Cachoeira do Quebra-Tudo em Álvaro de Carvalho

Vídeo da mais alta cachoeira das redondezas, encravada em dos muitos vales da bela região entre os municípios de Garça e Álvaro de Carvalho, sua altura exata ninguém sabe, mas que deve superar os 60 ou 70 metros  de altitude e cujas águas caem ao sabor do vento em meio as mais variadas pedras de todos os formatos e tamanho.  Um lugar belíssimo, porém de difícil acesso.

 

Cachoeira da Hípica e a Infestação de Aranhas (Inédita)

Foi com grande prazer que conhecemos uma nova e bela cachoeira em Garça, e como esta terra é fecunda em belezas naturais, não é de se estranhar mais esse achado, e muitas outras existem nas redondezas ainda a espera de ser explorada e registrada.

Esta cachoeira é relativamente próximo a cidade, fica localizada dentro da propriedade da antiga hípica, mas do lado esquerdo da pista, o acesso foi pela estrada do saltinho que leva ao município de Gália, mas bem no início dela é preciso entrar a direita e percorrer um caminho ladeado de plantação de mogno que até parece ser um labirinto repleto de subidas, descidas e curvas.

Enfim, chegamos a espera e inédita cachoeira, apesar de não ser muito alta, por volta de 4 metros de altitude, é muito boa para banhar-se, a água limpa e com bom volume, ainda há um poço amplo e raso em volta da queda. É mais um pedacinho da exuberante natureza garcense, escondida como tantas outras, apesar de próximo a cidade.

No entanto, o desafio neste dia nem foi chegar até a cachoeira, mas sim continuar pedalando conforme o programado logo após sair dela. Como foi um pedal pós trampo, o sol se pôs e uma verdadeira infestação de aranhas se fez presente e tomou conta dos arredores, para todos os lados e caminhos haviam teias enormes com dezenas de aranhas estavam espalhadas e construindo espécies de paredes de teias quase intransponíveis. O ruim, é após passar por algumas teias, uma próxima a outra, chegamos a conclusão de voltar pelo mesmo caminho seria a melhor opção naquele momento. No vídeo abaixo é possível perceber o motivo da desistência, é porque a situação estava complicada mesmo.

Rudi Arena

Acesse este link para ver o vídeo das aranhas e a dificuldade de seguir em frente com as bikes frente a tantas teias pelo caminho

Pico do Cárcara – Próximo ao Aeroporto de Garça

Existem ao menos duas formas para chegar a este belo lugar, por se tratar de um lugar muito próximo a cidade, existe acesso ao final do Bairro Jardim São Lucas, sentido a ONG de Assistência Social Alfa e Ômega  e de lá seguir em direção a estação de tratamento de esgoto do SAEE, não sei ao certo o caminho, mas sei que existe uma trilha do outro lado do curso do rio para também chegar ao locar.

O único caminho que a gente faz, é mais longo porque é preciso dar uma volta, o acesso é pela estrada de terra do Aeroporto de Garça, mas antes dele, é preciso pular uma cerca à esquerda,  pedalar pelo pasto como se estivesse voltando para a cidade, mas o destino mesmo é chegar até um encontro de dois córregos que formam o início do Rio Tibiriça  e torna uma só cachoeira de grande altitude. Porém, infelizmente no mesmo momento em que existe a beleza do encontro das águas formando uma só cachoeira, lamentavelmente também há encontro do esgoto tratado que é lançado nas águas até então limpas e próprias para banho que existe nas cachoeiras rio acima.

Por isso, não é  é possível tomar banho em baixo da grande queda, tem que ser antes deste belo e deplorável encontro simultâneo de três águas, sendo que uma delas é uma canaleta de concreto no meio do leito dos dois córregos que jorra o esgoto tratado, tudo isso em um lugar em que há uma visual belíssimo, com muito verde, água e grandes paredões. Se o esgoto fosse lançado mais para frente, seria um ótimo lugar para explorar o potencial de ecoturismo que a cidade possui, pois tem uma localização privilegiada e com belezas naturais incríveis. Tudo isso a alguns pouquíssimos quilômetros de distância da cidade ou se preferir, à alguns minutos do ambiente urbano.

Entretanto, dos males o menor, ao menos o esgoto é tratado. Infelizmente, ainda é comum em cidades da nossa região de lançarem esgoto não tratado direto nos leitos dos rios.

