A incrível Cachoeira da Coruja.

Local de beleza cinematográfica localizado em Garça.

Por que Cachoeira da Coruja?

Esse local fica em propriedade particular e a escolha desse nome veio em homenagem a esse animal incrível que estampa uma das camisas do Piramba. Essas aves são exímias caçadoras, utilizam seus olhos aguçados e seu voo silencioso para dominar o ambiente. Para a cultura grega é símbolo de sabedoria.

Além disso, a intenção é manter a localização em segredo para evitar visitantes sem autorização do proprietário.

Saímos de Garça em torno das 3 horas da tarde do dia 15 de janeiro de 2022. A previsão do tempo era que haveria chuva.

Pouco antes da saída havia muitos trovões mas, partimos mesmo assim. Se por ventura chovesse abortaríamos a visita a cachoeira.

Dica Importante:

Toda vez que se pretende visitar locais de natureza e cachoeiras é muito importante observar as condições do tempo.

Com chuva se torna bastante perigoso em cachoeiras as conhecidas “trombas d’águas” ou “cabeças d’águas”, que é quando o rio recebe grande quantidade de água e acaba quase que “transbordando” levando consigo muitos resíduos como galhos, pedras e etc.

Além disso, dependendo da quantidade de dias de chuva anteriores a visita do local pode haver deslizamentos e até deslocamento de rochas. Algo que infelizmente aconteceu recentemente em Capitólio vitimando muitas pessoas e que, poderia ser evitado se tomados os devidos cuidados.

Mesmo que o tempo não marque chuva é importante prestar atenção no volume da água da cachoeira e da queda d’água. Qualquer alteração no volume é indicativo de tromba d’água. Nesse caso, o ideal é sair do local o quanto antes e procurar um local seguro.

Feito esse parêntesis, o pedal foi bastante curto. Com menos de 10 quilômetros percorridos beirando a Rodovia da Comunidade chegamos a propriedade. O Segurança franqueou acesso e os experientes pirambeiros Fausto e Rabicó acharam com muita facilidade a primeira queda após amarrarmos as bikes num tembé.

A primeira queda tem que ser acessada pelo lado direito e havia até uma corda amarrada em uma árvore. A primeira cachoeira possui em torno de 10 metros.

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Nos banhamos e depois seguimos pelo rio até a segunda queda que também possui uns 10 metros de altura.

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Mas, o que mais chama atenção é uma terceira queda já na beira de um enorme precipício. A vista é impressionante.

A quarta queda seguramente deve mais de 30 metros de altura.

Sinceramente eu desconheço um local de beleza tão impar como a Cachoeira da Coruja. Isso porque são muitas quedas em locais tão próximos e com belezas tão distintas.

O próprio visual do topo da cachoeira para o vale é de tirar o folego. Do lado direito emerge um grande paredão e a frente uma mata imensa preservada.

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Fica agora o desejo de chegar embaixo dessa imensa cachoeira. O que não deve ser tarefa fácil.

Ao final voltamos de bike em êxtase por essa nova cachoeira (ou novas cachoeiras) passando por milhares de pés de cafés num dia que jamais sairá de nossa memória. Cada vez mais Garça nos surpreende com suas belezas naturais.

Quase perdemos o PirambaCopter

O PirambaCopter é um drone Dji Spark e levamos ele em todos os pedais para principalmente registrar as cachoeiras e picos por um ângulo diferente que fazíamos antes. Com ele pudemos gravar já muitas cachoeiras.

Porém, como esses locais o sinal de gps é muito fraco e, as vezes até inexistente é preciso voar com ele no modo manual, ou seja, é preciso estar sempre mantendo o contato visual com o drone porque as funções de segurança dele (como o return-to-home – quando o drone retorna para o local de onde iniciou o voo) ficam desligadas.

Ao tentar gravar essa imensa queda (ainda consegui registrar parte dela como se vê no vídeo) mas, ele simplesmente parou de responder aos comandos no controle e foi levado com o vento. Ai bateu o desespero. Já nem o enxergava mais.

Fui até um local para tentar localizar e do nada ele se reconectou. Com muita calma fui trazendo ele até ao topo da cachoeira novamente. Quando percebi que haveria um espaço entre as árvores tentei pousá-lo. Ele bateu em um galho e caiu para dentro da cachoeira em um local seco. Ufa. Foi por pouco dessa vez.

Tivemos muita sorte. No próprio manual do Drone é desaconselhável fazer o que foi feito. Ele acaba se “confundindo” porque decola de 2 metros, e ao ser levado ao lado de uma queda de uns 30 metros o seu sensor de altura pode não funcionar corretamente mais. Somado ao fato de voar sem o sinal de gps. É realmente bastante arriscado.

Vicente Conessa.

Fazer o Bem ao Próximo é Contagiante!

“A gratidão de quem recebe um benefício é sempre menor que o prazer daquele de quem o faz.” Machado de Assis

Essa citação de Machado de Assis não deve ser abordada como uma simples frase, mas uma lição que devemos sempre carregar em nossas vidas. Se você concorda com isso, estamos alinhados e podemos poupar explicações do propósito que motivou o Piramba nas nossas ultimas ações solidárias. Antes de entrar no mérito da doação dos brinquedos, gostaria de explorar aqui outro tipo de doação que realizamos anteriormente e culminou nos recursos para a compra dos brinquedos.

Estou falando da doação do nosso precioso tempo, da doação da nossa dedicação a uma causa. Vamos abordar o “se doar”. Me lembro de acordar no sábado de manhã, dia 16 de Outubro de 2021, e ver as mensagens do grupo Piramba no meu celular. O teor era mais ou menos assim:

  • “Vai ter reunião?”
  • “Vamos assumir a organização do evento mesmo?”
  • “Temos tempo hábil para isso?”
  • “Sabemos promover um evento deste porte?”
  • “Isso vai dar mais trabalho do que imaginamos!”

Mais tarde naquele mesmo dia fizemos a tal reunião que definiria os passos para a realização do Desafio Piramba JetFlex. A reunião foi conturbada… muitas idéias desorganizadas, muitos receios e desentendimentos. Além disso, naquela data, teríamos pouco mais de 40 dias para levantar recursos financeiros, desenvolver parceiros e apoiadores, organizar e ainda divulgar o maior evento dos últimos dois anos na cidade. O cenário não era nada animador, mas decidimos naquele dia que iríamos encarar o desafio e fazer acontecer o evento, mesmo sem visar retorno financeiro nenhum.
Mas por quê?

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A riqueza, não se mede pelos bens que se possui, mas sim pelo bem que se faz” Miguel de Cervantes.

É isso! Vimos uma oportunidade enorme de fazer o bem e ajudar as pessoas que mais precisavam, afinal de contas a solidariedade faz do mundo um lugar melhor para todos nós. Esse foi o propósito que nos motivou a se doar!


Assumir o evento trouxe uma enxurrada de deveres e responsabilidades. Teríamos que responder às expectativas dos patrocinadores, apoiadores, poder público, atletas e toda a população em geral.
No final, como todos sabem, o evento foi realizado com sucesso, todas as expectativas foram excedidas e já publicamos diversos materiais sobre isso antes. Confira alguns abaixo:


Mas porquê fiz questão de contar isso antes de falar sobre a doação dos brinquedos?Porque a contribuição maior para as crianças não deve ser pipas, caminhões ou bonecas. Da mesma forma que nos unimos e nos motivamos no propósito de fazer o bem, é isso o que queremos passar adiante, porque no final é isso que faz tudo ter valido a pena.

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Os brinquedos são legais e fazem a alegria dessas crianças, sem dúvida. Porém são passageiros, dentro de dias não trarão mais tamanha empolgação. O que ficará é o exemplo de solidariedade, o ato de ajudar e de fazer o bem.

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Encerramos as entregas dos brinquedos com a certeza de que esse gesto de bondade vai influenciar a formação humana de cada uma dessas crianças, e nelas fica a esperança que se tornem multiplicadores do bem.

Porque fazer o bem ao próximo é realmente contagiante!

By Fausto Fujikawa

Pedal Bosque Municipal e Cachoeira da União. Piramba Kids com imagens aéreas incríveis do PirambaCopter!

Chegou o dia de apresentar a piramba para o meu filho

Chegou o dia que eu tinha prometido para o Ravi, o meu filho de 08 anos, que era leva-lo de bike até uma cachoeira, ou seja, apresentar de bike a pirambeira, e assim aumentar o nível de dificuldade dos nossos pedais. Já tínhamos ensaiado para este dia, fomos até Jafa algumas vezes que tem lá suas subidas e descidas, outro dia chegamos até próximo da Cachoeira do Gaia e percorremos 23 km de estrada de chão. No entanto, eu sabia que os pouco mais de 10 km da Cachoeira da União seria um desafio diferente para ele e não era possível saber como ele iria reagir as dificuldades inerentes a esta mudança, o que causava uma certa apreensão.

