Cachoeira Duas Quedas, O Espetacular Encontro de dois Rios.

Sabe aquelas cachoeiras que a gente só vê em filmes ou fotos? Aquelas que seriam capazes de despertar tanto o seu espírito sereno como aventureiro?
Pois bem, no ultimo final de semana tivemos a satisfação e o enorme prazer de estar mais uma vez aos pés da cachoeira das duas quedas, talvez uma das mais belas paisagens da região.

Ao nome citado caberia, quem sabe, uma pequena correção: Não se trata de uma cachoeira com duas quedas (como o nome poderia induzir), mas sim duas belas cachoeiras lado a lado, contemplando assim, duas lindas e imponentes quedas d’Água.


Como nada é de graça nessa vida, para alcançar esse espetáculo natural foi preciso percorrer um longo e árduo caminho no melhor estilo trekking, mas o final valeria muito a pena.

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O acesso foi realizado por dentro de uma fazenda as margens da estrada 9 de Julho, já na região da cidade de Vera Cruz.


Com a permissão de acesso concedida pelo proprietário da fazenda, iniciamos a nossa jornada PIRAMBA abaixo. O primeiro trecho é uma descida extremamente íngreme e, como se não bastasse, forrada de folhas secas ao chão o que dificultou ainda mais o controle de quem buscava algum ponto de apoio.

O jeito foi tentar descer segurando em galhos, apoiando os pés lateralmente à descida ou da forma que cada um se sentiu mais seguro.

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Ao final da descida, hora de se recompor, respirar fundo e se preparar para iniciar o trecho de caminhada pelo curso da água, contra o fluxo da correnteza, mas no sentido certo das cachoeiras.


Esse novo percurso é de aproximadamente 1000 metros e oferece bastantes obstáculos e desafios. A maior parte da caminhada foi feita sobre pedras soltas e cobertas com grande volume de água. Nesta etapa, os espaços de chão firme começam a ficar escassos, cada pisada deve ser calculada e com a atenção máxima.


Em meio às dificuldades de locomoção, uma breve pausa para contemplar o curso d´Água. Quanta abundancia de água cristalina corre por entre pedras e troncos. Que lugar fantástico!

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Mais alguns minutos de caminhada e já estávamos nos aproximando das grandes quedas. A essa altura já era possível ouvir o som das cachoeiras e a ansiedade começou a aumentar.


O ultimo trecho a ser percorrido é uma escalada sobre grandes pedras, que amontoadas e enfileiradas lhe conduz aos pés das cachoeiras. É uma escalada de aproximadamente 10 minutos, mas todo cuidado é pouco, pois existem pedras soltas, escorregadias e também frágeis no percurso.


Procuramos o caminho mais seguro e seguimos a escalada. Ao pisar sobre a ultima grande pedra amontoada, uma visão que agrada a alma e o coração. É impossível não sorrir diante daquela paisagem.
As duas quedas d´Água, cristalinas, gigantes e com muita vazão aparecem lado a lado acompanhando um lindo paredão.


Por alguns minutos ficamos ali, apenas admirando e agradecendo a oportunidade. A energia positiva estava evidente naquele lugar.
O banho em ambas as cachoeiras foi merecido. A água estava gelada, o caminho de volta prometia ser ainda mais complicado, mas quem se importa? A felicidade era contagiante!

Fausto Fujikawa

PirambaCop na Cachoeira do Cantu

Esta foi a primeira vez que o nosso PirambaCop alçou voo na espetacular Cachoeira do Cantu, que é talvez a melhor cachoeira de Garça para se banhar e curtir um dia de calor.

São várias as quedas d´água desta cachoeira, ela tem um ótimo poço também, apesar de não ser muito fundo, ele é bem largo e ainda tem ao lado um espaço com areia que se assemelha a uma prainha. Por tudo isso, é muito procurada por quem gosta de cachoeira e contato com a natureza. Porém, é necessária a expressa autorização do proprietário para ir até ela.

O mais legal deste vídeo é que mostra que a Cachoeira do Cantu na realidade é formada da junção de dois cursos d´água distintos. Quando se está lá em baixo da cachoeira a impressão é que se tem é que seria um só rio cuja as águas caem de forma esparramada pelas paredes de pedra. Mas não é isso, as imagens áreas captadas mostram dois rios diferentes que ali se encontram para formar este maravilhoso patrimônio natural de nossa região.

Rudi Arena

O Perigo mora ao lado….ao lado da ponte!!!

Mais um perigo que um dos nossos pirambeiros passou poucos dias depois de um outro susto que aconteceu na estrada da Cia Inglesa. Em um noite de inverno em que o destino do pedal era ir para Álvaro de Carvalho pela pirambeira, pela bairro de  Itiratupã do distrito de Jafa, por lá, não existe rodovia ou estrada de terra para chegar, mas com farol, a falta da luz natural do sol não foi problema para o Piramba MTB.