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Trilha do Urubu e Descida pela Fazenda Antinhas – Garça-Sp

Pedal com todos os ingredientes de uma verdadeira trilha de mountain bike, tem um pico de uma cachoeira bem alta e com visual fascinante, subindo ainda o curso da água, também há um belo e amplo poço, lugar ótimo para tomar uma banho e relaxar um pouco.

Depois, não tem muito refresco, é pedalar firme na maior parte em chão de pasto que obriga o ciclista a gastar mais energia para pedalar, ainda bem em compensação, boa parte da trilha é repleta de belas paisagens de serra, com paredões e vales.

Um dos trechos mais aguardados é a descida ao fundo do vale pela Fazenda Antinhas, em terreno acidentado, a íngreme descida é campo fértil para eventuais tombos, e foi o que ocorreu. Em seguida, é preciso seguir andando pela grama e atravessar alguns brejos até enfim pular uma cerca para chegar quase no final em uma estrada de terra.

Daí em diante, força, coragem e ânimo, pois é subida que não acaba mais até finalmente voltar para a estrada de asfalto que leva para Itiratupã, Distrito de Jafa no município de Garça-SP. Total do Percurso foram 44 Km rodados, mas a sensação foi de que havia sido mais do que isto.

Rudi Arena

Cachoeira do Pneu (Inédita)

Esta é mais uma cachoeira que o PIRAMBA MTB conseguiu registrar, sem sombra de dúvidas ela é bem imponente, é alta, tem um bom volume de água e também a queda d água possui vários degraus, o que a embeleza ainda mais. Porém, a água é turva, cheira mal, e no curso do rio até chegar a cachoeira encontramos muito lixo mesmo, e chamou a atenção a quantidade de pneus, a maioria de bicicleta, mas encontramos também de moto e até de caminhão,  garrafas PETs e  sacos plásticos aos montes,  cena triste, um lugar tão lindo e que o homem estragou. Também não é pra menos, essa cachoeira é quase  que o bueiro da cidade de Garça,  está localizada na parte à direita dos vales  que existem atrás do Bosque Municipal, mais ou menos na altura do Lago artificial da cidade.

Tudo começou porque em outro pedal chegamos ao alto de uma cachoeira e a vontade de chegar em baixo para tomar aquele banho ficou martelando na cabeça. Assim, em um outro dia, decidimos ir até lá, mas chegou um momento que não era mais possível prosseguir pedalando, então amarramos as bikes com um cadeado junto a uma pequena árvore e seguimos a pé. A volta foi realmente uma verdadeira aventura displicente, ao invés de fazermos o mesmo caminho da ida, resolvemos não voltar pela águas sujas do rio, porém, a opção de escalar o paredão até chegar o lugar em que deixamos nossas bikes não das tarefas mais fáceis e exitosas. Foi necessário subir escalando literalmente por pedras e as vezes beiradas de morros no fio da navalha,  sempre com lembrança iminente  de que uma queda implicará em sérias e dolorosas consequências.

Entretanto, o pior ainda estava por vir, após a tortuosa, demorada e tensa subida, acabamos saindo longe de onde estavam as bicicletas e o por do sol já se anunciava, estamos um trapo de cansados, era preciso procurar a bikes, mas onde exatamente mesmo é que elas estavam? Havíamos deixado as bicicletas bem pirambeira a dentro, em meio a uma pequena mata no alto de um morro. É, ocorreu que acabou faltando disposição e sol para chegar até as magrelas naquele dia. Então não sobrou outra alternativa a não ser ir embora para casa a pé, e ainda bem que o lugar é próximo à cidade, e combinamos  de voltar cedo no dia seguinte com a missão de localizá-las. No final tudo deu certo, mas que este dia foi bem emocionante , daqueles que ficará vivo na memória para sempre.

Descobri também que a Cachoeira do Pneu não é a cachoeira que queríamos chegar inicialmente, aquela e que havíamos chegado pelo alto, esta tem água transparente e menor volume de água, e há alguns anos já tínhamos chegado nela por baixo, confira este vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=0eTHE3N-Ycs . Mas por outro lado, acabamos conhecendo uma bela cachoeira, mas que  infelizmente não é própria para o banho.