Estradão x Pirambeira

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Quando se sai do estradão e vai encarar a piramba e ir em cachoeira, alguns novos elementos se apresentam. Para começar muda-se o terreno, de uma estrada batida, passa para uma terra acidentada ou grama/capim que exige maior esforço do ciclista. Outra coisa, também é regra que antes de se chegar a uma cachoeira exista uma descida de inclinação severa ou extrema, também é comum que em alguns momentos é preciso carregar a bike no braço pois é impossível percorrer todo o trecho em cima dela, as vezes também é tem que fazer um pouco de trekking e percorrer a pé o leito do rio até chegar no destino. Essas são só algumas das dificuldades que passam a existir para ilustrar um pouco a respeito dessa mudança, que é de pedalar no estradão e passar a pedalar na piramba, o que ela traz de novo para o ciclista, e no caso de um ciclista mirim essa mudança é ainda maior, pois ainda está aprendendo as técnicas do esporte e explorando novas experiências sobre duas rodas.

Amigos é tudo de bom

O bom que para essa empreitada eu pude contar com meus grandes amigos Vicente Conessa e o Fabiano Ogawa que foram muito importante nesse dia e ajudou bastante neste dia. Ajudaram muito para dar mais confiança e segurança para esse pedal com cachoeira, ajudaram diversas vezes e fizeram toda a diferenças. Obrigado pela força!!!

O Bosque Municipal

O passeio começou com uma volta pelas trilhas do Bosque Municipal de Garça que possui 18,50 hectares de Mata Atlântica preservada dentro da cidade. Ali já foi o primeiro teste para a criança, pois havia obstáculos, trilhas single track e lugares com mata fechada. Foi muito bom curtir esse patrimônio da cidade e o acabou sendo o esquenta para o que viria adiante. Sem contar que meu filho deu de cara com um lagarto Teiu enorme cuja cena ele não irá esquecer tão cedo.

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A descida até chegar na cachoeira

Como já diz o ditado, para descer todo santo ajuda, até 100 metros antes de chegar no rio estava tudo muito bem. A partir do momento em que foi preciso pular para andar no pasto e percorrer os trios de boi, aí então o Ravi começou a sentir de fato que pedalar na pirambeira exige muito mais do que se estivesse na estrada de terra.

Ao andar o trecho final de pasto meu filho conheceu a dificuldade que é de manter os pneus dentro dos limites dos estreitos dos trios de boi, alias, é comum isso mesmo com os ciclistas adultos e experimentados, mas que não estão acostumados a andar nesse tipo de terreno. Porém, tudo é questão de tempo para pegar o macete da coisa. Por isso, o Ravi acabou empurrando a bicicleta em alguns momentos, ainda que fosse uma descida.

Ao chegar até o leito do rio chegamos no momento em que é precisava de muita atenção, principalmente com criança e estando com as mão ocupadas, pois é preciso carregar a bike no braço. Nessa hora a ajuda dos amigos foi fundamental para dar mais segurança e chegar enfim debaixo da cachoeira com tranquilidade.

Pena que a cachoeira ainda não se recuperou muito bem do período de estiagem e estava com um volume de água menor do que normal. A água estava aparentemente limpa e um pouco gelada. Meu filho ficou a princípio ficou um pouco reticente de entrar debaixo da queda, mas o encorajei a colocar a cabeça na água e sentir a temperatura, a força e a energia que só uma cachoeira proporciona. A reação é imediata, ninguém fica indiferente a um banho de cachoeira.

A Cachoeira como nunca vista (PirambaCopter)

Essa cachoeira é uma velha conhecida do Piramba e uma das mais próximas da zona urbana e uma das que mais visitamos, embora a gente tenha vários registros do local, ainda não tinha nenhuma imagem aérea do PirambaCopter.

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Na beira do precipício o drone foi lançado ao ar e captou belíssimas imagens e pudemos conhecer a 2ª Cachoeira da União como nunca vimos antes, as cenas falam por si e vale a pena conferir o registro desse lugar incrível e do lado da cidade.

A volta e a subida bruta para uma criança

Como já era previsto, a volta é que guardava as maiores dificuldades e que seria um intenso teste de resistência ainda que o percurso não fosse longo em termos de quilometragem. Se para descer o pasto já foi um tanto complicado, subir então seria mais ainda e assim foi. Geralmente a gente já precisa mesmo carregar a bicicleta em alguns trechos, mas o Ravi não conseguiu pedalar os 100 m de subida íngreme no pasto e nem subir a pé carregando a bike nos braços. Tive então que ir a pé carregando a minha bicicleta e a do meu filho, foi um pouco tenso e o esforço foi muito grande, mas ainda bem que foi por pouco tempo e sorte que pude contar a ajuda providencial dos meus amigos.

Deu tudo certo no final

Depois de chegar até a cerca e encontrar um terreno menos hostil, foi possível voltar pedalando, mas ainda tinha muita subida bruta até voltar para a cidade, tive que ajudar o Ravi a pedalar empurrando suas costas até chegar próximo da mata do bosque. Foi até que rápido, mas muito intenso tanto para mim como para meu filho cujo cansaço em seu semblante era visto a olho nu. Mas chegando de volta a civilização, tudo ficou mais tranquilo e o Ravi voltou pedalando para casa e nem parecia mais o menino esbaforido de minutos atrás. Valeu muito a pena e para o meu pequeno foi como se fosse uma grande aventura e tivesse alcançado um grande feito. Ainda bem que tudo correu muito bem, e ficaram momentos felizes na recordação, e é claro que um pouco de cansaço temporário, o que é normal. Sem suor e desafios a evolução fica mais distante. E estreitar os laços de amizade e de pai e filho foi apenas uma ótima consequência de um pedal como deste dia.

Quanto menor o aro, maior é o obstáculo proporcionalmente que o ciclista precisa transpor

Um problema foi verificado com o uso de bicicleta infantil de aro pequeno como a que o Ravi utilizou para chegar na Cachoeira da União. É que os obstáculos e desnível do terreno ganha um contorno bem maior quando se está com uma bike de aro 16, por exemplo. Obstáculo que parece ser pequeno para nós que estamos em uma de aro 29, para quem está com aro pequeno o obstáculo parece gigante proporcionalmente, o que faz o ciclista mirim ser obrigado a fazer um esforço muito grande ou mesmo fica inviável transpor empecilhos que existentes no caminho. Este problema só pude observar ao pedalar com meu filho na pirambeira, pois é algo que não ocorre quando ele pedala pelas estradas de terra.

By Rudi Arena

Cachoeira das Araras e um Susto com uma Cobra Cascavel. Conheça as curiosidades sobre essa serpente peçonhenta típica do Brasil!

Final de ano estava se aproximando, é época de festas, mas também pode ser um ótimo período para pegar as bikes e curtir as pirambeiras de Garça-SP, e foi isso que fizemos para crer em um ótimo 2022 e que não falte belas cachoeiras e pedal no ano vindouro.

A Vista privilegiada da Cachoeira das Araras

O lugar escolhido foi um que há anos o Piramba não visitava, é a Cachoeira das Araras que possui uma das vistas mais lindas da região. Fica localizada próxima ao bairro rural Adrianita e do Pesqueiro Codonho, e embora não fique muito longe da cidade o acesso não é dos mais fáceis, é preciso enfrentar mato alto, capim navalha e percorrer o leito do rio em trechos em que ele afunila, fica fundo e chega a não dar pé.

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Mas é claro que o todo o esforço é recompensado com um visual do horizonte fascinante, realmente tem uma vista belíssima e privilegiada dos vales que existe entre as Antenas e a Estrada da Bomba, suas matas e um grande paredão de arenito ao lado direito.

O Susto

Só que nem tudo são flores, e infelizmente não foi possível filmar o momento mais tenso e marcante do dia, o susto que levamos, também, não tinha como imaginar, a venenosa cascavel apareceu do nada por trás e pelo curso d´água da Cachoeira das Araras, o que é raro, já que ela prefere lugares secos.

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De repente, uma cobra aparece descendo o rio e tocando o Fausto

A serpente chegou a tocar o pé do Fausto que estava com o pé na água e quando ele percebeu a situação tomou o maior susto e saiu correndo rio acima. Eu também me assustei, estava sentado na pedra ao lado contemplando o belo horizonte e de repente vejo a cobra a um metro de mim, e ainda precisei me aproximar dela para pegar a mochila e evitar que ela pudesse entrar nela, pois estava indo em sua direção.

Respeito Mútuo

Ainda bem que ela só só deu um toque para pedir licença e seguir o seu caminho com tranquilidade. Existem estudos que dizem ela usa o guizo para avisar invasores quando estão muito próximos, em cima de uma cachoeira fica difícil ouvir esse tipo de aviso, se é que existiu. Depois, ela escalou um íngreme barranco com maestria e foi-se, deixou então aquela sensação de que a gente nunca mais iria esquecer aquele momento.

