Pedal do Dedo de Deus em Nova Colúmbia (Ocauçu-SP) +100km

O Percurso

O sábado começou com uma manhã bem fria, mas a temperatura já ficou mais amena, ótimo clima para pedalar mais de 100km. A saída foi de Garça, passando por Vera Cruz e Marília, de lá descemos a bela serra em direção ao distrito de Nova Colúmbia (Ocauçu-SP). Depois, atravessamos a BR-153 (Transbrasiliana) para seguir adiante, passamos por Lupércio, Alvinlândia, até voltar para Garça.

A União Pirambeira

O trabalho em equipe neste pedal foi fundamental para que chegássemos bem e fizéssemos todos o percurso em um ritmo legal, todos juntos e um pirambeiro apoiando o outro. E assim, não só o pedal de cada um se fortaleceu ainda mais para encarar os novos desafios, como também ajudou a estreitar ainda mais o vínculo de amizade entre nós.

O Areião

A pior parte do pedal, não foi a longa quilometragem, nem o sol do meio-dia, muito menos a forte subida que tem para chegar em Nova Colúmbia, mas sim os vários trechos de areião causado pelo tempo seco. Aí era preciso se esforçar muito e ainda assim, parecia que a bicicleta não saia do lugar. Mas se tudo fosse fácil perderia totalmente a graça também, faz parte do mountain bike, e é muito comum em nossa região.

Os Atrativos da Serra 

De longe o trecho mais legal deste pedal é o da serra entre Marília e Nova Colúmbia,  são paisagens de cair o queixo, paredões, muita mata ao redor da estrada, tem o pontilhão do rio do peixe,  e também uma espécie de mini gruta,  para os amantes do MTB, muitas descidas e subidas brutas e é claro, tem também o Dedo de Deus ou Torre de Pedra.

O Dedo de Deus

Este monumento natural fica na área rural de Nova Colúmbia, mas não muito longe dos municípios de Lupércio, Ocauçu e Marília.  Esta grande pedra vertical desprendida do rochedo parece ter sido formada através da ação do tempo, pode ter demorado quem sabe algumas centenas de anos para chegar a essa forma curiosa.

As Paradas pelo Caminho

Algumas paradas também foram cruciais, em Marília uma rápida parada com 30km já rodados. Mais adiante, não poderíamos deixar de parar para contemplar o Dedo de Deus. Depois,  teve uma parada estratégica, foi em um bar em Nova Colúmbia, próximo da hora do almoço, era preciso repor as energias.  E por último paramos  na Venda Seca, já próximo de Garça, para tomar uma tubaína e descansar um pouquinho e seguir em frente para finalizar o pedal.

A Sensação da Chegada

Ao final, a sensação foi de  tudo deu para lá de certo, e chegamos melhor até do que a gente imaginava. O sentimento foi de orgulho do trabalho em equipe que fizemos ao longo do pedal, fez toda a diferença. Pedalamos um bom trecho em pelotão, um incentivava o outro, aproveitamos o vácuo, revezamos o ciclista que puxava a fila, assim o esforço foi menor e chegamos menos cansado.  A recompensa foi comemorar esse grande pedal com aquela cerveja gelada. Que venha o próximo longão !!!

              Rudi  Arena

 

DSC00927

IMG-20200509-WA0014

 

 

IMG_20200509_103819

IMG-20200509-WA0022

 

DSC00971

IMG_20200509_112656

DSCF2895

DSC04014

DSCF2917

IMG_20200509_115932

DSC01000

IMG_20200509_143750

IMG-20200510-WA0031

 

A Linda Cachoeira Rosa e a Nascente do Rio do Peixe. (Garça, o Berço D´ Àgua!!!!)

Em uma manhã fria de outono e com muito vento, o Piramba MTB se reuniu para pedalar e conhecer mais uma belíssima cachoeira de Garça-SP,  porém não muito distante de Gália-SP também.  Embora alguns já conheciam este local encantador, para a maioria de nós era novidade, eu mesmo nunca tinha ido. Isso é mais uma prova viva e plena do quanto é preciosa essa nossa região no que se refere às maravilhas da natureza e também ao potencial para o ecoturismo. Apesar da cachoeira ser espetacular, ela é apenas mais uma entre muitas outras joias que Garça e o seu entorno possuem.

O caminho para chegar até ela pode ser por uma entrada da Estrada da 09 de Julho ou pela estrada de terra que tem atrás da Venda Seca, localizada no trevo da Rodovia SP-349 com a SP-331. A cachoeira fica a 20 km da cidade de Garça e  só é permitida a entrada com expressa autorização dos proprietários.

O Encanto da Cachoeira 

Embora nem todos tiveram a ousadia de enfrentar o frio e entrar em suas águas para lá de geladas, não tinha como ficar indiferente ao encanto do lugar, o tom esverdeado de seu poço, o véu de água reluzente da cachoeira, a beleza da areia branca no fundo do leito no rio e  ainda ao lado tinha uma espécie de uma pequena gruta encravada no paredão de arenito.

A Nascente do Rio do Peixe

As águas límpidas dessa cachoeira vêm de um local bem próxima dali, trata-se de uma importante nascente do Rio do Peixe  que possui no total  380km de extensão. Porém, é uma pena que no início de seu curso ele sofra com a forte poluição já na altura do município de Marília, e é lá também que ele ganha o nome de Rio do Peixe. Muito embora o Google Maps já considere este nome em sua nascente em Garça, este curso d´água sempre foi conhecido como Rio ou Ribeirão da Garça enquanto em território garcense.

A Poluição do Rio do Peixe

É triste constatar que essa água que brota tão limpa e que é fundamental para a formação do  Rio do Peixe logo mais já perde seu encanto, e em questão de poucos quilômetros adiante sua água fica turva por causa de lançamento de esgoto não tratado  e o leito do rio bem assoreado. A consequência é que  os peixes que em outrora eram fartos e variados agora rareiam. A grande maioria das  espécies desses animais já desapareceram do rio, e há muito tempo. Porém, ainda é bem capaz de ter alguém ainda vivo que já tenha fisgado um belo de um dourado em suas águas.

Garça, Município Privilegiado por Natureza.

