O Colorido e Beleza da Fauna Brasileira

Além de ter os benefícios que pedalar proporciona, fazer trilhas mais próximo de matas e rios, torna ainda mais gratificante esta atividade física, pois proporciona a oportunidade de admirar essas belas aves em seus habitats naturais. Neste ambiente elas desfrutam da liberdade que muitas aves que vivem em cativeiro não tem, pois infelizmente, vivem apenas para contemplação e satisfação de seus proprietários.

Sem dúvida alguma, uma ave de natureza silvestre que não foi domesticada, assim como  qualquer ave  em regra, deve ter o direito de voar. O fato destes animais terem asas, demonstra que voar é uma função essencial para a vida das aves. Assim, ver uma ave presa, por mais bela que seja,  é sempre uma cena mais triste se comparar com a magia que é vê-la em plena liberdade, dona de seu destino, desfilando céu afora toda sua agilidade e exuberância que lhes são peculiares.

Rudi Arena

Maracanã-verdadeira 

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Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Estado de conservação :Quase ameaçada (IUCN 3.1)

Classificação científica:

Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Aves

Ordem:Psittaciformes
Família: Psittacidae

Género: Ara

Espécie: A. maracana

Nome binomial

Ara maracana
Vieillot, 1816

Sinónimos: Primolius maracana

A maracanã-verdadeira (Ara maracana) é um maracanã encontrado em beira de matas e buritizais, do estado brasileiro do Maranhão até o Paraguai e a Argentina. A espécie mede cerca de 41 cm de comprimento, fronte, parte do dorso e barriga vermelhas, face superior da cauda ferrugínea, face nua amarelo-clara, anel perioftálmico branco e bico negro. Também é conhecida pelos nomes de arara-pequena, ararinha, maracanã, mulata-maracanã e papagaio-de-cara-branca.

Dieta: São frugívoras. Há pouca informação sobre a dieta no habitat natural.

Reprodução: A época de nidificação depende da localização geográfica. A postura é de três ovos, cuja incubação dura 26 a 27 dias e é realizada apenas pela fêmea. As crias são altriciais (totalmente dependentes dos pais durante os primeiros tempos de vida). Os juvenis abandonam o ninho depois dos 70 dias de idade.

Pica-pau-de-topete-vermelho

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Fone: Wikipédia

Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Piciformes
Família: Picidae
Género: Campephilus
Espécie: C. melanoleucos
Nome binomial
Campephilus melanoleucos
(Gmelin, 1788)

O Pica-pau-de-topete-vermelho (Campephilus melanoleucos) é um grande pica-pau da ordem Piciforme e da família Picidae. Conhecido também como Pica-pau-de-garganta-preta. Encontra-se desde o sul do Panamá até o norte da Argentina e em Trinidad.

Características

É um pica-pau grande e tem aproximadamente 36 cm de comprimento e 250 gramas. O macho possui a cabeça avermelhada, com uma mancha branca na base do bico e a fêmea apresenta o alto e a parte de trás da cabeça pretos e uma larga faixa branca entre os olhos e a base do bico.

 Alimentação

Alimentam-se de larvas de insetos que vivem escondidos atrás de cascas de ávores mortas. Também comem frutos.

 Reprodução

Assim como todos os animais, possui reprodução sexuada. Põe 2 ovos.

 Hábitos

Vivem aos pares ou em grupos de até 5 indivíduos. Comum em florestas ralas de regiões campestres, capoeiras, palmais e florestas de galeria e de várzea. Fazem ninho em buracos altos nos troncos.

 Distribuição geográfica

Encontra-se desde o sul do Panamá até o norte da Argentina e em Trinidad.

No Brasil encontra-se na Amazônia, Região Nordeste, Centro-oeste e para o sul até o Paraná.

 Extinção

Não é um animal ameaçado ainda, porém seu habitat natural vem sendo destruído pelas queimadas.

