Veja a Matéria que a Solotudo de Botucatu fez com o Piramba MTB na linda Pousada Gávea

É com muita satisfação que apresentamos a matéria que a Solutudo de Botucatu fez com o Piramba MTB na Pousada Gávea em que podemos contar um pouquinho mais sobre a nossa trajetória, entre outras curisidades. Esta gravação foi realizada após uma primeira matéria sem conteúdo áudio-visual que foi feita anteriormente: https://conteudo.solutudo.com.br/garca/conheca-o-grupo-de-amigos-que-desbrava-garca-pedalando/

Já que esta primeira publicação teve boa repercussão e audiência segundo a Solotudo, então resolveram fazer uma outra matéria, mas desta vez a equipe dela quis gravar um vídeo com o Piramba e se deslocou até Garça. O lugar que foi escolhido não poderia ser melhor, a Pousada Gávea é lindíssima, e as fimagens se deram as margens de uma bela represa de águas esverdeadas.

Com essa gravação realizada, o Piramba MTB conseguiu atingir mais pessoas que geralmente acessa no conteúdo, e assim pudemos aproveitar essa oportunidade para divulgar o nome de Garça e suas belezas naturais, que tanto valorizamos. Essas que são desconhecidas mesmo para a população do próprio município, imagina então para resto do estado do São Paulo é como se elas não existissem, e divulgar o patrimônio natural de nossa terra sempre foi a grande missão do nosso grupo.

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Encerrada a gravação, todos nós, Piramba MTB e a equipe da Solotudo desfrutamos de um saboroso almoço regado a um refrescante suco de laranja e também a muita conversa boa, em clima descontraído. Isso tudo, no belíssimo restaurante da pousada que tem uma vista espetacular e um ambiente muito aconchegante.

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A Solotudo é uma empresa de tecnologia e comunicação com sede em Botucatu que tem como missão apresentar todos os detalhes da cidade, principalmente aqueles que só podem ser descobertos bem de perto, para que as pessoas possam conhecê-la, aproveitá-la e vivê-la de maneira mais leve.

A Pousada Gávea é um lugar Fantástico para quem gosta de contato com a natureza. Além de chalés para hospedagem, a Pousada também dispõe de um excelente serviço de restaurante, uma comida muito caprichada e saborosa, sem contar o visual maravilhoso ao redor. São muitas as trilhas, nascentes e cachoeiras a disposição do visitante. Também possui uma linda represa com caiaques a disposição. Tem piscina também uma ótima piscina como uma das opções de lazer, e ainda biblioteca, quadra de tênis iluminada, passeio à cavalo e pesca esportiva.

O acesso é muito fácil, está a margem da rodovia SP-331, altura do km 195. De Garça-SP basta pegar a rodovia para Lupércio, mas antes de chegar no distrito de Santa Terezinha de Alvinlândia-SP, tem uma entrada a esquerda e já chega na Pousada Gávea, não precisa pegar estrada de terra.

Rudi Arena

PirambaCop na Cachoeira do Cantu

Esta foi a primeira vez que o nosso PirambaCop alçou voo na espetacular Cachoeira do Cantu, que é talvez a melhor cachoeira de Garça para se banhar e curtir um dia de calor.

São várias as quedas d´água desta cachoeira, ela tem um ótimo poço também, apesar de não ser muito fundo, ele é bem largo e ainda tem ao lado um espaço com areia que se assemelha a uma prainha. Por tudo isso, é muito procurada por quem gosta de cachoeira e contato com a natureza. Porém, é necessária a expressa autorização do proprietário para ir até ela.

O mais legal deste vídeo é que mostra que a Cachoeira do Cantu na realidade é formada da junção de dois cursos d´água distintos. Quando se está lá em baixo da cachoeira a impressão é que se tem é que seria um só rio cuja as águas caem de forma esparramada pelas paredes de pedra. Mas não é isso, as imagens áreas captadas mostram dois rios diferentes que ali se encontram para formar este maravilhoso patrimônio natural de nossa região.

Rudi Arena

2º Dia da Piramba Trip em Ubatuba. Praias do Norte!!!

Ruínas da Lagoinha e + 07 Praias – Ubatuba/SP (Piramba Trip)

Uma super Piramba Trip, com muita praia e mata atlântica. As imagens falam mais do que mil palavras. Primeiro dia de pedal (27/08/2020). Ainda tem muito por vir.

Pedal até Cabrália Paulista, 136km de Muita Terra e Subida. Um Teste para Nossos Limites!!!

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Em um belo de sábado ensolarado de Agosto, não muito cedo e nem muito frio, saímos de Garça com destino a Cabrália Paulista. Para a maioria dos pirambeiros desta empreitada, foi o pedal mais longo de nossas vidas. Um verdadeiro teste para conhecer nossos limites. Decidimos ir por estrada de terra sempre que possível e também não voltar pelo mesmo lugar que fomos, ainda que isso aumentasse o percurso e o nosso cansaço também. Foi um verdadeiro banho de estradão, mas com belas paisagens.

Primeiro, fomos até a cidade de Fernão pela estrada de terra da Cia Inglesa, de lá, seguimos para Duartina pela antiga estrada de Ferro. Ali aproveitamos que já era horário de almoço e o fato de que já tínhamos pedalado bastante, paramos então em uma padaria para comer um pão. E logo seguimos para o destino final, a pequena cidade de Cabrália Paulista, onde encontramos uma doceria espetacular, uma verdadeira tentação aos nossos sentidos. Assim, é claro que foi impossível resistível a tais obras primas primas adocicadas.

Para voltar, resolvemos ir até a cidade de Lucianópolis com a intenção de depois pegar uma estrada de terra que pode ir tanto para Ubirajara como para o Bar Azul em direção à Alvinlândia-SP/Gália-SP. Já perto de anoitecer chegamos ao bar azul, para nossa alegria estava aberto,então paramos para descansar um pouco e tomar uma tubaína. Depois, passamos pela venda seca, para enfim chegar em Garça. O bom é que não teve quedas, não teve de câimbras, nem bike quebrada, só um pirambeiro perdido pelo caminho, mas abafa o caso, isso é conversa para outro post. O importante é tudo deu certo no final. Acabou que foi bem mais tranquilo que o imaginado. Passamos bem neste teste, e que venha o próximo longão para romper novas barreiras físicas e mentais.

Muitas vezes a gente não tem a noção de até onde podemos chegar, de quantos quilômetros aguentamos de fato pedalar, geralmente menosprezamos nossa própria força e achamos que não podemos fazer algo que nem chegamos a tentar. Fica a dica, antes de achar que não consegue, porque não ao menos tentar e assim saber na prática o seu verdadeiro limite? Não é preciso ser atleta, ter alimentação balanceada, treinar exaustivamente e estar em paz com a balança, um pouco de preparo e força de vontade podem ser o suficiente para irmos além de nossas prisões mentais.

Rudi Arena

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As paradas providenciais no meio do caminho para descanso.

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Longe de casa e quase chegando em Cabrália Paulista-SP.

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A linda Igreja Matriz de Cabrália PaulistaSP
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Doce
Impossível resistível a esse doce.

Pico dos Tucanos em Garça

Esta é mais uma trilha irada de Garça-SP. Muito pouco conhecida, ela fica escondida e paralelo a Estrada da Bomba, nome este em razão a adutora que existe no final dela. Embora curto o caminho, a sensação de pedalar ali é especial. Um lugar muito bonito e com a cara do Piramba MTB.

O caminho é todo de trios de boi, a bike percorre o topo das montanhas até chegar ao fundo do vale do Córrego do Barreiro. O nome Pico dos Tucanos é que na primeira vez em que fomos lá, aves desta espécie deram o ar da graça, assim também foi em outras ocasiões. É um dos mais belos picos de Garça para conhecer de bicicleta e que tem um visual sensacional.

Igurê – imagens aéreas PirambaCOP.

