DownHill Represas Igurê 11/08/2012

Pedal em Itiratupã (45 Km)


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Pedal na estrada da Corredeira (Noturno)

Todos os Terrenos

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Este pedal realizado em 09/07/2012 tem aproximadamente 43 km. A maior parte do pedal localiza-se entre as cidades de Garça e Gália, mais precisamente entre os eucalíptos a perder de vista em uma fazenda de propriedade de uma grandee conhecida empresa, a Duratex, que possui a marca Deca, de louças e metais sanitários e também tem a Divisão de Madeira que fornece esta matéria prima para a indústria moveleira e da contrução civil.

Esta trilha percorre por vários tipos de terrenos e belas paisagens, infelizmente, boa parte das imagens foram prejudicadas porque o visor da câmera embassou, mesmo assim, estou postando porque apesar das oscilaçoes de qualidade das imagens, é possível sentir o espírito de MTB que percorre a veia neste pedal.

Tem o tradicional estradão, as estradas dentros das fazendas, os trios de bois, pasto, grama, e também por um dos terrenos mais desgastantes que foi andar sob folhas secas e galhos que fazem os pneus afundarem. A trilha passa ainda por pequenas matas, atravessa córregos, lagoas, represas, e percorre um longo trecho entre um mar de eucalípctos a perder de vista e um vale onde ao fundo há o leito por onde corre um pequeno rio. Em um momento, foi preciso carregar as bikes morro acima, e para aliviar, andar sob as pedras do trilho trilho de um trem que um dia passou por ali.

Por fim, pegamos um detestável asfalto porque ninguém é de ferro, pois andar na pista é bem menos cansativo e bem mais rápido, porém, tem que aturar caminhões passando perto e seu respesctivo deslocamento de ar nada agradável, sem contar o barulho e o perigo. É, mas nada como ter uma bike de MTB, pois, para ela não há barreiras, é possível chegar de forma prazerosa e relativamente rápida, em picos que a pé, de carro, ou mesmo de moto, teriamos maiores transtornos e dificuldades, andar por todos os terrnos, passar por cercar, tudo com certa facilidade. Por tudo isso, é bom demais esse esporte, proprociona belas paisagens e faz bem para a sáude física e mental. E, para ir de encontro com uma pirambeira, nada como ter a companheira magrela ao lado, uma bike expande as fronteiras, pode o levar para onde quiser, onde tua imaginação e preparo físico deixar, sem combustão, com o respeito que a natureza merece e sempre merecerá.

Rudi Arena

Festa do Corinthians-Campeão da Libertadores 2012 (Lago/Garça-SP)

Fazenda Igurê 02/06/2012 (Go Pro)

Pico do Pântano 2012

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Cachoeira do Marangão 30-06-2012

Companhia Inglesa-23-06-2012

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Companhia Inglesa-23-06-2012 , um álbum no Flickr.

Trilha das Águas

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Pico do Carcará-02-06-2012

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Este lugar é muito lindo, tem uma bela cachoeira de águas limpas e mais adiante um pico incrível, muito bom ficar a beira da queda, curtindo a sensação de paz e tranquilidade, apreciar o bela paisagem da natureza agraciada de Garça-SP, acompanhar o vem e vai de gaviões carcarás que sempre estão nas redondezas a dar o ar da graça e refletir sob a brisa do vento sobre as fragilidade humana a beira de um precipício mortal. Neste último sábado, o que mais tinham por lá, eram aranhas dos mais diversos tamanhos, assim, para ir da cachoeira até o pico, foi preciso fazer um verdadeiro malabarismo para desviar de tantas teias e aranhas que estavam pelo caminho.

O interessante é que este lugar belo e maravilhoso está a muito próximo da cidade, sendo possível ir até mesmo a pé, localiza-se aproximadamente entre o bairro São Lucas e o Aeroporto da cidade. Para se chegar até lá, o caminho é por trios de bois encravados no pasto. O único problema do local é que fica próxima a estação de tratamento de esgoto do SAAE, e por isso, muitas vezes é possível sentir um forte e desagradável cheiro de esgoto, que é percebido durante o caminho, mas não quando se está na cachoeira mesmo, menos mal. Aliás, esgoto este que infelizmente é despejado nas águas da Cachoeira do Carcará, porém, um pouco mais adiante quando ocorre um lamentável encontro com as águas nas quais o esgoto é descartado, após tratado.

Mesmo ciente de que o esgoto foi tratado antes de ser despejado junto a na natureza, é triste ver que pico acima a água é cristalina e própria para o banho, mas que pico abaixo, a água é branca ou rosada, tem muita espuma e cheira mal, é como se acidentalmente tivesse entornado um balde de tinta na tela de uma pintura magnífica, porém no caso concreto a não é por acidente, é de forma proposital, e o responsável pela pintura é muito maior do que qualquer pintor famoso que já apareceu na face da terra. Será que ele está feliz com que os homens fizeram com a sua divina pintura???