No entanto, se por um  lado  tem muita poluição rio abaixo,  já rio acima nos reserva algumas  preciosidades, por isso, é preciso reconhecer que Garça é muito privilegiada pelo fato de ser um berço das nascentes dos três dos maiores rios do Centro Oeste e do Oeste Paulista. Assim, é possível ainda desfrutar de ribeirões e cachoeiras com água limpa, longe dos agentes poluentes que são despejados na medida que o rio desce de altitude e segue seu curso. Também é preciso levar em consideração o bom tratamento de esgoto que o município  possui,   já que isso é fundamental para que aqui tenhamos água própria para banhos na maioria esmagadora das cachoeiras que até parecem infinitas, de tantas que existem. E quantas dessas belezas ainda  continuam escondidas vales abaixo e grotões adentro????????

               Rudi Arena

 

Agradecimentos especial ao meu grande amigo de pedal, cachoeiras e churrasco, o  Prof. Victor Lopes Braccialli*, especialista em Gerenciamento de Recursos Hídricos, que me deu uma breve e preciosa aula sobre a localização das nascentes que existem em Garça e também sobre as bacias hidrográficas dos rios da região.

*Currículol Lattes: http://lattes.cnpq.br/7199044431766861

 

Imagem de Satélite de Nascente do Rio do Peixe (Garça):

A grande nascente do Rio do Peixe em Garça está à margem da SP-331 e aproximadamente perto da venda seca e também do trevo entre Garça e Gália, porém em direção a Alvinlândia e Lupércio. Conhecido como rio ou ribeirão da Garça, ele nasce no alto do planalto da Serra dos Agudos e corta o sul de Garça, também passa pelo sul de Vera Cruz até se juntar um pouco depois a outro curso d´água para então formar esse importante rio de nossa região.

“O Rio do Peixe forma-se da junção do Ribeirão da Garça, que nasce na Serra dos Agudos na cidade de Garça, a uma altitude de aproximadamente 670 metros, e do Ribeirão do Alegre, que nasce no Município de Alvilândia, a uma cota média de 680 metros. Percorrendo uma extensão de 380 km, o Rio do Peixe desemboca no Rio Paraná a um altitude de 240 metros.” (Prandi, 2010, Pag 19)

https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/102955/prandi_ec_dr_rcla.pdf?sequence=1

 

O percurso do Rio do Peixe de suas nascentes até sua foz no Rio Paraná:

http://www.sigrh.sp.gov.br/cbhap/apresentacao:

Área de drenagem: 10.769 km²
População: 444.290 habitantes
Principais atividades econômicas: Nas áreas urbanizadas destacam-se os setores de serviços e comércio, com exceção de Marília, considerada polo regional e onde se concentra grande parte das atividades industriais, principalmente do segmento alimentício. Nas áreas rurais ainda há predominância da pecuária, com forte expansão da agroindústria de cana.
Vegetação remanescente: Apresenta 796 km² de vegetação natural remanescente que ocupa, aproximadamente, 7% da área da UGRHI. As categorias de maior ocorrência são Floresta Estacional Semidecidual e Formação Arbórea/Arbustiva em Região da Várzea.
Unidades de Conservação: O Parque Estadual do Rio Peixe é uma unidade de conservação do estado de São Paulo criado pelo Decreto Estadual nº 47.095, de 18 de setembro de 2002, e possui uma área de 7.720 hectares abrangendo os municípios de Presidente Venceslau, Piquerobi, Dracena e Ouro Verde.

Rio do Peixe *

* https://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia_de_Mar%C3%ADlia
 O Rio do Peixe, que nasce no município de Garça, corta a parte sul do município de Marília. Os fluxos hídrícos que nascem na parte sul do espigão correm a seu encontro. Em Marília os principais afluentes do Rio do Peixe são:

Pela margem direita.

  • Ribeirão do Alegre: nasce a 10 km, em Gália, corre em rumo geral no sentido oeste até sua confluência com o Rio do Peixe a sudeste de Marília.
  • Ribeirão do Barbosa (poluído): nasce em Marília nas proximidades de onde passa a rodovia SP 294, limite sul da cidade e corre no sentido sudoeste desagüando no Peixe.
  • Rio do Pombo (poluído): nasce em Marília, na baixada das proximidades do antigo prédio da Telesp seguindo rumo oeste até desaguar no Rio do Peixe. Possui vários afluentes como o Córrego São Francisco, Invernada, Trombador, Santa Maria, Ferrugem, Santana, Santo Antônio e Flor Roxa.
  • Ribeirão da Prata: tem as suas cabeceiras no bairro do Prata e, após um percurso de 14 km, deságüa no Peixe.

Pela margem esquerda.

 

Imagem de Satélite da Nascente do Rio Feio (Garça/Gália):

O município de Garça ainda é fundamental para a formação do Rio Aguapéi ou Rio Feio.  Embora sua nascente não seja considerada propriamente em Garça, mas sim em Gália, ela está localizada praticamente na divisa entre os dois municípios e bem próximo também da rodovia SP-294, na altura do trevo de entrada para o bairro São José, no km 409.  Mais precisamente, atrás de estão instaladas várias antenas de transmissão ao final da Estrada da Adrianita. E são as águas que descem dessa e outras nascentes de Garça e Gália (Fazenda de Eucalipto da Duratex) que dão vida a outro importante curso d´água da região Centro-Oeste paulista e que segue por 420 km até desaguar no Rio Paraná.

Imagem de Satélite da Nascente do Rio Tibiriçá (Garça-SP):

E não é o só do Rio do Peixe que aqui nasce, o Rio Tibiriçá é um outro nativo de Garça, ele nasce dentro da cidade, mas em razão da expansão da malha urbana, a sua nascente original foi aterra e agora sua água aflora próximo ao conhecido Buracão da feira livre, embora sua nascente original seja na Praça Pedro de Toledo, mais conhecida como a “praça do cinema” da cidade.  E segue seu curso  passando entre os bairros do Frei Aurélio e Jardim Paulista, passa ao lado do tratamento de esgoto do SAEE e despois corre paralelo à rodovia estadual SP-349 (Garça/Álvaro de Carvalho) mas não próximo dela. Porém, este é o menor dos rios que nascem em Garça, possui apenas 90 km de comprimento até então deságua no Rio Aguapeí a não mais que seis km de Luziânia-SP.