Recentemente o Piramba-MTB adquiriu um drone para poder registrar as belezas naturais de Garça por um outro ângulo.

Aos poucos estamos retornando nas cachoeiras para captar imagens com o DJI Spark, carinhosamente apelidado de PirambaCOP.

Abaixo seguem as imagens desse local que tanto nos encanta que é a Fazenda Igurê em Garça. Nela, temos lindas represas, mata preservada e uma bela cachoeira. Confira!

Pedal até a Pousada Gávea e clínica de pilotagem.

Fomos a convite do Professor Renato em um pedal saindo da cidade de Garça com destino a Pousada Gávea na cidade de Lupércio onde houve uma clinica de pilotagem.

Saímos pontualmente às seis e meia da manhã acompanhados por dois carros de apoio e do mecânico Vini da Black Bikes.

Éramos em torno de vinte pessoas e, na sua maioria iniciantes na prática do Mountain Bike. Era evidente o “brilho nos olhos” das pessoas durante o pedal.

O número de praticantes do Mountain Bike aumentou exponencialmente em 2020, apesar da crise vivenciada com a pandemia. As pessoas estão carentes desse contato com a natureza.

E, nesse quesito a Pousada Gávea é sensacional, pois, possui estrutura diferenciada para receber os visitantes além da paisagem natural deslumbrante com três cachoeiras de tirar o fôlego.

A quilometragem total foi de 70 quilômetros e valeu a pena fazer novas amizades e, ver as pessoas se apaixonando pela piramba, me lembra quando fui picado por esse esporte maravilhoso!

Aliás, parabéns ao Renato por essa iniciativa em ajudar tantas pessoas a iniciar na bicicleta, com certeza ele jamais será esquecido!

Segue abaixo o vlog do parceiro Sujo de Barro!

Vicente Conessa.

Ruínas da Lagoinha de Bike com Henrique Volponi (Ubatuba-SP)

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As Ruínas da Lagoinha estão localizadas na região sul de Ubatuba e são compostas pelo que restou do antigo engenho da Fazenda do Bom Retiro, e dos pilares da suposta primeira fábrica de vidros do Brasil, estes na entrada de um condomínio na beira da rodovia Rio-Santos na Praia da Lagoinha.

As ruínas da antiga Fazenda Bom Retiro, construída em 1828 por um dos primeiros proprietários da Lagoinha, o engenheiro francês João Agostinho Stevenné,  são remanescentes de uma Ubatuba próspera, quando seu porto exportava a produção Vale Paraibana, trazida pelos tropeiros. Nesta fazenda foram produzidas toneladas de açúcar e cachaça pela mão-de-obra escrava.

Outro importante proprietário desta fazenda, foi o Capitão Romualdo, já no final do século XIX, dono de plantações de café e cana de açúcar, fabricante e exportador de aguardente e açúcar mascavo. O Capitão morava no casarão da fazenda com sua esposa Mariana, e não tiveram filhos, mas tratava todos os que lhes serviam como seus parentes, e a sua fama honrosa não foi só por sua riqueza, mas sim, por sua humanidade com os negros escravos.

As ruínas foram tombadas pelo CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo em 1985, com o objetivo de proteger e valorizar o patrimônio histórico do município.

O terreno onde se encontram as Ruínas da Lagoinha foi doado pelo Senhor Jamil Zantut e sua esposa Benedicta Corrêa Zantut à FundArt, em 19 de outubro de 1989, e até hoje é mantido e administrado pela Fundação.

O local é aberto para visitações e tem sido cenário para filmes e ensaios fotográficos.

 

Fonte: https://fundart.com.br/dt_portfolio/ruinas-da-lagoinha/

 

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O Perigo mora ao lado….ao lado da ponte!!!

Mais um perigo que um dos nossos pirambeiros passou poucos dias depois de um outro susto que aconteceu na estrada da Cia Inglesa. Em um noite de inverno em que o destino do pedal era ir para Álvaro de Carvalho pela pirambeira, pela bairro de  Itiratupã do distrito de Jafa, por lá, não existe rodovia ou estrada de terra para chegar, mas com farol, a falta da luz natural do sol não foi problema para o Piramba MTB.

Na situação retratada pelo vídeo, o problema foi a ponte, ou, o que existe do lado da ponte, na realidade, pode não ter sido um problema e sim uma solução, já que do lado da ponte corre um rio e foram as águas deste que acabou por amortecer a queda do nosso amigo que caiu da ponte quando se desequilibrou ao passar de bicicleta por ela.  É que existe um grande desnível de altura entre as tábuas que compõe a ponte, e quando o pneu pegou esse desnível o nosso mais novo Pirambeiro perdeu o controle da magrela e caiu com tudo no leito do rio.

A sorte é que só foi um susto, embora tenha ficado molhado para continuar o pedal noturno com a friaca das noites de inverno. Mas por outro lado, poderia ter uma pedra, um toco, uma estaca, mas ainda bem que não havia nada disso e depois esta situação acabou virando um momento de descontração logo após o susto, e foi nessa hora que foi feito o vídeo aqui postado.

Fica mais um alerta, todo cuidado é pouco, acidentes acontecem, mas é preciso tomar cuidados que diminuam a possibilidade de ocorrer um, a passagem por pontes sempre merece uma atenção especial, ainda que de carro. E no caso dessa ponte, o perigo é grande , pois tem várias partes com grande desnível, se estiver alta velocidade e o pneu passar de lado pela saliência, perde-se fácil o controle da bike.

Isso também já aconteceu comigo quando depois de uma longa e íngreme descida, ao passar com velocidade pela ponte da estrada do saltinho, muito parecida com esta em Álvaro de Carvalho,  a bike deu um solavanco ao passar pelo desnível, perdi a frente, e assim que a bike atravessou desequilibradamente pela ponte, foi com tudo para um lado e bateu forte em um barranco, o que entortou muito a roda, só que poderia ter sido pior se tivesse caído da ponte.

Rudi Arena

 

CRÉDITOS

Protagonista:
Arthur (Aranha)

Filmagem e Narração:
Fabiano Rosário

Iluminação:
Paulo Volponi e
João Daniel

Edição:
Rudi Arena

Local:
Álvaro de Carvalho-SP

Data:
06/07/2020

Pedal do Dedo de Deus em Nova Colúmbia (Ocauçu-SP) +100km

O Percurso

O sábado começou com uma manhã bem fria, mas a temperatura já ficou mais amena, ótimo clima para pedalar mais de 100km. A saída foi de Garça, passando por Vera Cruz e Marília, de lá descemos a bela serra em direção ao distrito de Nova Colúmbia (Ocauçu-SP). Depois, atravessamos a BR-153 (Transbrasiliana) para seguir adiante, passamos por Lupércio, Alvinlândia, até voltar para Garça.

A União Pirambeira

O trabalho em equipe neste pedal foi fundamental para que chegássemos bem e fizéssemos todos o percurso em um ritmo legal, todos juntos e um pirambeiro apoiando o outro. E assim, não só o pedal de cada um se fortaleceu ainda mais para encarar os novos desafios, como também ajudou a estreitar ainda mais o vínculo de amizade entre nós.

O Areião

A pior parte do pedal, não foi a longa quilometragem, nem o sol do meio-dia, muito menos a forte subida que tem para chegar em Nova Colúmbia, mas sim os vários trechos de areião causado pelo tempo seco. Aí era preciso se esforçar muito e ainda assim, parecia que a bicicleta não saia do lugar. Mas se tudo fosse fácil perderia totalmente a graça também, faz parte do mountain bike, e é muito comum em nossa região.

Os Atrativos da Serra 

De longe o trecho mais legal deste pedal é o da serra entre Marília e Nova Colúmbia,  são paisagens de cair o queixo, paredões, muita mata ao redor da estrada, tem o pontilhão do rio do peixe,  e também uma espécie de mini gruta,  para os amantes do MTB, muitas descidas e subidas brutas e é claro, tem também o Dedo de Deus ou Torre de Pedra.