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Na hora do susto é tudo bem tenso, mas depois foi possível curtir os movimentos desse belo réptil peçonhento, e o sentimento de alívio tomou conta, tivemos sorte que imperou o respeito mútuo entre a gente e a serpente, embora o território seja dela, e os homens sejam os intrusos, em nenhum momento ela se mostrou ameaçadora, por tudo isso, é preciso respeitá-la.

Por outro lado, também não há necessidade de entrar em pânico, os especialistas asseveram que as essas cobras são perigosas sim, mas não são agressivas, em geral fogem quando avistadas. E, é claro que temos que agradecer que desse encontro tão próximo da serpente conseguimos sair ilesos, voltamos para casa apenas com os ferimentos do capim navalha nas pernas, mas nada de mordidas de cascavel. A imagem dela ao lado no meio do rio nunca mais sair da minha mente. Que dia!!!

By Rudi Arena

Sobre a Cascavel*


Nome científico: Crotalus durissus
Habitat: Campos abertos de cerrados, áreas pedregosas e secas.
Hábitos: Crepuscular e noturno.

O número de anéis no chocalho da Cascavel, não representa sua idade

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A cascavel na vertical escalando um barranco na Cachoeira das Araras


Características: A cascavel Possui um chocalho na extremidade da cauda. Ao contrário do que se pensa, o número de anéis no chocalho da Cascavel, não representa sua idade, ou seja, se uma cascavel possui 10 anéis no chocalho isso não quer dizer que ela tenha 10 anos de idade. Muda de pele de 2 a 4 vezes por ano e, a cada vez que isso ocorre, acrescenta um novo anel no chocalho. Alimenta-se de pequenos roedores. A reprodução é vivípara e ocorre no período de novembro a fevereiro. Em média nascem de 16 a 24 filhotes. É venenosa.

As Cascavéis são perigosas, mas não agressivas e fogem rapidamente quando avistadas. A espécie encontrada no Brasil possui veneno neurotóxico, que atua no sistema nervoso e faz com que a vítima tenha dificuldades de locomoção e respiração. Diferente de seus parentes da América do Norte, que possuem propriedades proteolíticas (necrosante).

A Serpente que ocupa o primeiro lugar em acidentes ofídicos **

A característica mais marcante da cascavel é um som de chocalho forte. A cascavel ocupa o primeiro lugar no número de mortes causadas por acidentes ofídicos, aqueles que envolvem mordidas de cobras. Segundo um estudo realizado pelo Instituto Vital Brazil, no período de 1990 a 1993, mais de cinco mil pessoas foram picadas por cascavéis. Das 35 espécies que existem no mundo, apenas uma vive no Brasil – a Crotalus durissus.

Cáscavel: presente em todo território brasileiro

Ela habita os cerrados, regiões áridas e semi-áridas do Nordeste brasileiro, bem como os campos abertos das regiões Sul, Sudeste e Norte. Veneno da cascavel Boicininga – “cobra que soa”, na língua tupi – , é outro nome da cascavel, que possui um que possui um veneno poderoso. Ele destrói as células do sangue das vítimas, causa lesões musculares, afeta os sistemas nervoso e renal. Na peçonha dessa serpente, há uma proteína que causa rápida coagulação, fazendo o sangue da vítima endurecer. O ser humano tem uma proteína parecida, a trombina. Ela é ativada quando nos machucamos e forma a “casquinha” nas feridas. As células sanguíneas dos seres humanos possuem uma outra proteína chamada mioglobina. Quando o veneno crotálico – da cascavel – destrói essas células, a mioglobina sai na urina da vítima, que assume uma cor avermelhada.

Como tratar uma picada de cascavel? **

A picada de cascavel não dói, segundo diversos relatos do Instituto Butantan. Quem for mordido jamais deve fazer torniquetes ou garrotes – isso agrava a ação do veneno e pode levar à amputação do membro atingido. Também não se deve enfaixar a ferida. Pode-se lavar a ferida com água e sabão ou com soro fisiológico. Mas a melhor coisa a se fazer é levar a vítima o mais rápido possível para o hospital e, de preferência, com a cobra. Isso é importante para a identificação do animal e, portanto, para a administração correta do soro antiveneno, ou antiofídico. Se não for possível capturar a serpente, deve-se dar uma boa olhada nela, para depois descrevê-la ao médico e ele poder aplicar o soro correto.

Perto ou longe? Cascavéis usam truque com o guizo para enganar humanos ***

O som de alerta da cascavel, o som de chocalho, é um dos ruídos mais arrepiantes da natureza: se puder ouvi-lo, já está perto demais.

Contudo, de acordo com um novo estudo publicado em 19 de agosto no periódico Current Biology, essa comunicação é mais complexa do que se imaginava.

Ao analisar as vibrações de alerta da cascavel-diamante-ocidental (Crotalus atrox), cientistas constataram que o chocalhar das serpentes se mantém a frequências mais baixas de até 40 hertz, ou mais lentas, quando uma ameaça está distante. Mas quando um invasor se aproxima demais — uma distância que difere a depender da cobra individual — as cascavéis mudam abruptamente para um sinal de alerta mais rápido e de alta frequência entre 60 e 100 hertz.

Quando foi solicitado a participantes de um experimento que ouvissem e estimassem a distância de uma cascavel em uma pastagem em realidade virtual, eles acertaram com bastante precisão quando os sons dos guizos estavam mais lentos ou a baixas frequências. Ao acelerar o ritmo dos guizos, entretanto, os humanos foram levados a pensar que as cobras estavam muito mais próximas do que realmente estavam.

Quando uma cascavel balança a cauda lentamente, o ouvido humano é capaz de discernir cada som individual do guizo. No entanto, a frequências mais elevadas, os sons individuais se fundem em uma melodia contínua, que parece “completamente diferente ao ouvido humano”, afirma Boris Chagnaud, neurocientista da Universidade de Graz, na Áustria, e autor principal do novo estudo.

Além disso, devido a uma peculiaridade da percepção humana, os guizos de alta frequência soam mais altos para nós, apesar de terem basicamente a mesma amplitude ou volume, explica Chagnaud.

“Talvez essa seja outra função do guizo: confundir predadores”, observa Bree Putman, herpetóloga da Universidade Estadual da Califórnia, em San Bernardino, que não participou do estudo.

O que fazer se encontrar uma cascavel ***

Até mesmo para quem está acostumado a encontrar esses animais na mata, o som característico do guizo da cascavel nunca deixa de assustar.

“É sempre um momento em que o coração dispara”, conta Asia Murphy, ecologista da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz. “Adoro encontrá-las, embora o som me assuste.”

É comum Murphy encontrar cascavéis ao estudar suas interações com outros predadores, como linces, raposas e coiotes. Ela explica que existem algumas regras simples para se manter em segurança.

“Sempre fique atento ao local onde senta e coloca as mãos e os pés”, recomenda Murphy. “Nunca tente tocá-las, até mesmo com um pedaço de pau ou uma vara. E é lógico, não as manuseie.”

Mantenha uma distância mínima de um metro e oitenta e resista ao impulso de mover galhos próximos ou outros elementos de seu habitat para observar melhor.

Fontes:

* http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/cascavel.htm

** https://educacao.uol.com.br/disciplinas/ciencias/cascavel-serpente-que-vive-em-todo-o-pais-tem-veneno-perigoso.htm

*** https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2021/08/cascaveis-enganam-humanos-fazendo-os-pensar-que-estao-mais-perto-do-que-realmente-estao

2021 foi um ano de desafios e de plantar sementes! Que 2022 possamos continuar dando nossa contribuição com muito amor por nossas pirambeiras!

Esse ano que passou foi um ano muito difícil. Passamos por uma pandemia que mexeu demais com a nossa forma de viver. Sobrevivemos.

Porém, mesmo diante das dificuldades, o Piramba® completou um ano de formalização (registro da marca e constituição) com diversas ações desenvolvidas nesse tempo:

  1. Desafio 6 horas e uma campanha de brinquedos do final do ano.
  2. Doação de um tanquinho e roupas de cama para a Casa Abrigo de Garça.
  3. Venda do Piramba Coffee 100% beneficente.
  4. Campanha do agasalho em Parceria com o Café Bosquê com doação de cobertores.
  5. Participação do clube no Programa Nosso Campo da TV Globo.
  6. Piramba Vertical trazendo atividades de rapel e cachoeirismo com excelência.
  7. Campanha PirambAR em parceria com o atleta Luiz Perrella e Ecooar com a plantação de um bosque do Piramba.
  8. Início do Projeto da Rota Turística Trilhos do Café e apresentação junto a Secretaria do Estado do Turismo de São Paulo.
  9. Participação ativa do clube nas questões relacionadas ao desenvolvimento do turismo na cidade por meio do Conselho Municipal de Turismo de Garça, especialmente na revisão do Plano Diretor do Turismo.
  10. Associação do clube na Aliança Bike – Associação Brasileira do Setor de Bicicletas.
  11. Desafio Piramba JetFlex 2021 que surgiu como oportunidade de firmar o evento como data oficial no calendário turístico da cidade e criar oportunidades para as entidades assistenciais da cidade arrecadar recursos (estimados em mais de 40 mil reais) estimulando a prática do ciclismo pela população.
  12. Plantio do Bosque Piramba Jetflex com mais de 200 mudas de árvores nativas da Ecooar além das ações sustentáveis no Desafio Piramba JetFlex 2021.
  13. Palestra com renomado escritor e cicloturista Nestor Freire do Projeto Giraventura.
  14. Campanha do Brinquedo.

