Cachoeira do Marangão – 22-10-2013

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No segundo dia do horário de verão e  primeiro dia útil,  foi a oportunidade para aproveitar o dia mais longo para no final de tarde, após um expediente de trabalho,  irmos até esta bela e escondida cachoeira que fica no ponto mais baixo do vale separa a zona rural de Garça e de Itiratupã.

Neste dia, resolvemos retornar por um caminho diferente do que habitualmente é feito, preferimos ao invés de voltar pelo mesmo caminho , para evitar de noite ter que atravessar um brejo fundo cuja água bate acima da cintura, subimos o vale pelo caminho oposto,  para sair na estrada de asfalto de Itiratupã.

O pedal ficou um pouco mais longo, mas com um gostinho de aventura, pois foi preciso procurar  no escuro um caminho alternativo para a volta, depois de alguns momentos de apreensão, enfim, conseguimos encontrar o almejado caminho de volta, e chegamos em Garça apenas um pouco mais tarde  e cansado do que estava previsto.

Rudi Arena

Todos os Terrenos

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Este pedal realizado em 09/07/2012 tem aproximadamente 43 km. A maior parte do pedal localiza-se entre as cidades de Garça e Gália, mais precisamente entre os eucalíptos a perder de vista em uma fazenda de propriedade de uma grandee conhecida empresa, a Duratex, que possui a marca Deca, de louças e metais sanitários e também tem a Divisão de Madeira que fornece esta matéria prima para a indústria moveleira e da contrução civil.

Esta trilha percorre por vários tipos de terrenos e belas paisagens, infelizmente, boa parte das imagens foram prejudicadas porque o visor da câmera embassou, mesmo assim, estou postando porque apesar das oscilaçoes de qualidade das imagens, é possível sentir o espírito de MTB que percorre a veia neste pedal.

Tem o tradicional estradão, as estradas dentros das fazendas, os trios de bois, pasto, grama, e também por um dos terrenos mais desgastantes que foi andar sob folhas secas e galhos que fazem os pneus afundarem. A trilha passa ainda por pequenas matas, atravessa córregos, lagoas, represas, e percorre um longo trecho entre um mar de eucalípctos a perder de vista e um vale onde ao fundo há o leito por onde corre um pequeno rio. Em um momento, foi preciso carregar as bikes morro acima, e para aliviar, andar sob as pedras do trilho trilho de um trem que um dia passou por ali.

Por fim, pegamos um detestável asfalto porque ninguém é de ferro, pois andar na pista é bem menos cansativo e bem mais rápido, porém, tem que aturar caminhões passando perto e seu respesctivo deslocamento de ar nada agradável, sem contar o barulho e o perigo. É, mas nada como ter uma bike de MTB, pois, para ela não há barreiras, é possível chegar de forma prazerosa e relativamente rápida, em picos que a pé, de carro, ou mesmo de moto, teriamos maiores transtornos e dificuldades, andar por todos os terrnos, passar por cercar, tudo com certa facilidade. Por tudo isso, é bom demais esse esporte, proprociona belas paisagens e faz bem para a sáude física e mental. E, para ir de encontro com uma pirambeira, nada como ter a companheira magrela ao lado, uma bike expande as fronteiras, pode o levar para onde quiser, onde tua imaginação e preparo físico deixar, sem combustão, com o respeito que a natureza merece e sempre merecerá.

Rudi Arena

O caminho da bomba do S.A.A.E


“O município de Garça situa-se na região Centro-Oeste do Estado de São Paulo (415 km da capital), ao longo de espigão onde nascem duas importantes microbacias hidrográficas: Peixe e Aguapeí propiciando abundante presença de matas, grotões e mais de 80 cachoeiras com alturas variáveis. Apresenta grande potencial turístico com 18,50 hectares de Mata Atlântica preservada dentro da cidade (Bosque Municipal) e um número altamente significativo nas propriedades rurais adjacentes. ”
É assim que o site da prefeitura municipal apresenta Garça. Essa cidade singela do interior paulista é um local de paisagens e picos singulares. No post de hoje pedalamos por um lugar que tem muita importância na vida da população da cidade, mas que também tem muita história.A bomba. A canalização da água do rio foi um passo significativo para que a população tivesse a disposição uma das águas mais potáveis do planeta. E pode-se ter certeza de que um desses atos tomados por nossos antepassados, foi apenas o primeiro passo para que a cidade tivesse hoje água de qualidade e esgoto 100% tratado. Nesse quesito estamos até a frente de muitas cidades do primeiro mundo (uau!) Mas a questão é que o pedal foi pelo caminho até o local onde a bomba bombeia (ah vá?) a água até a cidade. Em resumo: a descida é frenética e a subida impiedosa! Curtam o video! Confiram os links para mais história! Vicente.
http://www.prefgarca.sp.gov.br/html/modules/mastop_publish/?tac=Dados_Geogr%E1ficos
http://www.saaegarca.com.br/html/modules/mastop_publish/