O Dedo de Deus

Este monumento natural fica na área rural de Nova Colúmbia, mas não muito longe dos municípios de Lupércio, Ocauçu e Marília.  Esta grande pedra vertical desprendida do rochedo parece ter sido formada através da ação do tempo, pode ter demorado quem sabe algumas centenas de anos para chegar a essa forma curiosa.

As Paradas pelo Caminho

Algumas paradas também foram cruciais, em Marília uma rápida parada com 30km já rodados. Mais adiante, não poderíamos deixar de parar para contemplar o Dedo de Deus. Depois,  teve uma parada estratégica, foi em um bar em Nova Colúmbia, próximo da hora do almoço, era preciso repor as energias.  E por último paramos  na Venda Seca, já próximo de Garça, para tomar uma tubaína e descansar um pouquinho e seguir em frente para finalizar o pedal.

A Sensação da Chegada

Ao final, a sensação foi de  tudo deu para lá de certo, e chegamos melhor até do que a gente imaginava. O sentimento foi de orgulho do trabalho em equipe que fizemos ao longo do pedal, fez toda a diferença. Pedalamos um bom trecho em pelotão, um incentivava o outro, aproveitamos o vácuo, revezamos o ciclista que puxava a fila, assim o esforço foi menor e chegamos menos cansado.  A recompensa foi comemorar esse grande pedal com aquela cerveja gelada. Que venha o próximo longão !!!

              Rudi  Arena

 

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Todos os Produtos com a Marca Piramba MTB

A marca Piramba MTB está cada vez mais presente e são vários os produtos já confeccionados:

Tapete

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Boné

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A Primeira Camisa de Ciclismo do Piramba MTB (manga curta e longa)

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A Segunda Camisa de Ciclismo do Piramba MTB (com manguito)

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A Terceira Camisa do Piramba MTB

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Os vários adesivos já confeccionados ao longo do tempo, tem para colar em vidro, tem em variados tamanhos e com mudanças na arte, o último já com QRCode: 

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Bretelli do Piramba MTB:

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Bandeira do Piramba MTB:

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A Nova Camisa de Ciclismo do Piramba MTB!!!

Acabou  de sair da fornalha a mais nova camisa do Piramba, o que fortalece ainda mais a nossa marca. Esta é a terceira geração de camisa de ciclismo do Piramba MTB e a estreia dela no pedal ocorreu nesta semana.

 

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Conexão Piramba Califórnia

Los Angeles é uma grande cidade do sul da Califórnia e também muito conhecida como o centro da indústria de cinema e televisão dos Estados Unidos. Em busca do famoso letreiro de Hollywood, minha primeira conexão Piramba X Califórnia parecia um sonho até o momento, mas logo se tornou uma realidade.

O Caminho me convidava a fazer um trekking ou uma hiking como é chamada aqui, me fazendo relembrar os bons tempos de trilhas na saudosa cidade de Garça.

O que mais me chamou a atenção foi que todos os lugares que eu olhava, eu via uma paisagem diferente e muito bonita, uma sensação de paz e reenergização.

Minha primeira aventura percorreu os caminhos daquela trilha da famosa montanha do letreiro de Hollywood, Mount Lee, uma experiência muito recompensadora a medida que subia o trajeto que me parecia ir ao encontro do Letreiro.

Assista ao Primeiro Conexão Piramba Califórnia e se gostar, já sabe!!! Compartilhe!!

Thiago Bulho.

Acesse também as redes sociais do Piramba MTB. 

A Incrível Casa Submarino de Campos do Jordão

A Estadia na Casa Submarina

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Por obra do acaso, a estadia da última viagem do Piramba acabou sendo em lugar espetacular, e muito pela beleza das montanhas da Serra da Mantiqueira ao redor da casa onde ficamos. Mas não só por isso,  principalmente por ela ser muito diferente, não só a  sua arquitetura que é o que mais chama a atenção a primeira vista, como dos móveis e utensílios presente no seu interior.

Assim, não poderia deixar de fazer este vídeo exclusivo dessa fantástica Casa Submarino que fica na zona rural de Campos do Jordão-SP. O imóvel é de uma arquitetura tão moderna que foi objeto de um artigo da Universidade de São Paulo (USP), e com base nesses estudos é que foi escrito o presente texto, mas com o interesse de ir além em algumas questões.

Neste Post, apresentamos imagens inéditas do mirante, também registramos fotos de objetos e ângulos da casa que o artigo da USP não abarcou. A proposta desta postagem é ir além da abordagem puramente arquitetônica, e registrar novas imagens e com mais detalhes desta casa que é para lá de diferenciada,  um patrimônio histórico/arquitetônico, e de tão peculiar que é, deve ser preservado. Outra intenção deste texto, é também o de procurar reconstruir um pouco da história e perfil do grande autor dessa verdadeira obra de arte.

Passar quatro noites nessa casa foi uma experiência incrível e uma oportunidade única. Logo que cheguei ao local fiquei surpreso e maravilhado com a forma daquela casa de campo que logo remetia a um submarino. Campos do Jordão é famosa por ser o município mais frio do Estado de São Paulo, e esta casa fica ainda em um lugar bem mais alto do que a cidade, cercado de vegetação de montanhas, por isso além de muito belo o entorno, o frio que se faz ali é muito severo.

Teve uma noite que tivemos uma visita noturna e sorrateira de um morcego dentro da casa, mas não ficou muito tempo, logo se foi, não ficou muito a vontade conosco.

Para conhecer melhor a casa, um dia a noite, subimos uma escadaria antiga de madeira para conhecer o mirante.  Aproveitamos a existência da lareira e o frio intenso para por fogo na lenha e assim esquentar a sala todas as noites. Na falta de TV, ficávamos conversando e muitas vezes, sobre as características dos móveis do lugar e sua qualidade, a antiguidade e a engenhosidade dos objetos, tudo isso chamava muito a nossa atenção.

Também ouvimos falar de que quem construiu a casa tinha sido um senhor  considerado judeu que tinha receio de perseguição nazista e que o mirante e a localização remota da casa era um sinal de que esta poderia ser uma opção de refúgio em caso de alguma necessidade. E realmente, ainda hoje com todo o desenvolvimento e expansão urbana de Campos do Jordão, o local continua bem escondido entre as montanhas e vegetação características do município. Então é de se imaginar como seria no final dos anos 40 do século passado, há quase 80 anos atrás, devia ser um lugar ainda mais isolado, sem dúvidas, um ótimo esconderijo.

E também tem uma outra curiosidade, este engenheiro judeu construiu também outras duas edificações com mirantes. Parece que ele tinha uma certa fixação em poder ter uma boa visão dos arredores, só não sabemos se é simplesmente para apreciar a vista ou se havia ainda um outro interesse, como para fins de segurança, que serviria como espécie de guarita para ter melhor visão dos arredores.

As Referências a um Submarino

 

A chaminé da lareira é, literalmente, um mirante, como também o é a vela do submarino. Aberturas na forma de escotilhas, uma sequência de blocos de vidro que repetem ao mesmo ritmo e lembram pequenas aberturas dos submarinos, dutos que se assemelham à diversos periscópios e a relação do elemento vertical da lareira com a curvatura da elevação sul, reforçam a referência à linguagem formal dos submarinos nucleares da década de 1950.

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Sobre a Casa Submarina 

A casa Klabin foi construída, muito provavelmente, entre os anos de 1948 e 1956 Fica em uma área de 121.000 m², aproximadamente à 14 km do centro de Campos do Jordão e foi uma das primeiras casas construídas no Parque do Ferradura, um loteamento empreendido pela Companhia Imobiliária e Financeira – C.I.F., de Paulo Plínio da Silva Prado, nos anos 1940, que ainda é pouco ocupado e apresenta características bastante rurais.