Fazenda Floresta (Lupércio-SP)

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Esta é uma Fazenda que se propõe a ser de Eco-Turismo. Chegamos lá a princípio apenas para almoçar, mas não era possível pagar apenas o almoço, então desembolsamos os R$38,00 solicitados que incluía além do almoço, passeios pelas cachoeiras, piscina,entre outras coisas.

Apesar do lugar ser muito bonito, o que quebra um pouco o encanto é o tamanho das intervenções realizadas no curso do pequeno rio que passa pela propriedade. Ver grande parte do fundo do rio concretado, com um grande sistema de engrenagens para aumentar ou diminuir a vazão da água conforme conveniência do proprietário foi realmente chocante, assim como tomar um banho de cachoeira e sentir que seus pés estão sob  um concreto e não areia ou pedra como é natural.

Acredito que é tolerável fazer pequenas intervenções para facilitar a acessibilidade de pessoas que não poderiam chegar até a cachoeira pelas dificuldades naturais existem, mas no caso, houve um exagero desnecessário, pois as obras dos homens acabaram ofuscando a beleza natural do lugar e um dia, a natureza pode cobrar o preço por tamanho desrespeito. Para uma propriedade que se julga ecologicamente correta e vende isso a seus turistas, não caiu nada bem modificar tanto assim o que a natureza fez.

A fazenda também possui, alguns animais em cativeiro, como tucano e jabuti, e ainda tem uma pequena exposição de objetos antigos que são interessantes. Apesar da decepção por tanto concreto junto a natureza, valeu a pena a visita a Fazenda, seja pelo almoço muito bom de comida no fogão a lenha ou pelo banho de cachoeira, mas a indignação com tanto concreto demorou para passar.

 

 

Rudi Arena

 

O Dedo de Deus? Lupércio-SP

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As maioria das imagens foram gravadas a margem da rodovia federal, BR-153 em um trecho de serra na cidade  de Lupércio-SP, também conhecida como rodovia da morte, ela é famosa por seus acidentes e o pesado trânsito de caminhões. Por falar em morte, andar a beira de um precipício enorme, com caminhões passando a todo momento lá embaixo não é uma sensação mão muito agradável, é como se morte estivesse literalmente ao lado, pois um pequeno deslize em direção da rodovia, seria certamente  letal.

A visão lá de cima é maravilhosa, realmente só a vista do horizonte já foi muito gratificante, mas o medo também não deu o ar da graça, pois o lugar parece querer sempre mostrar como somos vulneráveis. Assim, além da visão peculiar que o pico proporciona, ficou ainda a reflexão da fragilidade do corpo  humano.

 

Rudi Arena

Cascatinha (31/12/2012)

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Véspera de ano-novo é dia pedalar também, por que não? E o destino foi uma bela e escondida cachoeira da Fazenda Cascata. Apesar de ser perto da cidade, a 11 km de distância da cidade de Garça-SP,  ter água limpa e a cachoeira ter um ambiente agradável e uma queda de água revigorante. Nunca vi ali sinal de pessoas, alguém que tenha ido até lá ou que já tenha ao menos ouvido falar dela. É  preciso dizer porém, que ela apesar de perto não é tão acessível, ainda mais atualmente, que o pasto em volta não tem mais rebanho bovino, logo, não tem mais o trio de bois para chegar até próximo a cachoeira. Só retou então ter que encarar um pasto com grama alta, difícil de pedalar e mais adiante, um um mato bem alto para atravessar, sem contar que para descer, além de ser ingrime, não tem picada, é preciso levar o mato no peito, mas sempre vale a pena a recompensa.  Ainda mais neste dia, que pudemos constatar que a água da cachoeira estava limpa e cristalina, como nunca havíamos vistos. Nem precisa falar que o lugar é tranquilo, né? Mais ainda, porque, infelizmente os macacos não deram o ar da graça como da última vez que lá estivemos. Entretanto, ao menos um belo passarinho vermelho apareceu para colorir e alegrar o ambiente, tanto na entrada da mata da cachoeira quanto na saída desta, ele estava só de butuca, pousado inerte na grama, observando o seu redor. Acredito que esta ave seja um Surucuá-de-Barriga Vermelha (Trogon Curucui), mas como não sou um Ornintólogo, vai saber qual espécie é esta, pois nossa fauna é farta e normalmente, não temos a mínima dimensão de toda a riqueza animal que está a nossa volta.