Na situação retratada pelo vídeo, o problema foi a ponte, ou, o que existe do lado da ponte, na realidade, pode não ter sido um problema e sim uma solução, já que do lado da ponte corre um rio e foram as águas deste que acabou por amortecer a queda do nosso amigo que caiu da ponte quando se desequilibrou ao passar de bicicleta por ela.  É que existe um grande desnível de altura entre as tábuas que compõe a ponte, e quando o pneu pegou esse desnível o nosso mais novo Pirambeiro perdeu o controle da magrela e caiu com tudo no leito do rio.

A sorte é que só foi um susto, embora tenha ficado molhado para continuar o pedal noturno com a friaca das noites de inverno. Mas por outro lado, poderia ter uma pedra, um toco, uma estaca, mas ainda bem que não havia nada disso e depois esta situação acabou virando um momento de descontração logo após o susto, e foi nessa hora que foi feito o vídeo aqui postado.

Fica mais um alerta, todo cuidado é pouco, acidentes acontecem, mas é preciso tomar cuidados que diminuam a possibilidade de ocorrer um, a passagem por pontes sempre merece uma atenção especial, ainda que de carro. E no caso dessa ponte, o perigo é grande , pois tem várias partes com grande desnível, se estiver alta velocidade e o pneu passar de lado pela saliência, perde-se fácil o controle da bike.

Isso também já aconteceu comigo quando depois de uma longa e íngreme descida, ao passar com velocidade pela ponte da estrada do saltinho, muito parecida com esta em Álvaro de Carvalho,  a bike deu um solavanco ao passar pelo desnível, perdi a frente, e assim que a bike atravessou desequilibradamente pela ponte, foi com tudo para um lado e bateu forte em um barranco, o que entortou muito a roda, só que poderia ter sido pior se tivesse caído da ponte.

Rudi Arena

 

CRÉDITOS

Protagonista:
Arthur (Aranha)

Filmagem e Narração:
Fabiano Rosário

Iluminação:
Paulo Volponi e
João Daniel

Edição:
Rudi Arena

Local:
Álvaro de Carvalho-SP

Data:
06/07/2020

Piramba MTB na Cachoeira da Enseada em Garça-SP

A aproximação do inverno não é empecilho para o Piramba MTB aproveitar em peso uma das cachoeiras mais belas de Garça. A Cachoeira da Enseada foi a escolha da vez, mas nem todos arriscaram entrar em suas águas gélidas. De qualquer forma, foi uma ótima oportunidade para rever amigos, jogar conversa fora e dar boas risadas.
 
São duas cachoeiras na sequência, a mais bela é também a que tem o acesso mais difícil, pois é preciso descer escalando um pequeno paredão, apoiar o pé em uma raiz suspensa e confiar nela, não tem plano B, o que dá uma pitada de aventura e emoção para pedal.
 
Como a cachoeira é perto de Garça. ceca de 10km da cidade, e ainda tinha tempo para pedalar mais, resolvemos esticar até a Fazenda Igurê que sempre é um prato cheio para os amantes do mountain bike. Passamos por uma de suas lindas represas e depois pela capela, e a ali, a imagem de uma cerejeira toda florida chamou muito a  atenção pela sua beleza. Não poderia ter sido melhor. Pedal top com galera top e uma cena mais top que a outra. 
 
   Rudi Arena

 

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De Volta as Raízes, De Volta a Cascatona

Depois de um bom tempo sem ir até Cascatona, que é uma das mais altas cachoeira de Garça e região e também um das primeiras que o Piramba MTB explorou há cerca de 10 anos atrás. Voltar lá é reviver as origens do Piramba, com muitas histórias e um rolê que é cara deste grupo.

O lugar é mais uma dádiva que a Garça maravilhosa recebeu da  natureza, ela  fica localizada na Fazenda Cascata e é de difícil acesso. Para chegar embaixo da cachoeira é preciso ter muita força de vontade, descer pelo pasto até o fundo do vale, depois, chega um momento em que para continuar é preciso seguir a pé e pelo curso do rio.

São muitas as pedras no caminho e antes de chegar na grande queda, as pedras vão ficando gigantes e bem mais difícil de passar.  Mas como sempre tem uma bela recompensa depois, e acaba que vale realmente a pena. Tanto pelas as paisagens pelo caminho,  como para contemplar a cachoeira, tomar banho nela e apreciar o seu envolto, que exibe um belo e imponente contraforte que se assemelha as falésia existentes no litoral.

Na volta a coisa aperta ainda mais, a bike sofre pirambeira a cima e o esforço exige bastante do sistema cardiorrespiratório. Ao final de cerca de 30 km de pedal, a quilometragem pouco tem a dizer em relação ao tamanho cansaço ao chegar em casa, parece que o corpo está todo moído por dentro.

O esforço de pedalar em si é o de menos, ainda que o terreno de pasto e sem estrada seja bem desgastantes, pois segura muito a bike. Porém, o que mais pesa mesmo, são os movimentos de andar no leito do rio desviando das pedras e dos buracos, de subir e descer as encostas, e de carregar a bike em alguns momentos. Isso faz com que sejamos obrigados a trabalhar músculo que normalmente apenas pedalando acaba por não trabalhar. Por esta razão, a sensação de estar quebrado ao final do pedal é maior do que se tivéssemos rodados 50 km de bike em um estradão.