Rudi

Cachoeira dos Escravos-26-05-2012

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Cachoeira dos Escravos-26-05-2012, um álbum no Flickr.

Nesse sábado fomos até a Cachoeira dos Escravos no município de Álvaro de Carvalho. Saímos de Garça lá pelas três da tarde com um clima ótimo para se pedalar, com o sol meio escondido e algumas nuvens. Fomos pela perigosa Rodovia da Comunidade que contava com um tráfego intenso de veículos. Nesse pedal a estrada é a pior parte, pois deve se ter bastante atenção com a pista e também não há um caminho alternativo por estrada de chão. Aliás, a trilha em si é bem pequena. Após uma descida bem íngreme já se avista o rio e partir de então é bike nas costas e pernas na água gelada. Ao chegar na cachoeira o visual é simplesmente louco. Ficamos ali contemplando aquela queda e a mata preservada abaixo. Não ficamos muito tempo ali, saímos mais cedo a fim de tentar uma autorização para ver os leões e tigres na Fazenda Kirongozi que estava no caminho de volta. O máximo que conseguimos foi ver um tigre triste com um prato de trigo. Vicente.

Pirambarbecue – 01-05-2012

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Pirambarbecue – 01-05-2012, um álbum no Flickr.

Grande confraternização da PirambaMTB na Cachoeira da Igurê ontem. Pedal com mochila pesada e a presença dos amigos para beber uma breja gelada e apreciar um espetinho. É lógico que um evento desses merece toda atenção quanto aos impactos na natureza, por isso todo lixo foi recolhido (inclusive os que lá já estavam) e os restos de carvão foram devidamente descartados. Na volta foi difícil vencer as subidas… mas obtivemos êxito. No feriado do dia do trabalho exaltamos o belo trabalho feito por Deus em nossa cidade, nessa Mata e suas cachoeiras! Ah, domingo que vem haverá uma corrida na Mata e muitos ciclistas foram ontem treinar lá. Cuidado, que os Pirambeiros estão com o estoque de proteínas em alta! LOL! Vicente.

Porque o pedal não deve parar.

Cachoeira da Geladeira

A Cachoeira da Geladeira pode ser considerada uma das cachoeiras mais conhecidas de Garça. Talvez uma das que eram mais freqüentadas também. Há tempos atrás era um local em que um grande número de visitantes literalmente “invadiam” o local para apreciar suas águas extremamente geladas. Aliás, é por esse fato que essa queda d´água ficou conhecida como Geladeira. Se banhar nessa cachoeira vira um verdadeiro desafio para aquelas pessoas mais sensíveis ao frio. Mas esse desafio é compensador, pois a água fria ativa a circulação do corpo de uma formal tal que sentimos todo o cansaço e stress acumulado desaparecer. A história desse local, porém, não é só de alegrias. O hábito de alguns freqüentadores em mergulhar do topo da Cachoeira levou uma pessoa a morte uma vez. Segundo relato do nosso amigo “pirambeiro” Rafael, um jovem rapaz na presença dos amigos saltou para um mergulho, mas pousou de cabeça em uma pedra. Os amigos, apesar do peso avantajado do rapaz, o carregaram até onde conseguiram, mas infelizmente a tentativa de socorro não conseguiu impedir que ele viesse a óbito, pela gravidade da lesão e também pelo difícil acesso. Até por fatos como esse, hoje o proprietário do local só permite a entrada mediante o pagamento de uma taxa de 10 reais por cabeça. Por esse motivo o número de visitantes diminuiu drasticamente a ponto de as trilhas que dão acesso a cachoeira estarem fechadas pela vegetação em alguns pontos.O que se pode dizer é que o trajeto é o “puro creme” da piramba! O pedal até a chegada ao sítio que dá acesso a cachoeira é tranqüilo e relativamente curto mas possui partes que permitem uma velocidade maior como nos mostrou o saudoso Kojak no vídeo disponível. Curtam os vídeos, vejam as fotos no link ao lado! Paz! Vicente.

Cachoeira do Cantu

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Esta cachoeira é uma das mais conhecidas pela população de Garça, era muito frequentada, pois o acesso antigamente era livre. Hoje, foram colocadas porteiras e cercas, para se chegar até ela, é necessário passar também pela sede da fazenda, por isso, houve diminuição dos frequentadores desta maravilha natural.

Para se chegar nesta queda, tem que pegar a estrada de terra do Saltinho que leva para cidade Gália, porém, antes de chegar na primeira ponte de madeira, existe a direita, uma placa com o nome “Fazenda Santa Rute”, está fazenda pertence a uma pessoa de sobrenome Cantu, por isso que associa-se o nome à cachoeira, que privilégio do proprietário.