 

IMG-20200503-WA0053

 

IMG-20200503-WA0072

IMG_20200503_101453

IMG-20200503-WA0016

IMG_20200503_101441

DSC00845

DSC00887

IMG-20200503-WA0050

 

Conexão Piramba Califórnia

Los Angeles é uma grande cidade do sul da Califórnia e também muito conhecida como o centro da indústria de cinema e televisão dos Estados Unidos. Em busca do famoso letreiro de Hollywood, minha primeira conexão Piramba X Califórnia parecia um sonho até o momento, mas logo se tornou uma realidade.

O Caminho me convidava a fazer um trekking ou uma hiking como é chamada aqui, me fazendo relembrar os bons tempos de trilhas na saudosa cidade de Garça.

O que mais me chamou a atenção foi que todos os lugares que eu olhava, eu via uma paisagem diferente e muito bonita, uma sensação de paz e reenergização.

Minha primeira aventura percorreu os caminhos daquela trilha da famosa montanha do letreiro de Hollywood, Mount Lee, uma experiência muito recompensadora a medida que subia o trajeto que me parecia ir ao encontro do Letreiro.

Assista ao Primeiro Conexão Piramba Califórnia e se gostar, já sabe!!! Compartilhe!!

Thiago Bulho.

Acesse também as redes sociais do Piramba MTB. 

Bike: Pedalar é Saudável e Sustentável

Originalmente publicado na página do Ecooar no link: https://blog.ecooar.com/bike-pedalar-e-saudavel-e-sustentavel 
Texto de João Daniel F. de Andrade – Engenheiro Agrônomo • MBA Gestão de Negócios • Atuação na área de produção agrícola
Quando optamos por nos locomover utilizando a bicicleta, hoje mais conhecida como bike, fazemos a opção mais assertiva para um modal de locomoção que se mostra extremamente engajado, que muitas pessoas fazem questão de incluir em suas rotinas.
Foto mostra duas pessoas andando de bike ao lado de um lago e de um morro
A bicicleta trás inúmeros benefícios para quem a pedala

Documentos históricos mostram que Leonardo da Vinci, o inventor italiano, mais conhecido por pintar a Mona Lisa, já imaginava algo parecido com a bicicleta no século XV. Após muitos anos, mais precisamente em 1879 H.J.Lawson criou a “Bicyclette” que foi melhorada já em 1880 por John Kemp Starley, que ficou muito parecida com os modelos atuais.

Inclusive as primeiras bicicletas chegaram ao Brasil no ano de 1898, vindas da Europa.

Com uma história de pouco mais de 500 anos, nossa querida bike ou ‘magrela’ ultrapassou gerações, modernizou-se, mas pouco se transformou, mantendo seus parâmetros geométricos ao longo de tanto tempo.

Saúde é o que interessa

As amadas e “sofridas” pedaladas, contribuem muito para nossa saúde, ajudam a combater o stress (doença que atinge cada vez mais a população), melhora o sono, combate o colesterol alto, previne doenças cardíacas, de pele, dentre outras, como afirma Alexandre Evangelista, coordenador de pós-graduação da central de curso da Faculdade Gama Filho.

Foto mostra bike em frente a uma cachoeira
Fazer uma trilha de bike ajuda a aliviar o stress do dia a dia

Quando for pedalar, beba pelo menos 300 ml de água antes de sair com sua bike e também é aconselhável hidratar o corpo a cada 30 minutos. Evite beber água ou um isotônico apenas quando sentir sede, pois se isso acontecer significa que seu corpo já estará sentindo os efeitos da desidratação.

Bike pelo mundo

Os países mais desenvolvidos investem muitos recursos nessa forma de locomoção, promovendo cada vez mais a acessibilidade do cidadão com a utilização da bicicleta em ambientes públicos, supermercados, metrôs, entre outros. Exemplos para isso não faltam.

Foto mostra pessoa andando de bike em meio a uma mata
Nos Estados Unidos o que não faltam são áreas verdes para pedalar

Em Amsterdã, na Holanda, conhecida como a cidade das bicicletas, existem mais de 760 quilômetros de ciclovias apenas dentro da cidade, que são utilizadas por quase 900 mil bikes diariamente.

Outro bom exemplo de uso de bike são as competições como o Tour de France ou Volta da França que é uma das mais importantes provas de ciclismo de estrada do mundo, realizada pela primeira vez em 1903. Hoje ela conta com ciclistas de vários países e é dividida em 21 etapas, percorrendo cerca de 3 200 km, passando por montanhas e finalizando na Avenida de Champs-Élysées, em Paris. Muitos deles utilizam bikes cada vez mais leves, como a Specialized Tarmac, com peso final de apenas 6 quilos que foi desenvolvida em parceria com a McLaren, com design único.

Foto mostra bikes para alugar no Central Park, em Nova York
Em Nova York o Central Park possui uma estrutura com aluguel de bicicletas,
que são uma boa opção para conhecer o parque

Mas se você não é um atleta profissional e estiver em New York pode pedalar pelo Central Park alugando uma das bikes que ficam no seu entorno, curtindo um belo passeio pelo local. Nos países que incentivam a prática desse habito, existe uma redução dos gastos públicos no setor da saúde. Além de tudo, quando substituímos o carro pela bicicleta, deixamos de jogar na atmosfera quase 3 toneladas de CO² por ano, contribuindo diretamente no combate ao aquecimento global. Calcule aqui a sua pegada de CO² e saiba quantas árvores são necessárias para compensar a sua pegada de carbono.

Bike é mais sustentável

Juntar uma turma de amigos e sair para pedalar é uma boa. Um dos exemplos é o Piramba MTB, um grupo formado por aproximadamente 40 amigos apaixonados por este esporte. O nome do grupo é uma homenagem ao local que eles mais visitam em suas pedaladas: a piramba, que é uma subida muito íngreme, de difícil acesso, muitas vezes contendo buracos, pedras, areia e geralmente de terra batida.

Foto mostra integrantes do Piramba MTB em frente de uma plantação de girassóiscoco
Parte do grupo Piramba MTB: vivendo o esporte e trilhando novos caminhos

Essa turma não pedala apenas por benefícios a saúde, mas também apóia e incentiva o uso da bicicleta como um meio de transporte sustentável e ecologicamente correto, contribuindo com a redução de toneladas de CO² da atmosfera.