Rudi Arena

Pirambarbecue – 21/12/2012 – Cachoeira da União

Grupo do Abadá Capoeira de Garça que estavam acampados nas proximidades da cachoeira sob a tutela do respeitável Professor, Julio Manzano, o Bizu, que desenvolve na cidade um belo projeto que  contribui para a formação de valores humanos e éticos baseados no respeito, na socialização e liberdade, através de trabalhos que valorizam a cultura brasileira.

Participantes do  Abadá Capoeira de Garça que estavam acampados nas proximidades da cachoeira sob a tutela do respeitável professor, Julio Manzano, o Bizu, que desenvolve na cidade um belo projeto que contribui para a formação de valores humanos,  éticos e ecológicos baseados no respeito, na socialização e liberdade, através  da valorização da cultura brasileira. Nosso Churrasco na cachoeira acabou atrapalhando um pouco o grupo, mas ao menos tivemos a oportunidade de conhecê-los melhor em uma divertida guerra de terra.

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Dia 21/12/2012, fim de ano, época de confraternizar, assim, nada melhor do que reunir os companheiros de pedal e fazer um churrasco a beira de uma cachoeira. Apesar da ameaça de chuva, não caiu um pingo de água, e não poderia ter sido melhor, carne no ponto, cerveja trincando de gelada e uma boa conversa entre  amigos. Realmente, foi um dia inesquecível que insistirá em permanecer na memória. E é sempre bom lembrar, que apesar do churrasco a beira da natureza, não deixamos nenhuma sujeira,  recolhemos todo o lixo produzido e  levamos para ser devidamente descartado na cidade. Também, não poderia ser diferente, seria muita sacanagem sujar a natureza que nos proporciona tantos momentos de alegria e descontração. Que 2013 seja o ano em que a bike seja ainda mais valorizada e continue a ganhar espaço tanto na cidade como na trilha, que o respeito ao meio ambiente e a uma vida mais sustentável, ganhe mais espaço, e possamos tornar a vida no planeta terra um pouquinho mais agradável, para nós, e para exuberante e esquecida natureza que nos cerca.  Um feliz ano de 2013 a todos e que a paz reine no mundo.

Rudi Arena

 

Ride Igurê

Pedal das Duas Cachoeiras (Igurê e Geladeira)

 

Pedal super legal com uma galera que veio de Bauru para andar pelas matas e conhecer um pouco mais das belezas naturais da cidade de Garça-SP. Primeiro fizemos a trilha da Mata da Fazenda Igurê até chegar na cachoeira e voltamos pela trilha da represa das mesa propriedade. Depois, após um trecho de asfalto, pegamos uma estrada de asfalto até chega em uma estrada de terra do distrito de Jafa que ao fim chega em uma propriedade rural que tem uma bela vista, e várias quedas de água, e uma em especial é a Cachoeira da Geladeira, em razão de poço de água muito gelada, mesmo que no verão. O percurso total beirou os 40 Km, com direito a um extenuante, mas gratificante subida morro acima. Pois, como já diria o o saudoso poeta, tudo vale a pena se a alma não é pequena.

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Rudi Arena

Salesópolis a Caraguatatuba pela Estrada do Sol

Pedal cuja saída foi em Salesópolis-SP com destino a Caraguatatuba-SP, a descida da serra do mar foi por uma estrada de terra utilizada para manutenção da Petrobrás, esta trilha é conhecida como Estrada do Sol, e apesar de muitas descidas, também tem boas e cansativas subidas.

