, o percurso de bike não pode ser muito longo para não cansar a criança e é recomendável levar sempre água. Os primeiros passeios devem ser curtos para o bebê ir acostumando aos poucos. O importante é o conforto dele e evitar se afastar muito da casa, pois qualquer sinal de contrariedade é bom pegar o caminho de volta o mais rápido possível. Nunca levar a criança contra sua vontade, ela precisa ser convencida e se sentir segura. As experiências com a bicicleta devem ser agradáveis, caso contrário, pode ter o indesejado efeito de a criança refutar outros passeios de bike por associar isso a uma experiência ruim, o que pode comprometer e até desestimular o uso da bicicleta na infância.

Dicas para que tudo corra bem:

-Evite vias muito movimentadas, quanto menos veículos por perto, menor a probabilidade de acidentes e mais tranquilo o passeio.

-Evitar o horário com o sol forte entre 10h manhã e 15h da tarde ou não deixe de passar o protetor solar na criança.

– Leve sempre uma garrafa de água.

– Comece devagar, primeiro trajetos bem curtos, dê uma volta no quarteirão de teste, a criança precisa se acostumar aos poucos.

– Nunca leve a criança com sono, nem logo após comer ou mamar.

– É legal também associar o passeio de bicicleta a outras coisa que a criança gosta, como ir ao parquinho, tomar sorvete ou comer uma pipoca. O rolê pode ficar mais gostoso e estimulante.

– Ao contrário do que muita gente pensa, o uso de capacete não é obrigatório. Mas quando se trata de crianças ele para lá de recomendável, em caso de queda, a criança pode não conseguir se proteger com as mãos como um adulto sabe fazer.

Idade e peso determinam como a criança deve ser transportada*:

Canguru

– Preço médio: de R$ 70 a R$ 150

– Indicação: de zero a 18 meses ou até 9kg

– Pode ser de tecido e fibra, com alças dos ombros acolchoadas e reguláveis em comprimento

Cadeirinha dianteira ou frontal

– Preço médio: R$ 70 a R$ 110

– Indicação: crianças de seis meses a três anos ou 15kg

– Pode ser de plástico ou de ferro, pode ter regulagem para os pés

Cadeirinha traseira

– Preço médio: R$ 50 a R$ 110

– Indicação: sem limite de idade, até a criança caber

– Pode ser de plástico ou de ferro. Devem ser colocadas no bagageiro da bicicleta e ter uma grade protetora para os pés

Banco traseiro ou bagageiro

– Preço médio: a partir de R$ 35

– Uma almofadinha sobre o banco deixa o assento mais confortável

– Pode ter proteção e suporte para os pés, e a criança pode se segurar no ciclista ou atrás

*http://zh.clicrbs.com.br

Rudi Arena

Trilha da Fazenda Cachoeiras de São Pedro

Este lugar foi descoberto meio que por acaso em uma tentativa solitária de explorar novas trilhas nas pirambeiras que existem no entorno de Garça-SP, acabei conhecendo e me encantando pelos seus vastos atrativos que esta fazenda proporciona aos amantes de mountain bike.

Não são só as belas paisagens de vales e paredões enormes ao redor que cativa, tem também ao menos uma cachoeira cuja água parece ser própria pra banho, além de outros cursos d´água. Existem ainda represas, descidas alucinantes, assim como subidas quase impossíveis de pedalar montado na bicicleta, em algum momento é preciso descer dela. Na parte mais baixa do vale, há também um singletrack de trios de bois muito legal, tudo isso com um colírio da exuberante formações geográficas que se vê por todos os lados.

Nos fundos da Fazenda Cachoeiras de São Pedro, existem dois caminhos que descem até o fundo do vale, são duas descidas bem técnicas e íngremes, que exigem muita atenção, assim como, também há duas opções de subidas, ambas são extremamente desafiadoras, para não dizer que são muito difíceis de conseguir subir pedalando o caminho todo.

Pelo motivo da trilha ter os dois extremos, subidas e descidas com graus de inclinação bastante acentuado, é que esta trilha apesar de ser de quilometragem baixa (28 km), ela testa os limites do ciclista. Tanto para dosar a velocidade adequada nas descidas de modo a não arriscar levar um tombo que pode ter sérias consequências, como também esta trilha nos faz deparar com os limites do corpo humano, pois é preciso reunir todas as forças físicas e mentais possíveis para tentar pedalar na subidas, tarefa árdua e dificílima de ser executada.

Rudi Arena

2ª Cachoeira da Geladeira (Inédita)

Se por um lado tivemos a decepção de encontrar a Cachoeira da Geladeira sem seu característico poço, por outro lado, no mesmo dia tivemos a agradável sensação de ter conhecido mais uma bela cachoeira. Esta, junta-se a outras dezenas já percorridas e registradas pelas lentes do Piramba-MTB.

Para chegar até esta queda d`água que cai de grande altitude em pedras, é preciso seguir o curso do córrego da cachoeira da geladeira sentido Marília-SP, após andar um certo tempo pelo seu leito e também pela sua margem, chegamos enfim a mais uma cachoeira localizada no município de Garça-SP. A queda fica do lado esquerdo e ainda era desconhecida por nós, apesar de já sabermos da sua existência e avistá-la de longe, demorou para conseguirmos chegar em baixo dela.

Na primeira tentativa a quantidade de teias e de aranhas era tão grande, que andar pelo rio era uma tarefa árdua e extremamente lenta, assim, achamos por bem abortar a missão. Alguns anos depois, houve a segunda tentativa, nada de teias e nem aranhas, o caminho estava livre para que pudéssemos desfrutar de um banho em uma cachoeira inédita para nós, o que foi muito gratificante, pois é sempre uma felicidade ímpar a sensação de conhecer uma nova cachoeira.

Rudi Arena

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Cachoeira da Maria Augusta – 2º Dia na Serra da Canastra

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No segundo dia de aventuras na Serra da Canastra, o destino desta vez foi a agradável e belíssima cachoeira da Maria Augusta, localizada entre os municípios de Delfinópolis e São João Batista do Glória. A cachoeira possui um largo poço, formação de uma praia de areia grossa e fina, com duas quedas, à direita um grande paredão, e, à esquerda, uma área de floresta.

São duas quedas que ficam lado a lado – a maior com 35 m de altura. Para chegar, é necessário passar pela Pousada Mata do Engenho, que cobra a entrada. De lá, se não estiver em veículo 4×4, caminhe cerca de uma hora (2 km) ou alugue um cavalo na pousada (R$ 10 por pessoa).

Localizada na Mata do Engenho, a 18km de São João Batista do Glória, por onde o acesso é mais fácil.

Rica em belezas naturais ao pé da serra, com várias cachoeiras e piscinas naturais dentro da fazenda e o belíssimo ribeirão Grande que passa a poucos metros da sede da fazenda.

 

Rudi Arena

 

Pousada Mata do Engenho

Acomodações
Chalés com varanda, ventilador, cama de casal e beliche.
Quartos duplos e triplos na casa da fazenda.

Opções
Piscina natural, trilhas no cerrado e inúmeras cachoeiras privativas como a cachoeira da Maria Augusta, muito famosa na região. Também passeios à cavalo e guia local.

Oferece
Diárias com café da manhã e refeição típica mineira.

Como chegar:
Partindo de São João Batista do Glória sentido Babilônia, são 18km de estrada de terra até a pousada. Sempre seguindo placas indicativas da pousada.

Contatos e reservas
(035) 3524-1965
Vanda ou Oliveira