A regra absoluta, quando saem para pedalar, é não deixar nenhum tipo de vestígio, ou seja, lixo que polua a flora do local, ou que sirva para colocar algum animal silvestre em risco, evitando até a poluição sonora, para não assustar a fauna.

Foto mostra ave Carcará sobre uma cerca com um vale ao fundo
Ao pedalar pelo campo, pode-se ver maravilhas da fauna, como o gavião Carcará

Durante seus passeios pelo campo, os integrantes da equipe Piramba MTB promovem a disseminação de sementes frutíferas, que são levadas para as trilhas e semeadas ao longo delas, para que um dia possam servir de alimento aos animais ou pessoas que passem pelo local. Afinal, comer uma fruta fresca colhida do pé e fazer uma bela trilha, é um grande privilégio. Privilégio esse que só depende de ações positivas que combatam as inúmeras ações negativas que o ser humano realizou no passado.

Além disso o grupo também possui o Selo Verde Ecooar, compensando parte de suas emissões em suas redes sociais e website.

Foto mostra logo do Piramba MTB e integrantes do grupo pedalando cada um uma bike em uma área com barro
Ecologia, sustentabilidade e saúde são alguns dos benefícios proporcionados pela bike

Essa turma dá um show nessa trinca verde: ecologia, sustentabilidade e saúde, praticando um esporte pelo qual são apaixonados, contribuindo com meio ambiente e promovendo uma considerável redução dos impactos ambientais que outros meios de transporte trazem para o meio ambiente, um belo exemplo a ser seguido. São ações como essas que realmente fazem a diferença com grandiosos resultados.


João Daniel F. de Andrade
Engenheiro Agrônomo • MBA Gestão de Negócios • Atuação na área de produção agrícola
Contato: joao_engenheiro@hotmail.com

Bike Park em Construção (Garça/SP): Jump, Tombo, TV e Muito Mais

Este é um vídeo de um Bike Park em construção no município de Garça/SP. Trata-se de uma Pista de XCO para os amantes do esporte, com direito a uma rampa para dar um jump, ponte, curvas técnicas, subidas e descidas intensas e ainda tem o bônus, que é uma bela cachoeira que existe nas proximidades.

Como nem tudo são flores, neste vídeo tem também imagens de um forte tombo de bicicleta, a primeira impressão ao ver a imagem é que nosso amigo tenha se machucado bastante. Coisas que só acontece com quem pedala, ousa, tenta e as vezes acontece de dar errado mesmo, mas cada tombo é um aprendizado e assim vai.

Uma equipe da Emissora de TV Record marcou presença e registrou imagens do início desta empreitada, a exibição da matéria esta prevista para Dezembro/2019.

Este bike park em construção explora o potencial da região para o ciclismo de montanha, neste caso, em trilhas abertas em meio a agradável floresta de mogno, o que garante bastante sombra ao ciclista. Tudo isso, valoriza este esporte que a cada dia ganha mais adeptos, bem como o município de Garça que poderá ganhar em breve um ótimo espaço específico para a prática do Moutain Bike.

Rudi Arena

IMG-20191103-WA0029

IMG-20191103-WA0030

IMG-20191101-WA0038

DSC00667

 

IMG-20191115-WA0021

DSC00670

IMG-20191104-WA0047

IMG-20191104-WA0048

IMG-20191115-WA0020

De Volta as Raízes, De Volta a Cascatona

Depois de um bom tempo sem ir até Cascatona, que é uma das mais altas cachoeira de Garça e região e também um das primeiras que o Piramba MTB explorou há cerca de 10 anos atrás. Voltar lá é reviver as origens do Piramba, com muitas histórias e um rolê que é cara deste grupo.

O lugar é mais uma dádiva que a Garça maravilhosa recebeu da  natureza, ela  fica localizada na Fazenda Cascata e é de difícil acesso. Para chegar embaixo da cachoeira é preciso ter muita força de vontade, descer pelo pasto até o fundo do vale, depois, chega um momento em que para continuar é preciso seguir a pé e pelo curso do rio.

São muitas as pedras no caminho e antes de chegar na grande queda, as pedras vão ficando gigantes e bem mais difícil de passar.  Mas como sempre tem uma bela recompensa depois, e acaba que vale realmente a pena. Tanto pelas as paisagens pelo caminho,  como para contemplar a cachoeira, tomar banho nela e apreciar o seu envolto, que exibe um belo e imponente contraforte que se assemelha as falésia existentes no litoral.

Na volta a coisa aperta ainda mais, a bike sofre pirambeira a cima e o esforço exige bastante do sistema cardiorrespiratório. Ao final de cerca de 30 km de pedal, a quilometragem pouco tem a dizer em relação ao tamanho cansaço ao chegar em casa, parece que o corpo está todo moído por dentro.

O esforço de pedalar em si é o de menos, ainda que o terreno de pasto e sem estrada seja bem desgastantes, pois segura muito a bike. Porém, o que mais pesa mesmo, são os movimentos de andar no leito do rio desviando das pedras e dos buracos, de subir e descer as encostas, e de carregar a bike em alguns momentos. Isso faz com que sejamos obrigados a trabalhar músculo que normalmente apenas pedalando acaba por não trabalhar. Por esta razão, a sensação de estar quebrado ao final do pedal é maior do que se tivéssemos rodados 50 km de bike em um estradão.

Rudi Arena

IMG_20190922_162627054

DSC00562

DSC00541

 

DSC00610

DSC00609

DSC00617

 

Volta da Duratex (Perdidos) Gália

Em um dia quente de inverno, os pirambeiros de plantão resolveram fazer um pedal com a cara do Piramba MTB, e ainda contamos com a presença do grande ciclista do município de Garça-SP, o Anderson, mais conhecido como Nino, não se trata do famoso ciclista suiço Nino Schuter, mas também pedala muito.

O destino foi pedalar dentro da grande floresta de eucaliptos pertencente a  empresa Duratex e cuja fazenda fica entre os municípios de Garça e Gália-SP, relativamente próximo das margens da Rodovia SP-294. O lugar também é conhecido como “Perdidos”, uma vez que é muito fácil se perder por ali em meio a um mar de eucaliptos e os diversos caminhos e trilhas disponíveis no local.