Foi muita coisa em pouco tempo, mas foram várias sementes plantadas. Alguns frutos já colhidos em 2021, mas sem dúvida o mais importante foi o fortalecimento do nosso companheirismo e amizade. Que 2022 reserve ainda mais coisas boas!

O último pedal no ano fechou com chave de ouro com a trilha da Moto sendo o mais puro creme da Piramba! Muita lama e obstáculos a ser transpostos! Foi demais! Feliz ano novo!

Que o Natal seja alegre e repleto de sustentabilidade à todos.

Já é quase natal, ano novo vem na sequência, época boa essa, rever e reunir pessoas queridas, comemorarmos, sermos gratos e refletirmos. Você está de boa e vem aquela música – “então é natal, e o que você fez?’. E eu te pergunto, o que você tem feito para contribuir com um planeta mais sustentável?

Pensou em viver todas essas atividades festivas e incluir nelas atitudes sustentáveis? Vem cá que eu te dou umas dicas:

Lá vem as compras de fim de ano…

Antes de comprar por impulso, avalie se você realmente precisa do produto, qual vai ser o seu uso futuro. Não se deixe atrair por promoções sem necessidade real de compra;

Eu sei que vai ter presentes…

Pensou em presentear alguém especial, utilize uma embalagem eco, materiais como papel e barbantes, solte a imaginação, nada de usar aquele monte de sacos plásticos;

Sugestão de Embalagem.


Já estou pensando na comida, hunm…

Na ceia certamente vai ter receitas com azeitona, palmito, enfim, alimentos condimentados que vem em embalagem de vidro, que tal reutilizar o pote?Retire o rótulo e personalize como achar melhor. 

Sugestão de armazenamento.

E as bebidas hein…

Vai beber? Que seja na latinha, isso mesmo, o alumínio é muito valorizado no mercado de recicláveis, campeão no ranking da reciclagem, além de ser o sustento de muitas famílias, o metal bruto extraído da natureza demanda um alto custo, já a reciclagem é um processo mais simples e eficiente.

Uma segunda opção são as bebidas em garrafas retornáveis. Mas se consumir alguma garrafa plástica, opte pelas de cores branca translucida, nada daquelas coloridas, elas não têm tanto retorno na cadeia de reciclagem. Lembre-se de separar os recicláveis.

Do mais eu desejo que suas festividades sejam marcadas por bons momentos e que seu 2022 seja de muita paz, saúde, sucesso e sustentabilidade!

Erica Fernandes Mota

Engenheira Ambiental

CREA: 5069703340

https://instagram.com/ericafmota?utm_medium=copy_link

Existem três coisas que as pessoas julgam que devemos fazer antes de morrer; Ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro.

Sua árvore você pode plantar aqui 👇🏻

https://www.ecooar.com

Bosque Municipal de Garça – uma preciosidade!

Vista aérea da Mata do Bosque e o Lago Artificial de Garça e a Concha Acústica – 3 de dezembro de 2021.

No ano de 1958 o município de Garça transformou uma reserva florestal em Bosque Municipal. O Bosque Dr. Belírio Guimarães Brandão é uma área preservada de Mata Atlântica de 18,5 hectares dentro da cidade.

Atualmente possui espaço para educação ambiental, locais com animais, parquinho e até uma locomotiva do ano de 1898 fabricada na Philadelphia, Estados Unidos.

Desafio Piramba JetFlex realizado no dia 5 de dezembro de 2021.

Além disso dentro dele há trilhas utilizadas para a educação ambiental.

No Desafio Piramba JetFlex uma parte dela foi utilizada no trajeto da prova e, sem dúvidas foi o grande destaque para os atletas e participantes.

A beleza do local impressiona as pessoas que passam pela mata. São muitas espécies de árvores nativas que possui uma grande diversidade biológica. Abaixo o registro de um bugio quando sinalizamos o trajeto.

Além disso, o trajeto também contemplou a histórica Maria Fumaça americana que renderam muitas fotos bonitas, valorizando ainda mais o patrimônio cultural disponível em Garça.

Desafio Piramba JetFlex 2021. Imagem: Rodrigo Phillipps. Atleta: Perrela.

Que no ano que vem novamente possamos utilizar o Bosque Municipal para a segunda edição do Desafio. Foi uma unanimidade entre os atletas a beleza e dificuldade do local para a prova. Sem dúvida uma preciosidade que deve ser valorizada cada dia mais pela população.

Referências bibliográficas.

https://visitegarca.sp.gov.br/espaco-de-atracao-turistica/bosque-municipal-dr-belirio-guimaraes-brandao/61

https://www.garca.sp.gov.br/portal/turismo/0/9/4705/bosque-municipal-dr-belirio-guimaraes-brandao

Desafio Piramba JetFlex – sentimento de dever cumprido!

O coração parece não se conter de alegria pela realização do Desafio Piramba JetFlex 2021.

Recebemos muito carinho e elogio das pessoas acerca do evento. Realmente o Desafio superou todas as expectativas: Não houve acidentes graves, o tempo ajudou muito porque não choveu. O público compareceu em peso abraçando as entidades que tiveram grande lucro com a venda dos seus produtos. Estima-se que no total foram mais de 40 mil reais arrecadados!

E para fechar com chave de ouro nossa alegria, a Câmara Municipal de Garça através do Vereador Pedro Santos contemplou o Piramba com uma moção de congratulações e aplausos pela realização. Não há dinheiro que pague esse reconhecimento.

Agora é comprar e distribuir os brinquedos para as crianças de Garça! Vai ser demais!

Que em 2022 possamos novamente unir forças e realizar novamente o Desafio com muitas novidades! Se Deus quiser!

À todos participantes, patrocinadores e parceiros: Obrigado!

“A gratidão é o único tesouro dos humildes.” Willian Shakespeare.

Não temos palavras para descrever o sentimento de gratidão pela sua parceria no Evento 1º Desafio Piramba JetFlex de MTB 2021. Sem sua ajuda não seria possível ter realizado um evento de sucesso que tanto pôde contribuir para as entidades assistenciais de Garça e para as crianças que terão um Natal mais solidário.

Que Deus possa abençoá-los nesse Natal e no ano novo que em breve se inicia e que em 2022 possamos novamente unir forças no 2º Desafio Piramba Jetflex! É o que desejamos!

Confira a galeria de fotos abaixo!

https://flic.kr/s/aHsmX7fE5W

O Desafio Piramba JetFlex Será Imperdível!!! (Programação: 03, 04 e 05 de Dezembro 2021)

Faça sua inscrição até o dia da prova pelo link abaixo :

https://piramba.sbrsports.com.br

O PIRAMBA®️, com objetivo de reunir ciclistas, interessados, curiosos e famílias para compartilhar momentos agradáveis como sociedade organizada, fomentar ações que incentive o bem estar individual, das famílias e da sociedade, resolveu criar algo além dos encontros periódicos de pequenos grupos para desfrutar da região através do mountain bike, criar um e evento em Garça/SP com maior abrangência.

O DESAFIO PIRAMBA JETFLEX promete agitar o fim de semana em Garça, nos dias 03, 04 e 05 de Dezembro/2021 com uma programação vibrante para proporcionar entretenimento, diversão, cultura, fomentar a economia local, a consciência ambiental e a solidariedade social.

Confira a seguir o que a turma do PIRAMBA®️ preparou com muita dedicação para o evento.

  • Dia 03 (sexta) – abertura – será no Teatro Municipal de Garça e contara com uma palestra incrível e apresentação musical.
  • Dia 04 (sábado) – reconhecimento + entretenimento – acontecerá no Lago JK Williams, com bandas e o reconhecimento da pista, onde sera o desafio do dia seguinte.
  • Dia 05 (domingo) – DESAFIO PIRAMBA JETFLEX + entretenimento + premiações – acontecerá no Lago JK Williams, o desafio acontece em uma pista preparada especialmente para o evento e para atender desde os ciclistas menos experientes até os profissionais.

São incontáveis os objetivos que um evento dessa proporção pode trazer, certamente um deles é estimular os ciclistas e a população em geral à prática do ciclismo, seja como competição, treino, lazer e até mobilidade;  e que a sociedade tenha uma maior conscientização sobre a bicicleta em nosso cotidiano, no trânsito e seus benefícios para o meio ambiente.

Segurança:

Além de tudo isso, também é claro que existe uma preocupação com a segurança das pessoas, por isso os inscritos contarão com seguro acidente incluso e também estará uma ambulância de prontidão. O evento também conta o apoio imprescindível da Prefeitura Municipal de Garça.