Rudi Arena

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Cachoeira da Copaíba

Este é mais um pico e uma cachoeira inédita que a lente do Piramba MTB teve o privilégio de registrar. Fica no sentido da estrada de asfalto existente a esquerda das torres. O nome de Cachoeira da Copaíba não foi a toa, existe um belo exemplar desta espécie de árvore bem próximo ao pico de onde cai a água de grande altitude, a cor interna bem avermelhada de seu tronco chama bastante a atenção.

Água que ali existe é de uma transparência de saltar aos olhos, as matas ciliares bem preservadas ou em restauração ajudam a explicar este fato. Antes da grande queda, há uma pequena precipitação muito boa para um banho e em seguida há um poço de mais de um metro de profundidade.

Garça com seus fartos vales, espigões, desfiladeiros e cachoeiras, é um prato cheio para os amantes da natureza, a sensação é de que são inesgotáveis os picos e cachoeiras do município, e por mais que já tenha percorrido vários lugares, sei que ainda restam outros tantos, esse é o maior estímulo de continuar a buscar novas e belas pirambeiras, parece ser um esforço quase infinito, mas que é muito gratificante.

O óleo de copaíba extraído desta árvore tem sido objeto de estudos cada vez mais, e sendo reconhecidas suas propriedades medicinais, algo que a cultura popular indígena já conhecia suas mil e uma utilidades no tratamento de diversas patologias.

Rudi Arena

Sobre o Óleo de Copaíba:

Encontrada na floresta Amazônica e em outras regiões do Brasil, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Pará, São Paulo, Paraná e nas partes mais úmidas do Nordeste, a copaíba (Copaifera sp) ou Copaibeira, pertencente à família da Leguminosae-Caesalpinioideae (leguminosas-cesalpináceas), é uma árvore muito frondosa, com folhagem densa, de grande porte e de madeira avermelhada, também encontrada na África tropical, Antilhas, Colômbia, Guianas, México e Venezuela.

Estudos recentes têm demonstrado que a eficiência terapêutica do óleo integral é maior do que as de quaisquer outras partes isoladas da copaibeira. Pesquisas in vivo e in vitro têm demonstrado que os óleos de várias espécies de copaíbas apresentam diversas propriedades terapêuticas.

Óleo de copaíba é uma riqueza brasileira, presente de forma especial na Amazônia. É um óleo bastante estudado, havendo uma grande quantidade de artigos científicos sobre os seus benefícios. O óleo de copaíba, podemos assim dizer, é um produto natural, (quando ele é extraído e manipulado de forma correta). Desde remotos tempos, o copaíba já era bastante conhecido pelos Incas, Maias e pelos nossos índios no Brasil. Era chamado de “óleo da vida”. Isto porque foi considerado o óleo que mais salvou vidas no Brasil.

Veja os seus benefícios, quais doenças ele combate:

– O óleo de copaíba tem grande quantidade de propriedades regeneradoras, nutritivas, curativas, tônicas e lubrificantes…
O óleo de copaíba apresenta ação analgésica, anti-inflamatória e relaxante;
* combate o estresse;
* azia, úlcera e gastrite;
* massagem ou hidratação da pele e cabelos;
• O óleo essencial é um excelente fixador de perfumes.

Estudos recentes revelam que, além de imensamente útil para infecções e inflamações em geral, por sua excelente ação cicatrizante, a planta também tem ação expectorante, antimicrobiana e é indicada no tratamento de inúmeras enfermidades, feridas, eczemas, urticárias, furúnculos, seborreias, afecções da garganta, tosse, gripe, disenteria, incontinência urinária, corrimento vaginal: quase tudo pode ser tratado com a copaíba. Pesquisas também apontam que a copaíba pode ser uma esperança no combate ao câncer.

Fonte: http://www.noticiasnaturais.com
http://www2.uol.com.br

Trilha da Fazenda Cachoeiras de São Pedro

Este lugar foi descoberto meio que por acaso em uma tentativa solitária de explorar novas trilhas nas pirambeiras que existem no entorno de Garça-SP, acabei conhecendo e me encantando pelos seus vastos atrativos que esta fazenda proporciona aos amantes de mountain bike.

Não são só as belas paisagens de vales e paredões enormes ao redor que cativa, tem também ao menos uma cachoeira cuja água parece ser própria pra banho, além de outros cursos d´água. Existem ainda represas, descidas alucinantes, assim como subidas quase impossíveis de pedalar montado na bicicleta, em algum momento é preciso descer dela. Na parte mais baixa do vale, há também um singletrack de trios de bois muito legal, tudo isso com um colírio da exuberante formações geográficas que se vê por todos os lados.