Também já ocorreu ali um sério ataque de abelhas, com direito a bombeiros, amigos de bike separados das bikes e uns dos outros na correria, muitas picadas e hospital no final, para você perceber que nem tudo são são flores e sempre existe um perigo ali e aqui, quando se menos espera.

Apesar de muitos já terem ficado desorientados no lugar, desta vez não tivemos este tipo de problema, como também passamos longe das abelhas.  O único problema que enfrentamos com sucesso foi a quebra de corrente de um dos pirambeiros que logo foi consertada, de resto, foi só alegria, belas paisagens, suor e adrenalina.

Rudi Arena

DSC00248

DSC00236

 

DSC00239

IMG-20190810-WA0047

IMG-20190810-WA0052

DSC00271

 

Pedal do Girassol

Uma manhã fria, mas o Piramba em peso estava a postos para pedalar pelos  mais diversos caminhos, sempre dentro de fazendas. O pedal foi só de trilhas, percorremos as Fazendas: Hípica, Dinamérica, São Carlos e Igurê. Passamos por vários terrenos e paisagens.

Andamos por Floresta de Mogno,  mata atlântica, seringueiras, cafezais, eucaliptos e uma belíssima cultura de girassol, também tivemos que atravessar um pequeno rio. Isso só demonstra a riqueza e a beleza das trilhas de bicicleta que Garça e região dispõe.

Este é um pedal que tem maior conexão com a natureza e mais técnico também, o terreno tende a segurar mais a bike e por isso o Km rodado é mais cansativo, mas vale a pena. Pedalamos por caminhos alternativos entre Garça e Gália, um verdadeiro paraíso para os amantes de mountain bike e de uma boa pirambeira.

Rudi Arena

DSC00200

DSC00196

DSC00177

DSC00163

10 anos de Piramba MTB no Ar

Há 10 Anos foi Criado o Canal Piramba MTB no Youtube

A história do Piramba desde o início foi  temperada com muita a areia, suor e água de cachoeira. E a ideia  sempre foi procurar novos caminhos,  pedalar em lugares que não tem estrada ou mesmo qualquer trilha, que quase ninguém vai, e muitas vezes é preciso perseguir um caminho para chegar no destino almejado, que são os picos e cachoeiras da região, locais inóspitos, de difícil acesso e desconhecido de muita gente.

DSC07381

A marca Piramba MTB surgiu no final de 2008, já fazíamos pedais com cachoeiras, e eu gostava de filmar, editar e depois para poder compartilhar aquele arquivo pesado acabava tendo que gravar o vídeo em CD e assim disponibilizar para os amigos, pois nunca tive nenhuma pretensão em criar um canal no youtube. No entanto, isso acabou sendo inevitável pela facilidade de compartilhar os vídeos com quem quiser de maneira simples e prática.

E junto com a necessidade de criar o Canal, também foi preciso criar um nome e assim surgiu o nome Piramba MTB que veio para ficar,  já são mais de 200 vídeos gravados, só este canal criado em 2008 passou da marca de 100 mil visualizações, pouco se comparado com muitos por aí, mas não deixa de ter um certo significado, se partir do princípio que é um canal com conteúdo próprio, produção precária, pouco tempo dedicado ao projeto, destinado a um publico reduzido, sem investimento nenhum, sem uso de artifícios para turbinar as estatísticas de visualizações, e sem fazer muita divulgação.

Mas o Piramba é muito maior que este singelo canal de youtube, pois outros também publicam vídeos do grupo e contribuem na consolidação da marca Piramba MTB ,  como os canais amigos: Canal do Vicente,  Canal do Thiago Bulho e o Sujo de Barro do Thiago Zancopé.

Em 2011 foi criado o Blog do Piramba 

Com o nosso amigo Vicente Conessa incorporado para valer nos pedais do Piramba deu-se o nascimento deste  presente Blog para ser um lugar para ampliar o conteúdo divulgado pelo Piramba, já que o youtube fica mais restrito a publicação de vídeos. Então o Vicente criou o Blog para postarmos além dos vídeos, fotos e também textos sobre as trilhas de bike e as cachoeiras da região de Garça.

DSC07098

A característica principal do nosso grupo de pedal, é aliar o Mountain Bike com natureza, e em muitas vezes o destino são as diversas e belas cachoeiras que existem nas proximidades de Garça-SP.  Junto com o blog também foi criada uma conta do Piramba MTB no Flickr para postar as fotos registradas durante os rolês de bike.

Uma História Feita por Muitas Pessoas

Mas o Piramba vai muito mais além disso tudo, pois foi construído por muitas outras pessoas ao longo destes mais de 10 anos de existência, são todas aquelas que já participaram dos nossos pedais, que fizeram a história do grupo e criou a sua identidade. De um lado, com muita  adrenalina, aventura e  diversão, mas por outro lado, não foram poucos os momentos de extremo cansaço, dor, sofrimento e até desespero, e nessas horas que aparecem também a solidariedade e a superação, daí então o estreitamento dos laços de amizades é só uma consequência natural da situação.

São muitas as emoções e experiências acumuladas nestes 10 anos de pirambeiro, e isso é tão bom e enriquecedor que não tem como deixar de seguir na atividade, o pedal não pode parar nunca.

O conteúdo gerado pelo Piramba só foi possível com a ajuda essencial de muita gente, são tantos que não tem como relacionar todos. Cada um foi fundamental e peça de um quebra cabeça que forma o todo que é o Piramba MTB é. E a interação dos pirambeiros com a natureza sempre foi a tônica dos vídeos e das mais de  18 mil fotos já publicadas.

Existem muitas outras plataformas utilizadas para divulgar o nosso material, e mesmo assim,  tudo o que já foi registrado, é apenas uma parte do conteúdo já criado pelos pirambeiros. Em tempo de celulares para lá de modernos, é muito comum ter várias fotos e vídeos nos celulares de cada um e que não são publicados, e nem por isso menos interessantes, o que  mostra como é  vasto o conteúdo criado até agora, sempre repleto de bike e natureza.

DSCF1322

O Piramba MTB aumentou o número de redes sociais em que publica seu conteúdo, está também presente no Facebook e Instagram. Além do FlickrYoutube e WordPress e também tem o site Piramba Adventure com mais de 1.400 cachoeiras cadastradas ao redor do mundo. Uma plataforma digital complementa a outra, assim como contribui para que o Piramba MTB alcance o maior número de pessoas, e  mais gente pode ter contato com o material publicado, ou seja, as cachoeiras, os animais silvestres da região e trilhas de bike que existem nas proximidades de Garça-SP, bem como em outros lugares que já percorremos também.