Rudi Arena

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Pedal do Girassol

Uma manhã fria, mas o Piramba em peso estava a postos para pedalar pelos  mais diversos caminhos, sempre dentro de fazendas. O pedal foi só de trilhas, percorremos as Fazendas: Hípica, Dinamérica, São Carlos e Igurê. Passamos por vários terrenos e paisagens.

Andamos por Floresta de Mogno,  mata atlântica, seringueiras, cafezais, eucaliptos e uma belíssima cultura de girassol, também tivemos que atravessar um pequeno rio. Isso só demonstra a riqueza e a beleza das trilhas de bicicleta que Garça e região dispõe.

Este é um pedal que tem maior conexão com a natureza e mais técnico também, o terreno tende a segurar mais a bike e por isso o Km rodado é mais cansativo, mas vale a pena. Pedalamos por caminhos alternativos entre Garça e Gália, um verdadeiro paraíso para os amantes de mountain bike e de uma boa pirambeira.

Rudi Arena

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Você conhece a cachoeira da união?

Você conhece a cachoeira da união? Fica na cidade de Garça! Venha conferir todas as nossas cachoeiras!Turismo em Garça.
Nossa amigo Tom conseguiu sobrevoar a cachoeira e nos deu de presente essas cenas.
#Cachoeira #União #Waterfall #Aventura #Drone #Fly #Nature #Garça#Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil #Marília #Bauru#Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

 

Conheça a Cachoeira do Carcará!!

Conheça a Cachoeira do Carcará vista de cima!!!

É apenas uma das centenas de cachoeiras de Garça-SP, próxima a cidade, fica entre o bairro São Lucas e o Aeroporto do município.

Imagens gentilmente cedidas por Antônio Brandão

#Cachoeira #Pneu #União #Waterfall #Carcara #Aventura #Drone #Fly#Nature #Garça #Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil#Marília #Bauru #Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

Cachoeira do Pneu ou Stand

Conhece a Cachoeira do Pneu? Você pode ter ouvido fala então na cachoeira do Stand?
Nosso amigo Antônio Brandão nos proporcionando essas belas imagens!!

#Cachoeira #Pneu #União #Waterfall #Aventura #Drone #Fly #Nature #Garça #Piramba #Turismo #CentroOeste #Paulista #Brasil #Marília #Bauru #Ourinhos #Lins #RioPreto #SãoPaulo #Campinas

Pequenos Detalhes e Cores da Fauna e Flora do Entorno da CIA Inglesa

No último sábado, em um dia lindo de sol e de temperatura amena que já prenuncia o clima  do Outono que está por vir, o destino do pedal era chegar até a Igreja da Companhia Inglesa, mas como bons pirambeiros que somos, resolvemos explorar um pouco o território por detrás do templo e da antiga escola que um dia existiu ali, e que hoje está em ruínas.

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O que encontramos também em um único dia, além de muito verde e água,  também foi um colorido que encanta. Isto é, para quem tem tempo e olhos para perceber pequenos e reluzentes detalhes ao redor. Depois, é só contemplar  estes pontos coloridos no ambiente  proporcionado pela rica flora, bem como a fauna que de forma surpreendente sobrevive como pode, o que que demonstra toda sua resiliência. Apesar da ação nociva do homem em seu habitat, que por um lado recupera a mata ciliar ali, e por outro continua a desmatar aqui e acolá, isso é comum em várias regiões do país a fora, as vezes dentro de um mesmo município.

Rudi Arena

 

2ª Cachoeira da Geladeira (Inédita)

Se por um lado tivemos a decepção de encontrar a Cachoeira da Geladeira sem seu característico poço, por outro lado, no mesmo dia tivemos a agradável sensação de ter conhecido mais uma bela cachoeira. Esta, junta-se a outras dezenas já percorridas e registradas pelas lentes do Piramba-MTB.

Para chegar até esta queda d`água que cai de grande altitude em pedras, é preciso seguir o curso do córrego da cachoeira da geladeira sentido Marília-SP, após andar um certo tempo pelo seu leito e também pela sua margem, chegamos enfim a mais uma cachoeira localizada no município de Garça-SP. A queda fica do lado esquerdo e ainda era desconhecida por nós, apesar de já sabermos da sua existência e avistá-la de longe, demorou para conseguirmos chegar em baixo dela.

Na primeira tentativa a quantidade de teias e de aranhas era tão grande, que andar pelo rio era uma tarefa árdua e extremamente lenta, assim, achamos por bem abortar a missão. Alguns anos depois, houve a segunda tentativa, nada de teias e nem aranhas, o caminho estava livre para que pudéssemos desfrutar de um banho em uma cachoeira inédita para nós, o que foi muito gratificante, pois é sempre uma felicidade ímpar a sensação de conhecer uma nova cachoeira.

Rudi Arena

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