Nos fundos da Fazenda Cachoeiras de São Pedro, existem dois caminhos que descem até o fundo do vale, são duas descidas bem técnicas e íngremes, que exigem muita atenção, assim como, também há duas opções de subidas, ambas são extremamente desafiadoras, para não dizer que são muito difíceis de conseguir subir pedalando o caminho todo.

Pelo motivo da trilha ter os dois extremos, subidas e descidas com graus de inclinação bastante acentuado, é que esta trilha apesar de ser de quilometragem baixa (28 km), ela testa os limites do ciclista. Tanto para dosar a velocidade adequada nas descidas de modo a não arriscar levar um tombo que pode ter sérias consequências, como também esta trilha nos faz deparar com os limites do corpo humano, pois é preciso reunir todas as forças físicas e mentais possíveis para tentar pedalar na subidas, tarefa árdua e dificílima de ser executada.

Rudi Arena

Cachoeira do Fundão – Serra da Canastra

Se existe algum fundo na Serra da Canastra, esse lugar só pode ser a Cachoeira do Fundão, pois ela parece estar lá no fundo mesmo, e quanto mais se aproxima dela, mais a fundo parece mergulhar na Serra da Canastra. A estrada de terra caminha em uma direção distante de tudo e de todos, é distante de todas as portarias do Parque Nacional da Serra da Canastra, e quando temos a sensação de que enfim chegamos, não, sempre é preciso seguir mais a fundo. Chegar à sede da Fazenda, não é o ponto final, pois a cachoeira mesmo, ainda é necessário andar bastante, atravessar um rio, percorrer uma estreita e alta trilha em meio à montanhas, até finalmente chegar no pé da cachoeira que já de longe já reluzia e chamava a atenção dos olhos.

Sem dúvida alguma, considero ser esta a melhor e mais bela cachoeira que eu já conheci, á água é extremamente limpa, mas também gelada, é repleta de peixinhos e possui um poço largo e bastante profundo, ao redor, as belíssimas e grandiosas montanhas fazem uma espécie de moldura para a cachoeira, como se fosse um quadro pintado minuciosamente pela generosa natureza da Serra da Canastra. Porém, tentar ficar em baixo cachoeira é tarefa quase impossível, tamanha força da queda da água.

Assim, todo o esforço e tempo despendidos para chegar lá, acabou valendo muito a pena. E, tudo isso custou módicos R$10,00 que nos foram cobrados de entrada, e ainda tivemos uma recepção bem hospitaleira e o prazer de apreciar o famoso queijo canastra com um bom café mineiro, que além de saborosos, foi muito importante para dar a energia necessária para encarar o longo pedal de volta até a cidade de São Roque de Minas. O total do percurso foi de mais de pouco mais 100 quilômetros do mais puro pedal de montanha.

Neste dia, é digno de nota a aparição de um lobo-guará que deu o ar dá graça e deixou que registrássemos uma foto. Realmente, não dá pra reclamar deste pedal que foi mais do que recompensador. Sem contar que a trilha passa pela nascente do Rio São Francisco, entre outras paisagens de tirar o chapéu. Por tudo isso, esta trilha é recomendadíssima, vale a pena fazer e conhecer a Cachoeira do Fundão encravada nas montanhas da Serra da Canastra, seja de Bike, Moto ou Carro, difícil é se arrepender depois.

Rudi Arena

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1° Dia na Serra da Canastra – Cachoeira Casca D´anta

 

Criado em 1972, o Parque Nacional da Serra da Canastra tem 71.525 hectares demarcados e parte do território de 3 municípios: São Roque de Minas, Sacramento e Delfinópolis, no sudoeste de Minas Gerais e o grande objetivo da criação do Parque foi a proteção das nascentes do rio São Francisco. O relevo acidentado e a vegetação rasteira produzem uma paisagem única, com grandes vistas panorâmicas e muitas cachoeiras. Uma estrada de 60 km corta o Parque de fora a fora e vias secundárias dão acesso a algumas das principais atracões