Implantada seguindo orientação rigorosa norte-sul para as maiores elevações, no pico mais alto do terreno, a casa se assenta em uma área aplanada, de forma aproximada de uma elipse. É certo que se destaca em relação a paisagem, às outras pequenas construções do entorno, entretanto, a vegetação densa e alta que margeia o terreno junto à estrada a isola, esconde e protege.

 

A casa apresenta certa figuratividade. Faz alusão ora ao submarino, a partir da elevação sul, ora ao transatlântico, com a sinuosidade dos planos de fechamento da cobertura de acentuada inclinação. Reforça estas referências o volume vertical da chaminé da lareira, que além de concentrar parte da infraestrutura de calefação (lareira, caldeira e aquecedor), também comporta um mirante, cujo acesso se dá através de uma escada-alçapão, engenhosamente construída.

Imagens da Chaminé Mirante

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Móveis Racionalistas e Engenhosos

Nos móveis concebido por E. Klabin, é importante destacar não só a presença de um design bastante elaborado, como de alta qualidade na execução e do material utilizado. Chama atenção não só conjuntos e peças sobre rodízios, os objetos articulados, modulados, que expandem e retraem, como o grande cubo-adega ou os pequenos armários-cubo da cozinha, mas principalmente aqueles que estão imbricados às paredes, portas e janelas.

Interessante pensar que a flexibilização que pressupõe, ou mesmo a racionalização do uso dos espaços que possibilitam, estaria fortemente associado a uma ideia de máximo aproveitamento do espaço, o que parece não ser necessário no contexto em questão. Armários embutidos em nichos ou junto às paredes, ou mesmo formando divisória entre ambientes, foram exaustivamente explorados no contexto do modernismo dos anos 1920 e 1930, quando a pauta era a discussão da habitação mínima urbana. Seriam eles aqui, artifícios que dotaria a casa de certo ar de modernidade? Ou seriam também apenas “experimentos” como talvez o fossem os dispositivos como o brise móvel, ou mesmo a parede-abertura articulada?

A parte interior da casa sugere certo rigor, certo apego a procedimentos que remetem a princípios  funcionais, racionalistas, de flexibilidade. O exterior, ainda que apresente um jogo volumétrico marcante e conciso, recorre, como procedimento, à disposição de uma diversidade de elementos com um apelo figurativo, prioriza certo tratamento “fachadista”, que lhe imprime uma atmosfera fake, estranha, por vezes provocativa, bem mais próxima de uma outra vanguarda, literalmente, pós-moderna. O que parece claro, é que, independentemente do processo projetual de E. Klabin ser convencional ou não, de ser referendado por uma formação formalista, sua prática estava imbuída da noção da “construção como todo”, da premissa de que o design integra a obra nas suas diferentes escalas, assim como pensavam alguns notórios que foram seus contemporâneos. Talvez seja exatamente aqui que o modernismo em arquitetura se materialize na casa de Campos do Jordão. “

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Técnicas Utilizadas na Casa

Sugere certo apego a procedimentos e princípios racionalistas. Se, por um lado, o caráter plástico formal da casa chama atenção, seu autor também se destaca. Irmão de Mina Kablin e cunhado de Gregori Warchavchik, esteve em contato direto com um contexto de efervescência cultural, especialmente ligado a arquitetura modernista no Brasil de meados dos anos 1920 e 1930, além de ser um empreendedor do setor imobiliário que se mantinha próximo ao canteiro de obras.

 

Na obra única, isolada e declaradamente autoral, para deleite doméstico, explorações e inquietações parecem poder florescer, entrar em ação, assim como certo descompromisso com regras e princípios previamente estabelecidos e demarcados. Pode-se ser ambíguo, ousado, pode-se brincar. Sem necessidade de legitimação, sem querer ser exemplar, emblemático. Ou mesmo precisar seguir legislação e códigos de posturas. A casa, que se situa longe da cidade, que está alheia à exposição urbana, está também livre dos juízos de qualquer natureza. Seu autor tem também, como talvez desejado, garantido o anonimato.

Porta Armário

 

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Emmanuel Klabin, Um Rico Ermitão?

O autor do projeto e primeiro proprietário da casa localizada no Parque do Ferradura, em Campos do Jordão, foi Emmanuel Klabin , Nascido em 1902 e falecido em 1985, foi o filho mais novo do industrial, imigrante lituano de origem judaica, Maurício Freeman Klabin e de Berta Osband Klabin. Era irmão de Jenny Klabin, casada com o pintor Lasar Segall, e Mina Klabin, casada com o arquiteto Gregori Ilitch Warchavchik e de Luísa Klabin, casada com médico Ludwig Lorch (VALADARES, 2011).

Sabe-se que Emmanuel Klabin teria estudado engenharia elétrica, primeiro na Escola Polytechnica de São Paulo (instalada em 1894), depois em Edimburgo, na Escócia. Com o falecimento do pai, em 1923, Emmanuel Klabin, ainda muito jovem, passa a assumir parte da administração dos bens da família, que incluíam vastas porções de terras em vários bairros da cidade de São Paulo, e ainda, alguns dos recursos provenientes de indenização recebida com a saída da família da empresa Klabin Irmãos & Cia. (KIC), fundada pelo pai em 1899.

E. Klabin era avesso às relações familiares, cultivava poucas amizades, mantinha-se, de certa forma, isolado, o que levou alguns entrevistados a descrevê-lo como ermitão. Ainda que seja demasiado arriscado incorrer em imprecisões, é marcante as descrições quanto ao distanciamento que estabelecia, deliberadamente, da sua família, mesmo tendo tantos negócios em comum.

Possível Elo com o Modernismo     

Não se sabe se será possível recuperar as circunstâncias em que esse distanciamento foi estabelecido, e de que forma, mas ele justamente contradiz uma das proposições primeiras que se elaborou quando se visitou pela primeira vez a casa Klabin em Campos do Jordão: a de que ela teria sido concebida sobre a influências de princípios modernistas em função da relação entre a família Klabin e o arquiteto G. Warchavchik. Lira (2007, pg. 145), um dos principais estudiosos sobre este arquiteto, apresenta-o como “elo fundamental entre arquitetura e modernismo no Brasil”, elo corroborado pela historiografia em maior ou menor grau, com matizes diferentes, como se sabe.

Entretanto relatos parecem delinear uma personalidade ímpar, não só avessa às formalidades, mas provocadora em certos momentos e que fazia questão de manter distância dos círculos em que atuavam suas irmãs e seus já notórios cunhados, G. Warchavchik e L. Segall. No trabalho de Forte (2008) o nome de E. Klabin figura como um dos membros da SPAM Sociedade Pró-Arte Moderna, uma agremiação idealizada e dirigida por L. Segall entre os primeiros anos da década de 1930, formada por artistas e intelectuais de elite, “num processo de continuidade aos procedimentos da Semana de 1922” (FORTE, 2008, p.10).

Ainda que elencado como membro desse grupo na categoria “Amigos das Artes”, fica a dúvida se ele realmente participou das atividades do grupo. Ou se tratou de mais uma prerrogativa das atividades “obrigatórias” relacionadas à atuação da família, seja em âmbito social, jurídico-legal, ou ainda, no plano dos negócios, em que seu nome aparecia sem que ele, necessariamente, estivesse, de fato, envolvido com as ações em questão. Exemplo disso pode ser ilustrado pelas atuações como representante legal dos herdeiros de Maurício Klabin nos processos protocolados junto à prefeitura para a obtenção de Alvará de Construção, apresentados por Invamoto (2012). Em 1927, ele assinou os pedidos iniciais de dois projetos de G. Warchavchik, a serem construídos em terrenos dos Klabin: o da famosa casa da Rua Santa Cruz7 , na mesma Vila Mariana, e do conjunto de casas Barão de Jaguara, na Moóca.

“A título de curiosidade há inclusive uma carta que documenta a queixa de Emmanuel Klabin de que sempre ficava com os piores terrenos, de maior declividade só porque era engenheiro” (INVAMOTO, 2012, p. 224).