Praça de Alimentação:

O evento acontecerá no cartão postal de Garça, o Lago JK Williams  e terá ampla estrutura para receber não apenas os atletas e os amantes do MTB, mas também toda a população em geral, inclusive as  famílias, e para isso contará com banheiros, bar, e praça de alimentação com tendas das entidades filantrópicas locais:

Lions: hambúrguer e cachorro quente.
Patrulha: batata com cheddar e bacon
Casa de Apoio do Câncer: bebidas
Apae: pastel
Hosfram: espetinho e pudim

Escoteiro: limonada, pão de queijo e café.

Programação Cultural

SEXTA (Teatro Municipal de Garça*)

18:00 – Abertura do Teatro
18:30 – Piramba-MTB e seu papel com a sociedade e meio ambiente
18:45 – Prefeito João Carlos
19:00 – Ricardo Meira
20:00 – Palestra com Nestor Freire e Marina Lima
(Previsão de encerramento as 22h)

*Avenida Dr. Rafael Paes de Barros – Williams, Garça – SP

SÁBADO (Lago JK Williams) **
10:00 – Plantio inaugural do Bosque Piramba JetFlex Sustentável
11:00 – Abertura do Palco
13:00 – Tozzetti
15:00 – Rodrigo e Alexandre
17:00 – Banda Balaclava
19:00 – Banda Not Dog
(Previsão de encerramento as 21h)

DOMINGO (Lago JK Williams)**
11:00 – Banda Experimento
12:30 – Premiações
13:00 – Banda Phoma
15:00 – Grupo Resenha
(Previsão de encerramento as 17h)

**Rua Vinte e Sete de Dezembro, 394 – Williams, Garça – SP

Palestra

Também haverá uma palestra imperdível com Nestor Freire do projeto Giraventura com o tema: “Oiapoque ao Chuí de bike” em que vai compartilhar de sua fascinante experiência de bike Brasil a fora com participação da atleta de maratona Marina Lima .

Nestor freire é o idealizados do projeto giraventura , um projeto de vida de 10 anos que contemplam 10 cicloviagens ao redor do mundo, escritor do livro extremos do mundo concorrente ao prêmio Jabuti 2021 na categoria biografia/documentário/reportagem.


Marina Lima , técnica em agropecuária , desenvolve um trabalho voltado a extensão rural, apoia também o projeto das mulheres do café do norte pioneiro do PR , é ciclista , atleta praticante de modalidades duras como maratonas e hard endurence, já concluiu o malacara race.

Reconhecimento da Pista

Dia 04 de dezembro, além de apresentação de bandas haverá reconhecimento da pista no horário das 09h até as 17h para quem quiser conhecer acostumar-se ao trajeto.

Circuito e categorias:


O DESAFIO PIRAMBA JETFLEX  terá categoria Elite, Pro e Sport,  e será disputado em um circuito técnico e desafiador de aproximadamente 8 km que passará por  trilhas incríveis em meio a cafezais e belas paisagens, e ainda os participantes terão a rara oportunidade de pedalar dentro de parte da mata do bosque municipal.

Local, pREMIAÇÃO E kit:

O ponto de largada e chegada  será o lago JK Williams em Garça-SP. A categoria Elite, feminina e masculina, graças à colaboração de nossos bravos patrocinadores dará uma premiação total de 10 MIL REAIS EM DINHEIRO! E todos os inscritos receberão um Kit Magnata, que valerá cada centavo do valor gasto na inscrição e ainda por cima fará uma criança sorrir. 

Neutralização de Emissão do CO²

A preservação da natureza é um de nossos pilares e buscamos sustentabilidade em nossas ações, para isso contamos com o nosso parceiro em reflorestamento de árvores nativas, a Ecooar. Para esse evento, a cada inscrição feita, uma árvore será plantada em áreas de preservação permanente para neutralizar a emissão do CO² do inscrito.

Sustentabilidade

Os kits dos participantes serão entregues em sacola de papel, os copos descartáveis serão de papel, as medalhas entregues é de madeira de reflorestamento, e será feita coleta seletiva dos resíduos gerados.

Realização Piramba®️

O PIRAMBA®️ é uma marca devidamente registrada, e uma entidade sem fins lucrativos. Toda a renda arrecadada com as inscrições será revertida em projetos sociais desenvolvidos por nós, em especial a nossa campanha de natal com distribuição de brinquedos para crianças da zona rural  e da periferia da cidade de Garça-SP.

Confira como foi a nossa Ação de Natal de 2020:

https://www.youtube.com/watch?v=aI_qDNmXVhQ


https://www.youtube.com/watch?v=DaRT9_V54rg

Apoio e Patrocinadores:

Por tornar possível a realização desse evento, o Piramba®️ agradece A todos os parceiros e patrocinadores que apostaram nessa ideia: PPA, EALOG, NATURAL ONE, DBG, FULLTIME, UNIMED, MASSAS PAULISTAS, MARMOARIA SIMÕES, COLÉGIO LÚMEN, LOCAÇÕES GARÇA, COMASA, AONET, TRANSPORTADORA ELITE, TELHAS SCARTEZINI, SEG LUZ, FAZENDA SÃO RAMIRO, PROCOMESSO, POSTO EXPRESS, MARIPAV, MACRO CONESSA, IDEAL VARIEDADES, HIDRODEX, GID, FLEX IMÓVEIS, ECODECOR, DIAGLAB, DELETRO, DARMA GRAMPOS, CONSTRUART, CASA DO LED, BRAFÉRTIL, AUTO ESCOLA PLANALTO, ARANHA E CONESSA ADV, ALLCÓPIAS, ADVOCACIA THIAGO SILVA, 014 STORE, 3AEXPRESS, MEU HOTEL, W SUPLEMENTOS, RB ALIMENTOS, SANTEE, GUCOL, ECOOAR, LA MAGLIA, VELTTER, BIG MART, AGROFITTO, ENGEPER, HENLAU, LEILA CASA LINDA, MINI SHOPPING GARÇA, GRANCHELLI CAFÉ, GIRAVENTURA, BICHO DO MATO, GRAN VILLAGGIO E SUJO DE BARRO

INFORMAÇÕES IMPORTANTES DO DESAFIO PIRAMBA JETFLEX :


DATA DA REALIZAÇÃO DO DESAFIO: 05/12/2021

HorÁRIO:


CATEGORIA ELITE E PRÓ – 45KM  Largada: 8:00hs
CATEGORIA SPORT – 25KM Horário da largada: 05/12/2021 10:00hs
INSCRIÇÕES LIMITADAS: 300 INSCRITO
S Obs. As inscrições serão feitas a partir do dia 3 de novembro de 2021 até o dia o dia da prova (05 de dezembro), o limite máximo é 300 ciclistas. Apenas através do site www.sbrsports.com.br ou o link em www.pirambamtb.com.

VALOR DA INSCRIÇÃO


Diamante: R$ 100,00 + 1kg de Alimento (Até 20/11/2021 ou 250 unidades)Kit Incluso: Camiseta, Medalha Finisher, Squeeze, Bandana, Placa da Bike com Chip, Café, Protetor Solar, Gel Isotônico, Muda de Arvore e MUITO MAIS!


Ouro: R$ 80,00 + 1kg de AlimentoKit Incluso: Medalha Finisher, Squeeze, Bandana, Placa da Bike com Chip, Café, Protetor Solar, Gel Isotônico, Muda de Arvore e MUITO MAIS!


 CATEGORIAS – ELITE MASCULINO E FEMININO  e PRO

ELITE e PRO*: Categorias: Masculino e Feminino e com premiação em dinheiro com total de mais de 10 mil reais para os dez primeiros colocados na classificação geral!!!

SPORT: Masculino Sub-23: 15 a 22 anos Sub-30: 23 a 29 anos Master A: 30 a 39 anos Master B: 40 a 49 anos Master C: 50 anos ou + Feminino Sub-23: 15 a 22 anos Sub-30: 23 a 29 anos Master A: 30 a 39 anos Master B: 40 a 49 anos Master C: 50 anos ou +


KIT E CHIP
para todas as MODALIDADES os Kits serão entregues no dia 05\12 (dia do evento) das 6:00hs até as 7:00hs (será entregue no local do evento).


 * PREMIAÇÃO – DESAFIO PIRAMBA JETFLEX  –  Os atletas com colocação entre 1º a 10º lugares, na categoria ELITE, tanto do masculino e feminino serão premiados com troféus e têm o direito a uma bonificação de incentivo por objetivo atingido, conforme tabela abaixo: ELITE Masculino e Feminino (O Valor é pago individualmente)
1º R$ 2.000,002º R$ 1.000,003º R$ 600,004º R$ 500,005º R$ 400,006º R$ 300,007º R$ 200,008º R$ 100,009º R$ 50,0010º R$ 50,00


MEDALHA:
 Todos os que concluírem a prova receberão uma  medalha única.