É uma cachoeira belíssima, talvez a mais bela, até porque não é apenas uma queda de água,são várias quedas e cai água por toda parte, e em grande volume, o que a torna uma das cachoeiras mais caudalosas de Garça-SP. Realmente uma maravilha, um pedacinho do paraíso aqui na terra, a água é extremamente limpa, a mata ciliar é muito bem preservada, felizmente, diferentemente de muitas outras cachoeiras da região, que tiveram suas matas próximas as nascentes e cachoeira transformadas em pastos descuidados e vulneráveis a erosões do solo e assoreamento do leito do rio. Rudi.

Big Wall ride!

Cachoeirinha da Bomba

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Como o nome mesmo já diz, o acesso a esta queda é pela estrada de terra da bomba de água do SAAE em Garça-SP, porém, ao chegar nos paralelepípedos, é preciso pular a cerca a esquerda, a partir daí, as paisagens no horizonte vão virando um verdadeiro espetáculo a céu aberto.

A bike tem que seguir por estreitos trios de bois e ir descendo o vale, a visão é de grandes paredões e montanhas, realmente uma paisagem magnifica até chegar em uma cachoeirinha de água cristalina e gelada. Chamo de cachoeirinha, não pela altura da queda, pois até que é alta, mas sim pelo volume de água que cai, que não é muito abundante, pois vem de uma pequena nascente d´agua. Interessante é a forma peculiar com que a água cai, pois diferentemente do padrão de cachoeira, cuja a água cai de forma paralela a parede de rocha, nesta, a água cai de modo perpendicular.

Trata-se de um lugar bem escondido e de acesso complicado, em que é preciso percorrer os grotões que ladeia a estrada da Bomba, e há alguns trechos que não é possível passar montado na magrela. Mas o esforço sempre vale a pena, apesar que a agrura da volta não tem como passar em branco, pois para chegar de novo a estrada da Bomba, tem que suar muito, já que é preciso carregar a bike nas costas por um bom tempo subindo um morro com inclinação bastante acentuada. Mas para quem procura pirambeira, não tem do que reclamar, é piramba na veia, na mente e saindo pelos poros.

Rudi

Companhia Inglesa-26-12-2011

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Companhia Inglesa-26-12-2011, um álbum no Flickr.

Segunda-feira foi um dia especial. Reunimos os amigos para pedalarmos por esse chão sagrado para o Mountain Bike que é Garça. São tantos lugares e trilhas que guardamos em cada post publicado aqui nesse blog. Já são tantas relatos, fotos e videos, muito suor e momentos de desfrute dessa natureza que nos abençoa com a beleza presente no que resta da Mata Atlântica. Para fecharmos o bom ano de 2011, contamos com a presença do Megazanca que madrugou e veio de Bauru para o desafio que é a trilha para a Companhia Inglesa. Para mim em especial era o retorno após 7 dias parado por conta de dores no joelho direito. Pro meu azar senti o incomodo logo no inicio de pedal, mas continuei até o final e a compensação foi bem maior. Saímos as 8 e 30 da manhã e apesar do calor, tivemos sorte das nuvens cobrirem o sol. Mas não por muito tempo. Após quase 30 quilômetros chegamos até a Companhia Inglesa. A beleza do local impressiona, porque somos praticamente transportados ao passado ao nos deparar com as ruínas da Igreja estilo inglês. Só que o futuro nos reservava ainda muito quilômetros com muita subida e sol na moleira. Na volta ainda paramos na venda seca no trevo de Gália onde alguns amigos ainda arriscaram (a vida?) apreciando coxinhas e adjacentes. Infelizmente a tubaína estava quente e não pode ser consumida. No fim o bem, como sempre, prevaleceu sobre o mal e conseguimos chegar intactos em nossas residencias. Sobraram as lembranças desse dia especial. Que 2012 nos reserva mais rolês como esse! Axé a todos!

Pedal e Arco-Iris

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Era para ser mais um rolê de bike em busca de uma cachoeira em um fim de tarde de verão na antiga Fazenda que antigamente pertencia ao Marangão, mas a natureza quis ser mais generosa e sorriu para gente. Não é todo dia que se vê um arco-íris, e ainda mais, visto do fundo de um belo vale, ao meio de muita natureza e água.

Logo que chegamos á cachoeira a chuva começou, depois de uma rápida pancada, a precipitação se dissipou, e o céu ficou maravilhosamente decorado com um lindo Arco Íris que formava um imponente e belo portal que rasgava o vale de fora a fora.

Sem dúvida, foi um momento e uma visão que levarei para o resto dos meus dias. Se não bastasse o arco-íris de um lado, do outro, o por do sol dava uma espetáculo a parte, não tive como não registrar a cena que agora compartilho com todos. Como diria um amigo meu, “A natureza é louca”, dá para discordar???

Rudi