Se esses relatos atestam a proximidade entre E. Klabin com os membros da família. Construída em 1928 para ser residência do próprio arquiteto e de sua esposa, essa casa é, segundo Lira (2007, pg. 164), “considerada a primeira obra brasileira de arquitetura moderna, salão modernista dos mais importantes da cidade” que eram protagonistas e ativistas em um “momento construtivo mais amplo na história cultural no modernismo brasileiro” (LIRA, 2007, pg. 145), ao mesmo tempo, não atestam sobre o caráter dessa proximidade.

O que parece importante destacar aqui é que, ainda que avesso a sociabilidades, e aparentemente se mostrando alheio e pouco engajado com as “questões modernas”, especialmente voltadas a arte, arquitetura e construção, E. Klabin esteve em contato direto com contexto de efervescência cultural que estava à sua volta, seja no círculo familiar, seja no circuito da elite local à qual pertencia. Parece inegável que tenha tido, especialmente quando jovem adulto, no Brasil e exterior, contato com intelectuais e artistas, pessoas que “emprestaram seus espíritos irrequietos à busca de superação de paradigmas, atentos ao que se passava em áreas, países e culturas distintos dos seus, dispostos a colocar seu trabalho em prol da redefinição de linguagens e de referenciais.

Entretanto, ao que tudo indica, esse contato parece ter reverberado apenas em numa instância de prática privada, e para ser apropriada de forma esporádica, como nas casas de campo. Sua “produção rentista”, urbana, anônima até então, passou despercebida ao lado do conjunto dos empreendimentos habitacionais patrocinados pela iniciativa privada.

Na obra única, isolada e declaradamente autoral, para deleite doméstico, explorações e inquietações parecem poder florescer, entrar em ação, assim como certo descompromisso com regras e princípios previamente estabelecidos e demarcados. Pode-se ser ambíguo, ousado, pode-se brincar. Sem necessidade de legitimação, sem querer ser exemplar, emblemático. Ou mesmo precisar seguir legislação e códigos de posturas. A casa, que se situa longe da cidade, que está alheia à exposição urbana, está também livre dos juízos de qualquer natureza. Seu autor tem também, como talvez desejado, garantido o anonimato.

O contato com fluxos e redes de atores envolvidos com a modernização nos anos 1920 e 1930, com um circuito cultural atualizado, de renovação em amplo sentido, teria de certa forma condicionado, determinado, modelado o projeto da casa de Campos do Jordão, realizada vinte anos mais tarde? Os estudos em engenharia, as atividades de empreendedor realizadas tão proximamente aos canteiros de obras, teriam influenciado as “engenhosidades” curiosas, com caráter de maquinaria, da casa de Campos de Jordão, apresentadas abaixo? Quais ressonâncias da cultura arquitetônica teriam influenciado E. Klabin? Embora ainda seja difícil sugerir qualquer aproximação, a indagação primeira permanece: a casa é demasiado referenciada para ser fruto apenas do possível gênio inventivo do seu autor.

O Anonimato da Casa?  Poderia ser Emanuel Klabin um Judeu discreto com Medo do Partido Nazista do Brasil?

Também ouvimos através do pessoal que cuidou do inventário da Casa Submarino que  quem construiu a casa tinha sido um judeu que tinha medo de perseguição nazista e que o mirante para não ser pego de surpresa e a localização remota da casa, pode ser um sinal de que gostaria de ter uma opção de refúgio em algum caso em que se fizesse necessário. E realmente, ainda hoje com todo o desenvolvimento e expansão urbana de Campos do Jordão, o local continua bem escondido entre as montanhas e vegetação características do município. Então é de se imaginar como seria no final dos anos 40 do século passado, há quase 80 anos atrás devia ser um lugar muito mais escondido ainda, um ótimo esconderijo se preciso fosse.

E tem uma outra curiosidade, este engenheiro judeu construiu outras duas edificações com mirantes, ele tinha uma certa fixação em poder ter uma boa visão dos arredores, só não sabemos se é simplesmente para apreciar a vista ou se havia também outro interesse ou também por segurança, ou quem saiba os dois.

E que também existiu uma outra casa de campo projetada e construída por E. Klabin nos arredores de São Paulo, próxima à Rodovia Anchieta, na qual também seria destaque uma torre-mirante, que abrigaria uma caixa-d’água e uma adega. Segundo Mauris I. K. Warchavchik (2016), o tio construiu essa grande torre porque “ele queria ver o mar”. A sua própria casa da Vila Mariana, localizada na esquina das ruas Tirso Martins e Capitão Rosendo, parece que também foi construída seguindo suas orientações, e possuía alguns dispositivos da mesma natureza aos apresentados abaixo, na casa de Campos do Jordão.

Uma Informação interessante que muitos não sabem, é que foi o Brasil que abrigou o segundo maior partido nazista do mundo depois da Alemanha com mais 100 mil membros e espalhados em 17 estados da federação. Se o boato é verdadeiro, realmente pela época e circunstância, poderia sim existir bons motivos para ter um esconderijo.

A verdade é que muito pouca coisa se sabe sobre o assunto para poder responder afirmativamente, na ausência de provas seria leviano dizer que Emanuel Klabin tinha receio de ser perseguido por nazistas no Brasil. Mas, como já tivemos o maior partido nazista fora da Alemanha , e onde há fumaça, pode realmente ter fogo nessa história, pois se tiver consciência do contexto político e social da época nas décadas de 40 e 50 do século XX e especialmente no Vale do Paraíba, não seria de estranhar de um rico judeu, sabendo que existia muitos adeptos da ideologia nazista no Brasil, seria justificado um possível medo que fosse descoberta a sua origem, e assim sofresse as consequência em caso de ascensão do partido nazista no país.

 

Rudi Arena  

Fontes:

http://www.nomads.usp.br/virus/virus12/?sec=4&item=12

http://www.usp.br/agen/repgs/2004/pags/009.htm

Maior partido nazista fora da Alemanha Jornal: Gazeta do Povo

Click to access 131919609048689013_FICHA_CAMPOPINDA_2017.pdf

REFERÊNCIAS DO ARTIGO: “Imagens de certa modernidade: a Casa Klabin em Campos de Jordão, uma instância de experimentações arquitetônicas”

BIAGIONI, Benedita Costa. Benedita Costa Biagioni: entrevista concedida [mai. 2016]. Entrevistador: Denise Mônaco dos Santos. Registro sonoro 00:46:44.

BONDUKI, Nabil G. Origens da habitação social no Brasil: arquitetura moderna, lei do inquilinato e difusão da casa própria. 5.ed. São Paulo: Estação Liberdade, FAPESP, 2011.

CHINA’S new nuclear-armed submarine fleet could upset the balance of power in Asia. Business Insider Australia. Imagem. 2014. Disponível em <http://www.businessinsider.com.au/chinas-submarines-changing-balance-of-power-2014-10&gt; Acesso em 18 mai. 2016.

DOMINGUES, José Antônio. José Antônio Domingues: entrevista concedida [jun. 2016]. Entrevistador: Denise Mônaco dos Santos. Registro sonoro 00:45:31.

FORTE, Graziela N. CAM e SPAM: arte, política e sociabilidade na São Paulo moderna, do início dos anos 1930. Dissertação (Mestrado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.

INVAMOTO, Denise. Futuro pretérito: historiografia e preservação na obra de Gregori Warchavchik. Dissertação (Mestrado em História e Fundamentos da Arquitetura e Urbanismo) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.

LARA, Fernão L. G. de. Modernização e desenvolvimentismo: formação das primeiras favelas de São Paulo e a favela do Vergueiro. Dissertação (Mestrado em Geografia Humana) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.

LIRA, José T. C. de. Ruptura e construção. Gregori Warchavchik, 1917-1927. Novos Estudos, São Paulo, Cebrap, n. 78, jul. 2007, p. 145-167.