Inscrições-Patrocinadores-logos-Colaboradores
Logos dos patrocinadores e colaboradores
Kit-sustentabilidade-resíduos-
Ecooar-planta-retirada de carbono
Selo Ecooar

Slogan Giraventura

INSCRIÇÕES ABERTAS! Desafio Piramba JetFlex 2021!

Faça sua inscrição pelo link abaixo!

https://piramba.sbrsports.com.br

Para saber mais acesse o seguinte link no Blog do Nestor Freire (@projetogiraventura):

https://www.giraventura.com.br/post/desafio-piramba-jetflex-sustentável-2021-5-de-dezembro-de-2021

Desafio Piramba JetFlex 2021!

AVISO: Tivemos alguns problemas e a qualquer momento as inscrições estarão abertas.

Save the date: Dia 5 de dezembro no Lago Artificial em Garça – São Paulo.

Evento beneficente em prol das crianças de Garça.

Enquanto isso, assistam abaixo como foi nosso evento ano passado.

Trail Run São Ramiro.

Hoje foi um dia atípico. Troquei a bike pela corrida no evento Trail Run São Ramiro. Foram 6 km saindo da Fazenda São Ramiro pela estrada do Saltinho e posso garantir que de bike é muito mais fácil viu. Cheguei ao final exausto depois de enfrentar as diversas subidas do trajeto. Mas, valeu muito a pena. A corrida é um esporte divertido e muitos adeptos se fizeram presente em peso nesse domingo.

Centenas de corredores de diversas cidades da região compareceram e era visível a felicidade em se reunir novamente em um evento com muitas pessoas após uma penosa pandemia. Apesar disso, todos os cuidados dos organizadores e dos participantes ocorreram com o uso de máscara por todos.

Fico feliz em perceber que Garça já começa a mostrar sua força no que tange a atratividade turística por meio do esporte. Nossa região, além de ideal para a prática do Mountain Bike, também está agora no mapa do Trail Run, com assessorias especializadas em corrida encabeçando e mostrando competência na realização de ótimos eventos, como a MLF nesse caso.

Além disso, A Fazenda São Ramiro é um espaço ideal porque possui toda infraestrutura para o público. E hoje ofereceu um delicioso almoço com apresentação ao vivo de Lucas e Luana e Danilo Camilo.

Que muitos outros eventos esportivos aconteçam porque eles são propulsores da prática da atividade física, elemento fundamental para a saúde humana.

É Piramba de bike e a pé!

Vicente Conessa.

Pedal da florada dos ipês amarelos em Garça (PirambaCop)

Hoje, 21 de setembro é o dia da árvore e nada mais apropriado para ocasião do que o Piramba MTB prestar homenagem a beleza do Ipê Amarelo, árvore nativa do Brasil e que embeleza o país afora com seus cachos amarelos de cor viva e chama a muito a atenção por quem passa por suas belas flores.

O inverno não é considerada uma estação muito auspiciosa para as plantas, árvores e flores em geral. Mas a estação fria e seca também pode guardar belas surpresas, como foi o caso da exuberante florada dos Ipês amarelos em Garça. As lindas imagens foram registradas pelo PirambaCop e andar de bike entre esse espetáculo da natureza é um privilégio que dura poucos dias.

Na época da seca, a árvore perde as folhas, que dão lugar às flores e transformam a paisagem. A floração do ipêamarelo ocorre entre os meses de julho e setembro e chama a atenção de moradores da cidade e da zona rural. A floração dos ipês-amarelos dura, em média, 15 dias.

Ipê-amarelo-flor-de-algodão

Ipê-amarelo-flor-de-algodão (Handroanthus serratifolius) é uma espécie de árvore do gênero Handroanthus. No Brasil também é conhecida como somente ipê-amarelo.

Características

É uma árvore com porte que varia de médio a grande e pode atingir de 15 a 30 metros de altura. Possui o tronco fissurado formando finas placas que se soltam em pequenas quantidades. Suas flores são de cor amarelo-dourado e se formam em cachos. 

Flores

Possuem flores hermafroditas livres ou em tríades levemente perpendicular, unidas em conjuntos em formato de umbela no final dos ramos. O cálice e a corola tem forma tubular com cinco lóbulos. Por causa de sua beleza, atraem  insetos e vertebrados como abelhas e pássaros, especialmente beija-flores que tem papel fundamental na polinização. As sementes são espalhadas pelo vento.

A floração ocorre após a queda das folhas, o que acontece no período mais seco, geralmente de junho a agosto, no inverno, podendo variar nas zonas mais próximas ao litoral.

Distribuição geográfica

Floração de Ipês-Amarelos ou “Pau-d’arcos amarelos” (Handroanthus serratifolia) vista do Pico Alto, no município de Guaramiranga, topo mais elevado da Serra de Baturité – Ceará – Brasil.

Árvore típica do bioma da Mata Atlântica, ocorrendo no interior da mata, sendo difícil de ser encontrada em estado nativo atualmente, por conta da sua madeira ser altamente requisitada e ter desenvolvimento lento. Não é muito utilizada em paisagismo urbano, justamente pelo lento crescimento e por ser de médio a grande porte.

Usos

A madeira é utilizada para construções civis e navais, alem de pontes, postes, tábua de assoalho, tacos de bilhar e bengalas, possuindo longa durabilidade. Árvore ornamental, extremamente majestosa quando está florida, é ótima para o paisagismo. Usa-se também em restaurações florestais. A entrecasca é utilizada na medicina caseira, embora seja menos procurada que a do ipê-roxo.

Também é bastante usado em paisagismo e arborização urbana por suas flores amarelas bem chamativas, entretanto, não é recomendado plantar próximo a casas ou em calçadas, pois suas raízes podem causar problemas no calçamento e na rede de esgoto.

Flor nacional do Brasil

Em 27 de setembro de 1961, foi apresentada a proposta do Projeto de Lei 3380/1961 que declara o pau-brasil (Caesalpinia echinata) e o ipê-amarelo (Tecoma araliacea), respectivamente, árvore e flor nacionais. No entanto, após vários pareceres a PL foi arquivada. Em 7 de dezembro de 1978, somente o pau-brasil foi declarado árvore nacional por meio da Lei nº 6607. Houve outras tentativas de estabelecer o ipê-amarelo como a flor nacional com os projetos de lei PL-2293/1974 e PL-882/1975, mas as duas PL foram arquivadas na Câmara dos Deputados.

Fonte: https://pt.wikipedia.org

Cicloturismo, uma forma sustentável de viajar

Quando falamos em viajar, logo nos passa pela cabeça centenas de lugares, praias, resorts, cidades históricas e muitos outros lugares que, através de nossas redes sociais ou até mesmo pelas experiências de nossos amigos, nos conquistam e nos incitam a conhecê-los e vivenciar as maravilhosas experiências que cada um deles podem nos oferecem.

Sim, viajar talvez seja uma paixão unânime. Carro, moto, ônibus ou trem talvez sejam os métodos de transporte mais utilizados para viagens de curta distância. Já para passeios intercontinentais, costumamos utilizar dos aviões e navios, devido a distância entre os destinos, cada um deles nos proporciona benefícios e experiências diferentes, experiências essas que vivemos buscando formas diferentes de vivenciá-las.

Pedalar é uma dessas experiências que vivemos desde criança, saudosa herança pioneiramente desenvolvida por Leonardo da Vince no século XV, foi só em 1818 na França, que nossa querida “magrela” saiu do papel. Chamada de cavalinho de pau, cansava muito seus usuários por não possuir pedais nesse momento de sua história, mecanismo que chegou 22 anos mais tarde, em 1840 desenvolvido pelo escocês chamado Kirkpatrick Macmillan. Anos de evolução e mais alguns gênios como Pierre Michaux e H.J. Lawson levaram o projeto de Da Vince muito próximo de como nossa querida bicicleta é hoje, fabricadas na Europa desde 1875, com a produção no Brasil, iniciada à partir de 1898.

Uma bela viagem pela história da bicicleta não é? E que tal se viajássemos de bicicleta? Através de lugares que só ela é capaz de nos levar, paisagens incríveis, lugares históricos e experiências inesquecíveis, sem sombra de dúvidas seria um tentador convite ao inexplorado.

Rafa (Canal de Bike)

Com certeza foi por esse espírito aventureiro e desbravador que o inglês Thomas Stevens foi tomado quando em 1884, partiu de São Francisco para o que se tornaria depois, a primeira volta ao mundo de bicicleta, uma história relatada no livro “Ao redor do mundo em uma bicicleta” . Inicialmente a ideia de Thomas era pedalar “só” pelo continente americano, cruzando os Estados Unidos até Boston. Chegando à costa leste, resolveu esticar “um pouco” a aventura. Saindo de Nova York, com auxílio de navios, trem e até “a pé” iniciou sua jornada pela Europa, Ásia e pelo Japão, retornando ao continente americano em uma viagem que durou quase três anos entre 1884 e 1886.

