Primeiro Vídeo em 3D do Piramba MTB – Entorno da Faz. Igurê Represas Rio da Prainha Garça

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Esta trilha percorre os arredores da Fazenda Igurê em sua extremidade, já em seu trecho pertencente ao território do Municipio de Gália. O pedal tem de tudo um pouco, boas e inclinadas descidas, algumas subidas, terrenos acidentados, grama, terra e areia. As Paisagens vão de flores de primavera a represas, cafezais a perder de vista, floresta de eucaliptos e seringueiras, e tudo isso culmina para um pedal para lá de agradável de se fazer.

Ao final, chega-se a um rio, próximo a estrada de terra do saltinho que vai de Garça a Gália. A margem do rio tem uma pequena área de areia branca que asemelha a uma de praia. Um lugar bem escondido e tranquilo para se banhar e apreciar a beleza ao redor.A volta foi no escuro, passando pela igreja por dentro da Fazenda Igurê.

E um detalhe interessante foi que saímos em 5 pirambeiros, mas logo no começo tivemos uma baixa porcausa de um rompimento do cabo de aço responsável pela troca de marchas da bike que impediu nosso amigo ir em frente. Porém, voltamos do pedal com os mesmos 5 ciclistas, pois nosso grupo ganhou uma adesão de um ciclista que deparamos e conhecemos no meio da trilha, logo no início, e em instantes, já parecia que éramos amigos desde de criancinha.

Fazer trilha de Mountain Bike também é oportunidade não só de aprofundar amizades como também de fazer novas amizades, e assim somar a este grupo de pessoas obsecadas por uma aventura ciclistica em pirambeiras e com belas paisagens ao redor.

Rudi Arena

O primeiro vídeo 3D do PirambaMTB(Celular do Vicente)
ATENÇÂO: para desativar o 3D clique no ícone “3D” na barra do video e em seguida clicar em “desativar modo 3D”.
Produzido e editado com um LG 3D max 720.

Video da Câmera GoPro (Rudi):

Video da Câmera GoPro (Bulho):

Trilha da 09 de Julho por Jafa

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Esta trilha sai de Garça, segue até entrar no distrito de Jafa e depois tem que pegar uma estrada de terra atrás da Igreja, logo em seguida existe uma longa e íngreme descida, acredito que seja a maior ladeira de Garça e por isso, a adrenalina é eletrizante. Basta parar de brecar que a bike chega a uma velocidade emocionante e perigosa. Pena que assim, fica difícil para apreciar as belas paisagens de serra ao redor, que são um estímulo a mais para encarar esse rolê. Vale mesmo a pena. Só não vale tomar um chão, é bom nem imaginar o estrago.

Quando termina a descida, chega-se no ponto de mais baixo da trilha, é a ponte de concreto do Rio da Garça. Em seguida, começa um bom trecho de subidas, não tão inclinado como foi a descida, mas por ser bem longa, acaba sendo um pouco cansativa. Para alívio, logo aparece uma venda, onde pudemos tomar uma tubaína gelada e nos preparar para o último trecho da trilha, que é bem mais suave, pois o final do estradão desemboca em estrada de asfalto que nos leva de volta a Garça. Escurece, e o pedal começa a chegar ao fim. O percurso total foi de pouco mais de 40 km. Fica registrado um agradecimento especial a São Pedro que mandou chuva e diminuiu o chato areião característico do lugar.

Rudi Arena