MARTINS, Carlos Alberto Ferreira (Org.). Gregori Warchavchik. Arquitetura do século XX e outros escritos. São Paulo: Cosac Naify, 2006.

RÚSSIA desmantelará o primeiro submarino nuclear soviético. O Informante [Blog]. Imagem. 2013. Disponível em <http://codinomeinformante.blogspot.com.br/2013/03/russia-desmantelara-o-primeiro.html&gt; Acesso em 18 mai. 2016.

SALLA, Natália M. Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930). Dissertação (Mestrado em História Econômica) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.

V!RUS 12: Modernos Radicais. Chamada de trabalhos. V!RUS, São Carlos, n. 11, 2015. [online] Disponível em: <http://www.nomads.usp.br/virus/virus11/?sec=11&item=1&lang=pt&gt; Acesso em: 12 Mai. 2016.

VALADARES, Paulo. Lafer-Klabin de Poselvja: empreendedores e intelectuais brasileiros. Boletim Histórico do Arquivo Judaico Brasileiro, São Paulo, v.48, p. 36-40, out 2011.

WARCHAVCHIK, Mauris Ilia Klabin. Mauris Ilia Klabin Warchavchik: Entrevista concedida [mai. 2016]. Entrevistador: Denise Mônaco dos Santos. Registro sonoro 00:32:20.

História: A Vinda de Maurício Klabin e Família para o Brasil

Moishe Elkana nasceu na aldeia de Pazelva, parte da localidade de Želva, na atual Lituânia, à época parte do Império Russo, onde nasceu em 1860 e viveu até os 25 anos. Não se sabe com que dinheiro Moishe Elkana comprou terras na Rússia, pelo menos um pedaço de terra, o que era proibido. Por decreto do tsar Alexandre III, judeus não podiam ser donos de terras. Denunciado pelo sujeito de quem a comprou, lançou-se numa fuga desenfreada, percorrendo hora de carroça e hora apé Polônia e Alemanha até chegar, de navio, à Inglaterra.[2]

Quando soube, dois anos depois, que um imperador estava oferecendo terras de graça num país a milhares de quilômetros de distância do qual nunca tinha ouvido falar, viu aí a sua oportunidade.[2]

Em 1889, então renomeado Maurício Freeman Klabin chega ao Brasil, desembarcando no Porto de Santos e depois subindo a serra para a cidade de São Paulo. Conseguiu então um emprego numa pequena tipografia de um casal idoso, sem filhos, que fazia livros em branco para o comércio. Em pouco tempo, com um português razoável, passou a representar a gráfica pelo interior do estado de São Paulo, quando assumiu de vez a gráfica que lhe fora ofertada. Apesar de pouco capital, empenhou-se para honrar os compromissos e em 1890 tornou-se proprietário da própria empresa, berço de uma holding conhecida no mundo todo, 100 anos depois de sua fundação.[2]

Já com 35 anos, os negócios estavam bem prósperos e foi então que ele pediu para vir da Lituânia seus pais, Leon Klabin e Sara, a irmã, Nessel, e uma jovem de 27 anos, Bertha Osband, sua noiva. Mais tarde chamou o tio, Zelman Lafer com o filho Miguel Lafer (pai de Horácio Lafer) e, dos Estados Unidos, seus irmãos Salomão, Hessel e Luiz Klabin. Nessa época, vieram também para o Brasil mais os primos Wolff Kadischevitz Klabin, Max, Lazar e Henrique, filhos de Fanny, irmã de Leon, seu pai.[2]

Fundação da Klabin Irmãos & Cia

Em 1º de fevereiro de 1899, dez anos depois da chegada de Maurício, ele e os irmãos Salomão e Hessel e mais o seu cunhado Miguel Lafer fundaram a empresa Klabin Irmãos & Cia. – KIC, que incorporou a antiga tipografia, um novo negócio para importação de artigos de escritório e um depósito próximo à Avenida Tiradentes, no maior centro econômico e financeiro do país, São Paulo. Nascia ali o Grupo KLABIN.

Em 1934, com apoio de um financiamento do governo, o grupo adquiriu a Fazenda Monte Alegre, região que na época pertencia ao município de Tibagi, hoje Telêmaco Borba, no interior do Paraná, construindo o maior complexo industrial papeleiro da América Latina.[4]

Maurício Klabin morreu em 21 de setembro de 1923, na Alemanha, aonde fora tratar da saúde.

 

Referências:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Maur%C3%ADcio_Freeman_Klabin

https://books.google.com.br/books?id=EJdRDwAAQBAJ&pg=PT305&lpg=PT305&dq=emmanuel+klabin+coment%C3%A1rio&source=bl&ots=TobSs7HQty&sig=wgSc0dqmV_IoXnruemOvJ4dhM78&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwjMv8eeotXfAhUFiJAKHXPUCzMQ6AEwDHoECAMQAQ#v=onepage&q=emmanuel%20klabin%20coment%C3%A1rio&f=false

https://pt.wikipedia.org/wiki/Maur%C3%ADcio_Freeman_Klabin

http://www.nomads.usp.br/virus/virus12/secs/submitted/virus_12_submitted_12_pt.pdf

Volta da Duratex (Perdidos) Gália

Em um dia quente de inverno, os pirambeiros de plantão resolveram fazer um pedal com a cara do Piramba MTB, e ainda contamos com a presença do grande ciclista do município de Garça-SP, o Anderson, mais conhecido como Nino, não se trata do famoso ciclista suiço Nino Schuter, mas também pedala muito.

O destino foi pedalar dentro da grande floresta de eucaliptos pertencente a  empresa Duratex e cuja fazenda fica entre os municípios de Garça e Gália-SP, relativamente próximo das margens da Rodovia SP-294. O lugar também é conhecido como “Perdidos”, uma vez que é muito fácil se perder por ali em meio a um mar de eucaliptos e os diversos caminhos e trilhas disponíveis no local.

Também já ocorreu ali um sério ataque de abelhas, com direito a bombeiros, amigos de bike separados das bikes e uns dos outros na correria, muitas picadas e hospital no final, para você perceber que nem tudo são são flores e sempre existe um perigo ali e aqui, quando se menos espera.

Apesar de muitos já terem ficado desorientados no lugar, desta vez não tivemos este tipo de problema, como também passamos longe das abelhas.  O único problema que enfrentamos com sucesso foi a quebra de corrente de um dos pirambeiros que logo foi consertada, de resto, foi só alegria, belas paisagens, suor e adrenalina.

Rudi Arena

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Piramba MTB no Desafio Giros e Trilhas de Cicloturismo – Fazenda Igurê – Garça-SP

O ciclista Guilherme Botelho brilhou no Desafio Giros e Trilhas ao chegar na segunda colocação na competição, e colocou o Piramba MTB em lugar de destaque.

 

No último domingo dia 26/05/2019 aconteceu o Desafio Giros e Trilhas de Cicloturismo na Fazenda Igurê em Garça-SP e o Piramba MTB marcou forte presença neste pedal.

No mesmo evento teve a prova com 45 km na modo competição e também o passeio de 40 km no modo de cicloturismo. Em ambos o Piramba MTB este presente, e muito bem representado.

Na prova competitiva contou com a brilhante participação do ciclista Guilherme Botelho que por muito pouco não subiu no degrau mais alto do pódio de premiação, mas garantiu a segunda colocação com muito mérito, demonstrou toda a sua força no pedal e foi o grande orgulho do Piramba MTB com seu desempenho espetacular.

Mas também muitos outros amigos pirambeiros participaram do evento e orgulhosamente estamparam a logo do Piramba no peito. A Fazenda Igurê sempre foi um prato cheio para nós, pois a propriedade rural possui muitas trilhas que são a cara do grupo.

Os caminhos da fazenda contam com boas subidas e descidas, e também com muito área verde e água, pois tem trilhas que passam por represas e mata fechada, bem como por estrada em meio a pés de cafés, seringueiras e eucaliptos, com os mais variados terrenos e paisagens. Por isso mesmo, o Piramba MTB não poderia deixar de participar em peso e prestigiar este grande evento ciclístico que aconteceu em nosso município.