O percurso total foi de 71 Km, e passa por vários lugares interessantes, como  um mirante que nos dá uma vista privilegiada da serra, muito embora no dia a  neblina prejudicou um pouco a visão.  Também passamos pelo Rio Pardo e por cachoeiras, que valem uma pausa se não for para se banhar ao menos para contemplar beleza e o clima característico da região, também passamos pela Instalações da Petrobrás.

Nos últimos kimoletros do pedal é praticamente só descida e é preciso brecar muito para poder fazer as curvas (os dedos chegam a doer), mesmo assim é possível atingir uma velocidade impressionante, chega a mais de 70 km por hora se o ciclista quiser, mas é preciso cuidado, porque apesar de passar poucos carros na estrada, não é bom dar sopa para o azar. Para recompensar todo o esforço ao final, nada como uma bela praia para relaxar músculos e mentes.

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Veado Visto em Cafezal da Faz. Igurê Será um Veado Mateiro ou um Veado Bororó?

O animal foi avistado em um cafezal próximo a uma área de represa e mata ciliar na Fazenda Igurê, entre  as cidades de Garça e Gália do estado de São Paulo ao final da tarde do dia 21/10/2012. O interessante foi que o animal não se amedrontou com a nossa presença, e se exibiu por um tempo, ainda bem, pois assim foi possível registrar a presença desta espécie, a dúvida é se é um Veado Bororó (Mazama Bororó) ou um Veado Mateiro (Manzema Americana).  Assim, como as diferenças entre eles são tênues e sua distribuição geográfica são coincidentes, é difícil afirmar com segurança exatamente qual é essa espécie.

Este cervídeo é encontrado no que restou da mata atlântica do estado de São Paulo e encontra-se em estado vunerável de preservação pela dimuição de seu habitat natural pelo homem. Segue informações sobre as duas possíveis espécies de cervídeos que podem ser o animal registrado neste vídeo. 

Rudi Arena


Nome Vugar: VEADO BORORÓ

Nome Científico: Mazama bororo

Família: Cervidae

Habitat: Ambientes de vegetação fechada, que proporcionam segurança.

Área de Ocorrência: Esta espécie é conhecida nos estados de São Paulo e Paraná, ocorrendo em áreas de Floresta Atlântica.

O veado-vermelho mede cerca de 50cm de altura e pesa em torno de 25 kg. A coloração geral é avermelhada, mais escuro no dorso, com o pescoço cinza lateralmente.

Alimentação: Alimenta-se de frutas, folhas e flores.

Reprodução: Gestação em torno de sete meses e desmame por volta dos quatro meses.

Comportamento: Normalmente é encontrado no final da tarde ou à noite.

Esta espécie é considerada a mais rara entre os cervídeos brasileiros, sendo ameaçada principalmente pela degradação do seu ambiente e pela caça.

 
Nome vulgar: VEADO MATEIRO

Família: Cervidae

Nome científico: Mazama americana

Distribuição: Leste do México até o Norte da Argentina

Habitat: Campos e florestas do nível do mar até 5.000m

Hábito: Diurno e noturno

Comportamento: Solitário

Longevidade: 13 anos

Maturidade: Fêmea – 1 a 2 anos, Macho – 1 ano

Época reprodutiva: outubro a janeiro

Gestação: 225 dias

Nº de filhotes: 01

Peso adulto: 8 a 25 Kg

Peso filhote: 510 a 576 Kg

Alimentação na natureza: Gramíneas e brotos

Causas da extinção: Caça e destruição do habitat

Rabicore – DownHill

DonwHill adrenalina na Fazenda Igurê com o saltitante Rabicó.