Uma belíssima e inusitada cicloviagem que traria não só o feito histórico, mas também a criação de uma forma inusitada de se viajar, capaz de potencializar ainda mais a oportunidade de se explorar lugares inéditos além de vivenciarmos momentos que só a contemplação ciclística é capaz de trazer.

Muito difundida fora do Brasil, esse método de viagem parece-me ter caído também no gosto dos Brasileiros e roteiros internacionais deixaram de serem as únicas opções para nos ciclistas. Seja acampando ao estilo bikepacking ou de uma forma mais estruturada, esse estilo chega para se consolidar no Brasil seguindo os passos de importantes roteiros internacionais como o religiosamente famoso, o ciclo roteiro Caminho Santiago de Compostela. Em sua rota tradicional, o caminho começa em Saint-Jean-Pied-de-Port, no sul da França, e vai até Santiago de Compostela. São cerca de 800 km, que passam por castelos, igrejas encantadoras, vilarejos, plantações de uvas entre florestas, pastos e rios. Fora do Brasil são tantos que passaríamos horas escrevendo sobre eles, paisagens, lugares históricos e histórias milenares são características comum em roteiros ciclo turísticos, o que deixa esse método de viagem ainda mais tentador.

No Brasil alguns roteiros se destacam no cenário do ciclo turismo nacional, possuindo muita maturidade e tradição. O Rafa do @canaldebike que o diga, um verdadeiro bikelover, não nega nunca um convite para aquele pedal seja qual for o roteiro ou o destino. Esse amante de nossa magrela ja pedalou por tantos lugares, que só ele e o https://www.youtube.com/channel/UCaA5e9PJXY3Ci57AP96OUWg são capazes de recordar os tentadores roles que ele já fez.

Esses roteiros oferecem uma completa estrutura ao ciclista, hotéis, pousadas e restaurantes fazem parte da estrutura dos trajetos, as tradições, costumes e culinária local são alguns itens que somado as construções históricas e belíssimas paisagens, fazem desses roteiros, uma importante atração turística por onde passam, três deles bem conhecidos, e os mais frequentados do país.

Luiz Perrella (atleta Oakley Team)

O conhecido Caminho da Fé, com certeza é o ciclo roteiro que mais se destaca. Muito frequentando por ciclistas e romeiros, inicia-se em Águas da Prata/SP e tem como destino Aparecida do Norte/SP, possuindo aproximadamente 350 km em seu trajeto oficial. O percurso encantador e a religiosidade que envolvem esse ciclo roteiro, fazem das dificuldades do percurso uma experiência única e desafiadora. O Henrique Andrade do @praquempedala, Luiz Perrella (@luizperrella) atleta OakleyTeam/LaMaglia e o Eduardo P. do @mundica.reserva são alguns ciclistas que já passaram por lá e dividem suas experiências conosco em suas redes sociais. Listaríamos vários deles como o Dougrão do @dougraopedala, o Anderson Molinari o famoso Indião (@indiao.desligado) da Mauro Ribeiro, a Thays Gobbo(@gobbothays) da @letsgobikersbr, a Josy Carrijo(@josycarrijo) da @mtbqueens, a Pri Benicio(@priscilabenicio) da @prosportloja, o Rodrigo Gringo(@rodrigonunesgringo) da @gogringobikes entre muitos milhares de ciclistas que já fizeram esse roteiro. Cada um, com um relato diferente, cada um com uma lembrança diferente. Todos com a mesma sensação de que se pudessem, voltariam no tempo, e reviveriam tudo outra vez.

Thiago Drews (BrouBruto)

Nosso segundo colocado é o Roteiro Ciclo Turístico da Estrada Real. Maior rota turística do país, tem mais de 1630 km, passando pelos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, consolida-se histórica por sua origem. Criada entre os séculos 17 e 18 a mando da colônia portuguesa, foi a precursora da antiga rota do ouro, utilizada para escoar o minérios extraídos de Minas para o Rio de Janeiro. Tradicionalmente ligava a antiga Vila Rica (hoje Ouro Preto) a Paraty no Rio de Janeiro, estado de nosso brasileiríssimo e campeão mundial de MTB, Henrique Avancini. Hoje a Estrada Real possui alguns ramais que além encorparem as aventuras desse roteiro, ligam e conectam o ciclista em uma viagem pela história de nosso Brasil, um roteiro fantástico e já brutalizado pelo atleta Caloi/Cannondale Thiago Drews o @broubrutodrews, recordista de FKT nesse trajeto, protagonizou uma jornada brutal e delirante nessa rota. Com aproximadamente 53horas pedalando sem parar, teve sua chegada à Paraty/RJ, acompanhada ao vivo por mais de 10 mil pessoas. Um feito histórico.

Juliano E Gehrke

Em terceiro e não por último destacamos o Circuito Vale Europeu em Santa Catarina. Com aproximadamente 281 km, sua partida se dá em Timbó/SC onde também é seu ponto final. Em uma volta pelos vales catarinenses o ciclista aprecia a cultura local e as tradições de uma colonização predominantemente alemã, a culinária e a arquitetura histórica são mais alguns dos motivos que fazem esse roteiro um sucesso de 100 entre 100 ciclistas que o fizeram, trajeto esse que refresca a memória e não sai da palma da mão dos ciclistas Juliano E Gehrke (@juliano_rider74 Fodax) e Obelix (@rafaelobelix) conterrâneos desse roteiro.

Hoje muitos roteiros turísticos se destacam no cenário nacional, Rota das Capelas em Monte Alto-SP, Rota do Rosário em Jacarezinho-PR, Circuito das Águas em Piraju-SP, a A Travessia Maluca do Bicudão em Congonhas do Norte-MG entre outros. Inúmeros se criaram, e tantos outros nascerão para alimentar a alma dos mais aventureiros.

Mas não são só os roteiros oficiais que alimentam o espírito aventureiro do cicloviajante. Há aqueles que dispensam os mais tradicionais e em uma viagem histórica de pesquisa e planejamento, buscam rotas inéditas, lugares inexplorados, desafiando ainda mais os limites da aventura e cravando lembranças inesquecíveis de uma vida em que a bicicleta passa a ser a caneta, protagonizando e escrevendo uma história a cada pedalada, a cada destino alcançado. O Nestor Freire do @Giraventura e o Leo do @leopedandopelomundo são alguns desse ciclistas que quebram as bússolas dos tradicionais roteiros mas que nunca se perdem, buscando encontrar sempre novos destinos em um Brasil de muitos caminhos.

Nestor FreireGiraventura

Novas experiências, novos lugares e novas sensações renovarão sempre o espírito aventureiro do ser humano. Nossa querida bicicleta, seguirá nos levando para viver aquele sonho sonhado, escrevendo uma história que ainda não foi vivida, em um lugar que ainda não foi explorado!

Diego SanshesFotografo Viajante

Jamais esqueça de registrar os momentos com aquele click ou aquela selfie, os fotógrafos profissionais Fabio Piva, (RedBull) do @pivaphoto, o Rodrigo Philipps (Canal de Bike) do @rodrigo_philipps e o Diego Sanches, (The North Face) do @fotografo_viajante sempre deixam dicas incríveis em seus canais de comunicação, para que a gente faça aquela foto irada, que chacoalha nossa memória quando chega aquele momento de recordação.

Texo: João Daniel

Piramba no Brasil Ride – Warm up – Botucatu 2021.

 Missão Piramba Ride

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Em mais uma grata missão de pedalar por novas trilhas, alguns integrantes do Piramba se inscreveram na famosa prova do Brasil Ride 2021, uma ultramaratona de mountain bike disputada em etapas composta por equipes de um ou dois ciclistas, amadores ou profissionais, que é credenciada pela União Ciclística Internacional (UCI) como um evento XCO.

O elenco partiu de Garça no dia 06/09/2021 com destino a cidade vizinha Botucatu-SP, a bordo da PiramKombi, municiados de bikes, acessórios e apetrechos para mountain bike e realizar as gravações na geração de conteúdo para o Piramba-MTB.

Desembarcando em Botucatu a noite já vislumbramos a apoteose do evento que aconteceria no último dia do evento, no feriado do Dia da Independência em 07/09/2021.

Ao amanhecer, trajados e fardados com a linda camisa amarela dos Pirambas, os amigos Zanca do Sujo de Barro (ainda estava limpinho até esse momento), Presidente/Dr.Vicente Conessa e Alexandre Dantas, embarcamos na mais simpática Kombi da região e quicá do Brasil, que nos levou até o evento para a largada do Brasil Ride 2021.

Lá encontramos mais um Piramba rider, nosso famoso Johnny B. Good, JD João Daniel, que também se juntou ao time.

Após as largadas das categorias elite e Pro, nos posicionamos no final do pilotão para a etapa WarmUp, adrenalina subindo e o sol já mostrando a que vinha para o grande desafio.

Largada dada em frente a Catedral, que abençoava e protegia cada ciclista que disparava para a corrida.