 No primeiro dia da odisséia do PirambaMTB na Serra da Canastra que fica no estado de Minas Gerais, mais precisamente nossa base foi a cidade de São Roque de Minas, onde fica a portaria nº 1 do Parque da Serra Canastra. Neste início de trilha em terras mineiras, o destino foi chegar em cima da cachoeira Casca D´anta, uma das maiores atrações desta Serra em razão de sua beleza e a mais alta cachoeira da região, são exatos 186 metros de queda livre e  o visual do cume do pico é para lá de fantástico, realmente espetacular, pois por mais que se aperte os olhos para tentar enxergar mais longe, o horizonte verde repleto de de vales e montanhas parece ser infinito. Porém, para chegar até lá, antes mesmo de chegar à porteira do Parque, existe uma subida feroz, muito íngrime mesmo. Ainda bem que é logo no começo, quando estávamos todos animados e cheio de gás, se fosse na volta, seria demasidamente desgastante, pois o percurso total deste pedal foi de aproximadamente 90 km de muitas descidas e subidas.

O pedal teria sido perfeito se não fosse um acidente não muito grave, mas também não muito leve, que poderia ter sido muito pior, um alerta para enviar um sinal de que precaução nunca é demais. Apesar do susto seguimos em frente e tentando aprender com os imprevistos e infortúnios que nos deparamos no caminho. Só restou descansar para o próximo dia de aventura que prometia, o tempo era curto para tantas atrações da Serra da Canastra. Um lugar peculiar, repleto de atrações naturais de deixar qualquer um de queixo caído.  Para Quem quiser visitar essa jóia da natureza, segue  algumas informações sobre o Parque Nacional da Serra da Canastra.

Rudi Arena

REGULAMENTO BÁSICO DO PARQUE

  • Horário de visitação:
    8h00 às 18h00. Recomenda-se entrar até as 16h00 no máximo.

  • Velocidade de tráfego nas estradas:
    40 km/hora.

  • Lixo:
    Recomenda-se usar as lixeiras instaladas nos principais pontos ou de preferência recolher o lixo e entregá-lo em uma das portarias.

É proibido na área do Parque Nacional:

  • Entrada e consumo de bebidas alcoólicas.

  • Uso de equipamento coletivo de som.

  • Prática de esportes radicais como rapel, canioning, tirolesa, pêndulo e escalada.

  • Entrada de animais domésticos.

  • Uso de armas e material de caça e pesca.

  • Coleta de rochas, plantas e animais de qualquer tipo ou espécie.

Infrações:

As infrações ao regulamento podem resultar em punições para o visitante, desde a expulsão da área do Parque até o pagamento de multa ou prisão em flagrante.

Recomendações gerais:

  • Transitar somente por trilhas conhecidas e sinalizadas, de preferência na companhia de um guia local.

  • Levar sempre capa de chuva e agasalho em qualquer época do ano.

  • Usar boné ou chapéu e filtro solar para evitar queimaduras.

  • Não caminhar nas trilhas quando houver cerração.

  • Atenção para a trilha da Casca D’Anta (parte alta para parte baixa e vice-e-versa: reserve pelo menos 5 horas com luz solar para essa caminhada.

  • Usar calçado confortável, fechado e com solado antiderrapante.

  • Afastar-se dos rios e córregos ao primeiro sinal de chuva.

Legislação/Parque Nacional:

Decreto 70.355, de 3 de abril de 1972

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Cachoeira do Marangão – 22-10-2013

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No segundo dia do horário de verão e  primeiro dia útil,  foi a oportunidade para aproveitar o dia mais longo para no final de tarde, após um expediente de trabalho,  irmos até esta bela e escondida cachoeira que fica no ponto mais baixo do vale separa a zona rural de Garça e de Itiratupã.

Neste dia, resolvemos retornar por um caminho diferente do que habitualmente é feito, preferimos ao invés de voltar pelo mesmo caminho , para evitar de noite ter que atravessar um brejo fundo cuja água bate acima da cintura, subimos o vale pelo caminho oposto,  para sair na estrada de asfalto de Itiratupã.

O pedal ficou um pouco mais longo, mas com um gostinho de aventura, pois foi preciso procurar  no escuro um caminho alternativo para a volta, depois de alguns momentos de apreensão, enfim, conseguimos encontrar o almejado caminho de volta, e chegamos em Garça apenas um pouco mais tarde  e cansado do que estava previsto.

Rudi Arena