Rudi Arena

Trilha das Águas 13/10/2012

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Este é um pedal muito bom de fazer, tem boas descidas e belas vistas, passa por represas, corrégos, e próximo a  vales, mas a maior parte do tempo percorremos uma trilha  entre eucalíptos a perder de vista.  No total foram  37 km entre Garça e Gália de diversão e suor.  

Rudi Arena

Tucano Avistado na Região de Garça

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Sábado, 29/09/2012, foi dia de pedalar até a antiga Igreja da Companhia Inglesa que um dia existiu em Gália-SP. Já na ida, nos deparamos com dois filhotes de cachorro que pareciam perdidos e carentes a beira da estrada de terra que leva a Companhia Inglesa, brincamos com eles e ficamos com muita pena, pois pareciam abandonados e não havia casa alguma por perto, mas o pedal precisava que continuar e seguimos em frente.

Fomos até a igreja, ao entrar, um animal voador muito barulhento veio nos recepcionar, devia ser um urubu, mas contrariando a sabedoria popular que a denomina como ave de mau agouro, desta vez, acredito que a ave trouxe sorte, pois, logo adiante, na mesma estrada de terra, tivemos o privilegio de avistar uma cena rara aqui na região, um tucano dando o ar da graça com seu longo e colorido bico.

Sem dúvida, só esta imagem já valeria o pedal, mais ainda pudemos desfrutar de outras belas imagens, como  paisagens de serra, rios, gaviões carcarás, um por do sol deslumbrante e a lua,  nem se fala, foi um show a parte. É por esta e por outras que pedalar de mountain bike  é bom demais, permite um contato mais próximo com a natureza, o que nos proporciona reparar em detalhes que muitas vezes passam despercebidos na atribulação do dia-dia.

Rudi Arena

Cachoeira da Geladeira-15-09-2012

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Cachoeira da Geladeira-15-09-2012, um álbum no Flickr.

Ultimamente tenho sonhado com a chuva caindo devagar e insistentemente. Sinto as vezes até os pingos dágua descendo no meu rosto, mas, quando me dou conta é o suor provocado pelo calor e pela secura. Tá osso hein. Já vai completar dois meses de estiagem. O calor principalmente a tarde castiga as pessoas em Garça. Foi por esse motivo que nesse último sábado partimos para mais um pedal a caminho da Cachoeira da Geladeira. Já fomos nela antes, nessa que é considerada um dos melhores locais de queda dágua que permite o banho. E o detalhe é a temperatura da água. Por ser cercada por árvores altas e com folhas, quase não permite o contato do sol com a água.Um pedal leve com piramba pesada da melhor qualidade totalizou 23 quilometors.Enfrentamos o sol numa piramba de praticamente de 300 metros. Seguimos pelo rio e enfim chegamos na cachoeira onde nos refrescamos até a alma na magica água de Garça e voltamos renovados para desafiar o sol. É por isso que essa cidade é tão especial, pois permite um ótimo trajeto para o Mountain Bike que combina com o contato direto com as belezas naturais.Nesse pedal quando deixei as águas da Geladeira atingir meu corpo imaginei que fosse a chuva me molhando.Ontem não sonhei que choveu. Sonhei com a Geladeira. Vicente

Cachoeira do Borrachudo


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No dia da independência, 07/09/2012, porque não desbravar um pedacinho do nosso país, gigante por natureza, conhecer e contemplar um pouco de sua beleza natural, que de tão abundante, ás vezes fica escondida nos rincões do interior do Brasil. O plano inicial era seguir a sugestão de nosso colega Rabicó, descer a estrada da bomba, passar a ponte do córrego do barreiro, pular uma cerca a esquerda, e seguir até achar outro córrego, e depois, segui-lo para ver se teríamos a sorte de achar uma cachoeira. E não é que a encontramos mesmo, o feriado nos deu sorte.