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Ecoturismo no Legado das Águas.

No último dia 17 de maio fui junto com o amigos Thiago Zanca do Sujo Barro e Rafael Nakamura para o Legado das Águas.

O Legado das Águas e uma reserva particular pertencente a empresa Votorantim que possui 31 mil hectares de Mata Atlântica junto ao Vale do Ribeira em São Paulo.

Saí de Garça de madrugada e passei em Bauru onde encontrei o Thiago e de lá encontramos o Naka em Sorocaba. Chegamos a base do Legado das Águas as 9 horas da manhã.

Fomos recebido pelo Willian, que é o coordenador de Ecoturismo do Legado, que nos apresentou o local. Ali tivemos a ciência de quão grande e importante é esse lugar. No tempo em que vivemos, onde não há valorização da conservação do meio ambiente, o Legado é um tesouro no nosso país. Pensar que, uma é área de Mata Atlântica conservada do tamanho da cidade de Curitiba é um alento em tempos tão sombrios.

Pois bem, após a apresentação almoçamos e partimos para um pedal e um trekking com destino a Triha da Copaíba.

O pedal é técnico devido ao solo de cascalho e, após a chegada na trilha, colocamos as perneiras e subimos até o mirante onde foi possível enxergar o “mar de morros”. A vista é simplesmente incrível. Por onde se olha só se enxerga mata.

No dia seguinte fizemos outro trekking pela Trilha do Cambuci e depois canoagem. Foi sensacional. Foram em torno de 10 quilometros pela represa do Rio Juquiá com o encontro de uma belíssima cachoeira que deságua no rio.

Foi uma final de semana que sempre guardarei na memória, tanto pelo local, pelos atrativos e principalmente pela seriedade e paixão que as pessoas que lá trabalham passam para as pessoas.

Vida longa ao Legado e tomara que possa voltar em breve para mais aventuras.

Abaixo deixo os vídeos que falam por si só.

Vicente Conessa.

Capivaras na Represa da Fazenda Igurê em Garça-SP

O Flagrante

Em meio ao pedal do último final de semana, nos deparamos com várias capivaras que estavam a beira de uma das belas represas da Fazenda Igurê em Garça-SP. Este animal é considerado o maior roedor do mundo. Não é difícil dar de cara com uma capivara quando passar por uma das represas da Fazenda Igurê, são ao menos quatro na propriedade rural e todas possuem uma vida silvestre bastante exuberante.

Um pouco antes de começar a gravar o vídeo, uma garça cinza havia tentado pegar um peixe com seu longo bico. E já em seguida avistamos um bando de capivaras na margem da represa localizada próxima a colônia de trabalhadores da fazenda.

Me chamou a atenção na cena a desenvoltura com que esses grandes roedores nadam apesar do seu corpo rechonchudo e mais ainda, o barulho emitidos por eles, parecia uma forma de comunicação, um som muito forte que nunca tinha ouvido.

Rudi Arena

 

 

 Sobre a Capivara

A capivara pertence ao mesmo grupo de roedores ao qual se classificam as pacas, cutias, os preás e o porquinho-da-índia. Ocorre por toda a América do Sul ao leste dos Andes em habitats associados a rios, lagos e pântanos, do nível do mar até 1 300 m de altitude. Extremamente adaptável, pode ocorrer em ambientes altamente alterados pelo ser humano. As fêmeas desses mamíferos herbívoros tendem a ser maiores que os machos. As capivaras encontradas no centro-oeste e sudeste do Brasil, e Argentina, tendem a ser maiores que aquelas encontradas na Venezuela.

As capivaras são regularmente caçadas como fonte de carne ao longo de sua distribuição geográfica, tanto por camponeses quanto por indígenas. A caça das capivaras pode ter prioridades diferentes dependendo da região: na Argentina, são caçadas principalmente por sua pele, enquanto que na Venezuela, principalmente pela carne. Em algumas regiões há caçadores profissionais, chamados de carpincheros que praticam a caça para fins comerciais.

Frequentemente os animais também são abatidos para uso próprio. Além de luvas, cintos e jaquetas de couro, também são feitas selas e rédeas do couro de capivara. Na porção meridional da América do Sul o óleo extraído da gordura subcutânea das capivaras é usado como remédio. A carne da capivara não é apreciada em todos os lugares, já que pode ter cheiro forte e provocar doenças de pele. É consumida principalmente na Venezuela, onde é seca e salgada e é consumida preferencialmente em dias de jejum.

Outra razão para a caça são os danos causados pelas capivaras à agricultura. Particularmente nas plantações elas podem causar estragos consideráveis e em alguns lugares são consideradas uma praga. As capivaras também são perseguidas pelos proprietários de pastagens, especialmente durante a estação seca, já que são consideradas concorrentes ao alimento do gado. Zoonose

A capivara, assim como o cavalo, é um dos hospedeiros primários do carrapato-estrela (Amblyomma cajennense), o qual transmite a bactéria intracelular Rickettsia rickettsii, agente causador da zoonose Febre Maculosa Brasileira. As capivaras hospedeiras, ao serem infectadas por carrapatos vetores, apresentam bacteremia por até três semanas, podendo evoluir ao óbito ou à cura. Durante a bacteremia, as capivaras podem disseminar o agente para outros carrapatos que as estiverem parasitando, causando a amplificação da bactéria no ambiente. Os carrapatos podem se alimentar de qualquer hospedeiro acidental, inclusive o ser humano, transmitindo assim o agente infeccioso e causando a doença.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Capivara

10 anos de Piramba MTB no Ar

Há 10 Anos foi Criado o Canal Piramba MTB no Youtube

A história do Piramba desde o início foi  temperada com muita a areia, suor e água de cachoeira. E a ideia  sempre foi procurar novos caminhos,  pedalar em lugares que não tem estrada ou mesmo qualquer trilha, que quase ninguém vai, e muitas vezes é preciso perseguir um caminho para chegar no destino almejado, que são os picos e cachoeiras da região, locais inóspitos, de difícil acesso e desconhecido de muita gente.

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A marca Piramba MTB surgiu no final de 2008, já fazíamos pedais com cachoeiras, e eu gostava de filmar, editar e depois para poder compartilhar aquele arquivo pesado acabava tendo que gravar o vídeo em CD e assim disponibilizar para os amigos, pois nunca tive nenhuma pretensão em criar um canal no youtube. No entanto, isso acabou sendo inevitável pela facilidade de compartilhar os vídeos com quem quiser de maneira simples e prática.

E junto com a necessidade de criar o Canal, também foi preciso criar um nome e assim surgiu o nome Piramba MTB que veio para ficar,  já são mais de 200 vídeos gravados, só este canal criado em 2008 passou da marca de 100 mil visualizações, pouco se comparado com muitos por aí, mas não deixa de ter um certo significado, se partir do princípio que é um canal com conteúdo próprio, produção precária, pouco tempo dedicado ao projeto, destinado a um publico reduzido, sem investimento nenhum, sem uso de artifícios para turbinar as estatísticas de visualizações, e sem fazer muita divulgação.

Mas o Piramba é muito maior que este singelo canal de youtube, pois outros também publicam vídeos do grupo e contribuem na consolidação da marca Piramba MTB ,  como os canais amigos: Canal do Vicente,  Canal do Thiago Bulho e o Sujo de Barro do Thiago Zancopé.

Em 2011 foi criado o Blog do Piramba 

Com o nosso amigo Vicente Conessa incorporado para valer nos pedais do Piramba deu-se o nascimento deste  presente Blog para ser um lugar para ampliar o conteúdo divulgado pelo Piramba, já que o youtube fica mais restrito a publicação de vídeos. Então o Vicente criou o Blog para postarmos além dos vídeos, fotos e também textos sobre as trilhas de bike e as cachoeiras da região de Garça.