4 quilômetros de asfalto dentro da cidade, com a população às ruas incentivando os atletas, já nos deparamos com as ladeiras (tudo que desce sobe) de Botucatu, na sequencia adentramos a parte rural que seria a maior da prova e que mais castigaria exigindo esforço físico e mental para completa-la em seus 40Km de distância e mais de 1.000 mts de altimetria.

A famosa Cuesta de Botucatu, com seu relevo em colinas e montes têm um declive não simétrico, sendo suave de um lado e íngreme do outro, logo nos apresentou a diversão e desafio a ser vencido que viria pela frente,  longas descidas ingremes, em curvas fechadas, o pilotão começava a descer em ondas, levantando poeira.

Com uma paisagem deslumbrante ao fundo, visualizamos as montanhas, o verde, a paisagem rural, combustível que alimenta os ciclistas.

A medida que os kms eram percorridos, o Brasil Ride comprovava a imagem de prova forte e dura, vários ciclistas parados com bikes quebradas, pneus furados, na medida do possível ajudamos quem conseguiamos, pois o importante era o espírito de equipe e não as primeiras colocações na prova.

Pontos de hidratação se tornaram pontos de oxigenação, onde muitos paravam para se recuperar um pouco e continuar o trajeto.

Água, bananas, muito gel de hidratação distribuído pela staff que está de parabéns pela organização para os atletas ajudaram muito a hidratação e repor energias.

Alguns amigos feitos durante o percurso, altos papos, descontração ajudaram a vencer a alta temperatura do dia, o percurso com muita elevação, transpor a famosa e temida subida “Indiana”, a parte final do percurso, os últimos 10 kms de subida que pareciam não ter fim, muitos ciclistas empurrando as bikes, esgotados pelo esforço até o momento.

Após mais de 3,5 horas chegavamos ao final da prova, desgastados, cansados, mas muitos felizes em finalizar o Brasil Ride, “mais que uma prova, uma etapa de vida”.

Prova finalizada, medalha de participação garantida e o troféu de alma lavada por finalizar um percurso tão duro e bonito ao mesmo tempo, orgulho dos Pirambas em participar de mais um evento de MTB.

Alexandre Dantas.

Piramba Vertical na Fazenda São Ramiro!

A palavra “acrofobia” significa “receio mórbido de lugares muito altos”, segundo o dicionário Michaellis.1

É exatamente isso que eu tenho: Acrofobia. (Popularmente conhecido como: cagaço de altura mesmo. rs).  

Recordo quando ainda era adolescente e vi um pessoal do grupo de escoteiros da cidade descendo de rapel a ponte do cemitério municipal. Aquilo me intrigava pela coragem daquela turma e julgava que jamais seria capaz de fazer o mesmo.

Até no Tenis Clube de Garça eu nunca tive coragem de pular do terceiro trampolim da piscina. Enquanto as outras pessoas faziam manobras como o “suicídio” e “pé-na-lua”,  eu só saltava em pé do segundo trampolim e olhe lá.

Mas, fui ter coragem e, oportunidade de praticar o cachoeirismo ou cascading, – como é chamado o rapel em quedas d’águas e cachoeiras – pela primeira vez em Brotas no ano de 2016, e desci a cachoeira Santa Eulália2 de 47 metros de altura. A sensação foi maravilhosa. (https://www.youtube.com/watch?v=X7ymmf3ozao)

Essa atitude de controlar os próprios medos libera no organismo uma dose alta de adrenalina e nos coloca em estado de alerta. E a combinação da água gelada da cachoeira é muito satisfatória.

A última vez que fiz o cascading foi no último domingo, dia 5 de setembro e foi muito especial.

 Primeiramente porque foi em uma linda cachoeira na cidade de Garça e também por ser a estreia do Piramba Vertical3.

A atividade começou as 8 horas da manhã na Fazenda São Ramiro com um delicioso café expresso e a degustação de produtos a base de café produzidos em Garça.

Logo depois, os instrutores colheram a assinatura do termo de consentimento e explicou que todos os participantes estavam devidamente segurados.

Apresentaram e colocaram os equipamentos (capacetes, luvas e cadeirinhas) e depois, foi explicado detalhadamente como usar e realizar a atividade.

Era nítida a atenção da equipe com a segurança durante a atividade, tomando todas as precauções com a integridade física de todos os participantes.

Depois disso foi feita uma trilha curta de nível moderado até a chegada a cachoeira. Lá, um a um foi descendo e curtindo a atividade na linda Cachoeira do Cantu.  

Era nítido o semblante de alegria de todos. É indescritível a sensação de descer a cachoeira de rapel. É na verdade uma mistura de adrenalina e liberdade. Recomendo a todos que, se tiverem oportunidade experimentem essa sensação. Vale muito a pena, com toda certeza.

Depois de tudo ainda teve uma deliciosa galinhada para fechar com chave de ouro uma tarde memorável.

Sem contar o orgulho de experimentar um produto top que leva a marca Piramba® e que vai contribuir com absoluta certeza nessa parceria focada na disseminação de práticas que contribuem para transformação socioambiental visando uma sociedade mais solidária e sustentável.

Vicente Conessa.

Referências bibliográficas.

1-)http://www.rapelsp.com.br/modalidade-cascading-canyonismo

2-)https://vivabrotas.com.br/passeios/cachoeirismo/

3-) https://www.pirambavertical.com

Piramba MTB na belíssima Ribeirão Claro (PR)

Em um sábado de tempo bem fechado o Piramba logo cedo chegou no município paranaense de Ribeirão Claro, na fronteira com o Estado de São Paulo e aproveitou esse paraíso do mountain bike e com paisagens incríveis, as margens do cristalino Rio Paranapanema e com vista privilegiada da bela Represa de Chavantes.

*Sobre Ribeirão Claro

Nascida do pioneirismo de agricultores e colonizadores paulistas, mineiros e fluminenses, Ribeirão Claro tem o passado marcado pelo café. Por volta de 1895, a terra roxa e a cultura que se iniciava na região atraíram inúmeras famílias que viram na nova localidade a oportunidade de uma vida melhor com a produção cafeeira.

Atualmente, a cidade de mais de 10,5 mil habitantes conserva essa vocação rural e produz, além de um café de reconhecida qualidade, leite, milho, geleias e compotas. Criação de gado de corte e aves completam esse quadro. No entanto, a economia local se diversificou e a indústria consolidou-se. Ribeirão Claro destaca-se pelas fábricas de laticínios e de móveis.

O potencial turístico da cidade também recebe reconhecimento crescente. A localização privilegiada, às margens do Rio Paranapanema, as belas paisagens naturais e a proximidade da Represa de Chavantes atraem turistas de diferentes regiões, em todas as épocas do ano. Balneários, cachoeiras, morros e fazendas são opções preferenciais de lazer que movimentam a economia de pousadas, parques aquáticos e operadoras de esportes radicais.

Morro do Gavião


Um dos pontos altos de Ribeirão Claro (literalmente) é o Morro do Gavião, uma formação rochosa que fica 850 metros acima do nível do mar e faz parte das atrações da Fazenda São João. O local é muito procurado para a prática de esportes radicais como rapel, escalada e voo livre. A caminhada até ele e a possibilidade de contemplar do alto as belezas do lago da Represa de Chavantes são atrações à parte.

*https://www.viajeparana.com/Ribeirao-Claro

Escalada Ribeirão Claro
Morro do Gavião – Foto: Prefeitura de Ribeirão Claro

O Piramba atualizou o “Sobre nós”, entenda o motivo e o que mudou!

Logo do Piramba Atual e em alta resolução

Sobre nós

O Piramba® é uma associação sem fins econômicos que atua para a preservação do meio-ambiente natural, cultural e histórico por meio da atividade turística na região de Garça – SP.

O Piramba® começou no ano de 2011 com um grupo de amigos que se divertiam pedalando pelas pirambeiras, picos e cachoeiras da cidade de Garça que resolveram criar despretensiosamente um blog com o intuito de reunir os vídeos produzidos desses pedais e mostrar as riquezas e atrativos naturais da região.

Após mais de 10 anos após a formação inicial – e quase uma centena de cachoeiras e atrativos catalogados – o grupo que conta com mais de 20 membros, se tornou uma organização sem fins lucrativos cuja missão é:

-Divulgar os patrimônios naturais, culturais e históricos da região.

-Estimular atitudes sustentáveis na sociedade com responsabilidade ambiental e social.

-Ações e parcerias para a preservação desse patrimônios.

Nossos Valores:

-Companheirismo.

-Amizade.

-Ética.

-Transparência

.-Respeito a natureza

.-Empatia.

-Pluralidade.

-Tolerância.

-Orgulho da terra.

-Sustentabilidade.

-Apartidarismo político.

Nossa visão: o objetivo do Piramba® é ser reconhecido como uma organização que desenvolve e dissemina práticas que contribuem para a transformação social e ambiental em sua área de atuação para fins de uma sociedade mais solidária e sustentável.

O Piramba é uma marca registrada junto ao INPI (Processo nº 920341420) e regularmente inscrito no CNPJ sob o nº 43.312.157/0001-65). Todos os direitos reservados.