A Evolução, Lenta, Gradual e Sólida das Estatísticas do Blog

Desde o nascimento do Blog em 2011, a cada ano que passa aumenta um pouco as visualizações quando comparado ao ano que passou, este ano mesmo, em julho já tinha passado os números de 2018. Aos poucos e com bastante conteúdo o site do Piramba MTB se consolida e cresce ano a ano.  As estatísticas que estão no quadro abaixo demonstra essa evolução.

E o interessante é que apesar dos números modestos do nosso Blog, em consulta as estatísticas quanto ao alcance geográfico do site  verificamos que já fomos acessados por mais da metade dos países do planeta terra, são os coloridos de amarelo, além do Brasil em vermelho é claro, conforme mapa múndi abaixo.

No total, pessoas distribuídas em 98 países já visitaram a nossa página. Outro dado que chama a atenção é o número de visualizações nos Estados Unidos, todos os dias existem visualizações originadas desta nação. Isso tudo é uma demonstração que devagar e sempre o Piramba MTB expandiu além das fronteiras do Brasil, conseguiu colocar as belezas do município de Garça-SP  nas telas de pessoas do outro lado do globo, o que não deixa de ser um motivo de satisfação, já que trabalhamos com muita simplicidade.

Considerações Finais

Por tudo isso, podemos dizer o Piramba MTB vem cumprindo neste tempo o papel de contribuir um pouco com a divulgação do Mountain Bike,  o esporte de fazer trilhas de bicicleta nos mais diversos cenários, por mais adverso que seja o caminho, bem como levar ao conhecimento de muitos, as encantadoras cachoeiras que existem em Garça-SP e região, muitas vezes desconhecidas pelos moradores locais.

DSC07473

E ao conhecer e registrar imagens de tantas cachoeiras, acabou sendo necessário fazer o inventário delas, catalogá-las e torcer para que isso possa ajudar a preservação desses belos e importantes patrimônios naturais.  Por outro lado, este espaço também se fez lugar de informações sobre animais  pertencentes a nossa fauna e até mesmo chegamos a abordar um pouco da história da região.

Logo, o balanço desses 10 anos é bem positivo, o pedal nunca parou, e nem este Blog, apesar de momentos de maior ou menor atividade, bem como o gosto pelo contato com a natureza e a busca por conhecer novos caminhos e cachoeiras que não cessa jamais.

Conseguimos nesse tempo registrar mais de 40 cachoeiras na região de Garça, e ainda algumas outras em municípios diversos, desenvolvemos o mapa das cachoeiras, uma interessante ferramenta para conhecer melhor a extensão, a localização e a qualidade de nossas cachoeiras (Confira Aqui).

Mas este é um trabalho sem fim, apesar de ainda incompleto e com algumas imprecisões, não deixa de ser um motivo de orgulho a categorização e o desenvolvimento do mapa das cachoeiras, inclusive com fotos para que se tenha uma noção mais exata dessas preciosidades da natureza.

DSC04766

Este trabalho de mapear as cachoeiras acabou por prestar uma pequena ajuda para que Garça conseguisse ver aprovado o projeto para se tornar um município de interesse turístico, e prova disso é que o próprio site oficial da Prefeitura de Garça na página referente ao Turismo, em “Mapa do Turismo”, existe um link chamado “Cachoeiras – Piramba MTB” que  utiliza a base de dados do nosso mapa de cachoeiras, inclusive a site dá o devido crédito ao Piramba (Veja Aqui).

Também sinal de  reconhecimento das publicações feitas pelo Piramba foi a matéria produzida por um importante periódico da imprensa Bauruense.  O Jornal da Cidade veio até Garça para conhecer melhor o Piramba MTB e fazer uma reportagem a respeito das cachoeiras inexploradas desta região, clique aqui para ler a matéria.

Também o Piramba MTB deu uma parcela de colaboração pra reconstituir a história da gigantesca e lendária Fazenda São João, hoje  mais conhecida como Companhia Inglesa com sua encantadora igreja em ruínas. A contribuição foi através da postagem de um primoroso texto cedido gentilmente por Hamilton Carvalho que vivenciou o período áureo desta fazenda. Nesta época,  era considerada maior que muitas cidades da região em número de habitantes, e ele com texto muito bem escrito conta com riqueza de detalhes como era a vida neste local. Confira aqui esta postagem. 

DSC00488

Sem dúvidas, foi uma dos conteúdos mais interessantes já publicados pelo  Piramba MTB e também foi o que chamou a maior atenção dos internautas. Sempre ávidos por mais informações sobre o assunto, eles acabaram por contribuir com valiosos comentários  e assim pudemos conhecer melhor o que foi este lugar com características únicas na região.

Rudi Arena

Referências:

https://www.garca.sp.gov.br/turismo/

https://www.jcnet.com.br/Regional/2016/12/garca-tem-cachoeiras-inexploradas.html

https://www.flickr.com/photos/pirambamtb/albums/

https://www.instagram.com/pirambamtb/

https://pirambamtb.com/2017/01/29/mapa-das-cachoeiras-de-garca/

https://www.youtube.com/user/RudiArena

https://www.youtube.com/user/bandamst

https://www.youtube.com/user/tonawebtv

https://www.youtube.com/user/vilegaion

https://pirambamtb.com/2016/06/05/companhia-inglesa-memorias-da-fazenda-sao-joao-19441954-por-hamilton-carvalho/

https://www.facebook.com/Pirambamtb/

https://www.facebook.com/Pirambaadventure

http://piramba.com/

Você conhece a cachoeira da união?

Você conhece a cachoeira da união? Fica na cidade de Garça! Venha conferir todas as nossas cachoeiras!Turismo em Garça.
Nossa amigo Tom conseguiu sobrevoar a cachoeira e nos deu de presente essas cenas.
#Cachoeira #União #Waterfall #Aventura #Drone #Fly #Nature #Garça#Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil #Marília #Bauru#Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

 

Conheça a Cachoeira do Carcará!!

Conheça a Cachoeira do Carcará vista de cima!!!