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A característica principal do nosso grupo de pedal, é aliar o Mountain Bike com natureza, e em muitas vezes o destino são as diversas e belas cachoeiras que existem nas proximidades de Garça-SP.  Junto com o blog também foi criada uma conta do Piramba MTB no Flickr para postar as fotos registradas durante os rolês de bike.

Uma História Feita por Muitas Pessoas

Mas o Piramba vai muito mais além disso tudo, pois foi construído por muitas outras pessoas ao longo destes mais de 10 anos de existência, são todas aquelas que já participaram dos nossos pedais, que fizeram a história do grupo e criou a sua identidade. De um lado, com muita  adrenalina, aventura e  diversão, mas por outro lado, não foram poucos os momentos de extremo cansaço, dor, sofrimento e até desespero, e nessas horas que aparecem também a solidariedade e a superação, daí então o estreitamento dos laços de amizades é só uma consequência natural da situação.

São muitas as emoções e experiências acumuladas nestes 10 anos de pirambeiro, e isso é tão bom e enriquecedor que não tem como deixar de seguir na atividade, o pedal não pode parar nunca.

O conteúdo gerado pelo Piramba só foi possível com a ajuda essencial de muita gente, são tantos que não tem como relacionar todos. Cada um foi fundamental e peça de um quebra cabeça que forma o todo que é o Piramba MTB é. E a interação dos pirambeiros com a natureza sempre foi a tônica dos vídeos e das mais de  18 mil fotos já publicadas.

Existem muitas outras plataformas utilizadas para divulgar o nosso material, e mesmo assim,  tudo o que já foi registrado, é apenas uma parte do conteúdo já criado pelos pirambeiros. Em tempo de celulares para lá de modernos, é muito comum ter várias fotos e vídeos nos celulares de cada um e que não são publicados, e nem por isso menos interessantes, o que  mostra como é  vasto o conteúdo criado até agora, sempre repleto de bike e natureza.

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O Piramba MTB aumentou o número de redes sociais em que publica seu conteúdo, está também presente no Facebook e Instagram. Além do FlickrYoutube e WordPress e também tem o site Piramba Adventure com mais de 1.400 cachoeiras cadastradas ao redor do mundo. Uma plataforma digital complementa a outra, assim como contribui para que o Piramba MTB alcance o maior número de pessoas, e  mais gente pode ter contato com o material publicado, ou seja, as cachoeiras, os animais silvestres da região e trilhas de bike que existem nas proximidades de Garça-SP, bem como em outros lugares que já percorremos também.

A Evolução, Lenta, Gradual e Sólida das Estatísticas do Blog

Desde o nascimento do Blog em 2011, a cada ano que passa aumenta um pouco as visualizações quando comparado ao ano que passou, este ano mesmo, em julho já tinha passado os números de 2018. Aos poucos e com bastante conteúdo o site do Piramba MTB se consolida e cresce ano a ano.  As estatísticas que estão no quadro abaixo demonstra essa evolução.

E o interessante é que apesar dos números modestos do nosso Blog, em consulta as estatísticas quanto ao alcance geográfico do site  verificamos que já fomos acessados por mais da metade dos países do planeta terra, são os coloridos de amarelo, além do Brasil em vermelho é claro, conforme mapa múndi abaixo.

No total, pessoas distribuídas em 98 países já visitaram a nossa página. Outro dado que chama a atenção é o número de visualizações nos Estados Unidos, todos os dias existem visualizações originadas desta nação. Isso tudo é uma demonstração que devagar e sempre o Piramba MTB expandiu além das fronteiras do Brasil, conseguiu colocar as belezas do município de Garça-SP  nas telas de pessoas do outro lado do globo, o que não deixa de ser um motivo de satisfação, já que trabalhamos com muita simplicidade.

Considerações Finais

Por tudo isso, podemos dizer o Piramba MTB vem cumprindo neste tempo o papel de contribuir um pouco com a divulgação do Mountain Bike,  o esporte de fazer trilhas de bicicleta nos mais diversos cenários, por mais adverso que seja o caminho, bem como levar ao conhecimento de muitos, as encantadoras cachoeiras que existem em Garça-SP e região, muitas vezes desconhecidas pelos moradores locais.

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E ao conhecer e registrar imagens de tantas cachoeiras, acabou sendo necessário fazer o inventário delas, catalogá-las e torcer para que isso possa ajudar a preservação desses belos e importantes patrimônios naturais.  Por outro lado, este espaço também se fez lugar de informações sobre animais  pertencentes a nossa fauna e até mesmo chegamos a abordar um pouco da história da região.

Logo, o balanço desses 10 anos é bem positivo, o pedal nunca parou, e nem este Blog, apesar de momentos de maior ou menor atividade, bem como o gosto pelo contato com a natureza e a busca por conhecer novos caminhos e cachoeiras que não cessa jamais.

Conseguimos nesse tempo registrar mais de 40 cachoeiras na região de Garça, e ainda algumas outras em municípios diversos, desenvolvemos o mapa das cachoeiras, uma interessante ferramenta para conhecer melhor a extensão, a localização e a qualidade de nossas cachoeiras (Confira Aqui).

Mas este é um trabalho sem fim, apesar de ainda incompleto e com algumas imprecisões, não deixa de ser um motivo de orgulho a categorização e o desenvolvimento do mapa das cachoeiras, inclusive com fotos para que se tenha uma noção mais exata dessas preciosidades da natureza.

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Este trabalho de mapear as cachoeiras acabou por prestar uma pequena ajuda para que Garça conseguisse ver aprovado o projeto para se tornar um município de interesse turístico, e prova disso é que o próprio site oficial da Prefeitura de Garça na página referente ao Turismo, em “Mapa do Turismo”, existe um link chamado “Cachoeiras – Piramba MTB” que  utiliza a base de dados do nosso mapa de cachoeiras, inclusive a site dá o devido crédito ao Piramba (Veja Aqui).

Também sinal de  reconhecimento das publicações feitas pelo Piramba foi a matéria produzida por um importante periódico da imprensa Bauruense.  O Jornal da Cidade veio até Garça para conhecer melhor o Piramba MTB e fazer uma reportagem a respeito das cachoeiras inexploradas desta região, clique aqui para ler a matéria.

Também o Piramba MTB deu uma parcela de colaboração pra reconstituir a história da gigantesca e lendária Fazenda São João, hoje  mais conhecida como Companhia Inglesa com sua encantadora igreja em ruínas. A contribuição foi através da postagem de um primoroso texto cedido gentilmente por Hamilton Carvalho que vivenciou o período áureo desta fazenda. Nesta época,  era considerada maior que muitas cidades da região em número de habitantes, e ele com texto muito bem escrito conta com riqueza de detalhes como era a vida neste local. Confira aqui esta postagem. 

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Sem dúvidas, foi uma dos conteúdos mais interessantes já publicados pelo  Piramba MTB e também foi o que chamou a maior atenção dos internautas. Sempre ávidos por mais informações sobre o assunto, eles acabaram por contribuir com valiosos comentários  e assim pudemos conhecer melhor o que foi este lugar com características únicas na região.

Rudi Arena

Referências:

https://www.garca.sp.gov.br/turismo/

https://www.jcnet.com.br/Regional/2016/12/garca-tem-cachoeiras-inexploradas.html

https://www.flickr.com/photos/pirambamtb/albums/

https://www.instagram.com/pirambamtb/

https://pirambamtb.com/2017/01/29/mapa-das-cachoeiras-de-garca/

https://www.youtube.com/user/RudiArena

https://www.youtube.com/user/bandamst

https://www.youtube.com/user/tonawebtv

https://www.youtube.com/user/vilegaion

https://pirambamtb.com/2016/06/05/companhia-inglesa-memorias-da-fazenda-sao-joao-19441954-por-hamilton-carvalho/

https://www.facebook.com/Pirambamtb/

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http://piramba.com/