Nada melhor para alimentar o patriotismo no dia da independência, do que banhar-se e registrar uma queda d água ainda inédita para nós, trata-se de uma pequena cachoeira encravada em um lugar de complicado acesso, mas ótimo para curtir a natureza e refrescar-se com uma água cristalina e gelada. O único e nem tão irrelevante problema, é que não ficamos um único minuto sequer sem sermos picados por insetos sanguinolentos que não nos deram trégua, borrachudos aos bandos e sedentos, nos perseguiram até que voltássemos a pedalar. Espero que esta infestação seja sazonal, e que dá próxima vez seja possível curtir a cachoeira sem ter que nos preocupar com esses impertinentes borrachudos, bem que eles poderaim migrar na primavera/verão para a China, Alaska, Sibéria, sei lá, não custa sonhar. Xalalá.

De qualquer forma, foi muito bom o pedal, PirambaMTB total, e valeu mais ainda, que além de mais uma cachoeira registrada por nossas câmeras, este 07 de setembro não poderia ter sido mais inspirado, pois ainda nos brindou com um por do sol que foi um show a parte e assim fechou o dia com chave de ouro. Voltamos já a noite, cansados de ter atravessado o vale da estrada bomba e ainda ter que pedalar bastante para chegar até as antenas e voltar pela estrada da Adrianita, mas o sentimento que ficou em todos é que valeu muito a pena o pedal, porque o cansaço vai e as boas lembranças ficam.

Rudi Arena

Pedal na Fazenda Dinamérica

Cachoeira do Paredão 18/08/2012

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DownHill Represas Igurê 11/08/2012

Pedal em Itiratupã (45 Km)


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Pedal na estrada da Corredeira (Noturno)

Todos os Terrenos

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Este pedal realizado em 09/07/2012 tem aproximadamente 43 km. A maior parte do pedal localiza-se entre as cidades de Garça e Gália, mais precisamente entre os eucalíptos a perder de vista em uma fazenda de propriedade de uma grandee conhecida empresa, a Duratex, que possui a marca Deca, de louças e metais sanitários e também tem a Divisão de Madeira que fornece esta matéria prima para a indústria moveleira e da contrução civil.

Esta trilha percorre por vários tipos de terrenos e belas paisagens, infelizmente, boa parte das imagens foram prejudicadas porque o visor da câmera embassou, mesmo assim, estou postando porque apesar das oscilaçoes de qualidade das imagens, é possível sentir o espírito de MTB que percorre a veia neste pedal.

Tem o tradicional estradão, as estradas dentros das fazendas, os trios de bois, pasto, grama, e também por um dos terrenos mais desgastantes que foi andar sob folhas secas e galhos que fazem os pneus afundarem. A trilha passa ainda por pequenas matas, atravessa córregos, lagoas, represas, e percorre um longo trecho entre um mar de eucalípctos a perder de vista e um vale onde ao fundo há o leito por onde corre um pequeno rio. Em um momento, foi preciso carregar as bikes morro acima, e para aliviar, andar sob as pedras do trilho trilho de um trem que um dia passou por ali.

Por fim, pegamos um detestável asfalto porque ninguém é de ferro, pois andar na pista é bem menos cansativo e bem mais rápido, porém, tem que aturar caminhões passando perto e seu respesctivo deslocamento de ar nada agradável, sem contar o barulho e o perigo. É, mas nada como ter uma bike de MTB, pois, para ela não há barreiras, é possível chegar de forma prazerosa e relativamente rápida, em picos que a pé, de carro, ou mesmo de moto, teriamos maiores transtornos e dificuldades, andar por todos os terrnos, passar por cercar, tudo com certa facilidade. Por tudo isso, é bom demais esse esporte, proprociona belas paisagens e faz bem para a sáude física e mental. E, para ir de encontro com uma pirambeira, nada como ter a companheira magrela ao lado, uma bike expande as fronteiras, pode o levar para onde quiser, onde tua imaginação e preparo físico deixar, sem combustão, com o respeito que a natureza merece e sempre merecerá.

Rudi Arena