É apenas uma das centenas de cachoeiras de Garça-SP, próxima a cidade, fica entre o bairro São Lucas e o Aeroporto do município.

Imagens gentilmente cedidas por Antônio Brandão

#Cachoeira #Pneu #União #Waterfall #Carcara #Aventura #Drone #Fly#Nature #Garça #Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil#Marília #Bauru #Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

Cachoeira do Pneu ou Stand

Conhece a Cachoeira do Pneu? Você pode ter ouvido fala então na cachoeira do Stand?
Nosso amigo Antônio Brandão nos proporcionando essas belas imagens!!

#Cachoeira #Pneu #União #Waterfall #Aventura #Drone #Fly #Nature #Garça #Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil #Marília #Bauru #Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

Cachoeiras da Enseada (Inédita)

 

A busca por novas cachoeira é incessante,  e não é que conhecemos mais uma nova cachoeira, ou melhor cachoeiras, um lugar de natureza privilegiada. O  interessante é que a cachoeira é  próxima a cidade e o acesso não é tão difícil, embora não dê para levar a bicicleta até o final, mas ao menos na primeira cachoeira é tranquilo chegar, e ela tem um bom e pequeno poço para banho.

Já o acesso a segunda cachoeira é um pouco mais complicado, é preciso seguir uma trilha paralela ao curso d´água e descer por lugares bem íngremes, o que dificulta, mas não impede chegar até ela, que por sinal é bem mais alta e bela do que a primeira. A água parece ser limpa e sempre está gelada, a mata ciliar  é bem preservada, este é mais um belo patrimônio natural de Garça que encontra-se a poucos quilômetros da cidade, o que demonstra a infinidade de possibilidades e lugares com potencial para ecoturismo que o município desfruta e que um dia há de ser explorado de forma sustentável, tanto ambientalmente, como  economicamente, pois só pode dar certo se ambas as coisas andarem lado a lado.

DSC04370

Um detalhe interessante foi a ossada de um animal que encontramos no local, parece ser um bicho  com presas afiadas, mas não chegamos em um acordo acerca de qual animal é este? O mistério continua, mas é uma prova da existência da diversidade da fauna de nossa região.

DSC04352

IMG_20170218_164400904

DSC04374

E esta planta, com estes belos frutos, qual seria?

É, temos uma fauna e uma flora fantástica, e isto deve ser motivo de orgulho, apesar de todas as adversidades pelo qual o meio ambiente passa, aqui e Brasil afora.

Rudi Arena

 

Cachoeira Duas Quedas

Surgiu um abençoado convite para conhecer um lugar em que há duas cachoeiras uma ao lado da outra, impossível resistir. Após anos a procura cachoeiras na região para catalogar, ainda não conhecia e nem ao menos sabia de sua existência. Apesar das dezenas de cachoeiras já registradas, ainda não chegamos nem próximo da metade delas, por isso, sempre existe em um lugar meio escondido, alguma cachoeira ainda inexplorada para se conhecer. Mas está não é uma cachoeira qualquer, para começar são duas, ambas belas e altas e uma próxima da outra, o que diferencia de todas as outras que o Piramba já foi, pois não há um outro lugar em que dois afluentes distintos se encontram através de duas grandes cachoeiras e após a confluência de ambas, passam a ser um único curso d´água.

 

DSC04177

A cachoeira está localizada na Fazenda Santa Julia, Estrada da 09 de Julho, no trecho entre o distrito de  Jafa (Garça-SP) e Vera Cruz-SP, é um pouco distante da cidade de Garça. O caminho para se chegar lá também não foi dos mais simples, é preciso seguir por um bom tempo andando em meio a água e pedras do leito do riacho, até enfim chegar na tão esperada cachoeira, ou melhor, nas cachoeiras. O pequeno esforço foi mínimo, se comparado a recompensa que recebemos depois,  pois é um lugar muito especial,  diferente, único na região, e incrivelmente belo.

 

 

DSC04129

DSC04120

E  essa grande oportunidade de conhecer mais essa belíssima cachoeira foi graças ao “Cumpadi” Marinho Zapata,ele que sabia o caminho e nos levou até esse fascinante local, por isso fica registrado meu sincero agradecimento a ele, que conhece muitas cachoeiras e picos da região por causa das muitas trilhas de motos que já fez por aí.

Rudi Arena

Cachoeira da União – Pico do Tucanos – Torres

Pedalar por esta trilha é sempre gratificante,  pois é  a certeza de que encontrará belas paisagens da serra que existe ao lado direito da Estrada da Bomba e também pode contar um refrescante de banho de cachoeira. Neste dia, no meio da pirambeira o “S” ou câmbio traseiro da bike do nosso amigo Fabiano quebrou de forma que não tinha recuperação alguma, o momento foi de tensão, voltar a pé seria uma tarefa muito árdua, não teria como pedir socorro de alguém de carro, pois só havia pasto, vales e trio de boi a nossa volta e voltar a pé carregando a bicicleta depois de tudo que já havíamos descido não seria nada fácil.

No fim, a solução encontrada foi a de amarrar o “S” com borracha de câmera de bicicleta e cortar vários gomos da corrente de modo que deixasse em uma marcha só e sem a necessidade do câmbio traseiro. E não é que deu certo, graças ao bom trabalho do pirambeiro Rafael que estava com sua chave de corrente de prontidão. Depois de superado este nem tão pequeno contratempo, seguimos em frente até chegar ao Córrego do Barreiro e subimos  o íngreme e cansativo morro para voltar à Garça pelas antenas e a estrada do Jardim Adrianita.

São 26 Km de trilha,  mas a sensação ao final do pedal é de que foi mais, pois é um pouco cansativo também percorrer um terreno difícil de andar de bike, com alguns obstáculos no caminho, como mato no meio do trio de boi ou este tão fundo e estreito que não é possível pedalar, mas isso é também o que deixa o pedal ainda mais gostoso, pois se só houver facilidades, perde-se um pouco a graça do negócio. Trilha mais que recomendada,  é super legal para pedalar e contemplar a natureza exuberante que existe no entorno do perímetro urbano, e que a maioria esmagadora dos habitantes da cidade, infelizmente,  não a conhece.

Rudi Arena

 

Este slideshow necessita de JavaScript.

Bicicleta e o Bebê na Cadeirinha. Acostumando com a Piramba desde Cedo.

Não é preciso esperar muito tempo para que um bebê possa andar de bike sentado na cadeirinha. Apesar de não existir uma idade ideal exata, mas na cadeirinha é recomendável que tenha 01 ano de idade ao menos ou até um pouco mais, mas cada bebê tem suas peculiaridades, não há regra válida para todos. Existem vários modelos disponíveis no mercado, e é indispensável que esta tenha um cinto de segurança para prender a criança e também é muito importante que desde cedo já utilize capacete, para maior tranquilidade e segurança do passeio.

É preciso ficar atento a instalação da cadeirinha, esta pode ser dianteira ou traseira. Acredito que a criança aproveite mais se sentar na frente, pois a visão é mais ampla. Normalmente, a dianteira é feita para crianças menores de 04 anos e de até 15 quilos e a traseira é usada para crianças maiores e de até 22 quilos. Além do peso, verifique o tamanho e veja se a criança está bem acomodada no equipamento. Se for ainda adquirir a cadeirinha, leve a bicicleta junto para ver se encaixa corretamente, pois são muitos os modelos de bicicleta e também de cadeirinha, é preciso ver se são compatíveis e evitar toda e qualquer adaptação caseira.

As cadeirinhas são vendidas aos montes em lojas de departamentos, grandes magazines e em lojas especializadas em bicicleta. Mas em lugar algum existe orientações aos pais de que um requisito básico e necessário para adquirir é de serem bons condutores de bicicleta para poderem utilizar o equipamento de forma segura. É preciso ter consciência da necessidade de ter boa destreza, equilíbrio e controle da bicicleta, uma queda pode ocasionar severos traumas físicos e emocionais tanto a criança como aos condutores. Acrescentar uma cadeirinha a bike, além de deixa-la mais pesada, também modifica as variáveis do equilíbrio da bicicleta, é preciso testar e se necessário treinar antes.

Não há certificação pelo Inmetro de cadeirinhas, pois não existe norma que regulamente este produto. Assim, o ideal e que os produtos sigam as recomendações de produção de acordo com normas ISO 9001, incluindo teste de peso e também produtos que sigam padrões internacionais previstos na norma EN-14344.

Tomando as precauções e cuidados necessários para minimizar ao máximo os riscos, é possível curtir o pedal e estreitar os laços com a criança sem preocupação alguma. É uma ótima oportunidade para que a criança vá se habituando aos poucos com a bicicleta, sentir o vento bater na cara e o frio na barriga que uma descida pode proporcionar, ter um contato maior com a cidade sob um novo ângulo, diferente de quando se está a pé ou de carro. É um momento em que criança, pais e bicicleta entram em sintonia, e proporciona um tempo para aprofundar as relações de pais e filhos, por isso, o diálogo ao longo do caminho é importante, procurar observar e explicar as coisas que aparecem pelo caminho, tudo isso ajuda a despertar o interesse dos pequenos e apertar ainda mais os laços familiares.

Melhor ainda, é quando se está em uma cidade pequena, assim, é possível fugir um pouco do ambiente da cidade, chegar mais próximo as áreas verdes e mostrar os encantos que existem além do terreno urbano. Passear próximo à matas, passar perto de animais como bois, cavalos, gaviões, pássaros diversos e corujas, que são comuns de se encontrar, desperta na criança muito interesse. Por isso, pedalar pelas trilhas do bosque municipal de Garça-SP é um prato cheio e um ambiente muito agradável, por ser ladeado por árvores e animais se opõe ao asfalto e concreto da cidade, que as crianças geralmente já estão bem acostumadas.

É recomendável sempre pedalar de forma defensiva, em velocidade de passeio, o percurso de bike não pode ser muito longo para não cansar a criança e é recomendável levar sempre água. Os primeiros passeios devem ser curtos para o bebê ir acostumando aos poucos. O importante é o conforto dele e evitar se afastar muito da casa, pois qualquer sinal de contrariedade é bom pegar o caminho de volta o mais rápido possível. Nunca levar a criança contra sua vontade, ela precisa ser convencida e se sentir segura. As experiências com a bicicleta devem ser agradáveis, caso contrário, pode ter o indesejado efeito de a criança refutar outros passeios de bike por associar isso a uma experiência ruim, o que pode comprometer e até desestimular o uso da bicicleta na infância.

Dicas para que tudo corra bem:

-Evite vias muito movimentadas, quanto menos veículos por perto, menor a probabilidade de acidentes e mais tranquilo o passeio.

-Evitar o horário com o sol forte entre 10h manhã e 15h da tarde ou não deixe de passar o protetor solar na criança.

– Leve sempre uma garrafa de água.

– Comece devagar, primeiro trajetos bem curtos, dê uma volta no quarteirão de teste, a criança precisa se acostumar aos poucos.

– Nunca leve a criança com sono, nem logo após comer ou mamar.

– É legal também associar o passeio de bicicleta a outras coisa que a criança gosta, como ir ao parquinho, tomar sorvete ou comer uma pipoca. O rolê pode ficar mais gostoso e estimulante.

– Ao contrário do que muita gente pensa, o uso de capacete não é obrigatório. Mas quando se trata de crianças ele para lá de recomendável, em caso de queda, a criança pode não conseguir se proteger com as mãos como um adulto sabe fazer.

Idade e peso determinam como a criança deve ser transportada*:

Canguru

– Preço médio: de R$ 70 a R$ 150

– Indicação: de zero a 18 meses ou até 9kg

– Pode ser de tecido e fibra, com alças dos ombros acolchoadas e reguláveis em comprimento

Cadeirinha dianteira ou frontal

– Preço médio: R$ 70 a R$ 110

– Indicação: crianças de seis meses a três anos ou 15kg

– Pode ser de plástico ou de ferro, pode ter regulagem para os pés

Cadeirinha traseira

– Preço médio: R$ 50 a R$ 110

– Indicação: sem limite de idade, até a criança caber

– Pode ser de plástico ou de ferro. Devem ser colocadas no bagageiro da bicicleta e ter uma grade protetora para os pés

Banco traseiro ou bagageiro

– Preço médio: a partir de R$ 35

– Uma almofadinha sobre o banco deixa o assento mais confortável

– Pode ter proteção e suporte para os pés, e a criança pode se segurar no ciclista ou atrás

*http://zh.clicrbs.com.br

Rudi Arena